Impacto da oclusão vascular parcial na dor, capacidade funcional, força, ativação muscular do quadríceps e controle postural de mulheres com e sem dor patelofemoral

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Ferreira, Daiene Cristina
Orientador(a): Macedo, Christiane de Souza Guerino
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.uel.br/handle/123456789/18058
Resumo: Introdução: O uso da oclusão vascular parcial (OVP) aumentou consideravelmente nos últimos anos, tanto em indivíduos saudáveis como na reabilitação de pacientes com disfunções musculoesqueléticas. Entretanto, poucos estudos avaliaram o efeito da OVP na dor patelofemoral, e os parâmetros de aplicação e protocolos de intervenção com OVP ainda não estão bem estabelecidos. Objetivo: Verificar o impacto da OVP do quadríceps na dor, capacidade funcional, força, ativação muscular do quadríceps e controle postural de mulheres com e sem dor patelofemoral. Métodos e Resultados: Foram realizados dois estudos. O primeiro estudo avaliou 14 mulheres, sem queixas álgicas ou disfunções musculoesqueléticas, com e sem OVP, nos desfechos força muscular do quadríceps por dinamometria digital portátil, ativação muscular do quadríceps por eletromiografia de superfície, controle postural em apoio unipodal, com agachamento unipodal e na subida-descida de degraus com plataforma de força. Os resultados mostram que o uso da OVP não apontou diferenças de força e ativação muscular, mas melhorou a velocidade da oscilação anteroposterior do controle postural em apoio unipodal. Foi estabelecida correlação moderada e inversa entre força muscular e as variáveis do controle postural na subida de degraus durante o uso da OVP (r = -0,5), e no grupo sem OVP observou-se correlação de moderada a forte no exercício de mini agachamento e na descida de escada (-0,5 < r > -0,7). Concluiu-se que a OVP não prejudicou a força, ativação muscular do quadríceps ou o controle postural de mulheres saudáveis. O segundo estudo foi um ensaio clínico aleatorizado e cego, com mulheres com dor patelofemoral submetidas à dois protocolos de intervenção. O grupo de fortalecimento do quadríceps com carga externa (20 % do peso corporal) realizou 12 atendimentos, por seis semanas. O grupo com OVP realizou o mesmo protocolo de exercícios sem carga externa e com OVP no quadríceps. Os desfechos foram dor na realização dos exercícios (Escala Visual Análoga - EVA), dor na última semana (EVA), capacidade funcional (Anterior Knee Pain Scale - AKPS e Lysholm Knee Scoring Scale - Lyshom), controle postural em atividades de subida e descida de degrau (plataforma de força), ativação muscular (eletromiografia de superfície) e força muscular (dinamômetro portátil). O mesmo avaliador cego coletou os dados na linha de base, após o tratamento e com quatro semanas de follow-up. Os resultados mostram que a dor na última semana não foi diferente entre os grupos no baseline, após o tratamento e no follow-up (P>0,05), e que os dois grupos melhoraram significativamente (P<0,05; d>1). Entretanto, somente o grupo submetido à carga externa apresentou menor dor no follow-up. Para a dor durante os exercícios não houve diferença entre os grupos (P=0,79). Em relação à capacidade funcional, não foi estabelecida diferenças entre os grupos (P>0,05) na AKPS ou Lysholm, e ambos os grupos melhoraram de forma significativa após o tratamento e no follow-up (P<0,05; d>1). Para o controle postural não foi estabelecida diferença entre os grupos, mas somente o grupo com carga externa melhorou a oscilação do centro de pressão (COP) na subida (P<0,01) e descida (P=0,005) da escada após o tratamento. Os resultados da ativação muscular foram inconclusivos, e os grupos foram semelhantes no baseline e no momento após os tratamentos. Entretanto, no follow-up, o grupo com carga externa apresentou menor recrutamento do reto femoral (P<0,004) e o grupo OVP menor recrutamento do vasto medial obliquo (P<0,05). Para a força muscular do quadríceps não foi estabelecida diferenças entre os grupos nos momentos avaliados. Mas, somente o grupo com carga externa apresentou maiores valores no pós-tratamento (P=0,009) e manteve essa melhora no follow-up (P<0,001). Conclusão: Pode-se concluir que exercícios com OVP não tiveram alterações do controle postural, força e ativação muscular, e que os dois tratamentos desenvolvidos para mulheres com DPF, por meio de exercícios com OVP ou com carga externa de 20% do peso corporal, foram semelhantes para os resultados de dor, capacidade funcional, controle postural e força muscular. Como contribuição clínica, o uso da OVP apresenta os mesmos resultados de exercícios com carga adicional externa de 20% e podem ser mais uma opção de escolha do fisioterapeuta.
