Exportação concluída — 

Treinamento de marcha para trás e a capacidade de marcha de indivíduos com hemiparesia após acidente vascular encefálico: um estudo de viabilidade

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: Parizotto, Daniela
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/33523/001300000vqnv
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/22930
Resumo: Introdução: A baixa capacidade de deambular longas distâncias é uma das principais incapacidades após um Acidente Vascular Encefálico (AVE). O treinamento em esteira vem sendo usualmente utilizado para a reabilitação de marcha nessa população. No entanto, ainda há incertezas quanto às melhores prescrições e à viabilidade de novos métodos de intervenção capazes de melhorar a distância percorrida. Objetivos: Os objetivos desse trabalho foram analisar o efeito das intensidades e as progressões do treinamento em esteira na capacidade de marcha pós-AVE (estudo 1) e verificar a viabilidade do treinamento de marcha para trás em esteira, sem suporte de peso, na capacidade de marcha nessa população (estudo 2). Método: No estudo 1 foi realizada uma revisão sistemática, cujas bases de dados consultadas foram a MEDLINE, CINAHL e PEDro, entre: maio e junho de 2019. Foram incluídos ensaios clínicos randomizados ou estudos de viabilidade/piloto com indivíduos pós-AVE, que comparassem treinamento em esteira com prescrição baseada em parâmetros cardiorrespiratórios (frequência cardíaca de reserva ou máxima, consumo de oxigênio, percepção subjetiva de esforço) com outras intervenções e treinamento em esteira de alta versus moderada intensidade. A qualidade metodológica dos estudos foi avaliada usando a escala PEDro. Os dados foram extraídos por dois autores independentes guiados pela estratégia PICO (participantes, intervenção, controle e resultados). O número de participantes, as médias e os desvios-padrão do teste de caminhada de seis minutos (TC6M), após a intervenção foram utilizados para o cálculo da diferença média e do intervalo de confiança de 95% (IC 95%). Para análise da progressão do treinamento foi realizada análise descritiva. Para o estudo 2, os participantes foram recrutados e alocados aleatoriamente em um treinamento de caminhada em esteira para trás (grupo experimental) ou em um treinamento em caminhada em esteira para a frente (grupo controle). Ambos os grupos realizam 30 minutos de caminhada na esteira para trás (AT) ou para frente (AF) e mais 10 minutos de caminhada no solo, três vezes por semana, durante seis semanas (18 sessões). A viabilidade foi avaliada pelos dados relacionados ao recrutamento, a intervenção, a segurança e duração do treinamento e para a viabilidade das medidas clínicas foram avaliados o TC6M pré, pós e no seguimento de 90 dias após o término do treinamento. Resultados: Na revisão sistemática, o aumento médio na capacidade de marcha foi de 19,81 metros (IC95%: 7,34 a 32,28; P <0,01; nível de heterogeneidade I² 0%) para a intervenção em esteira, incluindo alta e moderada intensidade, com qualquer outra terapia diferente de esteira. Em comparação com outras intervenções que não a esteira, o ganho médio no TC6M foi 20,70 metros para a intervenção em esteira de alta intensidade e 89,89 metros do treinamento em alta intensidade comparado a moderada intensidade. Os dados de progressão aparecem em dez (89%) dos onze estudos, mas apenas seis são apresentados com detalhes passiveis de replicação. A frequência cardíaca de reserva foi o parâmetro mais utilizado para controlar intensidade do treinamento (nove estudos) e para atingir a intensidade o aumento da velocidade foi mais utilizado na progressão (seis estudos), outros mecanismos, como inclinação e resistência com faixa elástica, foram utilizados para aumentar a frequência cardíaca. No artigo 2 a viabilidade do treinamento foi alcançada em 92% das variáveis analisadas para AT e 83% para AF. A adesão ao treinamento foi de 100% em ambos os grupos. Tanto a tolerância a velocidade planejada (AT=92±8%; AF= 85±26%), quanto a intensidade esperada (AT 85±8%; AF= 81±24%) atingiram o critério esperado. No treinamento AT não houve eventos adversos, e relatos de dor ou fadiga foram dentro do limite estabelecido. Apenas o teste de equilíbrio não foi recomendado para medida de desfecho no futuro ensaio clínico randomizado. Conclusão: O estudo 1 fornece evidências de que o treinamento