Efeito da frequência do treinamento com pesos, destreinamento e retreinamento sobre a força muscular, composição corporal e perfil metabólico de mulheres idosas
| Ano de defesa: | 2024 |
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Resumo: | Resumo: Objetivos: Analisar o efeito de treinamento com pesos (TP) em diferentes frequências semanais, seguido de destreinamento e retreinamento sobre a força muscular, composição corporal, perfil lipídico, metabólico e hormonal em mulheres idosas Metodologia: Estudo longitudinal, estruturado em quatro momentos: linha de base (M1); após 12 semanas de TP (M2); após 12 semanas de destreinamento (M3); após 12 semanas de retreinamento com TP (M4) Medidas antropométricas (massa corporal e estatura), composição corporal (massa de gordura, massa livre de gordura, água corporal total [ACT] e suas frações intracelular [ACI] e extracelular [ACE]), força muscular (testes de 1-RM), ingestão energética e de macronutrientes (proteínas, gorduras e carboidratos) e bioquímica sanguínea (glicose, perfil lipídico [colesterol total, HDL-C, LDL-C, triglicerídeos], testosterona, proteína C-reativa [PCR]) foram obtidas em todos os momentos do estudo As participantes foram aleatorizadas em dois grupos: grupo G2x = composto por idosas que executaram TP duas vezes por semana (Terças e Quintas-feiras) e grupo G3x = composto por idosas que executaram o mesmo programa de TP três vezes por semana (Segundas, Quartas e Sextas-feiras) O programa de TP foi composto por oito exercícios, executados em única série de 1 a 15 repetições, com intervalos de 1 a 2 min entre os exercícios O mesmo protocolo de TP foi executado em ambas as etapas (treinamento e retreinamento) Resultados: Doze semanas de TP resultaram em aumentos significantes (P < ,5) da força muscular de membros superiores (G3x = +31% vs G2x = +17%) e inferiores (G3x = +16% vs G2x = +18%); melhoria da qualidade muscular (G3x = +24% vs G2x = +17%); ganhos de massa livre de gordura (G3x = +1,2% vs G2x = +,9%), redução da gordura corporal relativa (G3x = -2,4% vs G2x = -2,4%), da glicose (G3x = -8% vs G2x = -6%), do colesterol total (G3x = -11% vs G2x = -9%), da LDL-C (G3x = -13% vs G2x = -9%), PCR (G3x = -2% vs G2x = -33%), sem modificações nos níveis de testosterona e hidratação (ACT, ACE, ACI) (P > ,5) Por outro lado, 12 semanas de destreinamento não foram suficientes para eliminar a maioria dos efeitos provocados pelo TP, embora as seguintes modificações tenham sido observadas: redução na massa livre de gordura (G3x = -1,4% vs G2x = -2,2%); aumento da gordura corporal relativa (G3x = +3% vs G2x = +2%); redução da ACT (G3x = -5% vs G2x = -8%), ACE (G3x = -2% vs G2x = -8%) e ACI (G3x = -7% vs G2x = -8%); redução da força muscular (G3x = -1% vs G2x = -12%); aumento da glicose (G3x = +1% vs G2x = +6%), dos triglicerídeos (G3x = +4% vs G2x = +2%) e da LDL-C (G3x = +31% vs G2x = +1%) A testosterona diminuiu (G3x = -33% vs G2x = -21%) PCR, HDL-C e colesterol total não sofreram alterações com o destreinamento Com o retreinamento as modificações encontradas foram as seguintes: aumento da massa livre de gordura (G3x = +1,2% vs G2x = +2%); incremento da força muscular de membros superiores (G3x = +7% vs G2x = +7%) e inferiores (G3x = +11% vs G2x = +9%); melhoria da qualidade muscular (G3x = +5% vs G2x = +11%); redução da gordura corporal relativa (G3x = -22 vs G2x = -28%), da glicose (G3x = -2% vs G2x = -6%), da LDL-C (G3x = -13% vs G2x = -15%) e dos triglicerídeos (G3x = -24% vs G2x = -17%) A testosterona aumentou em ambos os grupos (G3x = +14% vs G2x = +8%) A hidratação não sofreu alterações Conclusões: a) O TP com uma maior frequência semanal (3x vs 2x por semana) promove maiores aumentos na força muscular de membros superiores Uma frequência de 2-3 sessões semanais ao TP proporciona