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Objetivo: Verificar o impacto da OVP do quadríceps na dor, capacidade funcional, força, ativação muscular do quadríceps e controle postural de mulheres com e sem dor patelofemoral. Métodos e Resultados: Foram realizados dois estudos. O primeiro estudo avaliou 14 mulheres, sem queixas álgicas ou disfunções musculoesqueléticas, com e sem OVP, nos desfechos força muscular do quadríceps por dinamometria digital portátil, ativação muscular do quadríceps por eletromiografia de superfície, controle postural em apoio unipodal, com agachamento unipodal e na subida-descida de degraus com plataforma de força. Os resultados mostram que o uso da OVP não apontou diferenças de força e ativação muscular, mas melhorou a velocidade da oscilação anteroposterior do controle postural em apoio unipodal. Foi estabelecida correlação moderada e inversa entre força muscular e as variáveis do controle postural na subida de degraus durante o uso da OVP (r = -0,5), e no grupo sem OVP observou-se correlação de moderada a forte no exercício de mini agachamento e na descida de escada (-0,5 < r > -0,7). Concluiu-se que a OVP não prejudicou a força, ativação muscular do quadríceps ou o controle postural de mulheres saudáveis. O segundo estudo foi um ensaio clínico aleatorizado e cego, com mulheres com dor patelofemoral submetidas à dois protocolos de intervenção. O grupo de fortalecimento do quadríceps com carga externa (20 % do peso corporal) realizou 12 atendimentos, por seis semanas. O grupo com OVP realizou o mesmo protocolo de exercícios sem carga externa e com OVP no quadríceps. Os desfechos foram dor na realização dos exercícios (Escala Visual Análoga - EVA), dor na última semana (EVA), capacidade funcional (Anterior Knee Pain Scale - AKPS e Lysholm Knee Scoring Scale - Lyshom), controle postural em atividades de subida e descida de degrau (plataforma de força), ativação muscular (eletromiografia de superfície) e força muscular (dinamômetro portátil). O mesmo avaliador cego coletou os dados na linha de base, após o tratamento e com quatro semanas de follow-up. Os resultados mostram que a dor na última semana não foi diferente entre os grupos no baseline, após o tratamento e no follow-up (P>0,05), e que os dois grupos melhoraram significativamente (P<0,05; d>1). Entretanto, somente o grupo submetido à carga externa apresentou menor dor no follow-up. Para a dor durante os exercícios não houve diferença entre os grupos (P=0,79). Em relação à capacidade funcional, não foi estabelecida diferenças entre os grupos (P>0,05) na AKPS ou Lysholm, e ambos os grupos melhoraram de forma significativa após o tratamento e no follow-up (P<0,05; d>1). Para o controle postural não foi estabelecida diferença entre os grupos, mas somente o grupo com carga externa melhorou a oscilação do centro de pressão (COP) na subida (P<0,01) e descida (P=0,005) da escada após o tratamento. Os resultados da ativação muscular foram inconclusivos, e os grupos foram semelhantes no baseline e no momento após os tratamentos. Entretanto, no follow-up, o grupo com carga externa apresentou menor recrutamento do reto femoral (P<0,004) e o grupo OVP menor recrutamento do vasto medial obliquo (P<0,05). Para a força muscular do quadríceps não foi estabelecida diferenças entre os grupos nos momentos avaliados. Mas, somente o grupo com carga externa apresentou maiores valores no pós-tratamento (P=0,009) e manteve essa melhora no follow-up (P<0,001). Conclusão: Pode-se concluir que exercícios com OVP não tiveram alterações do controle postural, força e ativação muscular, e que os dois tratamentos desenvolvidos para mulheres com DPF, por meio de exercícios com OVP ou com carga externa de 20% do peso corporal, foram semelhantes para os resultados de dor, capacidade funcional, controle postural e força muscular. Como contribuição clínica, o uso da OVP apresenta os mesmos resultados de exercícios com carga adicional externa de 20% e podem ser mais uma opção