Associação da doença aterosclerótica carotídea com a incontinência urinária de esforço em mulheres

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Mauro, Daniel Miguel
Orientador(a): Almeida, Sílvio Henrique Maia de
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.uel.br/handle/123456789/18210
Resumo: Objetivo: Avaliar a associação entre o aumento da espessura mediointimal e a placa carotídea de origem aterosclerótica com a incontinência urinária de esforço em mulheres. Materiais e métodos: Estudo caso controle com mulheres entre 30 e 70 anos com o diagnóstico prévio de incontinência urinária de esforço diagnosticas através do International Consultation on Incontinence Questionnaire - Short Form. Estas foram submetidas a avaliação clínica com ênfase na realização da ultrassonografia carotídea para avaliação do espessamento médio intimal e pesquisa de placa aterosclerótica. As pacientes foram alocadas dois grupos, com incontinência urinária de esforço e pacientes continentes. A placa carotídea ateromatosa foi definida como uma estrutura focal estendendo-se no mínimo 0,5 mm para a luz do vaso, e/ou medindo mais do que 50% do valor da medida da espessamento médio intimal adjacente, e/ou ainda uma medida do espessamento médio intimal maior que 1,5 mm. A análise estatística considera como p<0,05 como significante e com intervalo de confiança (IC) de 95%. Resultados: Setenta pacientes foram avaliadas pelo estudo. Não houve diferença estatística entre as características demográficas e clínicas dos grupos. Do grupo amostral, trinta e quatro (48,6%) das pacientes apresentavam placa carotídea (p <0,001) e quarenta e dois (60%) encontravam-se com aumento do espessamento médio intimal espessamento médio intimal) (p <0,001). Vinte e seis (74,3%) pacientes portadoras de IUE apresentavam placa carotídea, em 22,8% estimou-se estenose 31-40% da circunferência carotídea enquanto 22,9% das pacientes sem incontinência urinária apresentavam placa carotídea. Trinta pacientes 85,% das pacientes com incontinência urinária apresentavam aumento do espessamento médio intimal enquanto 12 pacientes 34,3% do grupo continente apresentavam aumento da espessura médio intimal. A análise multivariada através da regressão logística binomial confirmou esses resultados (razão de chances = 7,9; IC 95% (2,15 – 29,4); p= 0,002. Conclusão: A prevalência da placa aterosclerótica durante avaliação ultrassonográfica em mulheres com incontinência urinária de esforço foi significativamente maior do que no grupo controle com razão de chances de 7,9 vezes em relação ao grupo continente. Contudo, por se tratar de uma amostra reduzida e de conveniência, mais estudos são necessários para maior correlação entre a aterosclerose, a placa carotídea e a incontinência urinária de esforço.
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As pacientes foram alocadas dois grupos, com incontinência urinária de esforço e pacientes continentes. A placa carotídea ateromatosa foi definida como uma estrutura focal estendendo-se no mínimo 0,5 mm para a luz do vaso, e/ou medindo mais do que 50% do valor da medida da espessamento médio intimal adjacente, e/ou ainda uma medida do espessamento médio intimal maior que 1,5 mm. A análise estatística considera como p<0,05 como significante e com intervalo de confiança (IC) de 95%. Resultados: Setenta pacientes foram avaliadas pelo estudo. Não houve diferença estatística entre as características demográficas e clínicas dos grupos. Do grupo amostral, trinta e quatro (48,6%) das pacientes apresentavam