Schinus molle L.: Perfil químico e biológico de óleos essenciais e extrato aquoso

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Machado, Camila Dias lattes
Orientador(a): Manfron, Jane lattes
Banca de defesa: Chaves, Douglas Siqueira de Almeida, Santos, Vera Lucia Pereira dos, Farago, Paulo Vitor, Koga, Adriana Yuriko
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual de Ponta Grossa
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmaceuticas
Departamento: Departamento de Ciências Farmacêuticas
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://tede2.uepg.br/jspui/handle/prefix/4420
Resumo: Schinus molle L. (Anacardiaceae) é uma árvore nativa do Sul do Brasil e conhecida popularmente como aroeira, aroeira-da-praia e aroeira-salsa. Na medicina tradicional, é utilizada como analgésico, antifúngico, anti-hipertensivo, anti-inflamatório, antimicrobiano, antisséptico, diurético e inseticida. Considerando a ampla utilização, o potencial terapêutico e a variabilidade química em diferentes épocas do ano, o trabalho objetivou determinar o perfil fitoquímico das folhas de S. molle nas quatro estações do ano e avaliar as atividades biológicas e investigar a genotoxicidade, além de avaliar os efeitos cardioprotetores dos extratos aquosos. Os óleos essenciais foram caracterizados por cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas (CG- EM) e cromatografia em camada delgada de alta eficiência (CCDAE). A atividade antioxidante foi determinada pelos métodos de formação do complexo fosfomolibdênio, DPPH e TBARS. A atividade antimicrobiana do óleo essencial (verão) foi avaliada frente a Proteus mirabilis, Candida albicans, Enterococcus faecalis, Staphylococcus aureus, Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae e Pseudomonas aeruginosa pela análise da concentração inibitória mínima (CIM) e da concentração bactericida mínima (CBM). A atividade citotóxica foi verificada pela viabilidade celular de linhagens celulares derivados do câncer humano e células renais normais. A ação anti-inflamatória do óleo essencial foi avaliada pelos testes de sensibilidade mecânica (Von Frey), ao frio e edema de pata. A fração solúvel em etanol de S. molle (FSESM) foi submetida à estudos de toxicidade aguda, genotoxicidade e efeitos cardioprotetores em animais. O perfil químico dos óleos essenciais evidenciou para o verão - óxido de cariofileno (8,88%), β-pineno (8,84%), E-cariofileno (7,53%), limoneno (6,11%), α-muuroleno (5,42%) e espatulenol (5,88%); primavera – limoneno (5,27%); outono – zonareno (9,27%), globulol (7,84%) e canfeno (5,19%); inverno – muurolol (19,40%), α-cadinol (16,32%), ledol (14,46%) e óxido de cariofileno (11,44%). A CCDAE identificou a variabilidade química dos óleos essenciais nas quatro estações. A atividade antimicrobiana evidenciou-se em 0,203 g/mL (CIM) para E. coli. A citotoxicidade foi comprovada para três linhagens de células tumorais: BT-549 (câncer de mama), SK-MEL (melanoma) e KB (células tumorais formadoras de queratina) para IC50 (concentração inibitória média) com valores de 70 μg/mL, 92 μg/mL e 100 μg/mL, respectivamente. E para as células renais normais (células VERO), a citotoxicidade em IC50 foi de 79 μg/mL. A ação anti- inflamatória do óleo essencial foi considerada significativa. Além disso, a atividade antioxidante também foi comprovada. O perfil químico da FSESM revelou ácidos orgânicos, derivados do ácido benzóico, álcool benzílico, derivados do ácido fenilpropanóide, flavonoides, procianidinas, megaestigmanos o-glicosilados e ácidos graxos. FSESM não demonstrou efeitos tóxicos na dose máxima de 2000 mg/kg. Nos testes de genotoxicidade, FSESM (5, 50 e 300 mg/kg) não causou danos no DNA e nos eritrócitos. Os efeitos cardioprotetores de FSESM não foram comprovadas pela avaliação da atividade diurética e reatividade vascular em leito mesentérico. Para essa pesquisa, os resultados identificaram a variabilidade química da composição, a atividade antimicrobiana, citotóxica e antioxidante dos óleos essenciais das folhas de S. molle, e a ausência de genotoxicidade e a segurança da administração oral de FSESM.
