Análise de coordenação entre coluna torácica, lombar e pelve de pacientes com lombalgia específica no pré e pós-operatório
| Ano de defesa: | 2020 |
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Resumo: | A lombalgia tem alta prevalência na população adulta e pode levar a alterações do padrão de marcha e coordenação entre os segmentos da coluna quando comparado a indivíduos assintomáticos. A hérnia discal lombar e a estenose do canal vertebral são umas das principais causas de lombalgia específica com sintomas que alteram a marcha desses pacientes. A cirurgia para correção dessas disfunções pode ser necessária para o tratamento e estudos demonstraram que a marcha de indivíduos após intervenção cirúrgica assemelha-se a de indivíduos controle devido à melhora dos sintomas, porém pode levar a alterações nas articulações adjacentes. Mudanças nos padrões de coordenação dos movimentos podem ser indicativos de disfunções e estudos com indivíduos com lombalgia demonstram uma coordenação entre segmentos da lombar e pelve em fase. Desta forma, o objetivo geral do trabalho é avaliar as diferenças entre os padrões de coordenação dos segmentos torácicos (superior e inferior), lombares (superior e inferior) e pélvico por meio do Vector Coding além de desfechos clínicos (dor e funcionalidade) de pacientes submetidos a cirurgias para correção de hérnias lombares ou estenose do canal vertebral lombar no período pré e pós-operatórios de um, três e seis meses durante a marcha em velocidade confortável e rápida comparados a indivíduos controle. Este estudo está dividido em dois artigos, o primeiro busca diferenças entre a frequência dos padrões de coordenação de pacientes com diferentes diagnósticos de lombalgia específica (estenose lombar ou hérnia discal lombar) e indivíduos controle durante a marcha em duas velocidades (confortável e rápida); o segundo investiga os ângulos de acoplamento dos padrões de coordenação, bem como desfechos clínicos (intensidade da dor e funcionalidade) entre pacientes com hérnia discal lombar submetidos a procedimentos cirúrgicos nos períodos pré e pós-operatórios de um, três e seis meses, comparados a indivíduos assintomáticos durante a marcha em velocidade confortável. Em ambos os artigos, os dados foram coletados por meio de um sistema de cinemática composto por 10 câmeras optoeletrônicas Oqus 400 (Qualisys Medical AB, Gothenburg, Suécia) com uma taxa de aquisição de 240 Hz. Para o primeiro artigo, foram incluídos vinte e um sujeitos divididos em três grupos: hérnia (n = 6), estenose (n = 4) e controle (n = 11). Foram calculadas as frequências dos padrões de coordenação durante a fase de apoio, oscilação e ciclo total da marcha e foram encontradas diferenças entre todos os grupos com diferenças dependentes da velocidade. Os pacientes com estenose foram o que apresentaram maiores diferenças em relação aos demais grupos, principalmente no plano sagital nos segmentos pelve e lombar inferior e em velocidades rápidas da marcha. Para o segundo artigo, dezoito participantes foram divididos em dois grupos: hérnia (n = 7) e controle (n = 11). Foram avaliados os desfechos clínicos de intensidade da dor e funcionalidade além dos padrões de coordenação durante todo o ciclo da marcha, ponto a ponto por meio da estatística circular. A intensidade da dor reduziu no 1º PósOperatório (PO) (Dif.Média (DM) = 3,4; P = 0,001), no 3º PO (DM = 6,0; P < 0,001) e no 6º PO (DM = 5,0; P < 0,001) comparado ao pré-operatório; a funcionalidade apresentou melhora no 1º PO (DM = 3,8; P = 0,025) e no 3º PO (DM = 7,4; P < 0,001), porém não se manteve no 6º PO. Quanto aos padrões de coordenação, diferenças foram observadas entre os grupos principalmente no plano transversal, na fase de oscilação da marcha, entre os segmentos pelve e lombar inferior. Após a cirurgia, grande parte das diferenças encontradas nos pacientes com hérnia no pré-operatório se igualam ao grupo controle após um mês. Conclui-se que pacientes com diferentes diagnósticos de lombalgia específica apresentam estratégias distintas nos padrões de coordenação e que pacientes com estenose do canal vertebral apresentam dificuldade nas transições de velocidade confortável para rápida. Ainda, pacientes com hérnia, quando submetidos a cirurgia, apresentam melhora nos desfechos clínicos e aproximam-se dos controles quanto aos padrões de coordenação |
