Ocorrência de infecção por leishmania infantum em felinos domésticos de municípios endêmicos para leishmaniose canina no estado da Bahia
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Bahia
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal nos Trópicos (PPGCAT)
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| Departamento: |
Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42954 |
Resumo: | Este estudo investigou a ocorrência de infecção por Leishmania infantum em gatos e cães coabitando em abrigos ou domicílios localizados em diferentes municípios endêmicos para leishmaniose canina (LCan) na Bahia. Foram incluídos no estudo 97 gatos e 154 cães. Esses animais foram avaliados por meio de exame físico e, quando viável, de patologia clínica, além de sorologia para a detecção de anticorpos anti Leishmania. Amostras de medula óssea foram colhidas para citologia e análise por meio de PCR para detecção de DNA e identificação do parasito A infecção por L. infantum foi confirmada por PCR em 21,6% (21/97) dos gatos analisados. Neste trabalho, os gatos cujo exame citológico evidenciou formas amastigotas de Leishmania em amostras de medula óssea ou de outros tecidos, foram caracterizados como portadores de infecção ativa. Dentre os 21 gatos avaliados, cinco (23,8%) apresentavam, assim, infecção ativa. Foi padronizado um teste ELISA in house utilizando o antígeno rk39, para detecção de soropositividade para anticorpos anti Leishmania em gatos, cujos resultados foram comparados aos resultados do teste rápido Dual Path Platform - TR-DPP® (Biomanguinhos). A positividade no ELISA foi determinada em 7,4% (6/81) e no TR-DPP® em 4,9% (4/81) dos gatos. Os cães testados por meio de PCR apresentaram positividade para DNA de L. infantum em 29,5% (39/132) dos cães testados. A taxa de soropositividade nos cães, nos testes TR-DPP® e/ou ELISA-EIE® (Biomanguinhos), foi de 21,5% (31/144). A maioria dos gatos infectados apresentava pelo menos um sinal clínico de leishmaniose felina (LFe), sendo os sinais cutâneos os mais frequentes. Verificou-se uma associação significante entre infecção e alterações oculares e mucosas hipocoradas (p = 0,0109; IC = 1,291 a 15,23). Este é o primeiro registro da infecção por L. infantum em gatos nos municípios de Salvador, Lauro de Freitas, Itaberaba e Vera Cruz. Os achados indicam que gatos expostos à infecção por L. infantum em áreas endêmicas para LCan podem desenvolver infecção ativa e doença clínica – a LFe. Esses resultados ressaltam a importância da inclusão dessa espécie em estudos clínicos e epidemiológicos para caracterizar os fatores relacionados à participação do gato no ciclo de transmissão e ao desenvolvimento da LFe por L. infantum no Brasil. Estudos bem fundamentados poderão contribuir para o conhecimento e assim desenvolvimento e implementação de estratégias coerentes de vigilância e controle da leishmaniose zoonótica nas áreas endêmicas. |
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Este é o primeiro registro da infecção por L. infantum em gatos nos municípios de Salvador, Lauro de Freitas, Itaberaba e Vera Cruz. Os achados indicam que gatos expostos à infecção por L. infantum em áreas endêmicas para LCan podem desenvolver infecção ativa e doença clínica – a LFe. Esses resultados ressaltam a importância da inclusão dessa espécie em estudos clínicos e epidemiológicos para caracterizar os fatores relacionados à participação do gato no ciclo de transmissão e ao desenvolvimento da LFe por L. infantum no Brasil. Estudos bem fundamentados poderão contribuir para o conhecimento e assim desenvolvimento e implementação de estratégias coerentes de vigilância e controle da leishmaniose zoonótica nas áreas endêmicas.This study investigated the occurrence of Leishmania infantum infection in cats and dogs cohabiting in shelters or households located in different municipalities endemic for canine leishmaniasis (CanL) in the state of Bahia, Brazil. The study included 97 cats and 154 dogs. These animals were evaluated through physical examination and, when feasible, clinical pathology, as well as serological testing for the detection of anti Leishmania antibodies. Bone marrow samples were collected for cytology and analyzed via PCR for DNA detection and parasite identification. Infection by L. infantum was confirmed by PCR in 21.6% (21/97) of the cats analyzed. In this study, cats whose cytological exams showed amastigote forms of Leishmania in bone marrow or other tissue samples were classified as having active infection. Among the 21 cats evaluated, five (23.8%) showed evidence of active infection. An in-house ELISA test using the rk39 antigen was standardized for the detection of