Léxico da marginalização: malandragem e ressignificação
| Ano de defesa: | 2025 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | , , |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Bahia
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Língua e Cultura (PPGLINC)
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| Departamento: |
Instituto de Letras
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41486 |
Resumo: | Analisar o fenômeno da marginalização é uma forma prodigiosa de refletir acerca do funcionamento da sociedade brasileira. A partir dele, é possível identificar uma série de processos que repercutem na língua, dentre eles a estereotipação, que se revela como uma contundente forma de opressão contra segmentos excluídos da sociedade. Nesse sentido, designações como “malandro” aparecem como marcadores do estigma atribuído a determinadas pessoas. Por outro lado, um outro processo emerge em contraposição: a ressignificação, pela qual os próprios setores discriminados reagem à pecha que lhes é atribuída. Diante disso, a pesquisa aqui empreendida buscou compreender, paralelamente, tanto a mudança envolvendo as unidades lexicais analisadas como as próprias condições, fatores e circunstâncias que emolduraram esse processo ao longo da história, especulando acerca da existência de um “modo comum histórico” para a trajetória de algumas unidades lexicais que, a despeito de terem sido utilizadas em contextos e com significados distintos, partilham de uma série de elementos em comum. Dessa forma, associando-se às contribuições da Lexicologia Sócio-histórica, este trabalho debruçou-se sobre um amplo corpus, acessado através da Hemeroteca, plataforma da Biblioteca Nacional Digital, o que permitiu a análise de textos, sobretudo jornalísticos, datados entre as décadas de 1810 e 1850, obtendo-se, ao cabo, a consecução de 147 fichas contendo as ocorrências de unidades com radical “malandr-”. Tal operação permitiu mapear os seus usos naquele período a fim de permitir uma análise quantitativa e qualitativa. Para além disso, buscaram-se outros textos, a exemplo de músicas populares do século XX e XXI, com o fito de permitir uma reflexão comparativa entre os signos envoltos sob esse fenômeno. Com essa premissa, a análise das unidades almejou se dar na extensão e diversidade da própria sociedade que as utilizou e transformou, não se restringindo a uma perspectiva oficial e normativa. Nesse processo, apresentou-se a proposta de um campo sociolexical, que surge a partir do diálogo entre a noção de campo social, debatida por Bourdieu (2008), e a de campo linguístico, amplamente analisado por linguistas como Geckeler (1976). Tal categoria, de caráter interdisciplinar – condizente à própria natureza da pesquisa em si –, visou agrupar as unidades que, apesar de terem contextos de uso distintos, passaram por um processo de ressignificação comum, reflexo da similitude dos processos sócio-históricos envolvidos. |
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2025-03-19T15:29:16Z2025-03-19T15:29:16Z12-12-16SANTOS, Yuri Brito. O léxico da marginalização: malandragem e mudança linguística. Dissertação (Mestrado em Língua e Cultura) – Instituto de Letras, Universidade Federal da Bahia. Salvador, p. 256. 2024..https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41486Analisar o fenômeno da marginalização é uma forma prodigiosa de refletir acerca do funcionamento da sociedade brasileira. A partir dele, é possível identificar uma série de processos que repercutem na língua, dentre eles a estereotipação, que se revela como uma contundente forma de opressão contra segmentos excluídos da sociedade. Nesse sentido, designações como “malandro” aparecem como marcadores do estigma atribuído a determinadas pessoas. Por outro lado, um outro processo emerge em contraposição: a ressignificação, pela qual os próprios setores discriminados reagem à pecha que lhes é atribuída. Diante disso, a pesquisa aqui empreendida buscou compreender, paralelamente, tanto a mudança envolvendo as unidades lexicais analisadas como as próprias condições, fatores e circunstâncias que emolduraram esse processo ao longo da história, especulando acerca da existência de um “modo comum histórico” para a trajetória de algumas unidades lexicais que, a despeito de terem sido utilizadas em contextos e com significados distintos, partilham de uma série de elementos em comum. Dessa forma, associando-se às contribuições da Lexicologia Sócio-histórica, este trabalho debruçou-se sobre um amplo corpus, acessado através da Hemeroteca, plataforma da Biblioteca Nacional Digital, o que permitiu a análise de textos, sobretudo jornalísticos, datados entre as décadas de 1810 e 1850, obtendo-se, ao cabo, a consecução de 147 fichas contendo as ocorrências de unidades com radical “malandr-”. Tal operação permitiu mapear os seus usos naquele período a fim de permitir uma análise quantitativa e qualitativa. Para além disso, buscaram-se outros textos, a exemplo de músicas populares do século XX e XXI, com o fito de permitir uma reflexão comparativa entre os signos envoltos sob esse fenômeno. Com essa premissa, a análise das unidades almejou se dar na extensão e diversidade da própria sociedade que as utilizou e transformou, não se restringindo a uma perspectiva oficial e normativa. Nesse processo, apresentou-se a proposta de um campo sociolexical, que surge a partir do diálogo entre a noção de campo social, debatida por Bourdieu (2008), e a de campo linguístico, amplamente analisado por linguistas como Geckeler (1976). Tal categoria, de caráter interdisciplinar – condizente à própria natureza da pesquisa em si –, visou agrupar as unidades que, apesar de terem contextos de uso distintos, passaram por um processo de ressignificação comum, reflexo da similitude dos processos sócio-históricos envolvidos.Analyzing the phenomenon of marginalization is a prodigious way of reflecting on the functioning of Brazilian society. From it, it is possible to identify a series of processes