Eficiência e seletividade do herbicida terbutilazina aplicado em pré-emergência e pós-emergência no milho

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Briega, Anderson Henrique lattes
Orientador(a): Costa, Neumárcio Vilanova da lattes
Banca de defesa: Dalazen, Giliardi lattes, Fornarolli, Donizeti Aparecido
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual de Ponta Grossa
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Agronomia
Departamento: Departamento de Agronomia
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://tede2.uepg.br/jspui/handle/prefix/4556
Resumo: A terbutilazina tem uma persistência mais longa no solo compara a atrazina, dessa forma acredita-se que a terbutilazina apresente maior controle de plantas daninhas do que atrazina na cultura do milho. Com isso, objetivou-se avaliar a eficiência e a seletividade da terbutilazina aplicado em pré-emergência e pós-emergência na cultura do milho. Quatro experimentos foram realizados em condições de campo. Os experimentos corresponderam a modalidade de aplicação dos herbicidas em pré e pós-emergência das plantas daninhas e do milho, sendo dois experimentos (pré e pós) conduzidos no município de Ponta Grossa e dois experimentos (pré e pós) conduzidos em Tibagi, no estado do Paraná, Brasil. O Delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso, com quatro repetições. Os tratamentos em cada experimento corresponderam a: Testemunha não capinada, testemunha capinada, terbutilazina (500 g ha-1), terbutilazina (1000 g ha-1), terbutilazina (1500 g ha-1), terbutilazina (2000 g ha-1) e atrazina (2000 g ha-1). Na modalidade de aplicação em pré-emergência, no município de Ponta Grossa, o tratamento terbutilazina (2000 g ha-1) obteve o controle de todas as plantas daninhas avaliadas superior a 80% até os 28 dias após a aplicação. Enquanto a atrazina no mesmo período obteve o controle inferior a está porcentagem para a Chenopodium album e Brachiaria plantagina. Na mesma modalidade de aplicação em Tibagi, a terbutilazina (1500 g ha-1 e 2000 g ha-1) também obteve o controle superior a 80% nas plantas daninhas avaliadas, enquanto a atrazina obteve o controle inferior a 80% para Eleusine indica. Na modalidade de aplicação em pós-emergência, no município de Ponta Grossa, a terbutilazina (2000 g ha-1) foi eficaz para todas as plantas daninhas avaliadas, sendo superior ao tratamento com atrazina. Enquanto na cidade de Tibagi, a atrazina obteve controle inferior a 80% para as plantas daninhas avaliadas e a terbutilazina controlou de forma eficiente a espécie Galinsoga parviflora. Além disso, o controle das plantas daninhas dos 35 aos 56 dias após a aplicação foram maiores com a aplicação da terbutilazina (dose de 2000 g ha-1), do que para da atrazina em todos os experimentos, indicando maior atividade residual do herbicida no solo. Consequentemente, maiores ganhos de produtividade foram observadas para os tratamentos com maior nível de controle de plantas daninhas e para a testemunha capinada. Contudo, a terbutilazina foi superior a atrazina no controle das plantas daninhas independente da modalidade de aplicação e da localização.