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Silva, Mariana FelipeKirkwood, Renata Noce9a4be088-3522-42e4-889f-7bffcc8ecc22-1Moura, Felipe Arrudacb66c01e-a079-4009-a468-f82bbaa31010-1Felício, Diogo Carvalho1658c92c-1c1c-4e21-a075-9b3dce81e4c6-1Marques, Inarace0e3c39-fbf5-4991-ab1d-3c901438fd69-100e0f08b-5701-491b-8d06-0110c160ed55f69cee5e-06d1-4b4a-9722-4c19e3e21748Cardoso, Jefferson RosaLondrina121 p.2024-09-12T13:30:45Z2024-09-12T13:30:45Z2020-08-25https://repositorio.uel.br/handle/123456789/17537A lombalgia tem alta prevalência na população adulta e pode levar a alterações do padrão de marcha e coordenação entre os segmentos da coluna quando comparado a indivíduos assintomáticos. A hérnia discal lombar e a estenose do canal vertebral são umas das principais causas de lombalgia específica com sintomas que alteram a marcha desses pacientes. A cirurgia para correção dessas disfunções pode ser necessária para o tratamento e estudos demonstraram que a marcha de indivíduos após intervenção cirúrgica assemelha-se a de indivíduos controle devido à melhora dos sintomas, porém pode levar a alterações nas articulações adjacentes. Mudanças nos padrões de coordenação dos movimentos podem ser indicativos de disfunções e estudos com indivíduos com lombalgia demonstram uma coordenação entre segmentos da lombar e pelve em fase. Desta forma, o objetivo geral do trabalho é avaliar as diferenças entre os padrões de coordenação dos segmentos torácicos (superior e inferior), lombares (superior e inferior) e pélvico por meio do Vector Coding além de desfechos clínicos (dor e funcionalidade) de pacientes submetidos a cirurgias para correção de hérnias lombares ou estenose do canal vertebral lombar no período pré e pós-operatórios de um, três e seis meses durante a marcha em velocidade confortável e rápida comparados a indivíduos controle. Este estudo está dividido em dois artigos, o primeiro busca diferenças entre a frequência dos padrões de coordenação de pacientes com diferentes diagnósticos de lombalgia específica (estenose lombar ou hérnia discal lombar) e indivíduos controle durante a marcha em duas velocidades (confortável e rápida); o segundo investiga os ângulos de acoplamento dos padrões de coordenação, bem como desfechos clínicos (intensidade da dor e funcionalidade) entre pacientes com hérnia discal lombar submetidos a procedimentos cirúrgicos nos períodos pré e pós-operatórios de um, três e seis meses, comparados a indivíduos assintomáticos durante a marcha em velocidade confortável. Em ambos os artigos, os dados foram coletados por meio de um sistema de cinemática composto por 10 câmeras optoeletrônicas Oqus 400 (Qualisys Medical AB, Gothenburg, Suécia) com uma taxa de aquisição de 240 Hz. Para o primeiro artigo, foram incluídos vinte e um sujeitos divididos em três grupos: hérnia (n = 6), estenose (n = 4) e controle (n = 11). Foram calculadas as frequências dos padrões de coordenação durante a fase de apoio, oscilação e ciclo total da marcha e foram encontradas diferenças entre todos os grupos com diferenças dependentes da velocidade. Os pacientes com estenose foram o que apresentaram maiores diferenças em relação aos demais grupos, principalmente no plano sagital nos segmentos pelve e lombar inferior e em velocidades rápidas da marcha. Para o segundo artigo, dezoito participantes foram divididos em dois grupos: hérnia (n = 7) e controle (n = 11). Foram avaliados os desfechos clínicos de intensidade da dor e funcionalidade além dos padrões de coordenação durante todo o ciclo da marcha, ponto a ponto por meio da estatística circular. A intensidade da dor reduziu no 1º PósOperatório (PO) (Dif.Média (DM) = 3,4; P = 0,001), no 3º PO (DM = 6,0; P < 0,001) e no 6º PO (DM = 5,0; P < 0,001) comparado ao pré-operatório; a funcionalidade apresentou melhora no 1º PO (DM = 3,8; P = 0,025) e no 3º PO (DM = 7,4; P < 0,001), porém não se manteve no 6º PO. Quanto aos padrões de coordenação, diferenças foram observadas entre os grupos principalmente no plano transversal, na fase de oscilação da marcha, entre os segmentos pelve e lombar inferior. Após a cirurgia, grande parte das diferenças encontradas nos pacientes com hérnia no pré-operatório se igualam ao grupo controle após um mês. Conclui-se que pacientes com diferentes diagnósticos de lombalgia