Qual participação da saúde mental no comportamento alimentar em escolares?

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: AMARAL, Paulinia Leal do
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Catolica de Pelotas
Centro de Ciencias da Saude
Brasil
UCPel
Programa de Pos-Graduacao em Saude Comportamento
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede.ucpel.edu.br:8080/jspui/handle/jspui/918
Resumo: Os comportamentos alimentares são definidos como as atitudes e os fatores psicossociais relacionados à seleção e decisão de quais alimentos ingerir. E também, são o resultado de uma combinação de fatores genéticos, biológicos, culturais e ambientais. Os comportamentos alimentares que predispõem um indivíduo a comer por outros motivos que não a fome tem sido descritos como obesogênicos e estão implicados na etiologia da obesidade infantil. Esses comportamentos alimentares obesogênicos incluem “sobreingestão emocional” (Emotional Overeating – EOE) e “resposta à comida” (Food Responsiveness - FR) e podem sofrer influência da saúde mental. Tanto os transtornos mentais dos principais cuidadores como os problemas emocionais e comportamentais dos escolares podem contribuir na etiologia desses comportamentos. Sendo assim a presente tese tem como objetivo avaliar, por meio de três estudos, a influência da saúde mental no comportamento alimentar infantil. Para isso, foi realizado um estudo transversal com amostra de base populacional de escolares em Pelotas/RS. Foram incluídos escolares com 7-8 anos e um dos seus principais cuidadores. As crianças foram entrevistadas nas escolas e os cuidadores em suas residências. Para avaliar o comportamento alimentar dos escolares foi utilizada a Child Eating Behavior Questionnaire (CEBQ), para avaliar os transtornos mentais dos cuidadores foi utilizada a Mini International Neuropsychiatric Interview (MINI) e, por último, para avaliar os problemas emocionais e comportamentais dos escolares foi utilizada a Strengths and Difficulties Questionnaire (SDQ) - Parent Version. O primeiro trabalho tem como objetivo revisar a produção científica acerca da relação entre saúde mental parental e o comportamento alimentar infantil por meio de uma revisão integrativa. Foi verificado que a presença de sintomas depressivos e/ou ansiosos e estresse parental, especialmente das mães, estavam associados ou foram preditores de comportamentos alimentares evitativos nas crianças. Além disso, verificou-se a necessidade da realização de mais investigações que busquem compreender a influência da saúde mental paterna, bem como, mais investigações que incluam a avaliação de comportamentos alimentares obesogênicos. O segundo trabalho tinha como objetivo avaliar a associação entre os transtornos mentais do cuidador e o comportamento alimentar obesogênico de escolares. Neste, foi identificado que o episódio depressivo atual do cuidador foi associado aos comportamentos alimentares obesogênicos - EOE e FR. Entretanto, ao contrário do que era esperado, o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) do cuidador não mostrou associação com o comportamento alimentar dos escolares. Por último, o terceiro trabalho teve como objetivo testar a associação entre problemas emocionais e comportamentais e os comportamentos alimentares obesogênicos, EOE e FR, em escolares. Os resultados mostraram que os problemas de conduta e hiperatividade/desatenção estavam associados a dois comportamentos obesogênicos – FR e EOE. E os sintomas emocionais e problemas com pares associados a um comportamento obesogênico – EOE. Dessa forma, a presente tese mostra a relevante relação entre o comportamento alimentar infantil e os transtornos mentais dos cuidadores, bem como, a relação com os problemas emocionais e comportamentais em crianças em idade escolar. Assim, evidencia-se a necessidade de avaliação e inclusão da saúde mental nas estratégias de prevenção e de tratamento voltadas aos comportamentos alimentares disfuncionais de escolares.
