Avaliação in vitro do efeito das isoflavonas genisteína e daidzeína no metabolismo de xenobióticos, ciclo celular e antimutagenicidade/mutagenicidade
| Ano de defesa: | 2024 |
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Resumo: | Resumo: Genisteína e daidzeína, as principais isoflavonas de soja, são moléculas de baixo peso molecular com amplo espectro de atividades biológicas Muitos estudos sugerem que estas isoflavonas tem ação protetora contra várias doenças crônicas incluindo câncer Estas moléculas podem exercer seus efeitos através de múltiplos mecanismos que entre outros destacam-se: atividade antioxidante, inibição de crescimento de células neoplásicas, regulação do ciclo celular e apoptose, modulação de enzimas do metabolismo de xenobióticos (fase I e II) e modulação de várias vias de sinalização celular No presente trabalho avaliamos os efeitos das isoflavonas genisteína e daidzeína sobre três linhagens de células tumorais: hepatoma de rato (HTC), hepatoma humano (HepG2) e carcinoma de cólon humano (HT29) Os parâmetros avaliados tiveram foco sobre atividade antiproliferativa (HTC, HepG2 e HT29), efeitos genotóxicos e antigenotóxicos (HTC), atividade sobre modulação de enzimas do metabolismo de xenobióticos (HTC, HepG2) e efeito sobre a via de sinalização celular Wnt/ß-catenina (HT29) Os principais resultados obtidos no presente trabalho foram: (i) Em HTC, o ensaio do micronúcleo mostrou que nenhuma das isoflavonas utilizadas teve efeito genotóxico Genisteína a 1 µM apresentou efeito antimutagênico quando associada aos agentes de danos ao DNA de ação direta (DXR) e indireta (2AA) Os níveis de GST mRNA não foram diferencialmente modulados por genisteína ou daidzeína (ii) Em HepG2, genisteína e daidzeína (1 a 1 µM) inibiram crescimento celular de forma dose e tempo dependente Resultados através de PCR em tempo real mostraram que a suplementação com 5 µM de genisteína causou uma redução na expressão de CYP1A1 enquanto a daidzeína promoveu aumento de expressão nas duas concentrações testadas (1 e 5 µM) Os níveis de GST mRNA não foram diferencialmente modulados por genisteína ou daidzeína (iii) Em HT29, genisteína inibiu proliferação celular em concentrações de 25 a 1 µM Daidzeína somente inibiu proliferação na concentração mais alta (1 µM) Genisteína (5 µM) reduziu significativamente a expressão do gene CTNNBIP1(ß-catenin) e não interferiu na expressão de APC (Adenomatous polyposis coli) ou BIRC5 (survivina) Daidzeina não interferiu na expressão dos genes CTNNBIP1(ß-catenin), APC (Adenomatous polyposis coli) ou BIRC5 (survivina) em nenhuma concentração testada Estes estudos indicam que especialmente a genisteína apresenta grande potencial a ser explorado para tratamento e prevenção de câncer |
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Lepri, Sandra ReginaSalvadori, Daisy Maria Fávero2a939c4b-9a81-4ba9-9306-b28de4ee07fb-1Vicentini, Verônica Elisa Pimentaffa80434-a92a-4d3a-a423-6a961d065823-1Mazzuco, Tânia Longo459ec70f-da4e-418d-9e1b-a9d00334078f-1Watanabe, Maria Angélica Eharaa8d3e51e-22f2-4ef0-b878-8e74c505628d-1639a6c8f-2f36-4c2b-b92b-376efd6182233c34ccf9-63bb-4bfe-970b-69d7338fae9eMantovani, Mário Sérgio [Orientador]Londrina2024-05-01T13:16:50Z2024-05-01T13:16:50Z2011.0027.05.2011https://repositorio.uel.br/handle/123456789/11555Resumo: Genisteína e daidzeína, as principais isoflavonas de soja, são moléculas de baixo peso molecular com amplo espectro de atividades biológicas Muitos estudos sugerem que estas isoflavonas tem ação protetora contra várias doenças crônicas incluindo câncer Estas moléculas podem exercer seus efeitos através de múltiplos mecanismos que entre outros destacam-se: atividade antioxidante, inibição de crescimento de células neoplásicas, regulação do ciclo celular e apoptose, modulação de enzimas do metabolismo de xenobióticos (fase I e II) e modulação de várias vias de sinalização celular No presente trabalho avaliamos os efeitos das isoflavonas