específica apresentam estratégias distintas nos padrões de coordenação e que pacientes com estenose do canal vertebral apresentam dificuldade nas transições de velocidade confortável para rápida. Ainda, pacientes com hérnia, quando submetidos a cirurgia, apresentam melhora nos desfechos clínicos e aproximam-se dos controles quanto aos padrões de coordenaçãoLow back pain is highly prevalent in the adult population and can lead to changes in gait and coordination patterns between spine segments when compared to asymptomatic individuals. Lumbar disc herniation and spinal canal stenosis are one of the main causes of specific low back pain with symptoms that alter the gait of these patients. Surgery to correct these dysfunctions may be necessary for treatment and studies have shown that the gait of individuals after surgical intervention is similar to that of control individuals due to the improvement of symptoms but can lead to changes in adjacent joints. Changes in coordination patterns may be indicative of dysfunctions and studies with individuals with low back pain demonstrate that coordination between segments of the lower back and pelvis is more in-phase. Thus, the general aim of the study is to evaluate the differences between the patterns of coordination of the thoracic (upper and lower), lumbar (upper and lower) and pelvic segments through Vector Coding technique in addition to clinical outcomes (pain and functional status) of patients who have undergone surgery to correct lumbar hernia or stenosis of the lumbar spine in the pre-and- postoperative period of one, three, and six months during walking at a comfortable and fast velocity compared to control subjects. Data were collected by a kinematic analysis system composed by 10 optoelectronic cameras Oqus 400 (Qualisys Medical AB, Gothenburg, Sweden) with a sampling rate of 240 Hz in both studies. This study is divided into two manuscripts, the first sought differences between the frequency of coordination patterns of patients with different diagnoses of specific low back pain (lumbar stenosis or lumbar disc herniation) and control subjects during walking at two velocities (comfortable and fast); the second investigated the coupling angles of the coordination patterns, as well as clinical outcomes (pain intensity and functional status) among patients with lumbar herniated disc who have undergone surgical procedures at the pre-and-postoperative periods of one, three, and six months compared to asymptomatic individuals during walking at a comfortable velocity. For the first manuscript, twenty-one participants were included, divided into three groups: hernia (n = 6), stenosis (n = 4), and control (n = 11). The frequencies of the coordination patterns during the support phase, oscillation, and total gait cycle were calculated and differences were found between all groups with velocity-dependent differences. The participants with stenosis showed the greatest differences in relation to the other groups, mainly in the sagittal plane in the pelvis and lower lumbar segments and at fast gait velocities. For the second manuscript, eighteen participants were divided into two groups: hernia (n = 7) and controls (n = 11). Clinical outcomes of pain intensity and functional status, as well as coordination patterns throughout the gait cycle, point to point, were evaluated using circular statistics. The intensity of pain decreases on the 1st PostOperative (PO) (MeanDifference (MD) = 3.4; P = 0.001), on the 3rd PO (MD = 6.0; P < 0.001), and on the 6th PO (MD = 5.0; P < 0.001) compared to pre-operative phase; the functional status showed improvement in the 1st PO (MD = 3.8; P = 0.025) and in the 3rd PO (MD = 7.4; P < 0.001), however it is not maintained in the 6th PO. As for the coordination patterns, differences were observed between the groups, mainly in the transversal plane, in the phase of gait oscillation, between the pelvis and lower lumbar segments. After surgery, most of the differences found in patients with hernia in the preoperative period are equal to the control group after one month. In conclusion, different diagnosis of specific low back pain leads to alteration in strategy of coordination patterns, and patients with stenosis presented difficulties in velocity transition of comfortable to fast. Still, patients