de escolha do fisioterapeuta.Introduction: The use of partial vascular occlusion (PVO) has increased considerably in recent years, both in healthy individuals and in the rehabilitation of patients with musculoskeletal disorders. However, few studies have evaluated the effect of PVO on patellofemoral pain, and the application parameters and intervention protocols with PVO are not yet well established. Objective: To verify the impact of quadriceps PVO on pain, functional capacity, strength, quadriceps muscle activation and postural control in women with and without patellofemoral pain. Methods and results: Two studies were carried out. The first study evaluated 14 women, without pain complaints or musculoskeletal dysfunctions, with and without PVO, in terms of quadriceps muscle strength by portable digital dynamometry, quadriceps muscle activation by surface electromyography, postural control in single-leg support, with single-leg squats and in ascending and descending steps with a force platform. The results show that the use of PVO did not indicate differences in strength and muscle activation but improved the speed of anteroposterior oscillation of postural control in single-leg support. A moderate and inverse correlation was established between muscle strength and postural control variables when climbing steps during the use of PVO (r = -0.5), and in the group without PVO a moderate to strong correlation was observed in the mini exercise. squatting and descending stairs (-0.5 < r > -0.7). It was concluded that PVO did not impair strength, quadriceps muscle activation or postural control in healthy women. The second study was a randomized and blind clinical trial, with women with patellofemoral pain undergoing two intervention protocols. The quadriceps strengthening group with external load (20% of body weight) performed 12 sessions for six weeks. The group with PVO performed the same exercise protocol without external load and with PVO on the quadriceps. The outcomes were pain when performing exercises (Visual Analog Scale - VAS), pain in the last week (VAS), functional capacity (Anterior Knee Pain Scale - AKPS and Lysholm Knee Scoring Scale - Lyshom), postural control in uphill and downhill activities step measurement (force platform), muscle activation (surface electromyography) and muscle strength (portable dynamometer). The same blinded assessor collected data at baseline, after treatment and at four weeks of follow-up. The results show that pain in the last week was not different between the groups at baseline, after treatment and at follow-up (P>0.05), and that both groups improved significantly (P<0.05; d>1). However, only the group subjected to external load had less pain at follow-up. For pain during exercises there was no difference between the groups (P=0.79). Regarding functional capacity, no differences were established between the groups (P>0.05) in AKPS or Lysholm, and both groups improved significantly after treatment and in the follow-up (P<0.05; d>1). For postural control, no difference was established between the groups, but only the group with external load improved the oscillation of the center of pressure oscillation (COP) when ascending (P<0.01) and descending (P=0.005) the stairs after the treatment. The results of muscle activation were inconclusive, and the groups were similar at baseline and after treatments. However, at follow-up, the external load group showed less recruitment of the rectus femoris (P<0.004) and the PVO group showed less recruitment of the vastus medialis obliquus (P<0.05). For quadriceps muscle strength, no differences were established between the groups at the moments evaluated. However, only the group with external load presented higher values after treatment (P=0.009) and maintained this improvement at follow-up (P<0.001). Conclusion: It can be concluded that exercises with PVO had no changes in postural control, strength, and muscle activation, the two treatments developed for