em esteira de alta intensidade pode melhorar a capacidade da marcha após o AVE em relação a outras intervenções e em relação ao treinamento em esteira de moderada intensidade, no entanto, as evidências ainda são baixas. Em relação a intensidade e progressão estudos futuros devem relatar não apenas a intensidade planejada, mas também a intensidade atingida no final do período de treinamento e indicar claramente quais parâmetros são usados para a progressão do treinamento e a taxa semanal de progressão planejada e alcançada. A partir dos resultados do estudo 2, foi concluído que novas formas de recrutamento devem ser implementadas para o futuro Ensaio Clínico Randomizado e o treinamento em esteira para trás, com as progressões propostas e sem suporte ao peso corporal, foi uma intervenção viável e segura para a reabilitação da capacidade de marcha em pacientes crônicos pós-AVE, com comprometimento moderado da velocidade de caminhada. Assim, a partir dos achados nos estudos anteriores verifica-se a necessidades de novos estudos de intensidade moderada, com parâmetros de prescrições bem delineados para verificar os benefícios na capacidade de marcha nos estudos de treinamento em esteira e o protocolo de treinamento de marcha para trás em esteira sem suporte de peso é uma alternativa viável e segura para essa população.
id UDESC-2_dbb56e2676fedc1949d7593d25f65248
oai_identifier_str oai:repositorio.udesc.br:UDESC/22930
network_acronym_str UDESC-2
network_name_str Repositório Institucional da UDESC
repository_id_str
spelling Treinamento de marcha para trás e a capacidade de marcha de indivíduos com hemiparesia após acidente vascular encefálico: um estudo de viabilidadeHemiparesiaTeste de caminhada de seis minutosMarcha para trásIntensidade do treinamentoIntrodução: A baixa capacidade de deambular longas distâncias é uma das principais incapacidades após um Acidente Vascular Encefálico (AVE). O treinamento em esteira vem sendo usualmente utilizado para a reabilitação de marcha nessa população. No entanto, ainda há incertezas quanto às melhores prescrições e à viabilidade de novos métodos de intervenção capazes de melhorar a distância percorrida. Objetivos: Os objetivos desse trabalho foram analisar o efeito das intensidades e as progressões do treinamento em esteira na capacidade de marcha pós-AVE (estudo 1) e verificar a viabilidade do treinamento de marcha para trás em esteira, sem suporte de peso, na capacidade de marcha nessa população (estudo 2). Método: No estudo 1 foi realizada uma revisão sistemática, cujas bases de dados consultadas foram a MEDLINE, CINAHL e PEDro, entre: maio e junho de 2019. Foram incluídos ensaios clínicos randomizados ou estudos de viabilidade/piloto com indivíduos pós-AVE, que comparassem treinamento em esteira com prescrição baseada em parâmetros cardiorrespiratórios (frequência cardíaca de reserva ou máxima, consumo de oxigênio, percepção subjetiva de esforço) com outras intervenções e treinamento em esteira de alta versus moderada intensidade. A qualidade metodológica dos estudos foi avaliada usando a escala PEDro. Os dados foram extraídos por dois autores independentes guiados pela estratégia PICO (participantes, intervenção, controle e resultados). O número de participantes, as médias e os desvios-padrão do teste de caminhada de seis minutos (TC6M), após a intervenção foram utilizados para o cálculo da diferença média e do intervalo de confiança de 95% (IC 95%). Para análise da progressão do treinamento foi realizada análise descritiva. Para o estudo 2, os participantes foram recrutados e alocados aleatoriamente em um treinamento de caminhada em esteira para trás (grupo experimental) ou em um treinamento em caminhada em esteira para a frente (grupo controle). Ambos os grupos realizam 30 minutos de caminhada na esteira para trás (AT) ou para frente (AF) e mais 10 minutos de caminhada no solo, três vezes por semana, durante seis semanas (18 sessões). A viabilidade foi avaliada pelos dados relacionados ao recrutamento, a intervenção, a segurança e duração do treinamento e para a viabilidade das medidas clínicas foram avaliados o TC6M pré, pós e no seguimento de 90 dias após o término do treinamento. Resultados: Na revisão sistemática, o aumento médio na capacidade de marcha foi de 19,81 metros (IC95%: 7,34 a 32,28; P <0,01; nível de heterogeneidade I² 0%) para a intervenção em