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Esses comportamentos alimentares obesogênicos incluem “sobreingestão emocional” (Emotional Overeating – EOE) e “resposta à comida” (Food Responsiveness - FR) e podem sofrer influência da saúde mental. Tanto os transtornos mentais dos principais cuidadores como os problemas emocionais e comportamentais dos escolares podem contribuir na etiologia desses comportamentos. Sendo assim a presente tese tem como objetivo avaliar, por meio de três estudos, a influência da saúde mental no comportamento alimentar infantil. Para isso, foi realizado um estudo transversal com amostra de base populacional de escolares em Pelotas/RS. Foram incluídos escolares com 7-8 anos e um dos seus principais cuidadores. As crianças foram entrevistadas nas escolas e os cuidadores em suas residências. Para avaliar o comportamento alimentar dos escolares foi utilizada a Child Eating Behavior Questionnaire (CEBQ), para avaliar os transtornos mentais dos cuidadores foi utilizada a Mini International Neuropsychiatric Interview (MINI) e, por último, para avaliar os problemas emocionais e comportamentais dos escolares foi utilizada a Strengths and Difficulties Questionnaire (SDQ) - Parent Version. O primeiro trabalho tem como objetivo revisar a produção científica acerca da relação entre saúde mental parental e o comportamento alimentar infantil por meio de uma revisão integrativa. Foi verificado que a presença de sintomas depressivos e/ou ansiosos e estresse parental, especialmente das mães, estavam associados ou foram preditores de comportamentos alimentares evitativos nas crianças. Além disso, verificou-se a necessidade da realização de mais investigações que busquem compreender a influência da saúde mental paterna, bem como, mais investigações que incluam a avaliação de comportamentos alimentares obesogênicos. O segundo trabalho tinha como objetivo avaliar a associação entre os transtornos mentais do cuidador e o comportamento alimentar obesogênico de escolares. Neste, foi identificado que o episódio depressivo atual do cuidador foi associado aos comportamentos alimentares obesogênicos - EOE e FR. Entretanto, ao contrário do que era esperado, o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) do cuidador não mostrou associação com o comportamento alimentar dos escolares. Por último, o terceiro trabalho teve como objetivo testar a associação entre problemas emocionais e comportamentais e os comportamentos alimentares obesogênicos, EOE e FR, em escolares. Os resultados mostraram que os problemas de conduta e hiperatividade/desatenção estavam associados a dois comportamentos obesogênicos – FR e EOE. E os sintomas emocionais e problemas com pares associados a um comportamento obesogênico – EOE. Dessa forma, a presente tese mostra a relevante relação entre o comportamento alimentar infantil e os transtornos mentais dos cuidadores, bem como, a relação com os problemas emocionais e comportamentais em crianças em idade escolar. Assim, evidencia-se a necessidade de avaliação e inclusão da saúde mental nas estratégias de prevenção e de tratamento voltadas aos comportamentos alimentares disfuncionais de escolares.Eating behaviors are defined as attitudes and psychosocial factors related to the selection and decision of which foods to eat. And also, are the result of a combination of genetic, biological, cultural and, environmental factors. Eating behaviors that predispose an individual to eat for reasons other than hunger have been described as obesogenic and are implicated in the etiology of childhood obesity. These obesogenic eating behaviors include Emotional Overeating (EOE) and Food Responsiveness (FR) and can be influenced by mental health. Both the mental disorders of caregivers and the emotional and behavioral problems of schoolchildren can contribute to the etiology of these behaviors. Thus, this thesis aims to evaluate, through three studies, the influence of mental health on child eating behavior. For this, a cross-sectional study was carried out with a population-based sample of schoolchildren in Pelotas/RS. Schoolchildren aged 7-8 years and one of their caregivers were included. Children were interviewed at schools and caregivers at their homes. Child Eating Behavior Questionnaire (CEBQ) was used to assess the eating behavior of schoolchildren. And Mini International Neuropsychiatric Interview (MINI) was used to assess the mental disorders of caregivers. Lastly, Strengths and Difficulties Questionnaire (SDQ) - Parent Version was used to access emotional and behavioral problems in schoolchildren. The first work aims to review the scientific production on the relationship between parental mental health and child eating behavior through an integrative review. It was found that the presence of depressive and/or anxiety symptoms and parental stress, especially from mothers, were associated or were predictors of avoidant eating behaviors in children. In addition, we identified the need to carry out other investigations that aim to understand the influence of paternal mental health, as well as more investigations that include the assessment of obesogenic eating behaviors. The second study aimed to evaluate the association between the caregiver's mental disorders and the obesogenic eating behavior of schoolchildren. In this, it was identified that the caregiver's current depressive episode was associated with obesogenic eating behaviors - EOE and FR. However, contrary to what was expected, the caregiver's Generalized Anxiety Disorder (GAD) did not show an association with the eating behavior of schoolchildren. Finally, the third study aimed to test the association between emotional and behavioral problems and obesogenic eating behaviors, EOE and FR, in schoolchildren. The results showed that conduct problems and hyperactivity/inattention were associated with two obesogenic behaviors – FR and EOE. And the emotional symptoms and peer problems associated with obesogenic behavior – EOE. Thus, this thesis shows the relevant relationship between childhood eating behavior and caregivers' mental disorders, as well as, the relationship with emotional and behavioral problems in school-age children. Thus, evidencing the need for assessment and inclusion of mental health in treatment and prevention strategies aimed at dysfunctional eating behaviors in schoolchildren.Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPqUniversidade Catolica de PelotasCentro de Ciencias da SaudeBrasilUCPelPrograma de Pos-Graduacao em Saude ComportamentoMOREIRA, Fernanda PedrottiMOTTA, Janaína Vieira dos SantosJANSEN, KarenMATOS, Mariana Bonati deGIGANTE, Denise PetrucciAMARAL, Paulinia Leal do2021-10-15T18:24:45Z2020-06-25info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfAMARAL, Paulinia Leal do. Qual participação da saúde mental no comportamento alimentar em escolares?. 2020. 133 f. Tese( Programa de Pos-Graduacao em Saude Comportamento) - Universidade Catolica de Pelotas, Pelotas .http://tede.ucpel.edu.br:8080/jspui/handle/jspui/918porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações do UCpelinstname:Universidade Católica de Pelotas (UCPEL)instacron:UCPEL2021-10-16T00:20:58Zoai:tede.ucpel.edu.br:jspui/918Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www2.ufpel.edu.br/tede/http://tede.ucpel.edu.br:8080/oai/requestbiblioteca@ucpel.edu.br||cristiane.chim@ucpel.tche.bropendoar:2021-10-16T00:20:58Biblioteca Digital de Teses e Dissertações do UCpel - Universidade Católica de Pelotas (UCPEL)false
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