genisteína e daidzeína sobre três linhagens de células tumorais: hepatoma de rato (HTC), hepatoma humano (HepG2) e carcinoma de cólon humano (HT29) Os parâmetros avaliados tiveram foco sobre atividade antiproliferativa (HTC, HepG2 e HT29), efeitos genotóxicos e antigenotóxicos (HTC), atividade sobre modulação de enzimas do metabolismo de xenobióticos (HTC, HepG2) e efeito sobre a via de sinalização celular Wnt/ß-catenina (HT29) Os principais resultados obtidos no presente trabalho foram: (i) Em HTC, o ensaio do micronúcleo mostrou que nenhuma das isoflavonas utilizadas teve efeito genotóxico Genisteína a 1 µM apresentou efeito antimutagênico quando associada aos agentes de danos ao DNA de ação direta (DXR) e indireta (2AA) Os níveis de GST mRNA não foram diferencialmente modulados por genisteína ou daidzeína (ii) Em HepG2, genisteína e daidzeína (1 a 1 µM) inibiram crescimento celular de forma dose e tempo dependente Resultados através de PCR em tempo real mostraram que a suplementação com 5 µM de genisteína causou uma redução na expressão de CYP1A1 enquanto a daidzeína promoveu aumento de expressão nas duas concentrações testadas (1 e 5 µM) Os níveis de GST mRNA não foram diferencialmente modulados por genisteína ou daidzeína (iii) Em HT29, genisteína inibiu proliferação celular em concentrações de 25 a 1 µM Daidzeína somente inibiu proliferação na concentração mais alta (1 µM) Genisteína (5 µM) reduziu significativamente a expressão do gene CTNNBIP1(ß-catenin) e não interferiu na expressão de APC (Adenomatous polyposis coli) ou BIRC5 (survivina) Daidzeina não interferiu na expressão dos genes CTNNBIP1(ß-catenin), APC (Adenomatous polyposis coli) ou BIRC5 (survivina) em nenhuma concentração testada Estes estudos indicam que especialmente a genisteína apresenta grande potencial a ser explorado para tratamento e prevenção de câncerTese (Doutorado em Patologia Experimental) - Universidade Estadual de Londrina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Patologia ExperimentalAbstract: Genistein and daidzein, the soy isoflavones, are low molecular weight molecules with a wide spectrum of biological activities Studies suggest that these isoflavones have protective action against chronic diseases including cancer These molecules may exert effects through multiple mechanisms as antioxidant activity, inhibition of growth of neoplastic cells, cell cycle regulation and apoptosis, the modulation of xenobiotic metabolizing enzymes (phase I and II) and modulation signaling pathways In this study we evaluated the effects of isoflavones genistein and daidzein on three tumor cell lines: rat hepatoma (HTC), human hepatoma (HepG2) and human colon carcinoma (HT29) The parameters studied had focused on antiproliferative activity (HTC, HepG2 and HT29), genotoxic and antigenotoxic effects (HTC), modulation of xenobiotic metabolism enzymes (HTC, HepG2) and effect on the signaling pathway Wnt / ß - catenin (HT29) The main results obtained in this study were: (i) in HTC, the micronucleus assay showed antimutagenic effect of genistein at 1 µM when associated with DNA damage direct (DXR) and indirect (2AA) agents In the regulation of enzymes of phase II metabolism, the study indicated an increase in total GST activity in response to genistein and daidzein at 1 µM GST mRNA levels were not differentially modulated by genistein or daidzein (ii) in HepG2, genistein and daidzein (1 to 1 µM) inhibited cell growth in a dose and time dependent Real-time PCR showed that 5 µM of genistein caused a reduction in the expression of CYP1A1 while daidzein increased expression at 1 and 5 µM GST mRNA levels were not differentially modulated by genistein or daidzein (iii) in HT29, genistein inhibited cell proliferation at concentrations 25 to 1 µM Daidzein inhibited proliferation only at the highest concentration (1 µM) Genistein (5 µM) significantly reduced gene expression CTNNBIP1 (ß-catenin) and did not affect the expression of APC (Adenomatous polyposis coli) or BIRC5 (survivin) Daidzein did not affect the expression of genes CTNNBIP1 (ß-catenin), APC (Adenomatous polyposis coli) or BIRC5 (survivin) at any concentration tested These studies indicate that genistein has especially great potential to be exploited for cancer treatment and preventionporIsoflavonasCélulas cancerosasGenéticaTestes de mutagenicidadeExpressãoIsoflavonesExpressionCancer cellsGenesAvaliação in vitro do efeito das isoflavonas genisteína e daidzeína no metabolismo de xenobióticos, ciclo celular e antimutagenicidade/mutagenicidadeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisDoutoradoPatologia ExperimentalCentro de Ciências BiológicasPrograma de Pós-Graduação em Patologia Experimental-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess130673vtls000165100SIMvtls000165100http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls00016510064.00SIMhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls0001651003419.pdf123456789/2001 - 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Avaliação in vitro do efeito das isoflavonas genisteína e daidzeína no metabolismo de xenobióticos, ciclo celular e antimutagenicidade/mutagenicidade Lepri, Sandra Regina Isoflavonas Células cancerosas Genética Testes de mutagenicidade Expressão Isoflavones Expression Cancer cells Genes |
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Resumo: Genisteína e daidzeína, as principais isoflavonas de soja, são moléculas de baixo peso molecular com amplo espectro de atividades biológicas Muitos estudos sugerem que estas isoflavonas tem ação protetora contra várias doenças crônicas incluindo câncer Estas moléculas podem exercer seus efeitos através de múltiplos mecanismos que entre outros destacam-se: atividade antioxidante, inibição de crescimento de células neoplásicas, regulação do ciclo celular e apoptose, modulação de enzimas do metabolismo de xenobióticos (fase I e II) e modulação de várias vias de sinalização celular No presente trabalho avaliamos os efeitos das isoflavonas genisteína e daidzeína sobre três linhagens de células tumorais: hepatoma de rato (HTC), hepatoma humano (HepG2) e carcinoma de cólon humano (HT29) Os parâmetros avaliados tiveram foco sobre atividade antiproliferativa (HTC, HepG2 e HT29), efeitos genotóxicos e antigenotóxicos (HTC), atividade sobre modulação de enzimas do metabolismo de xenobióticos (HTC, HepG2) e efeito sobre a via de sinalização celular Wnt/ß-catenina (HT29) Os principais resultados obtidos no presente trabalho foram: (i) Em HTC, o ensaio do micronúcleo mostrou que nenhuma das isoflavonas utilizadas teve efeito genotóxico Genisteína a 1 µM apresentou efeito antimutagênico quando associada aos agentes de danos ao DNA de ação direta (DXR) e indireta (2AA) Os níveis de GST mRNA não foram diferencialmente modulados por genisteína ou daidzeína (ii) Em HepG2, genisteína e daidzeína (1 a 1 µM) inibiram crescimento celular de forma dose e tempo dependente Resultados através de PCR em tempo real mostraram que a suplementação com 5 µM de genisteína causou uma redução na expressão de CYP1A1 enquanto a daidzeína promoveu aumento de expressão nas duas concentrações testadas (1 e 5 µM) Os níveis de GST mRNA não foram diferencialmente modulados por genisteína ou daidzeína (iii) Em HT29, genisteína inibiu proliferação celular em concentrações de 25 a 1 µM Daidzeína somente inibiu proliferação na concentração mais alta (1 µM) Genisteína (5 µM) reduziu significativamente a expressão do gene CTNNBIP1(ß-catenin) e não interferiu na expressão de APC (Adenomatous polyposis coli) ou BIRC5 (survivina) Daidzeina não interferiu na expressão dos genes CTNNBIP1(ß-catenin), APC (Adenomatous polyposis coli) ou BIRC5 (survivina) em nenhuma concentração testada Estes estudos indicam que especialmente a genisteína apresenta grande potencial a ser explorado para tratamento e prevenção de câncer |
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