Vozes autistas: processos de inclusão/exclusão escolar
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Educação e Humanidades::Faculdade de Educação Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Educação |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/22946 |
Resumo: | A inclusão escolar de pessoas autistas ainda se configura como um desafio significativo em muitos contextos. Frente a isso, o conceito de inclusão em Educação busca minimizar as pressões excludentes objetivando promover a participação, a aprendizagem e o desenvolvimento de todos os indivíduos. Intencionando contribuir para a Educação na perspectiva inclusiva, o presente estudo teve por objetivo principal investigar e analisar os processos potencialmente inclusivos/excludentes no contexto da Educação Básica de pessoas autistas, a partir de seus próprios relatos. O estudo, de natureza qualitativa, utilizou o método de História de Vida, para realizar entrevistas remotas abertas. Os sujeitos e protagonistas da pesquisa foram oito pessoas autistas, com idade variando entre 20 e 37 anos, de ambos os gêneros. A análise dos dados se deu mediante análise de conteúdos, e as categorias foram distribuídas em três eixos temáticos: Trajetória de Escolarização; Processos Pedagógicos; Relacionamentos. Buscamos superar a visão sobre a condição do autismo enquanto um déficit, reconhecendo-o como parte constitutiva da identidade dos sujeitos, corroborando com o fato de todos os participantes da pesquisa se identificarem como pessoas autistas. Com base na análise dos relatos sobre a vida escolar dos participantes da pesquisa, os resultados destacaram que as experiências escolares foram permeadas por diversas barreiras que dificultaram sua participação, desenvolvimento e aprendizagem. Os relatos sobre as trajetórias de escolarização revelaram aspectos críticos que moldaram as experiências dessas pessoas, destacando tanto os aspectos positivos quanto os desafios. A interação com a estrutura escolar frequentemente apresentou barreiras, exigindo adequações individuais. A noção de diferença e a construção da identidade influenciaram a autopercepção e as relações sociais. O desempenho acadêmico foi impactado pelas adequações e apoio recebido, ou por sua ausência. Desafios sensoriais, emocionais e ambientais também emergiram como fatores cruciais que afetaram o bem-estar e a aprendizagem. Se tratando dos processos pedagógicos, os relatos destacam tanto experiências positivas de acolhimento e práticas adequadas quanto momentos de dificuldades e falta de compreensão e preparo por parte dos professores. Esses relatos sublinham a importância do professor enquanto um mediador no processo de ensino-aprendizagem de estudantes autistas. Nesse sentido, a acessibilidade curricular, o acolhimento e estratégias flexíveis, que considerem as necessidades individuais, são fundamentais para vislumbrar uma perspectiva inclusiva. No quesito relacionamentos, a escola é apontada por uma dicotomia: por um lado, é vista como um espaço de socialização que possibilitou a criação de relações interpessoais e o desenvolvimento de habilidade sociais; por outro lado, foi marcada principalmente por dificuldades significativas de socialização, a partir das inúmeras barreiras relatadas, como o bullying, capacitismo, estigma, rótulos e estereótipos, resultando em exclusões. A partir dos desafios relatados pelos sujeitos autistas em seu processo de escolarização, evidencia-se a necessidade de reestruturação escolar, adotando a perspectiva inclusiva como um princípio orientador de ações e reflexões. Neste sentido, a escola deve assumir a responsabilidade de atender às demandas educacionais de todos os estudantes, promovendo a participação, aprendizagem e desenvolvimento integral. |
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Vozes autistas: processos de inclusão/exclusão escolarAutistic Voices: Processes of school inclusion/exclusionAutismoInclusãoHistória de vidaEducação InclusivaAutismInclusionLife historyInclusive educationCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOA inclusão escolar de pessoas autistas ainda se configura como um desafio significativo em muitos contextos. Frente a isso, o conceito de inclusão em Educação busca minimizar as pressões excludentes objetivando promover a participação, a aprendizagem e o desenvolvimento de todos os indivíduos. Intencionando contribuir para a Educação na perspectiva inclusiva, o presente estudo teve por objetivo principal investigar e analisar os processos potencialmente inclusivos/excludentes no contexto da Educação Básica de pessoas autistas, a partir de seus próprios relatos. O estudo, de natureza qualitativa, utilizou o método de História de Vida, para realizar entrevistas remotas abertas. Os sujeitos e protagonistas da pesquisa foram oito pessoas autistas, com idade variando entre 20 e 37 anos, de ambos os gêneros. A análise dos dados se deu mediante análise de conteúdos, e as categorias foram distribuídas em três eixos temáticos: Trajetória de Escolarização; Processos Pedagógicos; Relacionamentos. Buscamos superar a visão sobre a condição do autismo enquanto um déficit, reconhecendo-o como parte constitutiva da identidade dos sujeitos, corroborando com o fato de todos os participantes da pesquisa se identificarem como pessoas autistas. Com base na análise dos relatos sobre a vida escolar dos participantes da pesquisa, os resultados destacaram que as experiências escolares foram permeadas por diversas barreiras que dificultaram sua participação, desenvolvimento e aprendizagem. Os relatos sobre as trajetórias de escolarização revelaram aspectos críticos que moldaram as experiências dessas pessoas, destacando tanto os aspectos positivos quanto os desafios. A interação com a estrutura escolar frequentemente apresentou barreiras, exigindo adequações individuais. A noção de diferença e a construção da identidade influenciaram a autopercepção e as relações sociais. O desempenho acadêmico