anti-Leishmania antibodies in cats, and the results were compared with those from the Dual Path Platform rapid test (TR-DPP®, Biomanguinhos). ELISA positivity was observed in 7.4% (6/81), and TR-DPP® positivity in 4.9% (4/81) of the cats. Among dogs tested by PCR, 29.5% (39/132) were positive for L. infantum DNA. The seropositivity rate in dogs, based on TR-DPP® and/or ELISA-EIE® (Biomanguinhos) tests, was 21.5% (31/144). Most infected cats exhibited at least one clinical sign of feline leishmaniasis (FeL), with skin lesions being the most frequent. A significant association was found between infection and ocular alterations and pale mucous membranes (p = 0.0109; CI = 1.291 to 15.23). This is the first report of L. infantum infection in cats in the municipalities of Salvador, Lauro de Freitas, Itaberaba, and Vera Cruz. The findings indicate that cats exposed to L. infantum infection in areas endemic for CanL may develop active infection and clinical disease—FeL. These results highlight the importance of including this species in clinical and epidemiological studies to better characterize the factors related to the role of cats in the transmission cycle and the development of FeL caused by L. infantum in Brazil. Well-founded studies may contribute to knowledge and, consequently, to the development and implementation of coherent surveillance and control strategies for zoonotic leishmaniasis in endemic areas.porUniversidade Federal da BahiaPrograma de Pós-Graduação em Ciência Animal nos Trópicos (PPGCAT)UFBABrasilEscola de Medicina Veterinária e ZootecniaBahiadogfeline leishmaniasisCNPQ::CIENCIAS AGRARIASBahiaCãoLeishmaniose felinaMedicina veterináriaDoenças transmissíveis em animaisGatos - DoençasCães - DoençasLeishmaniose - BahiaLeishmaniose - Bahia - EpidemiologiaZoonoses - BahiaOcorrência de infecção por leishmania infantum em felinos domésticos de municípios endêmicos para leishmaniose canina no estado da BahiaOccurrence of Leishmania infantum infection in domestic felines from different cities in Bahia endemic for canine leishmaniasisMestrado Acadêmicoinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionMelo, Stella Maria Barrouinhttp://lattes.cnpq.br/7782249817559981Pinho , Flaviane Alves dehttp://lattes.cnpq.br/7999303505478829Silvestre, Ricardo Jorge LealAlmeida, Nádia Rossi deUzêda, Rosângela Soareshttp://lattes.cnpq.br/0418934677383768Luz, Thamires Carvalho dainfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFBAinstname:Universidade Federal da Bahia (UFBA)instacron:UFBAORIGINALD-Thamires Carvalho.pdfD-Thamires Carvalho.pdfD-Thamires Carvalhoapplication/pdf2426836https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/42954/1/D-Thamires%20Carvalho.pdff0716bf1f553b12f4feea9a4756c4917MD51open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain1720https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/42954/2/license.txtd9b7566281c22d808dbf8f29ff0425c8MD52open accessri/429542025-09-17 14:28:47.606open accessoai:repositorio.ufba.br:ri/42954TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBvIGF1dG9yIG91IHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsIHRyYWR1emlyIChjb25mb3JtZSBkZWZpbmlkbyBhYmFpeG8pIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3Vtbykgbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlL291IGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBlL291IHbDrWRlby4KCk8gYXV0b3Igb3UgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IgY29uY29yZGEgcXVlIG8gUmVwb3NpdMOzcmlvIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIGUvb3UgZm9ybWF0byBwYXJhIGZpbnMgZGUgcHJlc2VydmHDp8OjbywgcG9kZW5kbyBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY8OzcGlhIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLiAKCk8gYXV0b3Igb3UgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IgZGVjbGFyYSBxdWUgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIMOpIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIGFvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0byBvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBSRVNVTFRFIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTywgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPLCBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyBFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKTyBSZXBvc2l0w7NyaW8gc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyLCBjbGFyYW1lbnRlLCBvIChzKSBzZXUocykgbm9tZSAocykgb3UgbyAocykgbm9tZSAocykgZG8gKHMpIGRldGVudG9yIChlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufba.br/oai/requestrepositorio@ufba.bropendoar:19322025-09-17T17:28:47Repositório Institucional da UFBA - Universidade Federal da Bahia (UFBA)false |
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