women with PFP, through exercises with PVO or with an external load of 20% of body weight, were similar for the results of pain, functional capacity, postural control, and muscle strength. As a clinical contribution, the use of PVO presents the same results as exercises with an additional external load of 20% and can be another option for the physiotherapist.porCiências da Saúde - MedicinaCiências da Saúde - MedicinaPatellofemoral painElectromyographyVascular occlusionExerciseMuscle strengthPostural balanceDor patelofemoralEletromiografiaOclusão vascularExercícioForça muscularEquilíbrio posturalDor - FisiopatologiaImpacto da oclusão vascular parcial na dor, capacidade funcional, força, ativação muscular do quadríceps e controle postural de mulheres com e sem dor patelofemoralImpact of partial vascular occlusion on pain, functional capacity, strength, quadriceps muscle activation and postural control in women with and without patellofemoral paininfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisCCS - Departamento de Clínica MédicaPrograma de Pós-Graduação em Ciências da ReabilitaçãoUniversidade Estadual de Londrina - UEL-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccessDoutoradoCentro de Ciências da SaúdeORIGINALCS_REA_Dr_2023_Ferreira_Daiene_C.pdfCS_REA_Dr_2023_Ferreira_Daiene_C.pdfTexto completo. id 191763application/pdf3001803https://repositorio.uel.br/bitstreams/bd1cfd6d-c8f7-4d75-a92d-701b026a78cd/downloadf6b176ac6ba736979dafcb0250e91dd4MD51CS_REA_Dr_2023_Ferreira_Daiene_C_TERMO.pdfCS_REA_Dr_2023_Ferreira_Daiene_C_TERMO.pdfTermo de autorizaçãoapplication/pdf1089337https://repositorio.uel.br/bitstreams/185adfb3-e18f-4653-9a10-88baa31fe55e/download585df32c009b06c2927a97c5af9bae1aMD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8555https://repositorio.uel.br/bitstreams/b0e499c7-3bec-4aed-a44f-539daa94c56a/downloadb0875caec81dd1122312ab77c11250f1MD53TEXTCS_REA_Dr_2023_Ferreira_Daiene_C.pdf.txtCS_REA_Dr_2023_Ferreira_Daiene_C.pdf.txtExtracted texttext/plain195895https://repositorio.uel.br/bitstreams/5370cdbe-29d9-4e90-828e-e41b8f7ddea6/download205f75e5c59ccdd4c0a90f826129b49eMD54CS_REA_Dr_2023_Ferreira_Daiene_C_TERMO.pdf.txtCS_REA_Dr_2023_Ferreira_Daiene_C_TERMO.pdf.txtExtracted texttext/plain2https://repositorio.uel.br/bitstreams/dbde97fc-21cf-4aa5-89cc-dcb11236fbcd/downloade1c06d85ae7b8b032bef47e42e4c08f9MD56THUMBNAILCS_REA_Dr_2023_Ferreira_Daiene_C.pdf.jpgCS_REA_Dr_2023_Ferreira_Daiene_C.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg4213https://repositorio.uel.br/bitstreams/982e48ec-4ffc-462a-98ac-687d2c10baa1/download094adb11a5f6ccf40295d8fdbb2a8446MD55CS_REA_Dr_2023_Ferreira_Daiene_C_TERMO.pdf.jpgCS_REA_Dr_2023_Ferreira_Daiene_C_TERMO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg4923https://repositorio.uel.br/bitstreams/424fa595-cecc-4d4b-8285-5f485967fb61/download71983f7868ff77ebc68abca7ced757faMD57123456789/180582024-10-16 03:06:53.67open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/18058https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2024-10-16T06:06:53Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)falseQXV0b3Jpem8gYSBkaXZ1bGdhw6fDo28gbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIGRhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBkZSBMb25kcmluYSAocmVwb3NpdG9yaW8udWVsLmJyKSwgZSBwZXJtaXRvIGEgcmVwcm9kdcOnw6NvIHRvdGFsIHBvciBtZWlvIGVsZXRyw7RuaWNvLCBzZW0gcmVzc2FyY2ltZW50byBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGEgT2JyYSwgYSBwYXJ0aXIgZGEgZGF0YSBpbmRpY2FkYSBubyBhcnF1aXZvIChiaXRzdHJlYW0pLCBvdSBhdMOpIHF1ZSBtYW5pZmVzdGHDp8OjbyBlbSBzZW50aWRvIGNvbnRyw6FyaW8gZGUgbWluaGEgcGFydGUgZGV0ZXJtaW5lIGEgY2Vzc2HDp8OjbyBkZXN0YSBhdXRvcml6YcOnw6NvLiBEZWNsYXJvLCB0YW1iw6ltLCBxdWUgbWUgcmVzcG9uc2FiaWxpem8gcGVsbyBjb250ZcO6ZG8gZGEgb2JyYSBvYmpldG8gZGVzdGEgYXV0b3JpemHDp8Ojbywgc2VuZG8gZGUgbWluaGEgcmVzcG9uc2FiaWxpZGFkZSBxdWFpc3F1ZXIgbWVkaWRhcyBqdWRpY2lhaXMgb3UgZXh0cmFqdWRpY2lhaXMgY29uY2VybmVudGVzIGFvIGNvbnRlw7pkby4K
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