placa carotídea (p <0,001) e quarenta e dois (60%) encontravam-se com aumento do espessamento médio intimal espessamento médio intimal) (p <0,001). Vinte e seis (74,3%) pacientes portadoras de IUE apresentavam placa carotídea, em 22,8% estimou-se estenose 31-40% da circunferência carotídea enquanto 22,9% das pacientes sem incontinência urinária apresentavam placa carotídea. Trinta pacientes 85,% das pacientes com incontinência urinária apresentavam aumento do espessamento médio intimal enquanto 12 pacientes 34,3% do grupo continente apresentavam aumento da espessura médio intimal. A análise multivariada através da regressão logística binomial confirmou esses resultados (razão de chances = 7,9; IC 95% (2,15 – 29,4); p= 0,002. Conclusão: A prevalência da placa aterosclerótica durante avaliação ultrassonográfica em mulheres com incontinência urinária de esforço foi significativamente maior do que no grupo controle com razão de chances de 7,9 vezes em relação ao grupo continente. Contudo, por se tratar de uma amostra reduzida e de conveniência, mais estudos são necessários para maior correlação entre a aterosclerose, a placa carotídea e a incontinência urinária de esforço.Objective: To evaluate the association between increased intimal media thickness and carotid plaque of atherosclerotic origin with stress urinary incontinence in women. Materials and methods: Case control study with women between 30 and 70 years old with a previous diagnosis of stress urinary incontinence diagnosed using the International Consultation on Incontinence Questionnaire - Short Form. These were subjected to clinical evaluation with emphasis on performing carotid ultrasound to evaluate intima media thickening and search for atherosclerotic plaque. Patients were allocated two groups, with stress urinary incontinence and continent patients. The atheromatous carotid plaque was defined as a focal structure extending at least 0.5 mm into the lumen of the vessel, and/or measuring more than 50% of the value of the adjacent intimal media thickening measurement, and/or even a measurement of intimal media thickening greater than 1.5 mm. Statistical analysis was considered p<0.05 as significant and with a confidence interval (CI) of 95%. Results: Seventy patients were evaluated by the study. There was no statistical difference between the groups. Thirty-four (48.6%) patients had carotid plaque (p <0.001). Forty-two (60%) had increased intimal media thickening (p <0.001). Twenty-six (74.3%) patients with SUI had carotid plaque, in 22.8% there was an estimated stenosis of 31-40% of the carotid circumference, while 22.9% of patients without urinary incontinence had carotid plaque. Thirty patients 85% of patients with urinary incontinence had increased intimal media thickening while 12 patients 34.3% of the continent group had increased intimal media thickness. Multivariate analysis using binomial logistic regression confirmed these results (odds ratio = 7.9; 95% CI (2.15 – 29.4); p 0.002. Conclusion: The prevalence of atherosclerotic plaque during ultrasound evaluation in women with stress urinary incontinence was significantly higher than in the control group, with a change ratio of 7.9 times in relation to the continent group. However, as this is a small and convenience sample, more studies are needed to establish a greater correlation between atherosclerosis, carotid plaque and stress urinary incontinence.porCiências da Saúde - MedicinaCiências da Saúde - MedicinaUrinary BladderLower Urinary Tract SymptomsCarotid Artery DiseaseCarotid