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Assistência pré-natal em regionais de saúde do estado do Paraná

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Ruiz, Lailla Ketly Ferreira Tiradentes
Orientador(a): Cardelli, Alexandrina Aparecida Maciel [Orientador]
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.uel.br/handle/123456789/9747
Resumo: Resumo: INTRODUÇÃO: a assistência pré-natal visa garantir desfecho favorável à mãe e a seu bebê durante todo o ciclo gravídico-puerperal OBJETIVO: analisar a assistência prestada no pré-natal em Regionais de Saúde MÉTODO: recorte transversal descritivo de uma coorte prospectiva, desenvolvida em três regionais de saúde do Paraná (9ª, 1ª e 17ª), sendo escolhidas devido à parceria dos pesquisadores e às linhas de pesquisa em comum entre as universidades envolvidas A coleta de dados foi realizada de julho de 217 a março de 218, com 1211 mulheres (397, da 9ª; 385, da 1ª; e 429, da 17ª) por meio de instrumento com informações socioeconômicas e demográficas, e variáveis referentes ao pré-natal Os dados foram compilados e analisados estatisticamente (frequências absolutas e relativas) por meio do programa SPSS, versão 2 RESULTADOS: Houve predominância de mulheres na faixa etária de 19 a 34 anos (78,1%, da 9ª; 8,5%, da 1ª; e 77,6%, da 17ª), raça branca (53,4%, da 9ª; 63,6% da 1ª; e 6%, da 17ª), ocupação não remunerada na 9ª (54,2%) e na 1ª (6%), renda familiar de 1 a 3 salários mínimos (67,8%, na 9ª; 62,9%, na 1ª; e 63%, na 17ª) A adesão ao pré-natal, o início antes de 14 semanas e a realização de 6 ou mais consultas, aconteceu em grande parte das gestantes Destacou-se risco habitual, porém o alto risco foi encontrado (2,6%, na 9ª; 31,9%, na 1ª; e 22,8%, na 17ª), a informação quanto ao risco aconteceu em pouco mais da metade da amostra nas três regiões, as gestantes de risco deram continuidade na UBS de origem (89,8%, na 9ª; 7,6%, na 1ª; e 85,6%, na 17ª) Houve tempo de espera nos atendimentos especializados superior a 29 dias na 17ª (47,2%) Os exames laboratoriais foram realizados em quase sua totalidade, já os complementares das gestações de risco ocorreram em 34,1% na 9ª Os USG obstétricos ocorreram no 2º trimestre (84,6%, na 9ª; 85,4%, na 1ª; e 96,4%, na 17ª) A consulta odontológica e citologia oncótica tiveram mais procura na 17ª (63,2% e 59,5%, respectivamente), imunização de acordo com o calendário vacinal em 9% da amostra Nas três regionais de saúde, 8% da amostra não participaram de grupos de gestante, com intercorrências negadas nesse período (56,7%, na 9ª; 65,5%, na 1ª; e 68,3%, na 17ª), as que buscaram atendimentos de urgência, salientaram o nível hospitalar (63,6%, na 9ª; 74,6%, na 1ª; e 59,1%, na 17ª), avaliando o atendimento como rápido e resolutivo em 9% na 9ª e na 1ª O intervalo entre a última consulta pré-natal e o parto foi de até 15 dias (72%, na 9ª; 86%, na 1ª; e 83,7%, na 17ª) CONCLUSÕES: a assistência pré-natal nas três Regionais de Saúde, mostra lacunas que merecem atenção dos gestores para avaliar os protocolos vigentes, favorecendo o cumprimento pelos profissionais envolvidos, despertando assim um olhar para a saúde integral da mulher, favorecendo o desfecho mãe/filho
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Universidade Estadual de Londrina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em EnfermagemAbstract: INTRODUCTION: prenatal care aims to ensure a favorable outcome for the mother and her baby throughout the pregnancy-puerperal cycle OBJECTIVE: to analyze prenatal care in regional health centers METHOD: descriptive cross-section of a prospective cohort, developed in 3 RS in the state of PR (9th, 1th and 17th), being chosen due to the partnership of the researchers and also by the common lines of research between the universities involved Data collection was carried out from July 217 to March 218, with 1211 women (397 9th RS, 385 1th RS and 429 17th RS) using a questionnare with socioeconomic and demographic information, and variables related to prenatal care The data were compiled and analyzed statistically (absolute and relative frequencies) using the SPSS version 2 program RESULTS: There was a predominance of women aged between 19 and 34 years (781% 9th, 85% 1th and 776% 17th), white race (534% 9th, 636% 1th and 6th % 17th), unpaid occupation in the 9th (542%) and 1th (6%) and family income of 1 to 3 minimum wages (678% 9th, 629% 1th and 63% 17th) Adherence to prenatal care, starting before 14 weeks and 6 or more consultations took place in most pregnant women The usual risk was highlighted, but the high risk was found (26% 9th, 319 1th and 228 17th), the information about the risk happened in just over half of the sample in the 3 RS, pregnant women of risk continued at the original BHU (898% 9th, 