AS GRANDES ESPERANÇAS DO SR. PIP: UM ESTUDO INTERTEXTUAL
| Ano de defesa: | 2016 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Instituto de Letras
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Literatura e Cultura
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/26457 |
Resumo: | Esta dissertação busca identificar e analisar os diversos vínculos intertextuais presentes no romance neozelandês O Sr. Pip (2007), de Lloyd Jones, em especial aqueles estabelecidos com o romance vitoriano Grandes Esperanças, escrito por Charles Dickens, em 1861. A pesquisa desenvolve-se orientada pelo conceito de intertextualidade, derivado dos estudos do filósofo russo Mikhail Bakhtin e cunhado por Julia Kristeva, por volta de 1960, na França. Nessa direção, a noção de texto se expande para abrigar não só o texto literário, mas também os variados discursos sociais que definem o contexto de produção de uma obra, como política, religião e a própria língua falada. Evidencia-se, por conseguinte, a teia de diálogo e remissões que se tece no âmbito textual, possibilitando a problematização de conceitos mais tradicionalistas como originalidade e autenticidade. Além disso, a pesquisa debruça-se sobre a acentuada marca da tradição oral na narrativa de O Sr. Pip, apontado pelo próprio autor como fio condutor de sua narrativa. Assim, com base em referenciais teóricos da área de estudos de oralidade como Walter Ong (1998), Erick Havelock (1996) e Paul Zumthor (1993; 2014), busca-se compreender como se opera o discurso oral e de que forma a narrativa de O Sr. Pip, bem como a de Grandes Esperanças se constrói com elementos deste discurso. Vista como um dos intertextos presentes entre os dois romances, a oralidade torna-se um elemento importante na medida em que desloca a narrativa canônica do texto dickensiano, baseada na leitura de livros, para uma contação de histórias, recriando assim o romance inglês em um movimento desconstrutor, possibilitando a problematização da noção de cânone literário. |
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Evidencia-se, por conseguinte, a teia de diálogo e remissões que se tece no âmbito textual, possibilitando a problematização de conceitos mais tradicionalistas como originalidade e autenticidade. Além disso, a pesquisa debruça-se sobre a acentuada marca da tradição oral na narrativa de O Sr. Pip, apontado pelo próprio autor como fio condutor de sua narrativa. Assim, com base em referenciais teóricos da área de estudos de oralidade como Walter Ong (1998), Erick Havelock (1996) e Paul Zumthor (1993; 2014), busca-se compreender como se opera o discurso oral e de que forma a narrativa de O Sr. Pip, bem como a de Grandes Esperanças se constrói com elementos deste discurso. Vista como um dos intertextos presentes entre os dois romances, a oralidade torna-se um elemento importante na medida em que desloca a narrativa canônica do texto dickensiano, baseada na leitura de livros, para uma contação de histórias, recriando assim o romance inglês em um movimento desconstrutor, possibilitando a problematização da noção de cânone literário.This study aims at identifying and analysing the various intertexts found in the New Zealand novel Mr. Pip (2007) by Lloyd Jones, especially those that refer to the Victorian novel Great Expectations, written by Charles Dickens in 1861. This research is guided by the concept of intertextuality derived from Russian philosopher Mikhail Bakhtin’s studies and further developed by Julia Kristeva, around 1960, in France. Thus, the notion of text broadens in order to refer not only to the literary text but also to other social discourses as politics, religion and the spoken language itself. Consequently, the whole network of dialogue and references that operates at the textual level becomes clearer, questioning more conservative concepts such as originality and authenticity. Plus, this research addresses the theme of orality within the narrative of Mr. Pip, which Jones himself affirms to be central to his novel. Therefore, guided by the study of scholars from within the field of Orality and Literacy such as Walter Ong (1998), Erick Havelock (1996) and Paul Zumthor (1993; 2014), this work seeks to understand how the oral discourse operates and how the narratives of Mr. Pip as well as of Great Expectations are shaped by oral features. The oral language, considered here as one of the intertexts between these two novels, becomes then an important element as it transposes the canonical narrative of the Dickensian text, based on the reading of books, into an environment of story-telling, recreating the English novel in a deconstructive movement and questioning the notion of literary canon.Submitted by Roberth Novaes (roberth.novaes@live.com) on 2018-07-11T15:23:45Z No. of bitstreams: 1 AS GRANDES ESPERANÇAS DO SR. PIP - UM ESTUDO INTERTEXTUAL (DISSERTAÇÃO COMPLETA).pdf: 742350 bytes, checksum: 180153cce3b278388400fd09dfe773eb (MD5)Approved for entry into archive by Setor de Periódicos (per_macedocosta@ufba.br) on 2018-07-11T16:52:30Z (GMT) No. of bitstreams: 1 AS GRANDES ESPERANÇAS DO SR. PIP - UM ESTUDO INTERTEXTUAL (DISSERTAÇÃO COMPLETA).pdf: 742350 bytes, checksum: 180153cce3b278388400fd09dfe773eb (MD5)Made available in DSpace on 2018-07-11T16:52:30Z (GMT). No. of bitstreams: 1 AS GRANDES ESPERANÇAS DO SR. 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