Caldeirão e Assentamento 10 de Abril: passado e presente na luta por terra no Cariri cearense
| Ano de defesa: | 2010 |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/7941 |
Resumo: | O modo como são construídas, organizadas e apropriadas as memórias e identidades dos camponeses que conquistaram o Assentamento 10 de Abril, bem como daqueles que nasceram ou chegaram muito jovens ao local e também participam da construção deste território camponês configura o foco de análise da pesquisa. O assentamento estudado localiza-se no município de Crato, sul do Ceará. Sua conquista ocorreu em 1991, a partir de uma ocupação de terras na área onde no passado existiu a comunidade camponesa do Caldeirão da Santa Cruz do Deserto, destruída por forças militares do Governo do Estado do Ceará em 1936. Trata-se de um assentamento que possui uma conotação simbólica significativa, em razão do local que escolheram para a ocupação, repleto de fatos marcantes e relatos controversos. O assentamento também é referência para a região por ser fruto da primeira ação do Movimento Sem Terra (MST) no Cariri cearense, dando início à luta pela reforma agrária de maneira organizada nessa parte do Estado. Nesse contexto da discussão sobre os problemas no campo, o trabalho apresenta uma análise sobre a formação da estrutura agrária da microrregião homogênea do Cariri, do surgimento de comunidades rurais a partir de influências do Padre Cícero, além da realização de diagnóstico sobre o tamanho e características das propriedades locais, realizadas a partir de dados do INCRA e do IBGE. Aprofundando-se no universo do assentamento, buscou-se refletir: quando antigos moradores “recordam” velhos anseios e quando jovens “(re)conhecem” as suas necessidades, tornando as suas perspectivas conhecidas, fica mais fácil de se organizar e trabalhar a gestão em um assentamento rural? Dos mais antigos, buscou-se saber opiniões a respeito da posse da terra, investigando a relação entre o espaço vivido e o percebido, a partir do modo como estes veem a concretização do projeto de assentamento pelo qual lutaram. Dos jovens buscou-se saber como ocorre a inserção dos mesmos nas atividades da comunidade, bem como quais são os seus interesses profissionais e o local que desejam morar no futuro. Para a execução da pesquisa ouviu-se as memórias e percepções dos camponeses, a partir da metodologia da história oral. No primeiro momento, optou-se pela transcrição literal das histórias de vida dos sujeitos da pesquisa, para que seus relatos e opiniões pudessem ser vistos de modo não fragmentado. Em seguida, respeitando as particularidades do lugar e das pessoas, essas informações foram analisadas, interpretadas e contextualizadas com as discussões a respeito da questão agrária brasileira. Os resultados apontaram que com o passar dos anos vem ocorrendo uma readequação das aspirações camponesas no assentamento, resultado dos diferentes anseios de cada geração. Com isso a juventude tem apresentado uma tendência ao rompimento com os valores dos assentados mais antigos, principalmente em relação à prática do trabalho coletivo, manifestando também o desejo de se assalariar fora do assentamento |
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Sua conquista ocorreu em 1991, a partir de uma ocupação de terras na área onde no passado existiu a comunidade camponesa do Caldeirão da Santa Cruz do Deserto, destruída por forças militares do Governo do Estado do Ceará em 1936. Trata-se de um assentamento que possui uma conotação simbólica significativa, em razão do local que escolheram para a ocupação, repleto de fatos marcantes e relatos controversos. O assentamento também é referência para a região por ser fruto da primeira ação do Movimento Sem Terra (MST) no Cariri cearense, dando início à luta pela reforma agrária de maneira organizada nessa parte do Estado. 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