Futuro da matriz elétrica brasileira
| Ano de defesa: | 2023 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Link de acesso: | http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/74399 |
Resumo: | A análise da Matriz Elétrica Brasileira -MEB, despertou o interesse acadêmico a partir da crise hídrica, em 2001, obrigando o governo, a iniciativa privada e a sociedade pensar alternativas para solucionar o problema. Percebe-se que as políticas de diversificação da MEB não sofreram grandes alterações função de que em 2021 uma nova crise hídrica comprometeu o fornecimento de energia, agora com características mais graves que a anterior. O impacto causado pelas crises hídricas no fornecimento de energia elétrica é resultado da composição da matriz elétrica eminentemente hidráulica, sujeita às condições climáticas, construída no Brasil. Identificou-se que apesar de ser uma matriz fortemente renovável apresenta característica não sustentável por não garantir o abastecimento de energia elétrica do país nos períodos de estiagem. Deste modo, investigou-se como se configura o futuro da matriz elétrica brasileira. Para que os objetivos fossem atingidos utilizou-se o método misto, abordagem que envolve a coleta de dados quantitativos e qualitativos integrando os dois tipos de dados. A coleta dos dados feita em duas etapas: um survey utilizando um questionário estruturado com profissionais que atuam no setor de energia; e uma entrevista semiestruturada com questões abertas, com cinco especialistas considerados de “notório saber” do setor. A análise dos dados foi realizada por meio de estatística descritiva com suporte do Excel e análise de conteúdo de Bardin, tendo-se os resultados comparados com os Indicadores de Energia para o Desenvolvimento Sustentável (EISD) para avaliação da aderência da MEB a estes indicadores. Concluiu-se que o Brasil, bem como o restante do mundo, está com o olhar voltado para a transição energética por se tratar de um momento desafiador para a humanidade. O aumento da temperatura do planeta e as consequentes catástrofes climáticas que tem ocorrido em todos os países, proporcionou um contexto mundial que favorece o Brasil pelo seu vasto e diverso potencial de geração de energia limpa. O mesmo contexto está direcionando a MEB para implantação de parques eólicos offshore, disseminação da fonte solar por Geração Distribuída (GD) e para produção de Hidrogênio Verde em larga escala. O estudo contribui com o setor elétrico brasileiro uma vez que apresenta uma análise atualizada da composição da matriz bem como os fatores que favorecem e dificultam transformá-la uma matriz elétrica sustentável sob o ponto de vista do fornecimento de energia. Contribui, também, com a academia, trazendo a análise de um setor em que ainda é explorado, com maior ênfase, sob a ótica das ciências exatas. |
| id |
UFC-7_cd3ecfba039a9caf5b73787c6d3198e0 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.ufc.br:riufc/74399 |
| network_acronym_str |
UFC-7 |
| network_name_str |
Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Moraes, Maria Ludmilla Campos deMarques, Érico Veras2023-09-19T17:45:11Z2023-09-19T17:45:11Z2023MORAES, Maria Ludmilla Campos de. Futuro da matriz elétrica brasileira. 100 f. 2023. Dissertação (Mestrado Profissional em Administração e Controladoria) – Faculdade de Economia, Administração, Atuária e Contabilidade, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2023.http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/74399A análise da Matriz Elétrica Brasileira -MEB, despertou o interesse acadêmico a partir da crise hídrica, em 2001, obrigando o governo, a iniciativa privada e a sociedade pensar alternativas para solucionar o problema. Percebe-se que as políticas de diversificação da MEB não sofreram grandes alterações função de que em 2021 uma nova crise hídrica comprometeu o fornecimento de energia, agora com características mais graves que a anterior. O impacto causado pelas crises hídricas no fornecimento de energia elétrica é resultado da composição da matriz elétrica eminentemente hidráulica, sujeita às condições climáticas, construída no Brasil. Identificou-se que apesar de ser uma matriz fortemente renovável apresenta característica não sustentável por não garantir o abastecimento de energia elétrica do país nos períodos de estiagem. Deste modo, investigou-se como se configura o