with disc herniation after surgery improved clinical outcomes and related to coordination patterns, coming close to control groupporCiências da Saúde - Educação FísicaLow back painIntervertebral disc displacementSpinal stenosisGait in humansBiomechanical phenomenaSpineBackacheBiomechanicsPhysical educationDor lombarHérnia discalEstenose espinalMarcha humanaFenômenos biomecânicosColuna lombarDeslocamento do disco intervertebralEducação físicaBiomecânicaAnálise de coordenação entre coluna torácica, lombar e pelve de pacientes com lombalgia específica no pré e pós-operatórioCoordination analysis of thoracic, lumbar, and pelvic of patients with specific low back pain at the pre-and-postoperative periodsinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisCEFE - Departamento de Educação FísicaPrograma de Pós-Graduação Associado em Educação Física UEM/UELUniversidade Estadual de Londrina - UEL-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccessDoutoradoCentro de Educação Física e EsportesORIGINALCS_EDF_Dr_2020_Silva_Mariana_F.pdfCS_EDF_Dr_2020_Silva_Mariana_F.pdfTexto completo ID. 13522application/pdf2007142https://repositorio.uel.br/bitstreams/3cd71c07-72be-4291-9227-f84bba782274/download08e191c60b2f01f5400f0bbea42b518aMD51CS_EDF_Dr_2020_Silva_Mariana_F_TERMO.pdfCS_EDF_Dr_2020_Silva_Mariana_F_TERMO.pdfTermo de autorizaçãoapplication/pdf124590https://repositorio.uel.br/bitstreams/cba29291-d8e5-4ef5-92d7-c52a17a0de9c/downloadebb8dc6ab3c9231fa8e11efa47adcc86MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8555https://repositorio.uel.br/bitstreams/3a30827e-d09d-4b9e-b670-ce71c011063a/downloadb0875caec81dd1122312ab77c11250f1MD53THUMBNAILCS_EDF_Dr_2020_Silva_Mariana_F.pdf.jpgCS_EDF_Dr_2020_Silva_Mariana_F.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3792https://repositorio.uel.br/bitstreams/1cf26325-bdc9-47b0-8993-930974fb5d4d/download6727135ac1dffc2a99ce6c4182b56da9MD54CS_EDF_Dr_2020_Silva_Mariana_F_TERMO.pdf.jpgCS_EDF_Dr_2020_Silva_Mariana_F_TERMO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg5138https://repositorio.uel.br/bitstreams/8fc01d71-ddff-4006-b947-73262ec113a5/download091fcaa74d07368f8a4c689fbbd60b35MD56TEXTCS_EDF_Dr_2020_Silva_Mariana_F_TERMO.pdf.txtCS_EDF_Dr_2020_Silva_Mariana_F_TERMO.pdf.txtExtracted texttext/plain1766https://repositorio.uel.br/bitstreams/e64e462f-abe5-4571-a9d3-3106fab4a2a1/download3ec882ee51fe614cba5e7f797bdbd0ccMD55123456789/175372024-09-13 03:08:16.169open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/17537https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2024-09-13T06:08:16Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)falseQXV0b3Jpem8gYSBkaXZ1bGdhw6fDo28gbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIGRhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBkZSBMb25kcmluYSAocmVwb3NpdG9yaW8udWVsLmJyKSwgZSBwZXJtaXRvIGEgcmVwcm9kdcOnw6NvIHRvdGFsIHBvciBtZWlvIGVsZXRyw7RuaWNvLCBzZW0gcmVzc2FyY2ltZW50byBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGEgT2JyYSwgYSBwYXJ0aXIgZGEgZGF0YSBpbmRpY2FkYSBubyBhcnF1aXZvIChiaXRzdHJlYW0pLCBvdSBhdMOpIHF1ZSBtYW5pZmVzdGHDp8OjbyBlbSBzZW50aWRvIGNvbnRyw6FyaW8gZGUgbWluaGEgcGFydGUgZGV0ZXJtaW5lIGEgY2Vzc2HDp8OjbyBkZXN0YSBhdXRvcml6YcOnw6NvLiBEZWNsYXJvLCB0YW1iw6ltLCBxdWUgbWUgcmVzcG9uc2FiaWxpem8gcGVsbyBjb250ZcO6ZG8gZGEgb2JyYSBvYmpldG8gZGVzdGEgYXV0b3JpemHDp8Ojbywgc2VuZG8gZGUgbWluaGEgcmVzcG9uc2FiaWxpZGFkZSBxdWFpc3F1ZXIgbWVkaWRhcyBqdWRpY2lhaXMgb3UgZXh0cmFqdWRpY2lhaXMgY29uY2VybmVudGVzIGFvIGNvbnRlw7pkby4K |
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Análise de coordenação entre coluna torácica, lombar e pelve de pacientes com lombalgia específica no pré e pós-operatório Silva, Mariana Felipe Dor lombar Hérnia discal Estenose espinal Marcha humana Fenômenos biomecânicos Coluna lombar Deslocamento do disco intervertebral Educação física Biomecânica Ciências da Saúde - Educação Física Low back pain Intervertebral disc displacement Spinal stenosis Gait in humans Biomechanical phenomena Spine Backache Biomechanics Physical education |
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Dor lombar Hérnia discal Estenose espinal Marcha humana Fenômenos biomecânicos Coluna lombar Deslocamento do disco intervertebral Educação física Biomecânica Ciências da Saúde - Educação Física Low back pain Intervertebral disc displacement Spinal stenosis Gait in humans Biomechanical phenomena Spine Backache Biomechanics Physical education |