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A citotoxicidade foi comprovada para três linhagens de células tumorais: BT-549 (câncer de mama), SK-MEL (melanoma) e KB (células tumorais formadoras de queratina) para IC50 (concentração inibitória média) com valores de 70 μg/mL, 92 μg/mL e 100 μg/mL, respectivamente. E para as células renais normais (células VERO), a citotoxicidade em IC50 foi de 79 μg/mL. A ação anti- inflamatória do óleo essencial foi considerada significativa. Além disso, a atividade antioxidante também foi comprovada. O perfil químico da FSESM revelou ácidos orgânicos, derivados do ácido benzóico, álcool benzílico, derivados do ácido fenilpropanóide, flavonoides, procianidinas, megaestigmanos o-glicosilados e ácidos graxos. FSESM não demonstrou efeitos tóxicos na dose máxima de 2000 mg/kg. Nos testes de genotoxicidade, FSESM (5, 50 e 300 mg/kg) não causou danos no DNA e nos eritrócitos. Os efeitos cardioprotetores de FSESM não foram comprovadas pela avaliação da atividade diurética e reatividade vascular em leito mesentérico. Para essa pesquisa, os resultados identificaram a variabilidade química da composição, a atividade antimicrobiana, citotóxica e antioxidante dos óleos essenciais das folhas de S. molle, e a ausência de genotoxicidade e a segurança da administração oral de FSESM.Schinus molle L. (Anacardiaceae) is a medicinal tree native from South of Brazil and traditionally known as aroeira, aroeira-da-praia and aroeira-salsa. In the traditional medicine, is used as analgesic, antifungic, antihypertensive, anti-inflammatory, antimicrobial, antisseptic, diuretic and insecticide. Considering, the wide utilization of the medicinal specie in the traditional medicine, the therapeutic potential and the chemical variability in the different seasons of the year, the work aimed to determine the phytochemical profile of the essential oil of S. molle leaves in four seasons of the year and to evaluate the biological activities and investigating the genotoxicity and cardioprotective effects of the aqueous extracts. The essential oils were characterized by gas chromatography-mass spectrometry (GC-MS) and high-performance thin layer chromatography (HPLC). The antioxidant activity was determined by phosphomolybdenum assay, DPPH and TBARS. For the essential oil (summer), the antimicrobial activity was evaluated against Proteus mirabilis, Candida albicans, Enterococcus faecalis, Staphylococcus aureus, Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae and Pseudomonas aeruginosa by minimal inhibitory concentration (MIC). The cytotoxic activity was verified by cell viability of tumor cell and normal kidney cell lines. The anti-inflammatory action of the essential oil was evaluated by mechanical sensitivity test (Von Frey), to cold and paw edema. The fraction soluble in ethanol of S. molle (FSESM) was submitted to acute toxicity studies, genotoxicity and cardioprotective effect in animals. The chemical profile for the essential oils evidenced to summer - the caryophyllene oxide (8,88%), β-pinene (8,84%), E–caryophyllene (7,53%), limonene (6,11%), α-muurolene (5,42%) and spatulenol (5,88%); spring – limonene (5,27%); fall – zonarene (9,27%), globulol (7,84%) and camphene (5,19%); winter – muurolol (19,40%), α-cadinol (16,32%), ledol (14,46%) and caryophyllene oxide (11,44%). The HPLC identified the chemical variability of essential oils in the four seasons. The antimicrobial activity showed in 0,203 g/mL (MIC) against E. coli. The cytotoxicity was verified to three lineages of tumoral cells: BT-549 (breast cancer), SK- MEL (melanoma) and KB (keratin-forming tumor cells) for IC50 (mean inhibitory concentration) for values of 70 μg/mL, 92 μg/mL and 100 μg/mL, respectively. And to the normal kidney cells (VERO cells), the cytotoxicity in IC50 79 μg/mL was verified. The anti-inflammatory activity was considered significant. In addition, the antioxidant activity was proved it. The FSESM chemical profile revealed organic acids, derived from benzoic acid, derivates of phenylpropanoid acid, flavonoids, procyanidins, o- glycosylated megastigmanes and fatty acids. FSESM did not demonstrate toxic effects at maximum dose of 2000 mg/kg. In the genotoxicity assay, FSESM (5, 50 and 300 mg/kg) did not caused damages in the DNA and erythrocytes. The cardioprotective effects of FSESM were not proven by evaluation of diuretic activity and vascular reactivity in mesenteric beds. For this research, was identified a chemical variability of the composition, the antimicrobial, cytotoxic and antioxidant activity of the oil essential from leaves of S. molle, in addition to prove the absence of genotoxicity and the safety oral administration of FSESM.Submitted by Angela Maria de Oliveira (amolivei@uepg.br) on 2024-12-06T21:04:33Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Camila Dias Machado.pdf: 3507804 bytes, checksum: 1a7aef4686798d83299341e4adaf37d4 (MD5)Made available in DSpace on 2024-12-06T21:04:33Z (GMT). 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