Intima-Media ThicknessUltrasonographyDopplerDuplexCoronary heart diseaseUrinary incontinenceBexiga UrináriaSintomas do Trato Urinário InferiorDoença da Artéria CarótidaEspessura Mediointimal CarotídeaUltrassonografiaDopplerDuplexDoença aterosclerótica carotídea - MulheresDoença cardíaca coronária - Diagnóstico - MulheresIncontinência urinária - MulheresAssociação da doença aterosclerótica carotídea com a incontinência urinária de esforço em mulheresAssociation of carotid atherosclerotic disease with stress urinary incontinence in womeninfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisCCS - Departamento de Clínica MédicaPrograma de Pós-Graduação em Ciências da SaúdeUniversidade Estadual de Londrina - UEL-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccessMestrado AcadêmicoCentro de Ciências da SaúdeORIGINALCS_CIS_Me_2023_Mauro_Daniel_M.pdfCS_CIS_Me_2023_Mauro_Daniel_M.pdfTexto completo. Id. 191698application/pdf1281897https://repositorio.uel.br/bitstreams/b4748cbc-a8eb-4784-85c7-5b6983fe3c09/download277a6dd5e871aaa0454ca76a1c1ebd29MD51CS_CIS_Me_2023_Mauro_Daniel_M_TERMO.pdfCS_CIS_Me_2023_Mauro_Daniel_M_TERMO.pdfTermo de autorização.application/pdf674610https://repositorio.uel.br/bitstreams/30f4bc52-37e1-469e-b531-a2804a418e55/downloadcc2f42e68c39f557e351f14d9efb37b0MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8555https://repositorio.uel.br/bitstreams/57b07777-d144-4f08-8fe5-7be624da388d/downloadb0875caec81dd1122312ab77c11250f1MD53TEXTCS_CIS_Me_2023_Mauro_Daniel_M.pdf.txtCS_CIS_Me_2023_Mauro_Daniel_M.pdf.txtExtracted texttext/plain84029https://repositorio.uel.br/bitstreams/1a2895e8-e2fd-4f5b-a4b9-ca2cedad68dd/download5ac9174caeda18aa4df31c299fb272e9MD54CS_CIS_Me_2023_Mauro_Daniel_M_TERMO.pdf.txtCS_CIS_Me_2023_Mauro_Daniel_M_TERMO.pdf.txtExtracted texttext/plain2https://repositorio.uel.br/bitstreams/3397a402-2253-4428-81f8-c8ff10153e9d/downloade1c06d85ae7b8b032bef47e42e4c08f9MD56THUMBNAILCS_CIS_Me_2023_Mauro_Daniel_M.pdf.jpgCS_CIS_Me_2023_Mauro_Daniel_M.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3674https://repositorio.uel.br/bitstreams/2c72779d-f37c-4e4a-a047-f5c048e3a8a8/downloadceea75d5291b1b64f1ddf408e86dffa3MD55CS_CIS_Me_2023_Mauro_Daniel_M_TERMO.pdf.jpgCS_CIS_Me_2023_Mauro_Daniel_M_TERMO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg5937https://repositorio.uel.br/bitstreams/af7dd332-4317-44e9-a39b-ec432dcd20cd/download9de215cccb45da9fe236c0ebf6ab6057MD57123456789/182102024-10-24 03:01:20.393open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/18210https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2024-10-24T06:01:20Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)falseQXV0b3Jpem8gYSBkaXZ1bGdhw6fDo28gbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIGRhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBkZSBMb25kcmluYSAocmVwb3NpdG9yaW8udWVsLmJyKSwgZSBwZXJtaXRvIGEgcmVwcm9kdcOnw6NvIHRvdGFsIHBvciBtZWlvIGVsZXRyw7RuaWNvLCBzZW0gcmVzc2FyY2ltZW50byBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGEgT2JyYSwgYSBwYXJ0aXIgZGEgZGF0YSBpbmRpY2FkYSBubyBhcnF1aXZvIChiaXRzdHJlYW0pLCBvdSBhdMOpIHF1ZSBtYW5pZmVzdGHDp8OjbyBlbSBzZW50aWRvIGNvbnRyw6FyaW8gZGUgbWluaGEgcGFydGUgZGV0ZXJtaW5lIGEgY2Vzc2HDp8OjbyBkZXN0YSBhdXRvcml6YcOnw6NvLiBEZWNsYXJvLCB0YW1iw6ltLCBxdWUgbWUgcmVzcG9uc2FiaWxpem8gcGVsbyBjb250ZcO6ZG8gZGEgb2JyYSBvYmpldG8gZGVzdGEgYXV0b3JpemHDp8Ojbywgc2VuZG8gZGUgbWluaGEgcmVzcG9uc2FiaWxpZGFkZSBxdWFpc3F1ZXIgbWVkaWRhcyBqdWRpY2lhaXMgb3UgZXh0cmFqdWRpY2lhaXMgY29uY2VybmVudGVzIGFvIGNvbnRlw7pkby4K
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