esteira, incluindo alta e moderada intensidade, com qualquer outra terapia diferente de esteira. Em comparação com outras intervenções que não a esteira, o ganho médio no TC6M foi 20,70 metros para a intervenção em esteira de alta intensidade e 89,89 metros do treinamento em alta intensidade comparado a moderada intensidade. Os dados de progressão aparecem em dez (89%) dos onze estudos, mas apenas seis são apresentados com detalhes passiveis de replicação. A frequência cardíaca de reserva foi o parâmetro mais utilizado para controlar intensidade do treinamento (nove estudos) e para atingir a intensidade o aumento da velocidade foi mais utilizado na progressão (seis estudos), outros mecanismos, como inclinação e resistência com faixa elástica, foram utilizados para aumentar a frequência cardíaca. No artigo 2 a viabilidade do treinamento foi alcançada em 92% das variáveis analisadas para AT e 83% para AF. A adesão ao treinamento foi de 100% em ambos os grupos. Tanto a tolerância a velocidade planejada (AT=92±8%; AF= 85±26%), quanto a intensidade esperada (AT 85±8%; AF= 81±24%) atingiram o critério esperado. No treinamento AT não houve eventos adversos, e relatos de dor ou fadiga foram dentro do limite estabelecido. Apenas o teste de equilíbrio não foi recomendado para medida de desfecho no futuro ensaio clínico randomizado. Conclusão: O estudo 1 fornece evidências de que o treinamento em esteira de alta intensidade pode melhorar a capacidade da marcha após o AVE em relação a outras intervenções e em relação ao treinamento em esteira de moderada intensidade, no entanto, as evidências ainda são baixas. Em relação a intensidade e progressão estudos futuros devem relatar não apenas a intensidade planejada, mas também a intensidade atingida no final do período de treinamento e indicar claramente quais parâmetros são usados para a progressão do treinamento e a taxa semanal de progressão planejada e alcançada. A partir dos resultados do estudo 2, foi concluído que novas formas de recrutamento devem ser implementadas para o futuro Ensaio Clínico Randomizado e o treinamento em esteira para trás, com as progressões propostas e sem suporte ao peso corporal, foi uma intervenção viável e segura para a reabilitação da capacidade de marcha em pacientes crônicos pós-AVE, com comprometimento moderado da velocidade de caminhada. Assim, a partir dos achados nos estudos anteriores verifica-se a necessidades de novos estudos de intensidade moderada, com parâmetros de prescrições bem delineados para verificar os benefícios na capacidade de marcha nos estudos de treinamento em esteira e o protocolo de treinamento de marcha para trás em esteira sem suporte de peso é uma alternativa viável e segura para essa população.Michaelsen, Stella MarisParizotto, Daniela2025-09-04T19:39:02Z2020info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesis162 f.application/pdfPARIZOTTO, Daniela. <b>Treinamento de marcha para trás e a capacidade de marcha de indivíduos com hemiparesia após acidente vascular encefálico</b>: um estudo de viabilidade. 2025. Tese (Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano) - Udesc, Florianópolis, 2020. Disponível em: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/22930. Acesso em: insira aqui a data de acesso ao material. Ex: 18 fev. 2025.https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/22930ark:/33523/001300000vqnvAttribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UDESCinstname:Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)instacron:UDESC2025-09-05T06:01:14Zoai:repositorio.udesc.br:UDESC/22930Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://pergamumweb.udesc.br/biblioteca/index.phpPRIhttps://repositorio-api.udesc.br/server/oai/requestri@udesc.bropendoar:63912025-09-05T06:01:14Repositório Institucional da UDESC - Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)false
dc.title.none.fl_str_mv Treinamento de marcha para trás e a capacidade de marcha de indivíduos com hemiparesia após acidente vascular encefálico: um estudo de viabilidade
title Treinamento de marcha para trás e a capacidade de marcha de indivíduos com hemiparesia após acidente vascular encefálico: um estudo de viabilidade
spellingShingle Treinamento de marcha para trás e a capacidade de marcha de indivíduos com hemiparesia após acidente vascular encefálico: um estudo de viabilidade
Parizotto, Daniela
Hemiparesia
