Autocuidado e qualidade de vida em profissionais de enfermagem
| Ano de defesa: | 2023 |
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| Link de acesso: | https://repositorio.uel.br/handle/123456789/17620 |
Resumo: | Introdução: O autocuidado está relacionado a atividades que indivíduos realizam para prevenção ou limitação de doenças e para melhorar ou restaurar o estado de saúde. A qualidade de vida é um conceito complexo, no qual envolve saúde física, estado psicossocial, crenças pessoais, relações sociais e meio ambiente. O autocuidado é uma prática com interferência direta com benefícios para manutenção de sua própria saúde e qualidade de vida. A percepção do autocuidado associado à qualidade de vida torna-se um desafio. Objetivo: Analisar a relação do autocuidado com a qualidade de vida em profissionais da saúde. Método: estudo de abordagem quantitativa, descritiva com delineamento transversal realizado em uma cidade da Região Sul do país. A população foi constituída por 82 profissionais de enfermagem, sendo 20 enfermeiros e 62 técnicos de enfermagem, que atuam em um hospital público de média complexidade de atenção à saúde. Realizou-se entrevista com instrumento composto de três seções, a primeira de caracterização sociodemográfica e ocupacional, a segunda pela Escala para Avaliar as Capacidades de Autocuidado – Appraisal of Self-Care Agency Scale (ASA-A) e a terceira pelo instrumento de qualidade de vida, World Health Organization Quality of Life Assessment Instrument – Bref (WHOQOL-Bref). Os dados foram analisados por estatística descritiva e inferencial para comparação entre categorias profissionais e teste de Shapiro-Wilk e o coeficiente de correlação de Pearson (R) na comparação entre os resultados dos instrumentos utilizados. Resultados: Os resultados serão apresentados em formato de dois artigos. No primeiro artigo comparou-se o autocuidado e a qualidade de vida entre enfermeiros e técnicos de enfermagem, mostrou-se que a maioria da amostra referiu boa capacidade para o autocuidado e qualidade de vida muito boa. A capacidade para o autocuidado e os domínios da qualidade de vida não diferiram estatisticamente entre técnicos de enfermagem e enfermeiros, exceto o domínio meio ambiente, em que os enfermeiros apresentaram melhores percepções em comparação aos técnicos de enfermagem (p=0,013). No segundo artigo, verificou-se a associação entre a capacidade para o autocuidado com a qualidade de vida em profissionais de enfermagem, identificou-se que quanto maior a capacidade para o autocuidado maior foi a qualidade de vida geral (p<0,001), física (p<0,001), psicológica (p<0,001) e ambiental (p<0,001), independentemente de sexo, idade, classe profissional e número de vínculos empregatícios. Conclusão: O autocuidado é fundamental para manter a saúde e qualidade de vida dos trabalhadores. Há necessidade de desenvolvimento de mais pesquisas no âmbito do autocuidado relacionado à profissionais de enfermagem, uma vez que o cuidado é considerado o instrumento da enfermagem |
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Ferreira, Bruna PaulinoOkamura, Carlos Takeo361f62c7-89c8-49af-ba84-cf3303162475-1Dellaroza, Mara Solange Gomes388f990b-89cf-45e2-9c90-a1efaf77efd7-1e411bed7-0254-47ca-81ef-45116f978231bbc2500f-0a9f-4f4a-ba33-f579d070d266Martins, Eleine Aparecida PenhaLondrina56 p.2024-09-17T19:07:43Z2024-09-17T19:07:43Z2023-02-27https://repositorio.uel.br/handle/123456789/17620Introdução: O autocuidado está relacionado a atividades que indivíduos realizam para prevenção ou limitação de doenças e para melhorar ou restaurar o estado de saúde. A qualidade de vida é um conceito complexo, no qual envolve saúde física, estado psicossocial, crenças pessoais, relações sociais e meio ambiente. O autocuidado é uma prática com interferência direta com benefícios para manutenção de sua própria saúde e qualidade de vida. A percepção do autocuidado associado à qualidade de vida torna-se um desafio. Objetivo: Analisar a relação do autocuidado com a qualidade de vida em profissionais da saúde. Método: estudo de abordagem quantitativa, descritiva com delineamento