foi impactado pelas adequações e apoio recebido, ou por sua ausência. Desafios sensoriais, emocionais e ambientais também emergiram como fatores cruciais que afetaram o bem-estar e a aprendizagem. Se tratando dos processos pedagógicos, os relatos destacam tanto experiências positivas de acolhimento e práticas adequadas quanto momentos de dificuldades e falta de compreensão e preparo por parte dos professores. Esses relatos sublinham a importância do professor enquanto um mediador no processo de ensino-aprendizagem de estudantes autistas. Nesse sentido, a acessibilidade curricular, o acolhimento e estratégias flexíveis, que considerem as necessidades individuais, são fundamentais para vislumbrar uma perspectiva inclusiva. No quesito relacionamentos, a escola é apontada por uma dicotomia: por um lado, é vista como um espaço de socialização que possibilitou a criação de relações interpessoais e o desenvolvimento de habilidade sociais; por outro lado, foi marcada principalmente por dificuldades significativas de socialização, a partir das inúmeras barreiras relatadas, como o bullying, capacitismo, estigma, rótulos e estereótipos, resultando em exclusões. A partir dos desafios relatados pelos sujeitos autistas em seu processo de escolarização, evidencia-se a necessidade de reestruturação escolar, adotando a perspectiva inclusiva como um princípio orientador de ações e reflexões. Neste sentido, a escola deve assumir a responsabilidade de atender às demandas educacionais de todos os estudantes, promovendo a participação, aprendizagem e desenvolvimento integral.The inclusion of autistic individuals in schools remains a significant challenge in many contexts. In response to this, the concept of inclusion in education seeks to minimize exclusionary pressures with the goal of promoting participation, learning, and the development of all individuals. Aiming to contribute to education from an inclusive perspective, this study’s main objective was to investigate and analyze the potentially inclusive/exclusive processes within the context of Basic Education for autistic individuals, based on their own accounts. This qualitative study employed the Life History method, using open-ended remote interviews. The research subjects and protagonists were eight autistic individuals, aged between 20 and 37, of various genders. Data analysis was conducted through content analysis, with categories distributed across three thematic axes: Schooling Trajectories, Pedagogical Processes, and Relationships. We sought to move beyond the view of autism as a deficit, recognizing it as an integral part of the identity of the subjects, and reinforcing the fact that all participants in the study identified themselves as autistic individuals. Based on the analysis of their school experiences, the results highlighted that their educational experiences were permeated by several barriers that hindered their participation, development, and learning. The accounts of their schooling trajectories revealed critical aspects that shaped their experiences, highlighting both positive aspects and challenges. Interaction with the school structure often presented barriers, requiring individual adjustments. The notion of difference and the construction of identity influenced self-perception and social relationships. Academic performance was impacted by the accommodations and support received, or by their absence. Sensory, emotional, and environmental challenges also emerged as crucial factors affecting their well-being and learning. Regarding pedagogical processes, the accounts highlighted both positive experiences of acceptance and adequate practices, as well as moments of difficulty and lack of understanding or preparedness from teachers. These accounts underscore the importance of the teacher as a mediator in the teaching-learning process for autistic students. In this sense, curricular accessibility, welcoming environments, and flexible strategies that consider individual needs are fundamental to envision an inclusive perspective. In terms of relationships, school is viewed through a dichotomy: on one hand, it is seen as a social space that enabled the creation of interpersonal relationships and the development of social skills; on the other hand, it was marked by significant socialization difficulties due to numerous reported barriers, such as bullying, ableism, stigma, labels, and stereotypes, often resulting in exclusion. Based on the challenges reported by autistic individuals regarding their schooling process, the need for school restructuring becomes evident, adopting an inclusive perspective as a guiding principle for actions and reflections. In this sense, schools must take responsibility for meeting the educational demands of all students, promoting participation, learning, and integral development.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESUniversidade do Estado do Rio de JaneiroCentro de Educação e Humanidades::Faculdade de EducaçãoBrasilUERJPrograma de Pós-Graduação em EducaçãoGlat , Rosanahttp://lattes.cnpq.br/3913283461109185Redig, Annie GomesFonseca, Michele Pereira de Souza daEstef, SuzanliLupetina, RaffaelaOliveira, Victor Barreto Neves de2024-10-11T22:34:31Z2024-07-23info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfOLIVEIRA, Victor Barreto Neves de. Vozes autistas: processos de inclusão/exclusão escolar. 2024. 155 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2024.http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/22946porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJinstname:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)instacron:UERJ2024-10-11T22:35:32Zoai:www.bdtd.uerj.br:1/22946Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bdtd.uerj.br/PUBhttps://www.bdtd.uerj.br:8443/oai/requestbdtd.suporte@uerj.bropendoar:29032024-10-11T22:35:32Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)false |
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