MORTALIDADE MATERNA EM CAPITAL DO NORDESTE DO BRASIL: 2008-2012

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: OLIVEIRA, MARCOS ANTÔNIO DE
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual do Ceará
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=88117
Resumo: <div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">O estudo do perfil das gestantes que foram a óbito é um dos caminhos que subsidia o planejamento de estratégias eficazes no combate à mortalidade materna. Esse processo é capaz de gerar ações resolutivas e impactantes uma vez conhecido os fatores condicionantes e determinantes destes óbitos. Foi objetivo do trabalho descrever a situação da mortalidade materna em Fortaleza, Ceará, no período de 2008 a 2012, bem como os aspectos socioeconômicos e demográficos e indicadores selecionados de saúde materna de modo a configurar o perfil clínico epidemiológico dos óbitos. Procurou-se, também, avaliar a assistência do pré-natal destinado às grávidas que evoluíram para o óbito, utilizando o índice de Kotelchuck modificado, como uma forma de refletir sobre a qualidade do atendimento prioritariamente ofertado pela atenção básica. Constituiu-se de um estudo descritivo de abordagem quantitativa e retrospectiva envolvendo 136 prontuários arquivados no comitê de mortalidade materna de fortaleza. Os resultados do estudo mostraram que Fortaleza apresenta ainda altas taxas de mortalidade materna, ultrapassando em três vezes o valor considerado aceitável pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2012. O perfil sociodemográfico encontrado mostrou uma elevada prevalência de mulheres não brancas, solteiras, com baixa escolaridade, e, em geral, habitando bairros pobres da capital. Destaque para a DHEG com 19 % do total, como causas obstétricas diretas. Além disso, aproximadamente 10 % dos óbitos, em média, ocorreram fora do hospital, o que indica por si só, barreiras no acesso à assistência médica. Pelo IKM, o pré-natal foi classificado como inadequado em quase 40 % das vezes, havendo um longo percurso para alcançar a redução dos óbitos maternos nos moldes propostos pelo quinto objetivo do milênio.</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">Palavras-chave: Mortalidade Materna, Epidemiologia Descritiva. Pré-natal</span></font></div>
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