transversal realizado em uma cidade da Região Sul do país. A população foi constituída por 82 profissionais de enfermagem, sendo 20 enfermeiros e 62 técnicos de enfermagem, que atuam em um hospital público de média complexidade de atenção à saúde. Realizou-se entrevista com instrumento composto de três seções, a primeira de caracterização sociodemográfica e ocupacional, a segunda pela Escala para Avaliar as Capacidades de Autocuidado – Appraisal of Self-Care Agency Scale (ASA-A) e a terceira pelo instrumento de qualidade de vida, World Health Organization Quality of Life Assessment Instrument – Bref (WHOQOL-Bref). Os dados foram analisados por estatística descritiva e inferencial para comparação entre categorias profissionais e teste de Shapiro-Wilk e o coeficiente de correlação de Pearson (R) na comparação entre os resultados dos instrumentos utilizados. Resultados: Os resultados serão apresentados em formato de dois artigos. No primeiro artigo comparou-se o autocuidado e a qualidade de vida entre enfermeiros e técnicos de enfermagem, mostrou-se que a maioria da amostra referiu boa capacidade para o autocuidado e qualidade de vida muito boa. A capacidade para o autocuidado e os domínios da qualidade de vida não diferiram estatisticamente entre técnicos de enfermagem e enfermeiros, exceto o domínio meio ambiente, em que os enfermeiros apresentaram melhores percepções em comparação aos técnicos de enfermagem (p=0,013). No segundo artigo, verificou-se a associação entre a capacidade para o autocuidado com a qualidade de vida em profissionais de enfermagem, identificou-se que quanto maior a capacidade para o autocuidado maior foi a qualidade de vida geral (p<0,001), física (p<0,001), psicológica (p<0,001) e ambiental (p<0,001), independentemente de sexo, idade, classe profissional e número de vínculos empregatícios. Conclusão: O autocuidado é fundamental para manter a saúde e qualidade de vida dos trabalhadores. Há necessidade de desenvolvimento de mais pesquisas no âmbito do autocuidado relacionado à profissionais de enfermagem, uma vez que o cuidado é considerado o instrumento da enfermagemIntroduction: Self-care is related to activities that individuals perform to prevent or limit disease and to improve or restore health status. Quality of life is a complex concept, which involves physical health, psychosocial status, personal beliefs, social relationships and the environment. Self-care is a practice with direct interference with benefits for maintaining their own health and quality of life. The perception of self-care associated with quality of life becomes a challenge. Objective: To analyze the relationship between self-care and quality of life in health professionals. Method: quantitative, descriptive, cross-sectional study carried out in a city in the southern region of the country. The population consisted of 82 nursing professionals, 20 nurses and 62 nursing technicians, who work in a public hospital of medium complexity of health care. An interview was carried out with an instrument composed of three sections, the first of sociodemographic and occupational characterization, the second by the Scale to Assess Self-Care Capacities - Appraisal of Self-Care Agency Scale (ASA-A) and the third by the quality of life instrument. life, World Health Organization Quality of Life Assessment Instrument – Bref (WHOQOL-Bref). Data were analyzed using descriptive and inferential statistics for comparison between professional categories and the Shapiro-Wilk test and Pearson's correlation coefficient (R) when comparing the results of the instruments used. Results: The results will be presented in the form of two articles. In the first article, self-care and quality of life were compared between nurses and nursing technicians, showing that the majority of the sample reported good capacity for self-care and very good quality of life. The ability for self-care and the quality of life domains did not differ statistically between nursing technicians and nurses, except for the environment domain, in which nurses had better perceptions compared to nursing technicians (p=0.013). In the second article, there was an association between the capacity for self-care and quality of life in nursing professionals, it was identified that the greater the capacity for self-care, the greater the general quality of life (p<0.001), physical (p<0.001), psychological (p<0.001) and environmental (p<0.001), regardless of gender, age, professional class and number of employment relationships. Conclusion: Self-care is essential to maintain workers' health and quality of life. There is a need to develop more research in the field of self-care related to nursing professionals, since care is considered a nursing instrumentporCiências da Saúde - EnfermagemSelf-careQuality of lifeNursing professionalsNursingEnfermagem - AutocuidadoEnfermeiros - Qualidade de vidaProfissionais de enfermagemEnfermagemAutocuidado e qualidade de vida em profissionais de enfermagemSelf-care and quality of life in nursing professionalsinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisCCS - Departamento de EnfermagemPrograma de Pós-Graduação em EnfermagemUniversidade Estadual de Londrina - UEL-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccessMestrado AcadêmicoCentro de Ciências da SaúdeORIGINALCS_ENF_Me_2023_FERREIRA_BRUNA_P .pdfCS_ENF_Me_2023_FERREIRA_BRUNA_P .pdfTexto completo ID. 190231application/pdf731871https://repositorio.uel.br/bitstreams/d9c6cd01-32bb-4234-b8ed-2337278e5aec/downloada08a72098a636c76f13698be2396ab05MD51CS_ENF_Me_2023_FERREIRA_BRUNA_P _TERMO.pdfCS_ENF_Me_2023_FERREIRA_BRUNA_P _TERMO.pdfTermo de autorizaçãoapplication/pdf85821https://repositorio.uel.br/bitstreams/4b8e56cf-7f00-46ec-8efa-4ddcaa622561/download80a909e4bd1bff41e73be844b2f57586MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8555https://repositorio.uel.br/bitstreams/299edee4-3c36-4892-b959-122d8665e101/downloadb0875caec81dd1122312ab77c11250f1MD53TEXTCS_ENF_Me_2023_FERREIRA_BRUNA_P .pdf.txtCS_ENF_Me_2023_FERREIRA_BRUNA_P .pdf.txtExtracted texttext/plain112904https://repositorio.uel.br/bitstreams/5debb74e-9266-433f-922f-7ceca317ea00/download05f279fe33bb19006822b8fe0afafdb1MD54CS_ENF_Me_2023_FERREIRA_BRUNA_P _TERMO.pdf.txtCS_ENF_Me_2023_FERREIRA_BRUNA_P _TERMO.pdf.txtExtracted texttext/plain2https://repositorio.uel.br/bitstreams/04258815-3de5-433d-8677-1f3991f866ec/downloade1c06d85ae7b8b032bef47e42e4c08f9MD56THUMBNAILCS_ENF_Me_2023_FERREIRA_BRUNA_P .pdf.jpgCS_ENF_Me_2023_FERREIRA_BRUNA_P .pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3516https://repositorio.uel.br/bitstreams/e74d0107-7154-4ca4-ab93-b97ebd641e39/downloadfe067f0bd1821940403a2b804cbef06aMD55CS_ENF_Me_2023_FERREIRA_BRUNA_P _TERMO.pdf.jpgCS_ENF_Me_2023_FERREIRA_BRUNA_P _TERMO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg5359https://repositorio.uel.br/bitstreams/b9f335e1-71b1-45c2-aff7-4187e8150000/download8ac8443fc3e1973cf4466082ed7f4b7bMD57123456789/176202024-09-18 03:07:24.626open.accessoai:repositorio.uel.br:123456789/17620https://repositorio.uel.brBiblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bibliotecadigital.uel.br/PUBhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/OAI/oai2.phpbcuel@uel.br||opendoar:2024-09-18T06:07:24Repositório Institucional da UEL - Universidade Estadual de Londrina (UEL)falseQXV0b3Jpem8gYSBkaXZ1bGdhw6fDo28gbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIGRhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBFc3RhZHVhbCBkZSBMb25kcmluYSAocmVwb3NpdG9yaW8udWVsLmJyKSwgZSBwZXJtaXRvIGEgcmVwcm9kdcOnw6NvIHRvdGFsIHBvciBtZWlvIGVsZXRyw7RuaWNvLCBzZW0gcmVzc2FyY2ltZW50byBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGEgT2JyYSwgYSBwYXJ0aXIgZGEgZGF0YSBpbmRpY2FkYSBubyBhcnF1aXZvIChiaXRzdHJlYW0pLCBvdSBhdMOpIHF1ZSBtYW5pZmVzdGHDp8OjbyBlbSBzZW50aWRvIGNvbnRyw6FyaW8gZGUgbWluaGEgcGFydGUgZGV0ZXJtaW5lIGEgY2Vzc2HDp8OjbyBkZXN0YSBhdXRvcml6YcOnw6NvLiBEZWNsYXJvLCB0YW1iw6ltLCBxdWUgbWUgcmVzcG9uc2FiaWxpem8gcGVsbyBjb250ZcO6ZG8gZGEgb2JyYSBvYmpldG8gZGVzdGEgYXV0b3JpemHDp8Ojbywgc2VuZG8gZGUgbWluaGEgcmVzcG9uc2FiaWxpZGFkZSBxdWFpc3F1ZXIgbWVkaWRhcyBqdWRpY2lhaXMgb3UgZXh0cmFqdWRpY2lhaXMgY29uY2VybmVudGVzIGFvIGNvbnRlw7pkby4K |
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