that have repercussions on the language, including stereotyping, which reveals itself as a forceful form of oppression against excluded segments of society. In this sense, designations such as “trickster” appear as brands of the stigma attributed to certain people. On the other hand, another process emerges in contrast: resignification, through which the discriminated sectors themselves react to the blame attributed to them. In view of this, the research undertaken here sought to understand, in parallel, both the change involving the lexical units analyzed and the conditions, factors and circumstances that framed this process throughout history, speculating about the existence of a “historical common mode” for the trajectory of some lexical units that, despite having been used in different contexts and with different meanings, share a series of common elements. In this way, associating itself with the contributions of Socio-historical Lexicology, this work focused on a broad corpus, accessed through the Hemeroteca, a platform of the National Digital Library, which allowed the analysis of texts, especially journalistic ones, corresponding to the first half of the 19th century, resulting in 147 records containing the occurrences of units with the radical “malandr-”. This operation made it possible to map its uses in that period to allow a quantitative and qualitative analysis. Furthermore, other texts were sought, such as popular songs from the 20th and 21st centuries, with the aim of allowing a comparative reflection between the signs involved in this phenomenon. With this premise, the analysis of the units aimed to take place within the extension and diversity of the society that used and transformed them, not being restricted to an official and normative perspective. In this process, the proposal of a sociolexical field was presented, which arises from the dialogue between the notion of social field, discussed by Bourdieu (2008), and that of linguistic field, widely analyzed by linguists such as Geckeler (1976). This category, of an interdisciplinary nature – consistent with the nature of the research itself – aimed to group the units that, despite having different contexts of use, went through a process of common resignification, reflecting the similarity of the socio-historical processes involved.porUniversidade Federal da BahiaPrograma de Pós-Graduação em Língua e Cultura (PPGLINC) UFBABrasilInstituto de LetrasLexiconMarginalityTrickeryReframingLinguísticaLéxicoMarginalidadeMalandragemRessignificaçãoLéxico da marginalização: malandragem e ressignificaçãoLexicon of Marginality: trickery and resignificationMestrado Acadêmicoinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionGonçalves, Eliana Correia Brandãohttps://orcid.org/0000-0003-1064-5382http://lattes.cnpq.br/2864195573613178SAMPAIO, Eliana Rodrigues Trindadehttps://orcid.org/0000-0003-0627-3125http://lattes.cnpq.br/7545418032252439GONÇALVES, Eliana Correia Brandaohttps://orcid.org/0000-0003-1064-5382http://lattes.cnpq.br/2864195573613178FACHIN, Phablo Roberto Marchishttps://orcid.org/0000-0002-2283-3906http://lattes.cnpq.br/7084449649297715SANTOS SOBRINHO, José Amarantehttps://orcid.org/0000-0001-7316-9526http://lattes.cnpq.br/1972144069026603https://orcid.org/0000-0003-0590-3914http://lattes.cnpq.br/3535605126459958Santos, Yuri BritoA ASSEMBLEIA PROVINCIAL DO CEARÁ. 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Analisar o fenômeno da marginalização é uma forma prodigiosa de refletir acerca do funcionamento da sociedade brasileira. A partir dele, é possível identificar uma série de processos que repercutem na língua, dentre eles a estereotipação, que se revela como uma contundente forma de opressão contra segmentos excluídos da sociedade. Nesse sentido, designações como “malandro” aparecem como marcadores do estigma atribuído a determinadas pessoas. Por outro lado, um outro processo emerge em contraposição: a ressignificação, pela qual os próprios setores discriminados reagem à pecha que lhes é atribuída. Diante disso, a pesquisa aqui empreendida buscou compreender, paralelamente, tanto a mudança envolvendo as unidades lexicais analisadas como as próprias condições, fatores e circunstâncias que emolduraram esse processo ao longo da história, especulando acerca da existência de um “modo comum histórico” para a trajetória de algumas unidades lexicais que, a despeito de terem sido utilizadas em contextos e com significados distintos, partilham de uma série de elementos em comum. Dessa forma, associando-se às contribuições da Lexicologia Sócio-histórica, este trabalho debruçou-se sobre um amplo corpus, acessado através da Hemeroteca, plataforma da Biblioteca Nacional Digital, o que permitiu a análise de textos, sobretudo jornalísticos, datados entre as décadas de 1810 e 1850, obtendo-se, ao cabo, a consecução de 147 fichas contendo as ocorrências de unidades com radical “malandr-”. Tal operação permitiu mapear os seus usos naquele período a fim de permitir uma análise quantitativa e qualitativa. Para além disso, buscaram-se outros textos, a exemplo de músicas populares do século XX e XXI, com o fito de permitir uma reflexão comparativa entre os signos envoltos sob esse fenômeno. Com essa premissa, a análise das unidades almejou se dar na extensão e diversidade da própria sociedade que as utilizou e transformou, não se restringindo a uma perspectiva oficial e normativa. Nesse processo, apresentou-se a proposta de um campo sociolexical, que surge a partir do diálogo entre a noção de campo social, debatida por Bourdieu (2008), e a de campo linguístico, amplamente analisado por linguistas como Geckeler (1976). Tal categoria, de caráter interdisciplinar – condizente à própria natureza da pesquisa em si –, visou agrupar as unidades que, apesar de terem contextos de uso distintos, passaram por um processo de ressignificação comum, reflexo da similitude dos processos sócio-históricos envolvidos. |
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