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Quatro experimentos foram realizados em condições de campo. Os experimentos corresponderam a modalidade de aplicação dos herbicidas em pré e pós-emergência das plantas daninhas e do milho, sendo dois experimentos (pré e pós) conduzidos no município de Ponta Grossa e dois experimentos (pré e pós) conduzidos em Tibagi, no estado do Paraná, Brasil. O Delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso, com quatro repetições. Os tratamentos em cada experimento corresponderam a: Testemunha não capinada, testemunha capinada, terbutilazina (500 g ha-1), terbutilazina (1000 g ha-1), terbutilazina (1500 g ha-1), terbutilazina (2000 g ha-1) e atrazina (2000 g ha-1). Na modalidade de aplicação em pré-emergência, no município de Ponta Grossa, o tratamento terbutilazina (2000 g ha-1) obteve o controle de todas as plantas daninhas avaliadas superior a 80% até os 28 dias após a aplicação. Enquanto a atrazina no mesmo período obteve o controle inferior a está porcentagem para a Chenopodium album e Brachiaria plantagina. Na mesma modalidade de aplicação em Tibagi, a terbutilazina (1500 g ha-1 e 2000 g ha-1) também obteve o controle superior a 80% nas plantas daninhas avaliadas, enquanto a atrazina obteve o controle inferior a 80% para Eleusine indica. Na modalidade de aplicação em pós-emergência, no município de Ponta Grossa, a terbutilazina (2000 g ha-1) foi eficaz para todas as plantas daninhas avaliadas, sendo superior ao tratamento com atrazina. Enquanto na cidade de Tibagi, a atrazina obteve controle inferior a 80% para as plantas daninhas avaliadas e a terbutilazina controlou de forma eficiente a espécie Galinsoga parviflora. Além disso, o controle das plantas daninhas dos 35 aos 56 dias após a aplicação foram maiores com a aplicação da terbutilazina (dose de 2000 g ha-1), do que para da atrazina em todos os experimentos, indicando maior atividade residual do herbicida no solo. Consequentemente, maiores ganhos de produtividade foram observadas para os tratamentos com maior nível de controle de plantas daninhas e para a testemunha capinada. Contudo, a terbutilazina foi superior a atrazina no controle das plantas daninhas independente da modalidade de aplicação e da localização.Terbuthylazine has a longer persistence in the soil compared to atrazine, therefore it is believed that terbuthylazine has greater weed control than atrazine in corn crops. With this, the objective was to evaluate the efficiency and selectivity of terbuthylazine applied pre-emergence and post emergence in corn crops. Four experiments were carried out under field conditions. The experiments corresponded to the mode of application of herbicides in pre and post-emergence of weeds and corn, with two experiments (pre and post) conducted in the municipality of Ponta Grossa and two experiments (pre and post) conducted in Tibagi, in the state from Paraná, Brazil. The experimental design used was randomized blocks, with four replications. The treatments in each experiment corresponded to: Control not weeded, control weeded, terbuthylazine (500 g ha-1), terbuthylazine (1000 g ha-1), terbuthylazine (1500 g ha-1), terbuthylazine (2000 g ha-1) and atrazine (2000 g ha-1). In the pre-emergence application modality, in the municipality of Ponta Grossa, the terbuthylazine treatment (2000 g ha-1) achieved control of all weeds evaluated by more than 80% up to 28 days after application. While atrazine in the same period achieved control below this percentage for Chenopodium album and Brachiaria plantagina. In the same application modality in Tibagi, terbuthylazine (1500 g ha-1 and 2000 g ha-1) also achieved control greater than 80% on the evaluated weeds, while atrazine achieved control below 80% for Eleusine indica. In the post-emergence application modality, in the municipality of Ponta Grossa, terbuthylazine (2000 g ha-1) was effective for all weeds evaluated, being superior to treatment with atrazine. While in the city of Tibagi, atrazine achieved control of less than 80% of the weeds evaluated and terbuthylazine efficiently controlled the Galinsoga parviflora species. Furthermore, weed control from 35 to 56 days after application was greater with the application of terbuthylazine (dose of 2000 g ha-1) than with atrazine in all experiments, indicating greater residual activity of the herbicide in the ground. Consequently, greater productivity gains were observed for treatments with a higher level of weed control and for the weeded control. However, terbuthylazine was superior to atrazine in controlling weeds regardless of application modality and location.Submitted by Angela Maria de Oliveira (amolivei@uepg.br) on 2025-05-12T00:23:12Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Anderson Henrique Briega.pdf: 980609 bytes, checksum: 7b86cdae2963ef17fc204e94a8882690 (MD5)Made available in DSpace on 2025-05-12T00:23:12Z (GMT). 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