"Etiquetas médicas no campo da saúde mental"

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Dória, André Luís Prado
Orientador(a): Dazzani, Maria Virgínia Machado
Banca de defesa: Veras, Marcelo Frederico Augusto dos Santos, Macedo, Lucíola Freitas de
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Instituto de Psicologia
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Psicologia
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/18876
Resumo: A clínica em Saúde Mental é atravessada atualmente por uma epidemia das classificações, adquirindo uma lógica protocolar, baseada em questionários diagnósticos em detrimento da escuta do sujeito. As etiquetas médicas que por vezes são coladas aos sujeitos, ou às quais os próprios sujeitos se alienam, apresentam uma lógica coletivizadora, de um nome comum para todos, que vai na contramão da clínica do caso a caso. Muitos sujeitos já chegam aos serviços de Saúde Mental com um autodiagnóstico, a partir da proliferação dos nomes oriundos da ciência. Este estudo apresentou como objetivo geral analisar os discursos e as práticas acerca dos diagnósticos psiquiátricos em usuários e técnicos de um CAPS da cidade de Salvador, a partir do referencial teórico da psicanálise. Os objetivos específicos foram descrever o funcionamento de um CAPS, analisar as possibilidades de identificação ao diagnóstico por parte dos usuários e discutir as possibilidades de institucionalização de usuários ao serviço. A própria instituição foi tomada como estudo de caso, a partir de fragmentos de casos de usuários e de acontecimentos no serviço que se relacionaram com o problema de pesquisa. O estudo trouxe a questão de que por vezes o próprio sujeito pode fazer uso do diagnóstico como forma de inserção em uma comunidade que traria um apaziguamento do seu sofrimento psíquico. O transtorno bipolar do humor foi tomado como ilustração da banalização das etiquetas médicas. Se uma das características do modelo anterior de assistência em Saúde Mental era a tendência em promover a institucionalização, esse estudo indicou que os serviços substitutivos também podem estar submetidos a esse risco. The clinic in Mental Health is currently crossed by an epidemic of the classifications, thus acquiring a protocolar logic, based on diagnostic questionnaires in detriment of listening to the individual. The medical labels which sometimes are pasted at the individuals, or to which the subjects themselves become alienated, present a collectivizing logic, of denomination common to all, that goes against the case-to-case clinic. Many individuals already come to Mental Health services with an self-diagnosis, as from the proliferation of names coming from science. This study presented as general goal to analyse the discourses and the practices concerning psychiatric diagnostics in users and technicians of a CAPS (Psychosocial Care Center) from the city of Salvador, from the theoretical referencial of Psychoanalysis. The specific objectives were to describe the functioning of a CAPS, analyze the possibilities of identification to the diagnosis by the users and discuss the possibilities of institutionalization from users of the service. The institution itself was taken as case study, from fragments of users' cases and from occurrences in the service that related with the research problem. The study brought a question that sometimes the individual himself can make use of the diagnosis as a way of insertion in a community which would bring an appeasement of his psychic suffering. The bipolar disorder was taken as illustration of the banalization of the medical labels. If one of the characteristics of the previous assistance model in Mental Health was the tendency in promoting the institutionalization, this study has indicated that the substitutive services may also be submitted to this risk.
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Este estudo apresentou como objetivo geral analisar os discursos e as práticas acerca dos diagnósticos psiquiátricos em usuários e técnicos de um CAPS da cidade de Salvador, a partir do referencial teórico da psicanálise. Os objetivos específicos foram descrever o funcionamento de um CAPS, analisar as possibilidades de identificação ao diagnóstico por parte dos usuários e discutir as possibilidades de institucionalização de usuários ao serviço. A própria instituição foi tomada como estudo de caso, a partir de fragmentos de casos de usuários e de acontecimentos no serviço que se relacionaram com o problema de pesquisa. O estudo trouxe a questão de que por vezes o próprio sujeito pode fazer uso do diagnóstico como forma de inserção em uma comunidade que traria um apaziguamento do seu sofrimento psíquico. O transtorno bipolar do humor foi tomado como ilustração da banalização das etiquetas médicas. Se uma das características do modelo anterior de assistência em Saúde Mental era a tendência em promover a institucionalização, esse estudo indicou que os serviços substitutivos também podem estar submetidos a esse risco. The clinic in Mental Health is currently crossed by an epidemic of the classifications, thus acquiring a protocolar logic, based on diagnostic questionnaires in detriment of listening to the individual. The medical labels which sometimes are pasted at the individuals, or to which the subjects themselves become alienated, present a collectivizing logic, of denomination common to all, that goes against the case-to-case clinic. Many individuals already come to Mental Health services with an self-diagnosis, as from the proliferation of names coming from science. This study presented as general goal to analyse the discourses and the practices concerning psychiatric diagnostics in users and technicians of a CAPS (Psychosocial Care Center) from the city of Salvador, from the theoretical referencial of Psychoanalysis. The specific objectives were to describe the functioning of a CAPS, analyze the possibilities of identification to the diagnosis by the users and discuss the possibilities of institutionalization from users of the service. The institution itself was taken as case study, from fragments of users' cases and from occurrences in the service that related with the research problem. The study brought a question that sometimes the individual himself can make use of the diagnosis as a way of insertion in a community which would bring an appeasement of his psychic suffering. The bipolar disorder was taken as illustration of the banalization of the medical labels. If one of the characteristics of the previous assistance model in Mental Health was the tendency in promoting the institutionalization, this study has indicated that the substitutive services may also be submitted to this risk.Submitted by Oliveira Santos Dilzaná (dilznana@yahoo.com.br) on 2016-04-18T14:00:28Z No. of bitstreams: 1 Dissertação de André Luis Prado Dória.pdf: 879221 bytes, checksum: 468ca66a39006469db2d13a42a09a401 (MD5)Approved for entry into archive by Ana Portela (anapoli@ufba.br) on 2016-04-18T15:06:18Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Dissertação de André Luis Prado Dória.pdf: 879221 bytes, checksum: 468ca66a39006469db2d13a42a09a401 (MD5)Made available in DSpace on 2016-04-18T15:06:18Z (GMT). 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