modificações positivas e similares na composição corporal e no perfil lipídico, metabólico e hormonal de idosas; b) 12 semanas de destreinamento provoca perda de parte das adaptações promovidas pela prática do TP por igual período, embora uma maior retenção dos ganhos tenha sido mais evidenciada na força muscular; c) Um período de 12 semanas de retreinamento reestabeleceu a maioria das modificações causadas pelo destreinamento, embora a magnitude das modificações sejam inferiores as alcançadas nas primeiras 12 semanas de TP, o que pode ser explicado em parte pelos diferentes níveis de treinabilidade das participantes na primeira etapa da intervenção quando eram não treinadas e na segunda etapa quando eram destreinadas Enquanto mensagem prática, os resultados deste estudo demonstram a efetividade do TP para mulheres idosas e, sobretudo, a importância da manutenção da prática para a preservação das adaptações positivas acarretadas pelo treinamento Adicionalmente, embora uma frequência maior ao TP produza maiores benefícios para algumas variáveis, no contexto geral uma frequência de duas sessões semanais parece ser suficiente para melhorar indicadores de saúde em mulheres idosas |
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Nascimento, Matheus Amarante doCardoso Junior, Crivaldo Gomes9d61441a-d3f8-463e-9266-9a262dcabbd5-1Moares, Solange Marta Franzói dec165862f-78c0-4438-8c4b-bbfab267762b-1Dias, Raphael Mendes Rittie40e3deb-cdd2-4da9-baa9-53d5417a0e3b-1Kruel, Luiz Fernando Martins9bdea8f7-895a-4285-b88f-654f14518874-16b860cfd-e564-45e2-b439-8936211847ad859cae3f-15c0-4a95-bb0c-8c9b145d3fe5Cyrino, Edilson Serpeloni [Orientador]Londrina2024-05-01T12:13:27Z2024-05-01T12:13:27Z2015.0027.07.2015https://repositorio.uel.br/handle/123456789/10023Resumo: Objetivos: Analisar o efeito de treinamento com pesos (TP) em diferentes frequências semanais, seguido de destreinamento e retreinamento sobre a força muscular, composição corporal, perfil lipídico, metabólico e hormonal em mulheres idosas Metodologia: Estudo longitudinal, estruturado em quatro momentos: linha de base (M1); após 12 semanas de TP (M2); após 12 semanas de destreinamento (M3); após 12 semanas de retreinamento com TP (M4) Medidas antropométricas (massa corporal e estatura), composição corporal (massa de gordura, massa livre de gordura, água corporal total [ACT] e suas frações intracelular [ACI] e extracelular [ACE]), força muscular (testes de 1-RM), ingestão energética e de macronutrientes (proteínas, gorduras e carboidratos) e bioquímica sanguínea (glicose, perfil lipídico [colesterol total, HDL-C, LDL-C, triglicerídeos], testosterona, proteína C-reativa [PCR]) foram obtidas em todos os momentos do estudo As participantes foram aleatorizadas em dois grupos: grupo G2x = composto por idosas que executaram TP duas vezes por semana (Terças e Quintas-feiras) e grupo G3x = composto por idosas que executaram o mesmo programa de TP três vezes por semana (Segundas, Quartas e Sextas-feiras) O programa de TP foi composto por oito exercícios, executados em única série de 1 a 15 repetições, com intervalos de 1 a 2 min entre os exercícios O mesmo protocolo de TP foi executado em ambas as etapas (treinamento e retreinamento) Resultados: Doze semanas de TP resultaram em aumentos significantes (P < ,5) da força muscular de membros superiores (G3x = +31% vs G2x = +17%) e inferiores (G3x = +16% vs G2x = +18%); melhoria da qualidade muscular (G3x = +24% vs G2x = +17%); ganhos de massa livre de gordura (G3x = +1,2% vs G2x = +,9%), redução da gordura corporal relativa (G3x = -2,4% vs G2x = -2,4%), da glicose (G3x = -8% vs G2x = -6%), do colesterol total (G3x = -11% vs G2x = -9%), da LDL-C (G3x = -13% vs G2x = -9%), PCR (G3x = -2% vs G2x = -33%), sem modificações nos níveis de testosterona e hidratação (ACT, ACE, ACI) (P > ,5) Por outro lado, 12 semanas de destreinamento não foram suficientes para eliminar a maioria dos efeitos provocados pelo TP, embora as seguintes modificações tenham sido observadas: redução na massa livre de gordura (G3x = -1,4% vs G2x = -2,2%); aumento da gordura corporal relativa (G3x = +3% vs G2x = +2%); redução da ACT (G3x = -5% vs G2x = -8%), ACE (G3x = -2% vs G2x = -8%) e ACI (G3x = -7% vs G2x = -8%); redução da força muscular (G3x = -1% vs G2x = -12%); aumento da glicose (G3x = +1% vs G2x = +6%), dos triglicerídeos (G3x = +4% vs G2x = +2%) e da LDL-C (G3x = +31% vs G2x = +1%) A testosterona diminuiu (G3x = -33% vs G2x = -21%) PCR, HDL-C e colesterol total não sofreram alterações com o destreinamento Com o retreinamento as modificações encontradas foram as seguintes: aumento da massa livre de gordura (G3x = +1,2% vs G2x = +2%); 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after 12 weeks of RT (M2); after 12 weeks of detraining (M3); after 12 weeks of retraining (M4) Anthropometric (body mass, and height), body composition (fat mass, relative fat mass [%fat], fat-free mass [FFM], total body water [TBW], intracellular fluid [ICF], and extracellular fluid [ECF], muscular strength (1RM tests), energy intake and macronutrients (proteins, lipids, and carbohydrates), fasting glucose, lipid profile (total cholesterol, HDL-C, LDL-C, triglycerides), testosterone, C-reactive protein (CRP) were performed in all the moments Participants were randomized in two groups: G2x = composed of older women who performed RT twice a week (Tuesdays and Thursdays), and G3x = composed of older women who performed RT three times a week (Mondays, Wednesdays, and Fridays) RT program was comprised by eight exercises, performed in one set of 1-15 repetitions, with 1-2 min rest interval between exercises The same RT protocol was executed in both phases (training and retraining) Results: Twelve weeks of RT resulted in significant augments (P < 5) on muscular strength of upper (G3x = +31% vs G2x = +17%), and lower limbs (G3x = +16% vs G2x = +18%); improvement on muscle quality (G3x = +24% vs G2x = +17%); gains in FFM (G3x = +12% vs G2x = +9%), reduction of %fat (G3x = -24% vs G2x = -24%), fasting glucose (G3x = -8% vs G2x = -6%), total cholesterol (G3x = -11% vs G2x = -9%), LDL-C (G3x = -13% vs G2x = -9%), CRP (G3x = -2% vs G2x = -33%), without alterations in testosterone, and hydration (TBW, ICF, and ECF) (P > 5) On the other hand, 12 weeks of detraining were not sufficient to eliminate the major effects produced by RT, although the following changes have been observed: reduction of FFM (G3x = -14% vs G2x = -22%); increase in %fat (G3x = +3% vs G2x = +2%); reduction of TBW (G3x = -5% vs G2x = -8%), ECF (G3x = -2% vs G2x = -8%), and ICF (G3x = -7% vs G2x = -8%); reductions in muscular strength (G3x = -1%% vs G2x = -12%); augments in fasting glucose (G3x = +1% vs G2x = +6%), triglycerides (G3x = +4% vs G2x = +2%), and LDL-C (G3x = +31% vs G2x = +1%) Testosterone decreased (G3x = -33% vs G2x = -21%) CRP, HDL-C, and total cholesterol did not change after detraining Retraining provided the following alterations: augments in FFM (G3x = +12% vs G2x = +2%); increase in upper (G3x = +7% vs G2x = +7%) and lower limb muscular strength (G3x = +11% vs G2x = +9%); improvement in muscle quality (G3x = +5% vs G2x = +11%); reduction of %fat (G3x = -22 vs G2x = -28%), fasting glucose (G3x = -2% vs G2x = -6%), LDL-C (G3x = -13% vs G2x = -15%), and triglycerides (G3x = -24% vs G2x = -17%) Testosterone increased in both groups (G3x = +14% vs G2x = +8%), except for hydration Conclusions: a) RT with greater weekly frequency (three vs two times a week) promotes greater augments in upper limb muscular strength A RT frequency of 2-3 times a week induce positive and similar changes in