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A lombalgia tem alta prevalência na população adulta e pode levar a alterações do padrão de marcha e coordenação entre os segmentos da coluna quando comparado a indivíduos assintomáticos. A hérnia discal lombar e a estenose do canal vertebral são umas das principais causas de lombalgia específica com sintomas que alteram a marcha desses pacientes. A cirurgia para correção dessas disfunções pode ser necessária para o tratamento e estudos demonstraram que a marcha de indivíduos após intervenção cirúrgica assemelha-se a de indivíduos controle devido à melhora dos sintomas, porém pode levar a alterações nas articulações adjacentes. Mudanças nos padrões de coordenação dos movimentos podem ser indicativos de disfunções e estudos com indivíduos com lombalgia demonstram uma coordenação entre segmentos da lombar e pelve em fase. Desta forma, o objetivo geral do trabalho é avaliar as diferenças entre os padrões de coordenação dos segmentos torácicos (superior e inferior), lombares (superior e inferior) e pélvico por meio do Vector Coding além de desfechos clínicos (dor e funcionalidade) de pacientes submetidos a cirurgias para correção de hérnias lombares ou estenose do canal vertebral lombar no período pré e pós-operatórios de um, três e seis meses durante a marcha em velocidade confortável e rápida comparados a indivíduos controle. Este estudo está dividido em dois artigos, o primeiro busca diferenças entre a frequência dos padrões de coordenação de pacientes com diferentes diagnósticos de lombalgia específica (estenose lombar ou hérnia discal lombar) e indivíduos controle durante a marcha em duas velocidades (confortável e rápida); o segundo investiga os ângulos de acoplamento dos padrões de coordenação, bem como desfechos clínicos (intensidade da dor e funcionalidade) entre pacientes com hérnia discal lombar submetidos a procedimentos cirúrgicos nos períodos pré e pós-operatórios de um, três e seis meses, comparados a indivíduos assintomáticos durante a marcha em velocidade confortável. Em ambos os artigos, os dados foram coletados por meio de um sistema de cinemática composto por 10 câmeras optoeletrônicas Oqus 400 (Qualisys Medical AB, Gothenburg, Suécia) com uma taxa de aquisição de 240 Hz. Para o primeiro artigo, foram incluídos vinte e um sujeitos divididos em três grupos: hérnia (n = 6), estenose (n = 4) e controle (n = 11). Foram calculadas as frequências dos padrões de coordenação durante a fase de apoio, oscilação e ciclo total da marcha e foram encontradas diferenças entre todos os grupos com diferenças dependentes da velocidade. Os pacientes com estenose foram o que apresentaram maiores diferenças em relação aos demais grupos, principalmente no plano sagital nos segmentos pelve e lombar inferior e em velocidades rápidas da marcha. Para o segundo artigo, dezoito participantes foram divididos em dois grupos: hérnia (n = 7) e controle (n = 11). Foram avaliados os desfechos clínicos de intensidade da dor e funcionalidade além dos padrões de coordenação durante todo o ciclo da marcha, ponto a ponto por meio da estatística circular. A intensidade da dor reduziu no 1º PósOperatório (PO) (Dif.Média (DM) = 3,4; P = 0,001), no 3º PO (DM = 6,0; P < 0,001) e no 6º PO (DM = 5,0; P < 0,001) comparado ao pré-operatório; a funcionalidade apresentou melhora no 1º PO (DM = 3,8; P = 0,025) e no 3º PO (DM = 7,4; P < 0,001), porém não se manteve no 6º PO. Quanto aos padrões de coordenação, diferenças foram observadas entre os grupos principalmente no plano transversal, na fase de oscilação da marcha, entre os segmentos pelve e lombar inferior. Após a cirurgia, grande parte das diferenças encontradas nos pacientes com hérnia no pré-operatório se igualam ao grupo controle após um mês. Conclui-se que pacientes com diferentes diagnósticos de lombalgia específica apresentam estratégias distintas nos padrões de coordenação e que pacientes com estenose do canal vertebral apresentam dificuldade nas transições de velocidade confortável para rápida. Ainda, pacientes com hérnia, quando submetidos a cirurgia, apresentam melhora nos desfechos clínicos e aproximam-se dos controles quanto aos padrões de coordenação |
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