Biossíntese de nanopartículas de prata de diferentes fontes e a influência do pH sobre sua atividade antibacteriana
| Ano de defesa: | 2024 |
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Resumo: | Resumo: As nanopartículas representam um grande mercado em expansão, suas propriedades físico químicas, ópticas, eletrônicas, térmicas e catalíticas permitem sua aplicação em diversas áreas Sua atividade antimicrobiana conhecida e amplo espectro de ação tornaram seu uso frequente na Microbiologia Por apresentarem uma alternativa promissora ao combate a bactérias multirresistentes seu uso é realizado em diversos estudos a fim de compreender melhor seu funcionamento Nesse contexto, o objetivo desse estudo foi sintetizar e caracterizar nanopartículas de prata (AgNPs) de origem biogênica (fúngica e vegetal), e testar a atividade antibacteriana das mesmas em condições de pH ácido (6,), neutro (7,) e básico (9,) As nanopartículas sintetizadas foram caracterizadas por métodos de espalhamento dinâmico de luz (DLS), fluorescência de raios X por dispersão em energia (EDXRF) e potencial zeta A atividade antimicrobiana foi determinada pelos testes de concentração inibitória mínima (CIM) e concentração bactericida mínima (CBM) Também foram realizados ensaios de curva de crescimento e morte, atividade antibiofilme e observação de alterações ultraestruturais superficiais por microscopia eletrônica de varredura (MEV) De acordo com os resultados de CIM, a AgNP fúngica foi a NP que mais apresentou influência do pH em sua atividade antibacteriana, especialmente em pH básico Nos ensaios de curva de crescimento e morte, amostras de S aureus e E coli obtiveram comportamentos semelhantes em todas as condições de pH com AgNP fúngica, e comportamentos distintos em todas as condições com a AgNP vegetal Uma cepa de E coli rugosa demonstrou comportamento semelhante em todas as condições testadas com ambas AgNPs Supostamente, o comportamento cinético pode ser influenciado predominantemente por fatores além do pH, como características do antimicrobiano e do microrganismo em questão Nos ensaios de atividade antibiofilme a condição de pH básico se destacou de forma negativa com a AgNP fúngica, principalmente em amostras de K pneumoniae Já para a AgNP vegetal, a condição de pH básico se destacou de forma positiva, apresentando maior atividade antibiofilme em relação as condições de pH ácido e neutro Em imagens de MEV, foram observadas alterações em forma de vesículas e protuberâncias, e também fragmentação e alongamento de células De acordo com os resultados obtidos, foi possível concluir que o pH do meio pode influenciar na atividade antibacteriana da nanopartícula, e que possivelmente esse acontecimento é definido por características oriundas da síntese da mesma No presente trabalho o pH exerceu maior influência sobre a atividade antibacteriana da AgNP de origem fúngica |
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Corrêa, Alana Elke do NascimentoLonni, Audrey Alesandra Stinghen Garcia08f36e08-09d1-423c-8560-5b89dd63ef90-1Faccin-Galhardi, Ligia Carlaed6de1db-c87e-45e8-bcd0-41d522e01671-184cc222d-fbf5-40b7-bf30-61ff32c0a40ce8ea0956-dfe4-4fd9-85dd-cb5b5ebe04d7Almeida, Ricardo Sérgio Couto de [Orientador]Londrina2024-05-01T11:40:23Z2024-05-01T11:40:23Z2021.0028.06.2021https://repositorio.uel.br/handle/123456789/8792Resumo: As nanopartículas representam um grande mercado em expansão, suas propriedades físico químicas, ópticas, eletrônicas, térmicas e catalíticas permitem sua aplicação em diversas áreas Sua atividade antimicrobiana conhecida e amplo espectro de ação tornaram seu uso frequente na Microbiologia Por apresentarem uma alternativa promissora ao combate a bactérias multirresistentes seu uso é realizado em diversos estudos a fim de compreender melhor seu funcionamento Nesse contexto, o objetivo desse estudo foi sintetizar e caracterizar nanopartículas de prata (AgNPs) de origem biogênica (fúngica e vegetal), e testar a atividade antibacteriana das mesmas em condições de pH ácido (6,), neutro (7,) e básico (9,) As nanopartículas sintetizadas foram caracterizadas por métodos de espalhamento dinâmico de luz (DLS), fluorescência de raios X por dispersão em energia (EDXRF) e potencial zeta A atividade antimicrobiana foi determinada pelos testes de concentração inibitória mínima (CIM) e concentração bactericida mínima (CBM) Também foram realizados ensaios de curva de crescimento e morte, atividade antibiofilme e observação de alterações ultraestruturais superficiais por microscopia eletrônica de varredura (MEV) De acordo com os resultados de CIM, a AgNP fúngica foi a NP que mais apresentou influência do pH em sua atividade antibacteriana, especialmente em pH básico Nos ensaios de curva de crescimento e morte, amostras de S aureus e E coli obtiveram comportamentos semelhantes em todas as condições de pH com AgNP fúngica, e comportamentos distintos em todas as condições com a AgNP vegetal Uma cepa de E coli rugosa demonstrou comportamento semelhante em todas as condições testadas com ambas AgNPs Supostamente, o comportamento cinético pode ser influenciado predominantemente por fatores além do pH, como características do antimicrobiano e do microrganismo em questão Nos ensaios de atividade antibiofilme a condição de pH básico se destacou de forma negativa com a AgNP fúngica, principalmente em amostras de K pneumoniae Já para a AgNP vegetal, a condição de pH básico se destacou de forma positiva, apresentando maior atividade antibiofilme em relação as condições de pH ácido e neutro Em imagens de MEV, foram observadas alterações em forma de vesículas e protuberâncias, e também fragmentação e alongamento de células De acordo com os resultados obtidos, foi possível concluir que o pH do meio pode influenciar na atividade antibacteriana da nanopartícula, e que possivelmente esse acontecimento é definido por características oriundas da síntese da mesma No presente trabalho o pH exerceu maior influência sobre a atividade antibacteriana da AgNP de origem fúngicaDissertação (Mestrado em