O Romper do Silencio:Evitando Vidas Desfeitas por Asfixia Perinatal Grave em Recem - Nascido a Term

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2007
Autor(a) principal: Nogueira, Francisca Aurenilia Esmeraldo
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=42083
Resumo: A mortalidade infantil e um indicador que embora dependendo da qualidade dos registros de obitos e nascimentos, e utilizada a nivel nacional e internacional para avaliar as condicoes de vida de uma sociedade. Este estudo, e um esforco metodologico qualitativo de compreender o sentido do silencio dos profissionais de saude e familiares diante da alta mortalidade e seguelas de recem-nascidos a termo com peso adequado ao nascimento atendidas em CTI-Neonatal de um hospital teriario no municipio de Fortaleza. Esta ocorrencia evidencia que a assistencia perinatal e desqualificada. Para isto, foram realizadas entrevistas em grupo e individuais dos familiares e dos profissionais que prestam atendimento a estas criancas com a finalidade de motivar reflexoes dos familiares e profissionais a reacender a chama da luta pelos direitos de cidadania e oferecer subsidios as Politicas de Saude na providencia de intervencoes capazes de minimizar a elevada morbimortalidade neonatal em nosso Estado. A analise das entrevistas mostrou que a ma qualidade da assistencia medica e ocasionada pela desorganizacao do nosso Sistema de Saude onde esta incluidos varios fatores: a falta de integracao entre a atencao primaria, secundaria e terciaria que agrava a demora no atendimento a parturiente em trabalho de parto constituindo o principal fator da Asfixia Perinatal; o numero insuficiente de profissionais para o atendimento que contribui para a fragilidade da relacao medico-paciente; a desvalorizacao dos fatores emocionais; o desempenho de um profissional em tres especialidades ao mesmo tempo; instituicoes sem condicoes tecnicas para o atendimento obstetrico e neonatal; profissionais sem capacitacao para o desempenho dos procedimentos; a transferencia da gestante que apresenta complicacoes no trabalho de parto da rede conveniada para a rede publica com a finalidade de obter maior lucro; a falta de fiscalizacao dos procedimentos e a falta de compromisso profissional etico para um atendimento humanizado. Para diminuir este quadro, fazem-se necessarias urgentes intervencoes pelas politicas Publicas de Saude em nosso Estado. Palavras-chave: Asfixia Perinatal; Silencio; Mortalidade Infantil; Relacao Medico-Paciente; Morte; Luto.
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