Tabagismo na Atencao Basica: Concepcoes e Praticas dos Agentes Comunitarios de Saude da Esf
| Ano de defesa: | 2010 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=69216 |
Resumo: | RESUMO0 tabagismo é considerado um dos principais problemas de saúde pública mundial e a principal causa de morte evitável no mundo, sendo o seu consumo significativamente elevado. Logo, torna-se essencial a adoção de medidas urgentes e eficazes com vistas à redução do seu consumo. Diante desse contexto, percebeu-se a necessidade de verificar os conhecimentos e práticas dos agentes comunitários de saúde no que diz respeito ao tabagismo, o que possivelmente estará relacionado com o atendimento disposto por esses aos seus clientes. Propôs-se, então, descrever os conhecimentos sobre tabagismo dos agentes comunitários de saúde e identificar as práticas relacionadas à prevenção, promoção e tratamento contra o tabagismo nos usuários da Estratégia de Saúde da Família. Tratou-se de uma pesquisa de caráter descritivo-exploratório, com uma abordagem quantitativa. Foi realizada com os agentes comunitários de saúde (ACSs) das Equipes de Estratégia de Saúde da Família da cidade de Alto Santo no Estado do Ceará, perfazendo um total de 80% dos ACSs pertencentes a essas equipes. O instrumento utilizado na coleta de dados foi a entrevista semi-estruturada e aplicado no mês de dezembro de 2009. Os dados foram organizados em tabelas, quadros e gráficos, e analisados em conformidade com a literatura acerca da temática. Verificou-se, assim, uma predominância absoluta do sexo feminino (100%), da faixa etária de 41 a 50 (58,33%), da renda mensal de 1 salário mínimo (83,33%), e da escolaridade de ensino médio completo (50%). Com relação ao reconhecimento pelos ACSs de um fumante e de um dependente químico, 100% e 87,5%, respectivamente, afirmaram reconhecê-los. As definições dadas pelos que declaram reconhecer o fumante e a dependência química apresentavam certa equivalência com a literatura. No tocante ao conhecimento sobre os sinais e sintomas da abstinência, observou-se que 87,5% afirmaram reconhecer esses, sendo poucos os sinais e sintomas identificados por eles e alguns não coincidentes com a literatura. Acerca do conhecimento dos ACSs sobre os malefícios que o tabagismo ocasiona, identificou-se que 100% e 91,67% deles afirmaram conhecer os efeitos do tabaco sobre o fumante ativo e sobre o feto, neonato e gestante, respectivamente, verificando, no entanto, uma visão relativamente simplista nesses grupos, se comparado com o exposto pela literatura. Entretanto, levou-se em consideração o grau de escolaridade desses profissionais e o possível déficit de capacitação desses com relação ao tema proposto. Investigando acerca da necessidade de conhecimento sobre tabagismo em suas vivências, observou-se que 70,83% afirmaram tal necessidade. Diante do questionamento sobre o sentimento de preparação dos ACSs 45,83% acreditaram estar preparados, 29,17% preparados em partes e 25% não estarem preparados. Por fim, averiguou-se que 83,33% dos ACSs afirmaram realizar alguma prática com vistas à diminuição do número de usuários tabagistas nas suas comunidades. Entretanto a maioria relatou apenas a prática de orientações sem especificá-las. Além disso, observaram-se certas limitações no que diz respeito às práticas preventivas e orientações sobre estratégias de cessação do tabagismo.Palavras-chave: Tabagismo agentes comunitários de saúde conhecimentos práticas. |
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Tabagismo na Atencao Basica: Concepcoes e Praticas dos Agentes Comunitarios de Saude da EsfAgentes comunitários de saúde TabagismoRESUMO0 tabagismo é considerado um dos principais problemas de saúde pública mundial e a principal causa de morte evitável no mundo, sendo o seu consumo significativamente elevado. Logo, torna-se essencial a adoção de medidas urgentes e eficazes com vistas à redução do seu consumo. Diante desse contexto, percebeu-se a necessidade de verificar os conhecimentos e práticas dos agentes comunitários de saúde no que diz respeito ao tabagismo, o que possivelmente estará relacionado com o atendimento disposto por esses aos seus clientes. Propôs-se, então, descrever os conhecimentos sobre tabagismo dos agentes comunitários de saúde e identificar as práticas relacionadas à prevenção, promoção e tratamento contra o tabagismo nos usuários da Estratégia de Saúde da Família. Tratou-se de uma pesquisa de caráter descritivo-exploratório, com uma abordagem quantitativa. Foi realizada com os agentes comunitários de saúde (ACSs) das Equipes de Estratégia de Saúde da Família da cidade de Alto Santo no Estado do Ceará, perfazendo um total de 80% dos ACSs pertencentes a essas equipes. O instrumento utilizado na coleta de dados foi a entrevista semi-estruturada e aplicado no mês de dezembro de 2009. Os dados foram organizados em tabelas, quadros e gráficos, e analisados em conformidade com a literatura acerca da temática. Verificou-se, assim, uma predominância absoluta do sexo feminino (100%), da faixa etária de 41 a 50 (58,33%), da renda mensal de 1 salário mínimo (83,33%), e da escolaridade de ensino médio completo (50%). Com relação ao reconhecimento pelos ACSs de um fumante e de um dependente químico, 100% e 87,5%, respectivamente, afirmaram reconhecê-los. As definições dadas pelos que declaram reconhecer o fumante e a dependência química apresentavam certa equivalência com a literatura. No tocante ao conhecimento sobre os sinais e sintomas da abstinência, observou-se que 87,5% afirmaram reconhecer esses, sendo poucos os sinais e sintomas identificados por eles e alguns não coincidentes com a literatura. Acerca do conhecimento dos ACSs sobre os malefícios que o tabagismo ocasiona, identificou-se que 100% e 91,67% deles afirmaram conhecer os efeitos do tabaco sobre o fumante ativo e sobre o feto, neonato e gestante, respectivamente, verificando, no entanto, uma visão relativamente simplista nesses grupos, se comparado com o exposto pela literatura. Entretanto, levou-se em consideração o grau de escolaridade desses profissionais e o possível déficit de capacitação desses com relação ao tema proposto. Investigando acerca da necessidade de conhecimento sobre tabagismo em suas vivências, observou-se que 70,83% afirmaram tal necessidade. Diante do questionamento sobre o sentimento de preparação dos ACSs 45,83% acreditaram estar preparados, 29,17% preparados em partes e 25% não estarem preparados. Por fim, averiguou-se que 83,33% dos ACSs afirmaram realizar alguma prática com vistas à diminuição do número de usuários tabagistas nas suas comunidades. Entretanto a maioria relatou apenas a prática de orientações sem especificá-las. Além disso, observaram-se certas limitações no que diz respeito às práticas preventivas e orientações sobre estratégias de cessação do tabagismo.Palavras-chave: Tabagismo agentes comunitários de saúde conhecimentos práticas.Djanira Luiza Martins de SousaNapoliao, Itala Kelley Melo2011-09-15T00:00:00Z2010info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=69216info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UECEinstname:Universidade Estadual do Cearáinstacron:UECE2011-09-15T00:00:00Zoai:uece.br:69216Repositório InstitucionalPUBhttps://siduece.uece.br/siduece/api/oai/requestopendoar:2011-09-15T00:00Repositório Institucional da UECE - Universidade Estadual do Cearáfalse |
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