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Por uma poética da audiodescrição de dança: uma proposta para a cena da obra pequetitas coisas entre nós mesmos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Oliveira, Ana
Orientador(a): Castro, Fátima Campos Daltro de
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/12421
Resumo: A pesquisa se constitui numa proposta da audiodescrição de dança para o público adulto. Trata-se de um estudo de natureza qualitativa acerca da tradução de imagens de dança para adultos cegos e com baixa visão. Entende-se por audiodescrição (AD) de dança uma modalidade de tradução audiovisual intersemiótica, bem como uma arte que visa transformar as informações visuais em palavras como recurso de acessibilidade. A pesquisa nasce da urgência em semear uma busca por uma Poética da Audiodescrição de Dança, que tem como inspiração, para a escrita do roteiro, a recriação/transcriação de Campos (1992), uma vez que a dança apresenta ou quase não apresenta outros códigos sonoros verbais para que o espectador com deficiência visual construa sentidos para a obra. O estudo sugere também a compreensão de “mudanças de imaginário” que se faz vívida por uma epistemologia do Sul de Santos (2002) no que tange aos questionamentos sobre as Normas Internacionais de Audiodescrição. Tomamos como base a cena da obra de dança Pequetitas Coisas Entre Nós Mesmos (2011), do Grupo X de Improvisação em Dança, para construir os primeiros parâmetros no roteiro com a cocriação do público-alvo, ou seja, nosso objetivo foi delinear os primeiros passos que possam contribuir para o campo da audiodescrição de dança partindo do fazer da dança, sobretudo improvisação junto às pessoas com deficiência visual. No âmbito acadêmico e de impacto social, a pesquisa se justifica por contribuir para o entendimento da Dança como área promovedora de conhecimento e por provocar os espaços de arte/cultura em relação à importância e obrigatoriedade da audiodescrição, visto que se tornou um direito garantido pela legislação brasileira. Os parâmetros utilizados no roteiro foram traçados através da obra o “Dicionário Laban” de Rengel (2003), bem como outros elementos importantes na dramaturgia da dança, e delineou-se então: movimento (Fatores do Movimento), as ações corporais básicas e os verbos de combinações de ideias; corpos dançantes (forma corpórea e figurinos dos dançarinos); níveis; ritmo-tempo e espaço (direção espacial e espaço cênico). Foram convidados 20 adultos a participar desta pesquisa desenvolvida na ABC (Associação Baiana de Cegos) em Salvador (BA). Dentre eles, participaram também algumas pessoas do CAP (Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual). Na coleta de dados foram utilizados diferentes instrumentos para as três fases dos procedimentos metodológicos: entrevistas de discussão de grupo (roda de entrevistas compartilhadas em cada oficina de dança e na apresentação da cena audiodescrita como teste); observações realizadas durante ou após as oficinas de dança; anotações no diário de campo; perguntas disparadoras durante as oficinas de dança e observações no processo de cocriação da cena do roteiro de audiodescrição. Foi possível o registro de fotos e gravações, o que possibilitou uma análise com mais precisão dos fatos ocorridos. A recriação demonstrou-se válida no processo de construção imagética dos envolvidos e a cocriação, por potencializar habilidades no corpo, se constituiu em um aspecto fundamental de conhecimento do público-alvo, auxiliando, a saber, sobre suas descrições. Acredita-se que os parâmetros ampliam o cenário da AD de dança, podendo ser aplicados e atualizados a depender de cada contexto de dança, bem como implementados nos cursos de formação de AD.
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O estudo sugere também a compreensão de “mudanças de imaginário” que se faz vívida por uma epistemologia do Sul de Santos (2002) no que tange aos questionamentos sobre as Normas Internacionais de Audiodescrição. Tomamos como base a cena da obra de dança Pequetitas Coisas Entre Nós Mesmos (2011), do Grupo X de Improvisação em Dança, para construir os primeiros parâmetros no roteiro com a cocriação do público-alvo, ou seja, nosso objetivo foi delinear os primeiros passos que possam contribuir para o campo da audiodescrição de dança partindo do fazer da dança, sobretudo improvisação junto às pessoas com deficiência visual. No âmbito acadêmico e de impacto social, a pesquisa se justifica por contribuir para o entendimento da Dança como área promovedora de conhecimento e por provocar os espaços de arte/cultura em relação à importância e obrigatoriedade da audiodescrição, visto que se tornou um direito garantido pela legislação brasileira. 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Na coleta de dados foram utilizados diferentes instrumentos para as três fases dos procedimentos metodológicos: entrevistas de discussão de grupo (roda de entrevistas compartilhadas em cada oficina de dança e na apresentação da cena audiodescrita como teste); observações realizadas durante ou após as oficinas de dança; anotações no diário de campo; perguntas disparadoras durante as oficinas de dança e observações no processo de cocriação da cena do roteiro de audiodescrição. Foi possível o registro de fotos e gravações, o que possibilitou uma análise com mais precisão dos fatos ocorridos. A recriação demonstrou-se válida no processo de construção imagética dos envolvidos e a cocriação, por potencializar habilidades no corpo, se constituiu em um aspecto fundamental de conhecimento do público-alvo, auxiliando, a saber, sobre suas descrições. 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