Estudos dendro/morfométricos e sua relação com a produção de androstróbilos em floresta com araucária no Sul do Brasil

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Sousa, Alex Nascimento de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/33523/001300000kcgg
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/16176
Resumo: A Araucaria angustifolia (Bertol.) Kuntze é uma árvore dioica, com a presença de estróbilos masculinos e femininos, sendo estes conhecidos como androstróbilos e ginostróbilos respectivamente. Um aspecto importante para a conservação e manejo florestal dessa espécie são estudos visando conhecer e entender as relações dendro/morfométricas associadas a fisiologia de reprodução, pois auxiliam a entender o grau de competição, a estabilidade, a vitalidade, a conservação, a regeneração, dispersão e a produtividade da floresta. Assim, este estudo teve como objetivos: determinar os dados dendro/morfométricos de árvores individuais de Araucaria angustifolia; verificar a correlação entre as variáveis dendro/morfométricos e a quantificação de androstróbilos; ajustar modelos que estimem a produção de androstróbilos utilizando como preditoras as variáveis morfométricas; avaliar a eficiência de copa com a produção de androstróbilos, com o incremento periódico anual em diâmetro e verificar a influência das variáveis climáticas com a produção de androstróbilos de araucária em povoamentos florestais. O trabalho foi realizado em um remanescente florestal localizado no município de Lages, em Santa Catarina. Foram amostradas e georreferenciados 36 árvores masculinas, e posterior mensurada as variáveis dendro/morfométricas e retirado rolos de incremento para determinação do incremento periódico anual em diâmetro. A contagem dos androstróbilos foi realizada nos anos de 2019 e 2020 em imagens fotográficas retiradas de câmera acoplada em um Remotely Piloted Aircraft System. O ajuste dos modelos entre quantidade de androstróbilos em função das variáveis dendro/morfométricas, tiveram sua acurácia e precisão verificada pelos testes de normalidade, homogeneidade da variância e interdependência do erro. Quando não atendida as condicionantes de regressão foi utilizado ajuste pela técnica dos modelos lineares generalizados. A produção de androstróbilos foi maior para o ano de 2019 do que em 2020. As variáveis dendro/morfométricas com maior correlação com a produção de androstróbilos foram: diâmetro à altura do peito (d), diâmetro de copa (dc), área de projeção horizontal de copa (aphc), índice de abrangência (ia) e o grau de esbeltez (hd). Sendo assim, os resultados mostraram que há uma relação entre a quantidade de androstróbilos com o diâmetro e as variáveis de copa, apontando a necessidade de intervenções silviculturais para que haja produção de órgãos reprodutores, fecundação, regeneração e conservação da espécie e estrutura futura da floresta, pois estas ações e variáveis tem relação com o desenvolvimento das copas, a produção de androstróbilos, diminuição da competição e aumento de espaço lateral.
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