body composition, and lipid, metabolic, and hormonal profiles in older women; b) Twelve weeks of detraining promote losses in part of the adaptations provided by RT with similar length, although a greater retention of gains has been more pronounced in muscular strength; c) A period of 12 weeks of retraining reestablished most of the alterations caused by detraining, although the magnitude of changes has been inferior to those achieved in the first 12 weeks of RT, which can partially be explained by the different levels of trainability of the participants in the first phase of the intervention, when they were untrained, and in the second phase when they were detrained As a practice message, results of this study show the effectiveness of RT for older women, and, especially, the importance of always being engaged in RT programs, in order to preserve the positive adaptations provided by the training In addition, although a greater weekly frequency of RT produces greater benefits for some variables, two weekly sessions seem to be sufficient to improve health indicators in older womenporEnvelhecimentoExercício resistidoTreinamento com pesos para mulheres idosasTecido adiposoEducação físicaPhysical educationEfeito da frequência do treinamento com pesos, destreinamento e retreinamento sobre a força muscular, composição corporal e perfil metabólico de mulheres idosasinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisDoutoradoEducação FísicaCentro de Educação Física e EsportesPrograma de Pós-Graduação Associado em Educação Física UEM/UEL-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess26717vtls000202062SIMvtls000202062http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls00020206264.00SIMhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls0002020624184.pdf123456789/13301 - Doutorado - Educação FísicaORIGINAL4184.pdfapplication/pdf1285372https://repositorio.uel.br/bitstreams/ed8c8a5d-37ee-4370-a656-37be8b34037b/download46b9999a02209a94b46e812be81cc024MD51LICENCElicence.txttext/plain263https://repositorio.uel.br/bitstreams/1b2b3265-3931-49ca-9dc0-0e53bd46bf90/download753f376dfdbc064b559839be95ac5523MD52TEXT4184.pdf.txt4184.pdf.txtExtracted texttext/plain312661https://repositorio.uel.br/bitstreams/168a45c1-f329-4881-b147-9bc3612dc256/download8097f8d9a8f2b54c327f1a5389408437MD53THUMBNAIL4184.pdf.jpg4184.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg4023https://repositorio.uel.br/bitstreams/99ee59df-f67a-4c6f-b2ed-a8195a6a3c01/download562072d340cb78e4d3b52412cf4f022dMD54123456789/100232024-07-12 01:20:08.237open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/10023https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2024-07-12T04:20:08Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)false |
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Resumo: Objetivos: Analisar o efeito de treinamento com pesos (TP) em diferentes frequências semanais, seguido de destreinamento e retreinamento sobre a força muscular, composição corporal, perfil lipídico, metabólico e hormonal em mulheres idosas Metodologia: Estudo longitudinal, estruturado em quatro momentos: linha de base (M1); após 12 semanas de TP (M2); após 12 semanas de destreinamento (M3); após 12 semanas de retreinamento com TP (M4) Medidas antropométricas (massa corporal e estatura), composição corporal (massa de gordura, massa livre de gordura, água corporal total [ACT] e suas frações intracelular [ACI] e extracelular [ACE]), força muscular (testes de 1-RM), ingestão energética e de macronutrientes (proteínas, gorduras e carboidratos) e bioquímica sanguínea (glicose, perfil lipídico [colesterol total, HDL-C, LDL-C, triglicerídeos], testosterona, proteína C-reativa [PCR]) foram obtidas em todos os momentos do estudo As participantes foram aleatorizadas em dois grupos: