Tendências e obstáculos na gestão e organização da rede hospitalar do SUS no contexto da experiência internacional
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro Biomédico::Instituto de Medicina Social Hesio Cordeiro Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/22458 |
Resumo: | Este trabalho propõe a adoção de novos critérios na organização e gestão dos cuidados hospitalares do SUS, que, diante da heterogeneidade da oferta tanto quantitativa como qualitativa, não tem permitido de forma ampla e em nível nacional a necessária integração com a atenção primária e demais níveis de atenção, ferindo, assim, os princípios de universalidade, equidade e integralidade previstos na nossa Política Nacional de Saúde. Esses problemas são abordados à luz das experiências nacionais e internacionais de forma sistemática, levando em conta aspectos importantes para a gestão dos hospitais modernos, como financiamento em função de metas assistenciais, autonomia administrativa dentro de normas bem-estabelecidas em contratos de gestão, remuneração dos profissionais condizente com suas responsabilidades e desempenho, incorporação tecnológica obedecendo à necessidade de serviços baseados em critérios populacionais, programas de qualidade e segurança do paciente, entre outros, que devem – estes sim – ser conduzidos pela administração pública, por serem papéis inalienáveis do Estado. O estudo é uma pesquisa exploratória, de revisão narrativa, que busca descrever o desenvolvimento do assunto de modo sucinto e não sistemático, proporcionando rápida atualização sobre a temática. Procura analisar a institucionalização e as formas de colaboração público-privada que, aliadas à regionalização, sejam uma oportunidade de consolidação da assistência hospitalar do SUS sustentável, à luz da experiência nacional e internacional. Os principais pressupostos deste estudo são que um conjunto de ações de Estado – que incluem a institucionalização dos hospitais públicos, o estabelecimento de parcerias público-privadas, a implementação das redes de cuidados hospitalares e integração com os demais níveis de atenção, tomados de forma concomitante – poderiam contribuir para consolidar o SUS como um sistema universal de saúde. Após um longo processo de discussão política e social marcado por divergências ideológicas ao longo de 34 anos de consagração do SUS, parece haver condições objetivas para que isso ocorra, embora com algum esforço, em função dos descaminhos percorridos, marcados por discussões político-ideológicas e dificuldades financeiras que fizeram com que as condições críticas para chegarmos a esse resultado fossem postergadas. |
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Tendências e obstáculos na gestão e organização da rede hospitalar do SUS no contexto da experiência internacionalTrends and obstacles in the management and organization of the SUS hospital network in the context of international experienceAdministração em Saúde PúblicaSistema Único de SaúdeHospitais PúblicosAtenção à SaúdeRegionalização da SaúdeServiços ContratadosCuidados HospitalaresInstitucionalizaçãoParcerias Público-PrivadasRegiões de SaúdeSUSHospital careInstitutionalizationPublic-Private PartnershipsHealth RegionsSUSCIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVAEste trabalho propõe a adoção de novos critérios na organização e gestão dos cuidados hospitalares do SUS, que, diante da heterogeneidade da oferta tanto quantitativa como qualitativa, não tem permitido de forma ampla e em nível nacional a necessária integração com a atenção primária e demais níveis de atenção, ferindo, assim, os princípios de universalidade, equidade e integralidade previstos na nossa Política Nacional de Saúde. Esses problemas são abordados à luz das experiências nacionais e internacionais de forma sistemática, levando em conta aspectos importantes para a gestão dos hospitais modernos, como financiamento em função de metas assistenciais, autonomia administrativa dentro de normas bem-estabelecidas em contratos de gestão, remuneração dos profissionais condizente com suas responsabilidades e desempenho, incorporação tecnológica obedecendo à necessidade de serviços baseados em critérios populacionais, programas de qualidade e segurança do paciente, entre outros, que devem – estes sim – ser conduzidos pela administração pública, por serem papéis inalienáveis do Estado. O estudo é uma pesquisa exploratória, de revisão narrativa, que busca descrever o desenvolvimento do assunto de modo sucinto e não sistemático, proporcionando rápida atualização sobre a temática. Procura analisar a institucionalização e as formas de colaboração público-privada que, aliadas à regionalização, sejam uma oportunidade de consolidação da assistência hospitalar do SUS sustentável, à luz da experiência nacional e internacional. Os principais pressupostos deste estudo são que um conjunto de ações de Estado – que incluem a institucionalização dos hospitais públicos, o estabelecimento de parcerias público-privadas, a implementação das redes de cuidados hospitalares e integração com os demais níveis de atenção, tomados de forma concomitante – poderiam contribuir para consolidar o SUS como um sistema universal de saúde. Após um longo processo de discussão política e social marcado por divergências ideológicas ao longo de 34 anos de consagração do SUS, parece haver condições objetivas para que isso ocorra, embora com algum esforço, em função dos descaminhos percorridos, marcados por discussões político-ideológicas e dificuldades financeiras que fizeram com que as condições críticas para chegarmos a esse resultado fossem postergadas.This work proposes the adoption of new criteria in the organization and management of SUS hospital care, which, given the heterogeneity of both quantitative and qualitative provision, has not allowed the necessary integration with primary care and other levels on a national level. of care, thus violating the principles of universality, equity, and comprehensiveness provided for in our National Health Policy. These problems are systematically addressed in the light of national and international experiences, considering important aspects of the management of modern hospitals, such as financing based on care goals, administrative autonomy within well-established standards in management contracts, remuneration of professionals consistent with their responsibilities and performance, technological incorporation in compliance with the need for services based on population criteria, quality, and patient safety programs, among others, which the public administration must lead, as they are inalienable roles of the State. It is an exploratory, narrative review research, which aims to describe the development of the subject in a concise and non-systematic way, providing a quick update on the topic. It aims to analyze institutionalization and forms of public-private collaboration that, combined with regionalization, help consolidate sustainable SUS hospital care, considering national and international experience. The main assumptions of this study are that a set of State actions – which include the institutionalization of public hospitals, the establishment of public-private partnerships, the implementation of hospital care networks, and integration with other levels of care, taken concomitantly – could contribute to consolidating the SUS as a universal health system. After a long process of political and social discussion marked by ideological divergences over 34 years of consecration of the SUS, there seem to be objective conditions for this to occur, although with some effort, due to the paths taken, marked by political-ideological discussions and financial difficulties meaning that the critical conditions for achieving this result were postponed.Universidade do Estado do Rio de JaneiroCentro Biomédico::Instituto de Medicina Social Hesio CordeiroBrasilUERJPrograma de Pós-Graduação em Saúde ColetivaLevcovitz, EduardoDal Poz, Mario RobertoOliveira, Fabiano Saldanha Gomes deBahia, LigiaMartins, Monica SilvaCaixeiro, Frederico Tadeu Oliveira2024-07-24T16:06:56Z2024-03-12info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfCAIXEIRO, Frederico Tadeu Oliveira. Tendências e obstáculos na gestão e organização da rede hospitalar do SUS no contexto da experiência internacional. 2024. 92 f. Tese (Doutorado em Saúde Coletiva) - Instituto de Medicina Social Hesio Cordeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2024.http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/22458porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJinstname:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)instacron:UERJ2024-07-24T16:07:46Zoai:www.bdtd.uerj.br:1/22458Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.bdtd.uerj.br/PUBhttps://www.bdtd.uerj.br:8443/oai/requestbdtd.suporte@uerj.bropendoar:29032024-07-24T16:07:46Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)false |
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