A percepção de pesquisadores brasileiros e portugueses sobre o ensino da natureza da ciência nas salas de aula da educação básica

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Vilas Boas, Anderson Camatari
Orientador(a): Silva, Marcos Rodrigues da [Orientador]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.uel.br/handle/123456789/16081
Resumo: Resumo: Esta tese, de cunho qualitativo, buscou evidenciar a percepção de pesquisadores brasileiros e portugueses a respeito de como ocorre, ou por quais motivos não ocorre, o ensino da Natureza da Ciência (NdC) nas salas de aula do Ensino Fundamental e Ensino Médio brasileiras, e nas salas de aula do Ensino Básico e Ensino Secundário portuguesas O objeto de estudo foram vinte entrevistas audiogravadas com pesquisadores, sendo: trezes brasileiros, líderes de grupos de pesquisa cadastrados no CNPq, da área de Ensino de Ciências e com linhas de pesquisa em História e Filosofia da Ciência (HFC) ou NdC; e sete portugueses, docentes universitários com experiência em formação de professores e com publicações que relacionam História da Ciência (HC), ou HFC, ou NdC ao ensino As entrevistas foram transcritas e analisadas segundo a metodologia da Análise Textual Discursiva, de forma independente para cada contexto, brasileiro e português Os resultados mostram, em primeiro lugar, que tanto no Brasil quanto em Portugal, de acordo com percepção dos pesquisadores entrevistados, a NdC não é discutida pelos professores em suas salas de aula, salvo em alguns casos raros e pontuais, quase sempre relacionados com a participação de estudantes ou pesquisadores da universidade Em segundo lugar, para esses casos em que a NdC é ensinada, ela é abordada de cinco maneiras no contexto brasileiro: via relações Ciência-Tecnologia-Sociedade (CTS), pelo uso de HC ou HFC, por meio de atividades práticas, pelo método do ensino por investigação, por atividades de modelagem, ou via atividades de divulgação científica; e é abordada de três maneiras no contexto português: enfatizando aspectos interdisciplinares das ciências, pelo método do ensino por investigação, ou pelo uso da HC Em terceiro lugar, para os casos (mais comuns) em que não ocorre o ensino da NdC nas salas de aula, a despeito das diferenças entre os contextos educacionais brasileiro e português, as causas apontadas pelos pesquisadores entrevistados foram semelhantes: os professores não têm tempo para isso, pois estão sobrecarregados pelas burocracias da rotina escolar diária e por conta das exigências do currículo (com muitos conteúdos e pouca carga horária de aulas) e do sistema educacional (por vezes muito invasivo e determinista em suas cobranças sobre o professor, e com sistemas de avaliação que induzem à preferência por determinados conteúdos em detrimento de outros como a NdC); ou não há materiais didáticos com discussões sobre NdC disponíveis para os professores, ou quando há, são de qualidade duvidosa ou de difícil interpretação e uso pelos professores; os cursos de formação docente ou não proveram os professores com o necessário para que pudessem ensinar sobre a NdC, ou fizeram tais discussões de forma muito superficial; e a universidade não se articula com a escola tanto quanto poderia, por meio de projetos ou ações de pesquisa de mais longo prazo, limitando-se a ações pontuais que pouco impactam na realidade escolar
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seven Portuguese, university teachers with experience in teacher education and with publications that relate History of Science (HoS), or HPS, or NoS to teaching The interviews were transcribed and analyzed according to the Discursive Textual Analysis methodology, independently for each context, Brazilian and Portuguese The results show, firstly, that in Brazil and Portugal, according to the interviewed researchers, NoS is not discussed by teachers in their classrooms, except in some rare and specific cases, almost always related to participation of university’s students or researchers Second, for these cases in which NoS is taught, it is approached in five ways in the Brazilian context: through Science-Technology-Society (STS) relations, through the use of HoS or HPS, through practical activities, by the method of teaching by investigation, modeling activities, or by scientific outreach activities; and it is approached in three ways in the Portuguese context: emphasizing interdisciplinary aspects of sciences, by the method of teaching by investigation, or by the use of HoS Third, for the (most common) cases in which teaching of NoS does not occur in classrooms, despite the differences between the Brazilian and Portuguese educational contexts, the causes pointed out by the researchers interviewed were similar: teachers do not have the time to do so because they are overwhelmed by the bureaucracies of the daily school routine and because of the demands of the curriculum (with a lot of content and limited class hour load) and the educational system (sometimes very invasive and deterministic in its demands over the teacher, and systems of evaluation that force the preference for certain contents to the detriment of others like NoS); or there are no didactic materials with discussions about NoS available to teachers, or when