Dramaturgias ritualísticas: processos feministas de criação colaborativa dos espetáculos Candeia e Seridó Revolto

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Araújo, Mariclécia Bezerra de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/18292
Resumo: Esta tese celebra uma escrita feminista sertaneja seridoense despertada a partir de um processo de criação dramatúrgica, vivida durante o período pandêmico da Covid-19, e descoberta diante de histórias de mulheres seridoenses, perdidas no tempo e na vastidão das memórias. O objetivo foi analisar narrativas de mulheres seridoenses e de teatro potiguar nos aspectos das relações de gênero e criação dramatúrgica, entrelaçando partes das minhas próprias subjetividades; bem como analisar os processos de criação colaborativa dramatúrgica que viabilizam lutas feministas. Participei de um processo criativo colaborativo e feminista com as mulheres do Grupo Estação de Teatro de Natal/RN, culminando na escrita de uma dramaturgia que nos levou até o espetáculo Candeia (2021). Simultaneamente a esse processo, e de acordo com as narrativas orais reveladas durante conversas com mulheres seridoenses, escrevi uma dramaturgia intitulada Seridó Revolto (2021), da qual foram selecionadas cenas pela Cia Caetanas de Natal, para uma pequena montagem. Ambas as perspectivas de escrita foram pautadas na Historiografia Feminista de Silvia Federici (2017), no Teatro Feminista de Maria Brígida de Miranda (2017), e na Dramaturgia Feminista de Luciana Lyra (2011). Descrevo então nesta pesquisa, como foi participar dos processos colaborativos junto às experiências com as dramaturgias, descobrindo a minha estética de escrita, pautada em um teor sertanejo feminista, advindo de histórias orais e outras subjetividades, ancorada no jogo ritual e poética dos elementos, proposto por Robson Haderchpek (2021), considerando também a poética Bachelardiana como instrumento de força criativa, assim como a intuição feminina como um caminho metodológico potente
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