Microbiologia) - Universidade Estadual de Londrina, Centro de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em MicrobiologiaAbstract: Nanoparticles represent a large expanding market, their physical chemical, optical, electronic, thermal and catalytic properties allow their application in several areas Its known antimicrobial activity and broad spectrum of action have made its use frequent in microbiology As they present a promising alternative for combating multidrug- resistant bacteria, their use is carried out in several studies in order to better understand their functioning In this context, the aim of this study was to synthesize and characterize biogenic silver nanoparticles (AgNPs) of distinct origins (fungal and plant), and to test their antibacterial activity under conditions of acidic (6,), neutral (7,) and basic (9,) ph The synthesized nanoparticles were characterized by methods of dynamic light scattering (DLS), energy dispersive X ray flourescence (EDXRF) and zeta potential, and the antimicrobial activity was evaluated by the tests of minimum inhibitory concentration (MIC) and minimum bactericidal concentration (MBC) Time-kill curve, antibiofilm activity and observation of superficial ultrastructural changes by scanning electron microscopy (SEM) were also performed According to the MIC results, the fungal AgNP was the NP that most presented influence of the pH on its antibacterial activity, especially at basic pH In time-kill curve assays, samples of S aureus and E coli showed similar behavior in all pH conditions with fungal AgNP, and different behavior in all conditions with plant AgNP A strain of rough E coli showed similar behavior in all conditions tested with both AgNPs Supposedly, the kinetic behavior can be influenced predominantly by factors other than pH, such as characteristics of the antimicrobial and the microorganism in question In the antibiofilm activity assays, the basic pH condition stood out in a negative way with fungal AgNP, mainly in samples of K pneumoniae As for plant AgNP, the basic pH condition stood out positively, with greater antibiofilm activity compared to acidic and neutral pH conditions In the SEM images, changes in the form of vesicles and protuberances were observed, as well as cell fragmentation and elongation According to the results obtained, it was possible to conclude that the pH of the medium can influence the antibacterial activity of the nanoparticle, and that possibly this event is defined by characteristics arising from its synthesis In the present work, pH had a greater influence on the antibacterial activity of fungal AgNPporMicrobiologiaAntimicrobianosSíntese biogênicaPotencial hidrogênionicoMicrobiologyAntimicrobialsBiogenic synthesisHydrogen potentialBiossíntese de nanopartículas de prata de diferentes fontes e a influência do pH sobre sua atividade antibacterianainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMestradoMicrobiologiaCentro de Ciências BiológicasPrograma de Pós-Graduação em Microbiologia-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess85407vtls000235688NÃOvtls000235688http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls23568861.00NÃOhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls0002356888553.pdf123456789/2502 - 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Resumo: As nanopartículas representam um grande mercado em expansão, suas propriedades físico químicas, ópticas, eletrônicas, térmicas e catalíticas permitem sua aplicação em diversas áreas Sua atividade antimicrobiana conhecida e amplo espectro de ação tornaram seu uso frequente na Microbiologia Por apresentarem uma alternativa promissora ao combate a bactérias multirresistentes seu uso é realizado em diversos estudos a fim de compreender melhor seu funcionamento Nesse contexto, o objetivo desse estudo foi sintetizar e caracterizar nanopartículas de prata (AgNPs) de origem biogênica (fúngica e vegetal), e testar a atividade antibacteriana das mesmas em condições de pH ácido (6,), neutro (7,) e básico (9,) As nanopartículas sintetizadas foram caracterizadas por métodos de espalhamento dinâmico de luz (DLS), fluorescência de raios X por dispersão em energia (EDXRF) e potencial zeta A atividade antimicrobiana foi determinada pelos testes de concentração inibitória mínima (CIM) e concentração bactericida mínima (CBM) Também foram realizados ensaios de curva de crescimento e morte, atividade antibiofilme e observação de alterações ultraestruturais superficiais por microscopia eletrônica de varredura (MEV) De acordo com os resultados de CIM, a AgNP fúngica foi a NP que mais apresentou influência do pH em sua atividade antibacteriana, especialmente em pH básico Nos ensaios de curva de crescimento e morte, amostras de S aureus e E coli obtiveram comportamentos semelhantes em todas as condições de pH com AgNP fúngica, e comportamentos distintos em todas as condições com a AgNP vegetal Uma cepa de E coli rugosa demonstrou comportamento semelhante em todas as condições testadas com ambas AgNPs Supostamente, o comportamento cinético pode ser influenciado predominantemente por fatores além do pH, como características do antimicrobiano e do microrganismo em questão Nos ensaios de atividade antibiofilme a condição de pH básico se destacou de forma negativa com a AgNP fúngica, principalmente em amostras de K pneumoniae Já para a AgNP vegetal, a condição de pH básico se destacou de forma positiva, apresentando maior atividade antibiofilme em relação as condições de pH ácido e neutro Em imagens de MEV, foram observadas alterações em forma de vesículas e protuberâncias, e também fragmentação e alongamento de células De acordo com os resultados obtidos, foi possível concluir que o pH do meio pode influenciar na atividade antibacteriana da nanopartícula, e que possivelmente esse acontecimento é definido por características oriundas da síntese da mesma No presente trabalho o pH exerceu maior influência sobre a atividade antibacteriana da AgNP de origem fúngica |
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