Ações técnicas em jogos reduzidos : relação com o desempenho motor, indicadores de crescimento e testes de habilidades específicas em jovens futebolistas
| Ano de defesa: | 2024 |
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Resumo: | Resumo: O objetivo deste trabalho foi analisar a relação do desempenho motor e habilidade específica com a frequência nas ações técnicas durante jogos reduzidos em jovens futebolistas e suas interações com indicador de maturação biológica A amostra foi composta por 82 jovens futebolistas com idades entre 12 e 15 anos Foram realizadas medidas de tamanho corporal (massa corporal e estatura), raio-X de mão e punho (idade óssea), testes motores (locomoção, equilíbrio e manipulativo), testes de habilidade específica no futebol (condução de bola em linha reta e zigue-zague, precisão no passe e de chute) e a frequência nas ações técnicas em jogos reduzidos (roubadas de bola, domínio de bola, passe neutro, passe ofensivo, perda de bola, chute com sucesso, bolas jogadas e bolas atacadas) Os resultados apontaram uma fraca relação entre a frequência nas ações técnicas em jogos reduzidos com os testes motores (r = ,15; p=,16) e de habilidades específicas (r = ,24; p = ,3), assim como entre a frequência nas ações técnicas com o tamanho corporal, maturação nas categorias sub-13 (entre ,41 e ,49) e na categoria sub-15 (entre ,26 e ,29) O teste de controle de bola em linha reta (CBLR) discriminou corretamente 84% dos atletas nos grupos Alta e Baixa frequência nas ações técnicas Indicadores do desempenho motor explicaram de 6% a 18% da variância da frequência das ações técnicas, sendo o equilíbrio responsável por explicar 1% nas bolas jogadas e 18% no chute com sucesso e a locomoção por volta de 6% no domínio de bola, no entanto ao ser controlado pelos indicadores de tamanho corporal e maturidade esta relação deixou de ser significante Conclui-se que a frequência das ações técnicas em jogos reduzidos tem baixa relação com o desempenho motor e o tamanho corporal e que a variância entre o desempenho motor e a frequência nas ações técnicas foi influenciada pela maturação biológica, sendo o teste de controle de bola em linha reta capaz de discriminar o desempenho em jogos reduzidos em diferentes grupos de frequências de ações técnicas Essas informações tornam-se importantes no processo de ensino e treinamento para profissionais que atuam na iniciação esportiva e nas categorias de base, apontando que testes que envolvam exercícios de condução de bola associados à velocidade podem classificar corretamente o nível de frequência das ações técnicas durante uma partida sem que haja a necessidade de avaliação individual durante as partidas |
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Costa, Julio Cesar daMoura, Felipe Arrudacb66c01e-a079-4009-a468-f82bbaa31010-1Moreira, Alexandre9ca3ea2e-f9b1-4cc2-9b7a-8a2a318b95d8-108bcb313-b11b-4481-a77e-fb96d4ced8206865170b-cf97-4d5f-813e-07a66d1d146dRonque, Enio Ricardo Vaz [Orientador]Londrina2024-05-01T13:45:52Z2024-05-01T13:45:52Z2019.0023.01.2019https://repositorio.uel.br/handle/123456789/11868Resumo: O objetivo deste trabalho foi analisar a relação do desempenho motor e habilidade específica com a frequência nas ações técnicas durante jogos reduzidos em jovens futebolistas e suas interações com indicador de maturação biológica A amostra foi composta por 82 jovens futebolistas com idades entre 12 e 15 anos Foram realizadas medidas de tamanho corporal (massa corporal e estatura), raio-X de mão e punho (idade óssea), testes motores (locomoção, equilíbrio e manipulativo), testes de habilidade específica no futebol (condução de bola em linha reta e zigue-zague, precisão no passe e de chute) e a frequência nas ações técnicas em jogos reduzidos (roubadas de bola, domínio de bola, passe neutro, passe ofensivo, perda de bola, chute com sucesso, bolas jogadas e bolas atacadas) Os resultados apontaram uma fraca relação entre a frequência nas ações técnicas em jogos reduzidos com os testes motores (r = ,15; p=,16) e de habilidades específicas (r = ,24; p = ,3), assim como entre a frequência nas ações técnicas com o tamanho corporal, maturação nas categorias sub-13 (entre ,41 e ,49) e na categoria sub-15 (entre ,26 e ,29) O teste de controle de bola em linha reta (CBLR) discriminou corretamente 84% dos atletas nos grupos Alta e Baixa frequência nas ações técnicas Indicadores do desempenho motor explicaram de 6% a 18% da variância da frequência das ações técnicas, sendo o equilíbrio responsável por explicar 1% nas bolas jogadas e 18% no chute com sucesso e a locomoção por volta de 6% no domínio de bola, no entanto ao ser controlado pelos indicadores de tamanho corporal e maturidade esta relação deixou de ser significante Conclui-se que a frequência das ações técnicas em jogos reduzidos tem baixa relação com o desempenho motor e o tamanho corporal e que a variância entre o desempenho motor e a frequência nas ações técnicas foi influenciada pela maturação biológica, sendo o teste de controle de bola em linha reta capaz de discriminar o desempenho em jogos reduzidos em diferentes grupos de frequências de ações técnicas Essas informações tornam-se importantes no processo de ensino e treinamento para profissionais que atuam na iniciação esportiva e nas categorias de base, apontando que testes que envolvam exercícios de condução de bola associados à velocidade podem classificar corretamente o nível de frequência das ações técnicas durante uma partida sem que haja a necessidade de avaliação individual durante as partidasDissertação (Mestrado em Educação Física) - Universidade Estadual de Londrina, Centro de Educação Física e Esportes, Programa de