Impacto da suplementação de citrulina malato no desempenho de testes aeróbicos e anaeróbicos em ciclistas
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual do Norte do Paraná
Brasil UENP/CJ::CCS UENP PPCMH |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.uenp.edu.br/handle/123456789/383 |
Resumo: | Introdução: A musculatura esquelética possui diversas vias metabólicas para suprir as necessidades energéticas durante esforços físicos, seja em competições ou lazer. Nesse contexto, a suplementação de citrulina malato tem ganhado destaque. Este suplemento pode melhorar o desempenho físico ao aumentar a produção de óxido nítrico, reduzir a fadiga muscular e acelerar a recuperação pós-exercício. No ciclismo mountain bike, esses benefícios podem resultar em maior resistência, melhor desempenho e recuperação mais rápida entre os treinos. Objetivo: Verificar a suplementação a curto prazo de citrulina malato utilizada por sete dias consecutivos promove a melhora no efeito residual de um teste aeróbico sobre um teste anaeróbico de ciclistas. Metodologia: O estudo foi um crossover, randomizado, duplo cego, controlado por placebo, com ciclistas masculinos. Os participantes foram divididos em dois momentos, recebendo suplementação de citrulina malato ou placebo. Cada indivíduo recebeu sachês de 8g diárias de citrulina malato acrescidos de 8g de dextrose, enquanto a condição placebo recebeu apenas 8g de dextrose. Os protocolos de testes incluíram um teste de exaustão para avaliar a potência aeróbica e um teste de Wingate para medir a potência anaeróbica dos ciclistas. Resultados: Ao final, foi observado que a ingestão de citrulina malato durante um período de sete dias consecutivos não promoveu melhorias significativas no desempenho de um teste aeróbico (187,11±41,76 watts com placebo vs. 205,22±50,67 watts com citrulina malato). Consequentemente, também não houve melhora no desempenho anaeróbico dos ciclistas amadores (673,41±51,95 watts com placebo vs. 680,5±77,75 watts com citrulina malato). Conclusão: No final, observou-se que a ingestão de citrulina malato durante um período de sete dias consecutivos não promoveu melhorias no desempenho em um teste aeróbico e, consequentemente, não melhorou o desempenho anaeróbico de ciclistas amadores. |
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Impacto da suplementação de citrulina malato no desempenho de testes aeróbicos e anaeróbicos em ciclistasÓxido nítricoCiclistasCitrulina malatoDesempenho aeróbico e anaeróbicoCiências da SaúdeIntrodução: A musculatura esquelética possui diversas vias metabólicas para suprir as necessidades energéticas durante esforços físicos, seja em competições ou lazer. Nesse contexto, a suplementação de citrulina malato tem ganhado destaque. Este suplemento pode melhorar o desempenho físico ao aumentar a produção de óxido nítrico, reduzir a fadiga muscular e acelerar a recuperação pós-exercício. No ciclismo mountain bike, esses benefícios podem resultar em maior resistência, melhor desempenho e recuperação mais rápida entre os treinos. Objetivo: Verificar a suplementação a curto prazo de citrulina malato utilizada por sete dias consecutivos promove a melhora no efeito residual de um teste aeróbico sobre um teste anaeróbico de ciclistas. Metodologia: O estudo foi um crossover, randomizado, duplo cego, controlado por placebo, com ciclistas masculinos. Os participantes foram divididos em dois momentos, recebendo suplementação de citrulina malato ou placebo. Cada indivíduo recebeu sachês de 8g diárias de citrulina malato acrescidos de 8g de dextrose, enquanto a condição placebo recebeu apenas 8g de dextrose. Os protocolos de testes incluíram um teste de exaustão para avaliar a potência aeróbica e um teste de Wingate para medir a potência anaeróbica dos ciclistas. Resultados: Ao final, foi observado que a ingestão de citrulina malato durante um período de sete dias consecutivos não promoveu melhorias significativas no desempenho de um teste aeróbico (187,11±41,76 watts com placebo vs. 205,22±50,67 watts com citrulina malato). Consequentemente, também não houve melhora no desempenho anaeróbico dos ciclistas amadores (673,41±51,95 watts com placebo vs. 680,5±77,75 watts com citrulina malato). Conclusão: No final, observou-se que a ingestão de citrulina malato durante um período de sete dias consecutivos não promoveu melhorias no desempenho em um teste aeróbico e, consequentemente, não melhorou o desempenho anaeróbico de ciclistas amadores.Introduction: Skeletal muscles have various metabolic pathways to meet energy demands during physical exertion, whether in competitions or leisure activities. In this context, citrulline malate supplementation has gained prominence. This supplement can enhance physical performance by increasing nitric oxide production, reducing muscle fatigue, and accelerating post-exercise recovery. In mountain biking, these benefits can lead to greater endurance, better performance, and faster recovery between training sessions. Objective: To verify whether shortterm citrulline malate supplementation for seven consecutive days improves the residual effect of an aerobic test on an anaerobic test in cyclists. Methodology: The study was a randomized, double-blind, placebo-controlled crossover trial with male cyclists. Participants were divided into two periods, receiving either citrulline malate or a placebo. Each individual received daily sachets containing 8g of citrulline malate plus 8g of dextrose, while the placebo group received only 8g of dextrose. The test protocols included an exhaustion test to assess aerobic power and a Wingate test to measure the cyclists' anaerobic power. Results: At the end of the study, it was observed that seven days of consecutive citrulline malate intake did not significantly improve performance in the aerobic test (187.11±41.76 watts with placebo vs. 205.22±50.67 watts with citrulline malate). Consequently, there was also no improvement in the anaerobic performance of amateur cyclists (673.41±51.95 watts with placebo vs. 680.5±77.75 watts with citrulline malate). Conclusion: In conclusion, seven consecutive days of citrulline malate intake did not enhance performance in an aerobic test and, consequently, did not improve the anaerobic performance of amateur cyclists.Universidade Estadual do Norte do ParanáBrasilUENP/CJ::CCSUENPPPCMHSantos, Claudinei Ferreira doshttp://lattes.cnpq.br/3714147530384082Campos Neto, Eurico Lara de2024-11-22T19:31:43Z2024-11-22T19:31:43Z2024-04-30info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://repositorio.uenp.edu.br/handle/123456789/383porreponame:Repositório da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP)instname:Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP)instacron:UENPinfo:eu-repo/semantics/openAccess2024-11-22T16:32:09Zoai:repositorio.uenp.edu.br:123456789/383Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.uenp.edu.br/server/oai/request?verb=Identifyrepositorio@uenp.edu.bropendoar:2024-11-22T16:32:09Repositório da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) - Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP)false |
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