Teste de caminhada de seis minutos
Marcha para trás
Intensidade do treinamento
title_short Treinamento de marcha para trás e a capacidade de marcha de indivíduos com hemiparesia após acidente vascular encefálico: um estudo de viabilidade
title_full Treinamento de marcha para trás e a capacidade de marcha de indivíduos com hemiparesia após acidente vascular encefálico: um estudo de viabilidade
title_fullStr Treinamento de marcha para trás e a capacidade de marcha de indivíduos com hemiparesia após acidente vascular encefálico: um estudo de viabilidade
title_full_unstemmed Treinamento de marcha para trás e a capacidade de marcha de indivíduos com hemiparesia após acidente vascular encefálico: um estudo de viabilidade
title_sort Treinamento de marcha para trás e a capacidade de marcha de indivíduos com hemiparesia após acidente vascular encefálico: um estudo de viabilidade
author Parizotto, Daniela
author_facet Parizotto, Daniela
author_role author
dc.contributor.none.fl_str_mv Michaelsen, Stella Maris
dc.contributor.author.fl_str_mv Parizotto, Daniela
dc.subject.por.fl_str_mv Hemiparesia
Teste de caminhada de seis minutos
Marcha para trás
Intensidade do treinamento
topic Hemiparesia
Teste de caminhada de seis minutos
Marcha para trás
Intensidade do treinamento
description Introdução: A baixa capacidade de deambular longas distâncias é uma das principais incapacidades após um Acidente Vascular Encefálico (AVE). O treinamento em esteira vem sendo usualmente utilizado para a reabilitação de marcha nessa população. No entanto, ainda há incertezas quanto às melhores prescrições e à viabilidade de novos métodos de intervenção capazes de melhorar a distância percorrida. Objetivos: Os objetivos desse trabalho foram analisar o efeito das intensidades e as progressões do treinamento em esteira na capacidade de marcha pós-AVE (estudo 1) e verificar a viabilidade do treinamento de marcha para trás em esteira, sem suporte de peso, na capacidade de marcha nessa população (estudo 2). Método: No estudo 1 foi realizada uma revisão sistemática, cujas bases de dados consultadas foram a MEDLINE, CINAHL e PEDro, entre: maio e junho de 2019. Foram incluídos ensaios clínicos randomizados ou estudos de viabilidade/piloto com indivíduos pós-AVE, que comparassem treinamento em esteira com prescrição baseada em parâmetros cardiorrespiratórios (frequência cardíaca de reserva ou máxima, consumo de oxigênio, percepção subjetiva de esforço) com outras intervenções e treinamento em esteira de alta versus moderada intensidade. A qualidade metodológica dos estudos foi avaliada usando a escala PEDro. Os dados foram extraídos por dois autores independentes guiados pela estratégia PICO (participantes, intervenção, controle e resultados). O número de participantes, as médias e os desvios-padrão do teste de caminhada de seis minutos (TC6M), após a intervenção foram utilizados para o cálculo da diferença média e do intervalo de confiança de 95% (IC 95%). Para análise da progressão do treinamento foi realizada análise descritiva. Para o estudo 2, os participantes foram recrutados e alocados aleatoriamente em um treinamento de caminhada em esteira para trás (grupo experimental) ou em um treinamento em caminhada em esteira para a frente (grupo controle). Ambos os grupos realizam 30 minutos de caminhada na esteira para trás (AT) ou para frente (AF) e mais 10 minutos de caminhada no solo, três vezes por semana, durante seis semanas (18 sessões). A viabilidade foi avaliada pelos dados relacionados ao recrutamento, a intervenção, a segurança e duração do treinamento e para a viabilidade das medidas clínicas foram avaliados o TC6M pré, pós e no seguimento de 90 dias após o término do treinamento. Resultados: Na revisão sistemática, o aumento médio na capacidade de marcha foi de 19,81 metros (IC95%: 7,34 a 32,28; P <0,01; nível de heterogeneidade I² 0%) para a intervenção em esteira, incluindo alta e moderada intensidade, com qualquer outra terapia diferente de esteira. Em comparação com outras intervenções que não a esteira, o ganho médio no TC6M foi 20,70 metros para a intervenção em esteira de alta intensidade e 89,89 metros do treinamento em alta intensidade comparado a moderada intensidade. Os dados de progressão aparecem em dez (89%) dos onze estudos, mas apenas seis são apresentados com detalhes passiveis de replicação. A frequência cardíaca de reserva foi