Constituintes químicos e atividades antioxidante, bacteriostática e anti-helmíntica de Inga marginata Willd

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Rieger, Sandy Cristina
Orientador(a): Faria, Terezinha de Jesus [Orientador]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.uel.br/handle/123456789/13023
Resumo: Resumo: Inga marginata Willd é uma espécie da família Fabaceae nativa da Mata Atlântica e uma das dez espécies mais importantes da região do Médio Tibagi, no estado do Paraná Sobre a espécie existe apenas um estudo fitoquímico relatando a presença de saponinas, taninos, fitosterois e triterpenóides, cujas estruturas não foram elucidadas No presente estudo foram realizados o estudo químico, as análises dos compostos fenólicos por CLAE-DAD, por reativo de Folin-Ciocalteau e avaliações de atividades biológicas dos extratos de I marginata O fracionamento cromatográfico em coluna de sílica gel do extrato em acetato de etila da folhas (IFA) resultou no isolamento de uma mistura de alcanos de cadeias longas e do estimasterol, enquanto que do extrato em acetato de etila dos galhos (IGA) foram isolados o lupeol, uma mistura de lupenona e friedelina e as antraquinonas fisciona e emodina, todas as substâncias relatadas pela primeira vez em I marginata As determinações estruturais foram realizadas através de técnicas espectrométricas incluindo experimentos bidimensionais de RMN do tipo COSY, HMBC e HSQC Através das análises por CLAE-DAD foi possível quantificar no extrato IFA as seguintes substâncias: Emodina, quercetina, fisciona e ácido caurenóico Nos extratos IGA, etanólicos das folhas (IFE) e dos galhos (IGE) foram quantificados, além dos compostos presentes em IFA, os ácidos fenólicos: gálico, 4-hidroxibenzóico, cafeico, tânico, p-cumárico, ferrúlico e cinco flavonóides: vicenina-2, rutina, apigenina, catequina e a naringenina, que foi apenas detectada e não quantificada No extrato IFE verificou-se também a presença de uma quantidade considerável de flavonóis ou flavonas glicosilados, porém com estruturas não identificadas O conteúdo de fenólicos foi determinado pelo método espectrométrico Folin-Ciocalteau, obtendo-se maior concentração em mg equivalente em ácido gálico/g de extrato seco para IFE (31,63) seguido pelos extratos IGE, IGA e IFA (16,69; 9,89 e 8,36, respectivamente) Pelo método espectrométrico de complexação com AlCl3 foi possível verificar que o único extrato que apresentou teor de flavonóides foi IFE (18,7 mg EQ/g de extrato) Os testes de atividade antioxidante foram realizados pelo método do radical livre DPPH•, sendo positivos para os quatro extratos, porém, os extratos que apresentaram maior atividade foram IFE (IC5 = 29,65 µg mL-1) e IGE (IC5 = 74, µg mL-1) Pela técnica de microdiluição (ANVISA) foi verificado que IFE apresentou atividade bacteriostática contra Pseudomonas aeruginosa e IFA contra Proteus mirabilis Os extratos IFA, IFE, IGA e IGE apresentaram atividade contra Artemia salina, sendo IFE o que apresentou maior toxicidade (DL5 = 48,54 µg mL-1) Os quatro extratos também apresentaram atividade anti-helmíntica, destacando-se IFE (CL5 = 44,7 µg mL-1) e IGA (CL5 = 48,6 µg mL-1) que apresentaram taxas de letalidade equivalentes ao encontrado em Acacia molíssima, espécie frequentemente usada para combater helmintoses de ruminantes As propriedades químicas e biológicas de Inga marginata W constatadas neste trabalho evidenciaram a espécie como promissora para uso como antioxidante e no controle de helmintose de ruminantes
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9,89 e 8,36, respectively) It was possible to verify using the spectrophotometric method of complexation with AlCl3 that the only extract which contained flavonoids was IFE (18,7 mg EQ/g de extrato) Antioxidant activity tests were performed using the free radical DPPH method, obtaining positive results for the four extracts, but extracts which presented high activity were IFE (IC5 = 29,65 µg mL-1) and IGE (IC5 = 74, µg mL-1) Using the microdilution technique (ANVISA) it was verified that IFE showed a bacteriostatic activity against Pseudomonas aeruginosa and IFA against Proteus mirabilisThe extracts IFA, IFE, IGA and IGE showed activity against Artemia salina, with IFE being the one that presented the highest toxicity (DL5 = 48,54 µg mL-1) The four extracts also showed anthelmintic activity with IFE (CL5 = 44,7 µg mL-1) and IGA (CL5 = 48,6 µg mL-1) showing rates of mortality equivalent to that found in Acacia molíssima, a specie often used to combat helminths in ruminantsThe chemical and biological properties of Inga marginata W observed in this study confirmed the specie as promising natural source for use as antioxidant and to control of helminths in ruminantsporQuímica orgânicaProdutos naturaisQuímicaInga marginata willdQuímica vegetalNatural resourcesAnalytical chemistryBotanical chemistryChemistryConstituintes químicos e atividades antioxidante, bacteriostática e anti-helmíntica de Inga marginata Willdinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMestradoQuímicaCentro de Ciências ExatasPrograma de Pós-Graduação em Química-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess150876vtls000170532SIMvtls000170532http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls00017053264.00SIMhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls0001705323136.pdf123456789/5502 - Mestrado - QuímicaORIGINAL3136.pdfapplication/pdf1605533https://repositorio.uel.br/bitstreams/c588cb90-1c10-4f1d-8fb2-e20e487223ed/download48d22b36ad0868e61032e21d2d0aa527MD51Termoapplication/pdf57814https://repositorio.uel.br/bitstreams/7df5d849-774c-4d58-8553-d6ce850386b5/downloadb5584342d9c66eae34050b8ad63a4904MD55LICENCElicence.txttext/plain263https://repositorio.uel.br/bitstreams/c423fcb2-c06d-470c-a6d7-0a739fbf5380/download753f376dfdbc064b559839be95ac5523MD52TEXT3136.pdf.txt3136.pdf.txtExtracted texttext/plain176456https://repositorio.uel.br/bitstreams/e85b38a9-9946-4347-a9c3-4d05e1fa4833/downloadc1e0afe0ed8339abe83bef6b1b7b106dMD53Termo.txtTermo.txtExtracted texttext/plain4https://repositorio.uel.br/bitstreams/f546ee3f-a9a7-4463-8309-4e09685530ca/downloadff4c8ff01d544500ea4bfea43e6108c1MD56THUMBNAIL3136.pdf.jpg3136.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3611https://repositorio.uel.br/bitstreams/b90a9609-7781-4ce9-895f-86d5de1ec6b3/download18e0d779d228b1860e808ae42c3453f2MD54Termo.jpgTermo.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg6041https://repositorio.uel.br/bitstreams/1fd805d4-265f-4b2d-9be8-3adb0acb939a/downloade963fd5f18eb8c3887c642b22e06da3eMD57123456789/130232025-05-01 03:04:16.316open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/13023https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2025-05-01T06:04:16Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)false
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description Resumo: Inga marginata Willd é uma espécie da família Fabaceae nativa da Mata Atlântica e uma das dez espécies mais importantes da região do Médio Tibagi, no estado do Paraná Sobre a espécie existe apenas um estudo fitoquímico relatando a presença de saponinas, taninos, fitosterois e triterpenóides, cujas estruturas não foram elucidadas No presente estudo foram realizados o estudo químico, as análises dos compostos fenólicos por CLAE-DAD, por reativo de Folin-Ciocalteau e avaliações de atividades biológicas dos extratos de I marginata O fracionamento cromatográfico em coluna de sílica gel do extrato em acetato de etila da folhas (IFA) resultou no isolamento de uma mistura de alcanos de cadeias longas e do estimasterol, enquanto que do extrato em acetato de etila dos galhos (IGA) foram isolados o lupeol, uma mistura de lupenona e friedelina e as antraquinonas fisciona e emodina, todas as substâncias relatadas pela primeira vez em I marginata As determinações estruturais foram realizadas através de técnicas espectrométricas incluindo experimentos bidimensionais de RMN do tipo COSY, HMBC e HSQC Através das análises por CLAE-DAD foi possível quantificar no extrato IFA as seguintes substâncias: Emodina, quercetina, fisciona e ácido caurenóico Nos extratos IGA, etanólicos das folhas (IFE) e dos galhos (IGE) foram quantificados, além dos compostos presentes em IFA, os ácidos fenólicos: gálico, 4-hidroxibenzóico, cafeico, tânico, p-cumárico, ferrúlico e cinco flavonóides: vicenina-2, rutina, apigenina, catequina e a naringenina, que foi apenas detectada e não quantificada No extrato IFE verificou-se também a presença de uma quantidade considerável de flavonóis ou flavonas glicosilados, porém com estruturas não identificadas O conteúdo de fenólicos foi determinado pelo método espectrométrico Folin-Ciocalteau, obtendo-se maior concentração em mg equivalente em ácido gálico/g de extrato seco para IFE (31,63) seguido pelos extratos IGE, IGA e IFA (16,69; 9,89 e 8,36, respectivamente) Pelo método espectrométrico de complexação com AlCl3 foi possível verificar que o único extrato que apresentou teor de flavonóides foi IFE (18,7 mg EQ/g de extrato) Os testes de atividade antioxidante foram realizados pelo método do radical livre DPPH•, sendo positivos para os quatro extratos, porém, os extratos que apresentaram maior atividade foram IFE (IC5 = 29,65 µg mL-1) e IGE (IC5 = 74, µg mL-1) Pela técnica de microdiluição (ANVISA) foi verificado que IFE apresentou atividade bacteriostática contra Pseudomonas aeruginosa e IFA contra Proteus mirabilis Os extratos IFA, IFE, IGA e IGE apresentaram atividade contra Artemia salina, sendo IFE o que apresentou maior toxicidade (DL5 = 48,54 µg mL-1) Os quatro extratos também apresentaram atividade anti-helmíntica, destacando-se IFE (CL5 = 44,7 µg mL-1) e IGA (CL5 = 48,6 µg mL-1) que apresentaram taxas de letalidade equivalentes ao encontrado em Acacia molíssima, espécie frequentemente usada para combater helmintoses de ruminantes As propriedades químicas e biológicas de Inga marginata W constatadas neste trabalho evidenciaram a espécie como promissora para uso como antioxidante e no controle de helmintose de ruminantes
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