Pós-Graduação em Educação FísicaAbstract: The aim of this study was to analyze the relationship between motor performance and specific skill with technical performance during reduced games in young soccer players and their interactions with indicators of biological maturation The sample consisted of 82 young soccer players aged between 12 and 15 years Measurements of body size (body mass and stature), X-ray of hand and wrist (bone age), motor tests (locomotion, balance and manipulative), soccer specific skills tests (straight and zigzag ball driving, pass and kick accuracy) and frequency in technical actions in small-side games (stolen ball, ball domain, neutral pass, offensive pass, loss of ball, successful kick, balls thrown and balls attacked) The results showed a weak relationship between the frequency of technical actions in small-side games with motor tests (r = 15, p = 16) and specific abilities (r = 24, p = 3), as well as between the frequency of technical actions with body size, maturation in the U13 categories (between 41 and 49) and in the U15 category (between 26 and 29) The straight ball control Test (CBLR) correctly discriminated 84% of the athletes in the High and Low frequency groups in the technical actions Motor performance indicators explained from 6% to 18% of the variance of the frequency of technical actions, with the balance accounting for 1% in the balls played and 18% in the successful kick and the locomotion around 6% in the ball domain, however, when controlled by indicators of body size and maturity, this relationship is no longer significant It is concluded that the frequency of technical actions in reduced games has low relation with motor performance and body size and that the variance between the motor performance and the frequency in the technical actions is influenced by the biological maturation, being the ball control test able to discriminate the performance in games reduced in different groups of frequencies of technical actions This information becomes important in the teaching and training process for professionals who work in sports initiation and in the basic categories, pointing out that tests involving ball-driving exercises associated with speed can correctly classify the frequency level of technical actions during a departure without the need for individual assessment during the gamesporJogadores de futebolCapacidade motoraCrescimento humanoSoccer playersHuman growthAções técnicas em jogos reduzidos : relação com o desempenho motor, indicadores de crescimento e testes de habilidades específicas em jovens futebolistasinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMestradoEducação FísicaCentro de Educação Física e EsportesPrograma de Pós-Graduação Associado em Educação Física UEM/UEL-1-1reponame:Repositório Institucional da UELinstname:Universidade Estadual de Londrina (UEL)instacron:UELinfo:eu-repo/semantics/openAccess135897vtls000224295SIMvtls000224295http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls00022429564.00SIMhttp://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls0002242956447.pdf123456789/13402 - 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Resumo: O objetivo deste trabalho foi analisar a relação do desempenho motor e habilidade específica com a frequência nas ações técnicas durante jogos reduzidos em jovens futebolistas e suas interações com indicador de maturação biológica A amostra foi composta por 82 jovens futebolistas com idades entre 12 e 15 anos Foram realizadas medidas de tamanho corporal (massa corporal e estatura), raio-X de mão e punho (idade óssea), testes motores (locomoção, equilíbrio e manipulativo), testes de habilidade específica no futebol (condução de bola em linha reta e zigue-zague, precisão no passe e de chute) e a frequência nas ações técnicas em jogos reduzidos (roubadas de bola, domínio de bola, passe neutro, passe ofensivo, perda de bola, chute com sucesso, bolas jogadas e bolas atacadas) Os resultados apontaram uma fraca relação entre a frequência nas ações técnicas em jogos reduzidos com os testes motores (r = ,15; p=,16) e de habilidades específicas (r = ,24; p = ,3), assim como entre a frequência nas ações técnicas com o tamanho corporal, maturação nas categorias sub-13 (entre ,41 e ,49) e na categoria sub-15 (entre ,26 e ,29) O teste de controle de bola em linha reta (CBLR) discriminou corretamente 84% dos atletas nos grupos Alta e Baixa frequência nas ações técnicas Indicadores do desempenho motor explicaram de 6% a 18% da variância da frequência das ações técnicas, sendo o equilíbrio responsável por explicar 1% nas bolas jogadas e 18% no chute com sucesso e a locomoção por volta de 6% no domínio de bola, no entanto ao ser controlado pelos indicadores de tamanho corporal e maturidade esta relação deixou de ser significante Conclui-se que a frequência das ações técnicas em jogos reduzidos tem baixa relação com o desempenho motor e o tamanho corporal e que a variância entre o desempenho motor e a frequência nas ações técnicas foi influenciada pela maturação biológica, sendo o teste de controle de bola em linha reta capaz de discriminar o desempenho em jogos reduzidos em diferentes grupos de frequências de ações técnicas Essas informações tornam-se importantes no processo de ensino e treinamento para profissionais que atuam na iniciação esportiva e nas categorias de base, apontando que testes que envolvam exercícios de condução de bola associados à velocidade podem classificar corretamente o nível de frequência das ações técnicas durante uma partida sem que haja a necessidade de avaliação individual durante as partidas |
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