76% 1th and 856% 17th) There was a waiting time for specialized care of more than 29 days in the 17th RS (472%) Laboratory tests were performed almost entirely in the 3RS, whereas the complementary risk pregnancies occur in 341% in the 9th RS Obstetric USGs occurred in the 2nd quarter (846% 9th, 854% 1th and 964% 17th) The dental consultation and oncotic cytology were more in demand in the 17th RS (632% and 595%, respectively), immunization according to the vaccination schedule in 9% of the sample in the 3 RS In the 3 RS, 8% of the sample did not participate in groups of pregnant women, with complications denied in this period (567% 9th, 655% 1th and 683th 17th), those who sought emergency care, highlighted the hospital level (636% 9th, 746% 1th and 591% 17th), evaluating the service as fast and resolving in 9% in the 9th RS and 1th RS The interval between the last prenatal consultation and delivery was up to 15 days (72% 9th, 86% 1th and 837% 17th) CONCLUSIONS: prenatal care in the 3 health regions, show gaps that deserve attention from managers to assess the current protocols favoring compliance by the professionals involved, thus awakening a look at the integral health of women, favoring the mother / child outcomeporEnfermagemCuidado pré-natalCuidados primários de saúdeMãesCuidados médicosNursingPrenatal carePrimary health careMaternal health servicesAssistência pré-natal em regionais de saúde do estado do Paranáinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMestradoEnfermagemCentro de Ciências da SaúdePrograma de Pós-Graduação em Enfermagem-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess3754vtls000232063SIMvtls000232063http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls00023206364.00SIMhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls0002320637952.pdf123456789/8702 - 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description Resumo: INTRODUÇÃO: a assistência pré-natal visa garantir desfecho favorável à mãe e a seu bebê durante todo o ciclo gravídico-puerperal OBJETIVO: analisar a assistência prestada no pré-natal em Regionais de Saúde MÉTODO: recorte transversal descritivo de uma coorte prospectiva, desenvolvida em três regionais de saúde do Paraná (9ª, 1ª e 17ª), sendo escolhidas devido à parceria dos pesquisadores e às linhas de pesquisa em comum entre as universidades envolvidas A coleta de dados foi realizada de julho de 217 a março de 218, com 1211 mulheres (397, da 9ª; 385, da 1ª; e 429, da 17ª) por meio de instrumento com informações socioeconômicas e demográficas, e variáveis referentes ao pré-natal Os dados foram compilados e analisados estatisticamente (frequências absolutas e relativas) por meio do programa SPSS, versão 2 RESULTADOS: Houve predominância de mulheres na faixa etária de 19 a 34 anos (78,1%, da 9ª; 8,5%, da 1ª; e 77,6%, da 17ª), raça branca (53,4%, da 9ª; 63,6% da 1ª; e 6%, da 17ª), ocupação não remunerada na 9ª (54,2%) e na 1ª (6%), renda familiar de 1 a 3 salários mínimos (67,8%, na 9ª; 62,9%, na 1ª; e 63%, na 17ª) A adesão ao pré-natal, o início antes de 14 semanas e a realização de 6 ou mais consultas, aconteceu em grande parte das gestantes Destacou-se risco habitual, porém o alto risco foi encontrado (2,6%, na 9ª; 31,9%, na 1ª; e 22,8%, na 17ª), a informação quanto ao risco aconteceu em pouco mais da metade da amostra nas três regiões, as gestantes de risco deram continuidade na UBS de origem (89,8%, na 9ª; 7,6%, na 1ª; e 85,6%, na 17ª) Houve tempo de espera nos atendimentos especializados superior a 29 dias na 17ª (47,2%) Os exames laboratoriais foram realizados em quase sua totalidade, já os complementares das gestações de risco ocorreram em 34,1% na 9ª Os USG obstétricos ocorreram no 2º trimestre (84,6%, na 9ª; 85,4%, na 1ª; e 96,4%, na 17ª) A consulta odontológica e citologia oncótica tiveram mais procura na 17ª (63,2% e 59,5%, respectivamente), imunização de acordo com o calendário vacinal em 9% da amostra Nas três regionais de saúde, 8% da amostra não participaram de grupos de gestante, com intercorrências negadas nesse período (56,7%, na 9ª; 65,5%, na 1ª; e 68,3%, na 17ª), as que buscaram atendimentos de urgência, salientaram o nível hospitalar (63,6%, na 9ª; 74,6%, na 1ª; e 59,1%, na 17ª), avaliando o atendimento como rápido e resolutivo em 9% na 9ª e na 1ª O intervalo entre a última consulta pré-natal e o parto foi de até 15 dias (72%, na 9ª; 86%, na 1ª; e 83,7%, na 17ª) CONCLUSÕES: a assistência pré-natal nas três Regionais de Saúde, mostra lacunas que merecem atenção dos gestores para avaliar os protocolos vigentes, favorecendo o cumprimento pelos profissionais envolvidos, despertando assim um olhar para a saúde integral da mulher, favorecendo o desfecho mãe/filho
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