Práticas ESG da Casan à luz da sustentabilidade organizacional

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Pinto, Luiza Eduarda Carmisin
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/25161
Resumo: Esta dissertação tem como objetivo analisar o nível de maturidade das práticas de ESG (Environmental, Social and Governance) da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (CASAN), à luz da sustentabilidade organizacional e das diretrizes da ABNT PR 2030. O estudo fundamenta-se nos referenciais teóricos da sustentabilidade corporativa, do conceito de Triple Bottom Line, da agenda ESG e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), com ênfase no ODS 6, relacionados ao setor de saneamento. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa qualitativa de natureza descritiva, que utilizou análise documental dos Relatórios de Sustentabilidade de 2024 de empresas listadas na B3 atuantes no setor de saneamento, bem como entrevistas semiestruturadas com colaboradores-chave da CASAN. A partir da análise de 40 variáveis de maturidade das práticas ESG, distribuídas entre os eixos ambiental, social e de governança, foi possível identificar o nível de aderência da CASAN às melhores práticas do setor, bem como as principais lacunas existentes. Os resultados indicam que a CASAN apresenta nível global de maturidade ESG de 4,2, sendo classificada como uma organização de alta maturidade, com desempenho mais consistente nos eixos social e de governança. Contudo, foram identificados desafios relevantes no eixo ambiental, especialmente relacionados à ausência de metas quantitativas de emissões, indicadores de biodiversidade e iniciativas estruturadas de economia circular. Com base nesses achados, são propostas recomendações para o aprimoramento das práticas ESG da CASAN, incluindo o fortalecimento da governança, a ampliação da mensuração de impactos ambientais, a integração do ESG ao planejamento estratégico e o aprimoramento da transparência, em alinhamento às práticas das empresas listadas na B3. Como agenda para pesquisas futuras, sugere-se a ampliação do modelo de análise para outras companhias estaduais de saneamento, a aplicação longitudinal do instrumento de maturidade ESG e a incorporação de indicadores quantitativos de desempenho, de modo a aprofundar a compreensão da evolução das práticas ESG no setor público de saneamento.
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