Associação entre a aterosclerose e o espessamento mediointimal carotídeos e os sintomas do trato urinário inferior em pacientes com síndrome metabólica
| Ano de defesa: | 2024 |
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Resumo: | Resumo: Objetivo: avaliar a associação entre o aumento da espessura mediointimal (EMI) e a placa carotídea (PC) de origem aterosclerótica com os sintomas do trato urinário inferior (STUI) bem como da síndrome da bexiga hiperativa idiopática (SBHI) em pacientes com síndrome metabólica (SM) Materiais e métodos: participaram do estudo homens e mulheres com idade entre 4 e 75 anos, com diagnóstico de SM Estes foram submetidos a uma consulta médica e responderam a questionários para o cálculo dos escores: OAB-V8, ICIQ-SF, IPSS e IPSS s, utilizados para avaliar os sintomas urinários, sendo divididos em grupos de acordo com os resultados Em seguida foram submetidos à ultrassonografia (USG) de artérias carótidas A análise estatística foi realizada considerando p < ,5 como significante e com intervalo de confiança (IC) de 95% Resultados: sessenta pacientes com SM, 15 (25%) homens e 45 (75%) mulheres foram avaliados Destes, 38 (64%) pacientes apresentavam PC ou EMI aumentada A razão de prevalência de alterações ao USG de carótidas nos pacientes com sintomas moderados a graves sobre os pacientes com sintomas leves segundo o IPSS foi de 1,5 (p = ,356) O grupo de pacientes com sintomas moderados a graves também apresentavam idade significativamente maior (p = ,49) Nas demais análises, as avaliações da EMI, grau de estenose, presença de doença aterosclerótica e EMI aumentada não demonstraram diferenças significantes entre os grupos de pacientes com STUI leves dos com sintomas moderados a graves e dos grupos de pacientes com e sem o diagnóstico clínico de SBHI bem como a gravidade de seus sintomas Conclusão: a prevalência de alterações à USG de carótidas nos pacientes com sintomas moderados a graves foi significativamente maior sobre os pacientes com sintomas leves O grupo de pacientes com sintomas moderados a graves apresentaram idade significativamente maior Nas demais análises realizadas, o aumento da EMI ou a presença de PC não demonstraram associação com a presença de STUI ou de SBHI em pacientes com SM |
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Universidade Estadual de Londrina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciências da SaúdeAbstract: Objective: To evaluate the association between the increase in the intima-media thickness (IMT) and atherosclerotic carotid plaque (CP) with low urinary tract symptoms (LUTS) and the symptoms of the idiopathic overactive bladder syndrome (IOABS) in patients with metabolic syndrome (MS) Materials and methods: Men and women aged between 4 and 75 years, with diagnosis of MS, participated in the study These were submitted to a medical consultation and answered to questionnaires to calculate the scores: OAB-V8, IPSS, IPSS-s and ICIQ SF, and were divided into groups according to the results Then they were submitted to a carotid ultrasound (US) The statistical analysis was performed considering p <,5 as significant and with a confidence interval (CI) of 95% Results: Sixty patients with MS, 15 (25%) men and 45 (75%) women were evaluated Of these, 38 (64%) patients had CP or increased IMT The prevalence ratio of alterations in the carotid US in the patients with moderate to severe symptoms on patients with mild symptoms according to to IPSS was 15 (p = ,356) The group of patients with moderate to severe symptoms also had a higher age (p = ,49) In the other analyzes, EMI scores, degree of stenosis, presence of atherosclerotic disease and increased EMI did not show significant differences between groups of patients with mild LUTS and the group of moderate to severe symptoms and with groups of patients with and without clinical diagnosis of SBHI as well as the severity of its symptoms Conclusion: The prevalence of alterations in the carotid US in patients with moderate to severe symptoms was significantly higher than patients with mild symptoms The group of patients with moderate to severe symptoms were significantly older In the other analyzes performed, the increase in IMT or the presence of CP did not show any association with the presence of LUTS or IOABS in patients with MSporArtéria carótidaAparelho urinárioSíndrome metabólicaDoppler, Ultra-sonografiaCarotid arteryUrinary organsMetabolic syndromeDoppler ultrasonographyAssociação entre a aterosclerose e o espessamento mediointimal carotídeos e os sintomas do trato urinário inferior em pacientes com síndrome metabólicainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMestradoCiências da SaúdeCentro de Ciências da SaúdePrograma de Pós-Graduação em Ciências da Saúde-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess179102vtls000212019SIMvtls000212019http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls00021201964.00SIMhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls0002120195453.pdf123456789/8502 - 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Resumo: Objetivo: avaliar a associação entre o aumento da espessura mediointimal (EMI) e a placa carotídea (PC) de origem aterosclerótica com os sintomas do trato urinário inferior (STUI) bem como da síndrome da bexiga hiperativa idiopática (SBHI) em pacientes com síndrome metabólica (SM) Materiais e métodos: participaram do estudo homens e mulheres com idade entre 4 e 75 anos, com diagnóstico de SM Estes foram submetidos a uma consulta médica e responderam a questionários para o cálculo dos escores: OAB-V8, ICIQ-SF, IPSS e IPSS s, utilizados para avaliar os sintomas urinários, sendo divididos em grupos de acordo com os resultados Em seguida foram submetidos à ultrassonografia (USG) de artérias carótidas A análise estatística foi realizada considerando p < ,5 como significante e com intervalo de confiança (IC) de 95% Resultados: sessenta pacientes com SM, 15 (25%) homens e 45 (75%) mulheres foram avaliados Destes, 38 (64%) pacientes apresentavam PC ou EMI aumentada A razão de prevalência de alterações ao USG de carótidas nos pacientes com sintomas moderados a graves sobre os pacientes com sintomas leves segundo o IPSS foi de 1,5 (p = ,356) O grupo de pacientes com sintomas moderados a graves também apresentavam idade significativamente maior (p = ,49) Nas demais análises, as avaliações da EMI, grau de estenose, presença de doença aterosclerótica e EMI aumentada não demonstraram diferenças significantes entre os grupos de pacientes com STUI leves dos com sintomas moderados a graves e dos grupos de pacientes com e sem o diagnóstico clínico de SBHI bem como a gravidade de seus sintomas Conclusão: a prevalência de alterações à USG de carótidas nos pacientes com sintomas moderados a graves foi significativamente maior sobre os pacientes com sintomas leves O grupo de pacientes com sintomas moderados a graves apresentaram idade significativamente maior Nas demais análises realizadas, o aumento da EMI ou a presença de PC não demonstraram associação com a presença de STUI ou de SBHI em pacientes com SM |
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