o parâmetro mais utilizado para controlar intensidade do treinamento (nove estudos) e para atingir a intensidade o aumento da velocidade foi mais utilizado na progressão (seis estudos), outros mecanismos, como inclinação e resistência com faixa elástica, foram utilizados para aumentar a frequência cardíaca. No artigo 2 a viabilidade do treinamento foi alcançada em 92% das variáveis analisadas para AT e 83% para AF. A adesão ao treinamento foi de 100% em ambos os grupos. Tanto a tolerância a velocidade planejada (AT=92±8%; AF= 85±26%), quanto a intensidade esperada (AT 85±8%; AF= 81±24%) atingiram o critério esperado. No treinamento AT não houve eventos adversos, e relatos de dor ou fadiga foram dentro do limite estabelecido. Apenas o teste de equilíbrio não foi recomendado para medida de desfecho no futuro ensaio clínico randomizado. Conclusão: O estudo 1 fornece evidências de que o treinamento em esteira de alta intensidade pode melhorar a capacidade da marcha após o AVE em relação a outras intervenções e em relação ao treinamento em esteira de moderada intensidade, no entanto, as evidências ainda são baixas. Em relação a intensidade e progressão estudos futuros devem relatar não apenas a intensidade planejada, mas também a intensidade atingida no final do período de treinamento e indicar claramente quais parâmetros são usados para a progressão do treinamento e a taxa semanal de progressão planejada e alcançada. A partir dos resultados do estudo 2, foi concluído que novas formas de recrutamento devem ser implementadas para o futuro Ensaio Clínico Randomizado e o treinamento em esteira para trás, com as progressões propostas e sem suporte ao peso corporal, foi uma intervenção viável e segura para a reabilitação da capacidade de marcha em pacientes crônicos pós-AVE, com comprometimento moderado da velocidade de caminhada. Assim, a partir dos achados nos estudos anteriores verifica-se a necessidades de novos estudos de intensidade moderada, com parâmetros de prescrições bem delineados para verificar os benefícios na capacidade de marcha nos estudos de treinamento em esteira e o protocolo de treinamento de marcha para trás em esteira sem suporte de peso é uma alternativa viável e segura para essa população.
publishDate 2020
dc.date.none.fl_str_mv 2020
2025-09-04T19:39:02Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
format doctoralThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv PARIZOTTO, Daniela. <b>Treinamento de marcha para trás e a capacidade de marcha de indivíduos com hemiparesia após acidente vascular encefálico</b>: um estudo de viabilidade. 2025. Tese (Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano) - Udesc, Florianópolis, 2020. Disponível em: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/22930. Acesso em: insira aqui a data de acesso ao material. Ex: 18 fev. 2025.
https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/22930
dc.identifier.dark.fl_str_mv ark:/33523/001300000vqnv
identifier_str_mv PARIZOTTO, Daniela. <b>Treinamento de marcha para trás e a capacidade de marcha de indivíduos com hemiparesia após acidente vascular encefálico</b>: um estudo de viabilidade. 2025. Tese (Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano) - Udesc, Florianópolis, 2020. Disponível em: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/22930. Acesso em: insira aqui a data de acesso ao material. Ex: 18 fev. 2025.
ark:/33523/001300000vqnv
url https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/22930
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 Brazil
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/br/
info:eu-repo/semantics/openAccess
rights_invalid_str_mv Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 Brazil
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/br/
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv 162 f.
application/pdf
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UDESC
instname:Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
instacron:UDESC
instname_str Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
instacron_str UDESC
institution UDESC
reponame_str Repositório Institucional da UDESC
collection Repositório Institucional da UDESC
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UDESC - Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
repository.mail.fl_str_mv ri@udesc.br
_version_ 1860697662937890816