grupo G2x = composto por idosas que executaram TP duas vezes por semana (Terças e Quintas-feiras) e grupo G3x = composto por idosas que executaram o mesmo programa de TP três vezes por semana (Segundas, Quartas e Sextas-feiras) O programa de TP foi composto por oito exercícios, executados em única série de 1 a 15 repetições, com intervalos de 1 a 2 min entre os exercícios O mesmo protocolo de TP foi executado em ambas as etapas (treinamento e retreinamento) Resultados: Doze semanas de TP resultaram em aumentos significantes (P < ,5) da força muscular de membros superiores (G3x = +31% vs G2x = +17%) e inferiores (G3x = +16% vs G2x = +18%); melhoria da qualidade muscular (G3x = +24% vs G2x = +17%); ganhos de massa livre de gordura (G3x = +1,2% vs G2x = +,9%), redução da gordura corporal relativa (G3x = -2,4% vs G2x = -2,4%), da glicose (G3x = -8% vs G2x = -6%), do colesterol total (G3x = -11% vs G2x = -9%), da LDL-C (G3x = -13% vs G2x = -9%), PCR (G3x = -2% vs G2x = -33%), sem modificações nos níveis de testosterona e hidratação (ACT, ACE, ACI) (P > ,5) Por outro lado, 12 semanas de destreinamento não foram suficientes para eliminar a maioria dos efeitos provocados pelo TP, embora as seguintes modificações tenham sido observadas: redução na massa livre de gordura (G3x = -1,4% vs G2x = -2,2%); aumento da gordura corporal relativa (G3x = +3% vs G2x = +2%); redução da ACT (G3x = -5% vs G2x = -8%), ACE (G3x = -2% vs G2x = -8%) e ACI (G3x = -7% vs G2x = -8%); redução da força muscular (G3x = -1% vs G2x = -12%); aumento da glicose (G3x = +1% vs G2x = +6%), dos triglicerídeos (G3x = +4% vs G2x = +2%) e da LDL-C (G3x = +31% vs G2x = +1%) A testosterona diminuiu (G3x = -33% vs G2x = -21%) PCR, HDL-C e colesterol total não sofreram alterações com o destreinamento Com o retreinamento as modificações encontradas foram as seguintes: aumento da massa livre de gordura (G3x = +1,2% vs G2x = +2%); incremento da força muscular de membros superiores (G3x = +7% vs G2x = +7%) e inferiores (G3x = +11% vs G2x = +9%); melhoria da qualidade muscular (G3x = +5% vs G2x = +11%); redução da gordura corporal relativa (G3x = -22 vs G2x = -28%), da glicose (G3x = -2% vs G2x = -6%), da LDL-C (G3x = -13% vs G2x = -15%) e dos triglicerídeos (G3x = -24% vs G2x = -17%) A testosterona aumentou em ambos os grupos (G3x = +14% vs G2x = +8%) A hidratação não sofreu alterações Conclusões: a) O TP com uma maior frequência semanal (3x vs 2x por semana) promove maiores aumentos na força muscular de membros superiores Uma frequência de 2-3 sessões semanais ao TP proporciona modificações positivas e similares na composição corporal e no perfil lipídico, metabólico e hormonal de idosas; b) 12 semanas de destreinamento provoca perda de parte das adaptações promovidas pela prática do TP por igual período, embora uma maior retenção dos ganhos tenha sido mais evidenciada na força muscular; c) Um período de 12 semanas de retreinamento reestabeleceu a maioria das modificações causadas pelo destreinamento, embora a magnitude das modificações sejam inferiores as alcançadas nas primeiras 12 semanas de TP, o que pode ser explicado em parte pelos diferentes níveis de treinabilidade das participantes na primeira etapa da intervenção quando eram não treinadas e na segunda etapa quando eram destreinadas Enquanto mensagem prática, os resultados deste estudo demonstram a efetividade do TP para mulheres idosas e, sobretudo, a importância da manutenção da prática para a preservação das adaptações positivas acarretadas pelo treinamento Adicionalmente, embora uma frequência maior ao TP produza maiores benefícios para algumas variáveis, no contexto geral uma frequência de duas sessões semanais parece ser suficiente para melhorar indicadores de saúde em mulheres idosas |
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