there are, are of doubtful quality or difficult to interpret and use by teachers; the teacher training courses either did not provide the teachers with what they needed to be able to teach about the NoS, or made such discussions very shallowly; and the university does not articulate itself with the school as much as it could, through projects or research actions of a longer term, limiting itself to specific actions that have little impact on the school realityporCiênciaEstudo e ensinoCiênciaFilosofiaCiênciaScienceScienceScienceHistoryStudy and teachingPhilosophyA percepção de pesquisadores brasileiros e portugueses sobre o ensino da natureza da ciência nas salas de aula da educação básicainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisDoutoradoEnsino de Ciências e Educação MatemáticaCentro de Ciências ExatasPrograma de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Educação Matemática-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess181434vtls000219862SIMvtls000219862http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls00021986264.00SIMhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls0002198627264.pdf123456789/4401 - Doutorado - Ensino de Ciências e Educação MatemáticaORIGINAL7264.pdfapplication/pdf1180088https://repositorio.uel.br/bitstreams/bde2f146-9a8a-46da-9c24-e38678df8bc4/downloada99464176c3dfad52c7aa22d45ea4270MD51LICENCElicence.txttext/plain263https://repositorio.uel.br/bitstreams/5c22cbb2-de66-45ce-8b04-6f6374cd7304/download753f376dfdbc064b559839be95ac5523MD52TEXT7264.pdf.txt7264.pdf.txtExtracted texttext/plain339772https://repositorio.uel.br/bitstreams/e5d32e30-2587-4545-b865-5261440ce937/download7296549d8b7db9e92f2647ec9c2c920eMD53THUMBNAIL7264.pdf.jpg7264.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3633https://repositorio.uel.br/bitstreams/3056c3dc-9a3b-4d15-b9eb-fa9b8711201d/downloadb00107d047cd81344429ba9df1f21ac7MD54123456789/160812024-07-12 01:20:13.77open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/16081https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2024-07-12T04:20:13Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)false
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description Resumo: Esta tese, de cunho qualitativo, buscou evidenciar a percepção de pesquisadores brasileiros e portugueses a respeito de como ocorre, ou por quais motivos não ocorre, o ensino da Natureza da Ciência (NdC) nas salas de aula do Ensino Fundamental e Ensino Médio brasileiras, e nas salas de aula do Ensino Básico e Ensino Secundário portuguesas O objeto de estudo foram vinte entrevistas audiogravadas com pesquisadores, sendo: trezes brasileiros, líderes de grupos de pesquisa cadastrados no CNPq, da área de Ensino de Ciências e com linhas de pesquisa em História e Filosofia da Ciência (HFC) ou NdC; e sete portugueses, docentes universitários com experiência em formação de professores e com publicações que relacionam História da Ciência (HC), ou HFC, ou NdC ao ensino As entrevistas foram transcritas e analisadas segundo a metodologia da Análise Textual Discursiva, de forma independente para cada contexto, brasileiro e português Os resultados mostram, em primeiro lugar, que tanto no Brasil quanto em Portugal, de acordo com percepção dos pesquisadores entrevistados, a NdC não é discutida pelos professores em suas salas de aula, salvo em alguns casos raros e pontuais, quase sempre relacionados com a participação de estudantes ou pesquisadores da universidade Em segundo lugar, para esses casos em que a NdC é ensinada, ela é abordada de cinco maneiras no contexto brasileiro: via relações Ciência-Tecnologia-Sociedade (CTS), pelo uso de HC ou HFC, por meio de atividades práticas, pelo método do ensino por investigação, por atividades de modelagem, ou via atividades de divulgação científica; e é abordada de três maneiras no contexto português: enfatizando aspectos interdisciplinares das ciências, pelo método do ensino por investigação, ou pelo uso da HC Em terceiro lugar, para os casos (mais comuns) em que não ocorre o ensino da NdC nas salas de aula, a despeito das diferenças entre os contextos educacionais brasileiro e português, as causas apontadas pelos pesquisadores entrevistados foram semelhantes: os professores não têm tempo para isso, pois estão sobrecarregados pelas burocracias da rotina escolar diária e por conta das exigências do currículo (com muitos conteúdos e pouca carga horária de aulas) e do sistema educacional (por vezes muito invasivo e determinista em suas cobranças sobre o professor, e com sistemas de avaliação que induzem à preferência por determinados conteúdos em detrimento de outros como a NdC); ou não há materiais didáticos com discussões sobre NdC disponíveis para os professores, ou quando há, são de qualidade duvidosa ou de difícil interpretação e uso pelos professores; os cursos de formação docente ou não proveram os professores com o necessário para que pudessem ensinar sobre a NdC, ou fizeram tais discussões de forma muito superficial; e a universidade não se articula com a escola tanto quanto poderia, por meio de projetos ou ações de pesquisa de mais longo prazo, limitando-se a ações pontuais que pouco impactam na realidade escolar
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