futuro da matriz elétrica brasileira. Para que os objetivos fossem atingidos utilizou-se o método misto, abordagem que envolve a coleta de dados quantitativos e qualitativos integrando os dois tipos de dados. A coleta dos dados feita em duas etapas: um survey utilizando um questionário estruturado com profissionais que atuam no setor de energia; e uma entrevista semiestruturada com questões abertas, com cinco especialistas considerados de “notório saber” do setor. A análise dos dados foi realizada por meio de estatística descritiva com suporte do Excel e análise de conteúdo de Bardin, tendo-se os resultados comparados com os Indicadores de Energia para o Desenvolvimento Sustentável (EISD) para avaliação da aderência da MEB a estes indicadores. Concluiu-se que o Brasil, bem como o restante do mundo, está com o olhar voltado para a transição energética por se tratar de um momento desafiador para a humanidade. O aumento da temperatura do planeta e as consequentes catástrofes climáticas que tem ocorrido em todos os países, proporcionou um contexto mundial que favorece o Brasil pelo seu vasto e diverso potencial de geração de energia limpa. O mesmo contexto está direcionando a MEB para implantação de parques eólicos offshore, disseminação da fonte solar por Geração Distribuída (GD) e para produção de Hidrogênio Verde em larga escala. O estudo contribui com o setor elétrico brasileiro uma vez que apresenta uma análise atualizada da composição da matriz bem como os fatores que favorecem e dificultam transformá-la uma matriz elétrica sustentável sob o ponto de vista do fornecimento de energia. Contribui, também, com a academia, trazendo a análise de um setor em que ainda é explorado, com maior ênfase, sob a ótica das ciências exatas.A análise da Matriz Elétrica Brasileira -MEB, despertou o interesse acadêmico a partir da crise hídrica, em 2001, obrigando o governo, a iniciativa privada e a sociedade pensar alternativas para solucionar o problema. Percebe-se que as políticas de diversificação da MEB não sofreram grandes alterações função de que em 2021 uma nova crise hídrica comprometeu o fornecimento de energia, agora com características mais graves que a anterior. O impacto causado pelas crises hídricas no fornecimento de energia elétrica é resultado da composição da matriz elétrica eminentemente hidráulica, sujeita às condições climáticas, construída no Brasil. Identificou-se que apesar de ser uma matriz fortemente renovável apresenta característica não sustentável por não garantir o abastecimento de energia elétrica do país nos períodos de estiagem. Deste modo, investigou-se como se configura o futuro da matriz elétrica brasileira. Para que os objetivos fossem atingidos utilizou-se o método misto, abordagem que envolve a coleta de dados quantitativos e qualitativos integrando os dois tipos de dados. A coleta dos dados feita em duas etapas: um survey utilizando um questionário estruturado com profissionais que atuam no setor de energia; e uma entrevista semiestruturada com questões abertas, com cinco especialistas considerados de “notório saber” do setor. A análise dos dados foi realizada por meio de estatística descritiva com suporte do Excel e análise de conteúdo de Bardin, tendo-se os resultados comparados com os Indicadores de Energia para o Desenvolvimento Sustentável (EISD) para avaliação da aderência da MEB a estes indicadores. Concluiu-se que o Brasil, bem como o restante do mundo, está com o olhar voltado para a transição energética por se tratar de um momento desafiador para a humanidade. O aumento da temperatura do planeta e as consequentes catástrofes climáticas que tem ocorrido em todos os países, proporcionou um contexto mundial que favorece o Brasil pelo seu vasto e diverso potencial de geração de energia limpa. O mesmo contexto está direcionando a MEB para implantação de parques eólicos offshore, disseminação da fonte solar por Geração Distribuída (GD) e para produção de Hidrogênio Verde em larga escala. O estudo contribui com o setor elétrico brasileiro uma vez que apresenta uma análise atualizada da composição da matriz bem como os fatores que favorecem e dificultam transformá-la uma matriz elétrica sustentável sob o ponto de vista do fornecimento de energia. Contribui, também, com a academia, trazendo a análise de um setor em que ainda é explorado, com maior ênfase, sob a ótica das ciências exatas.Futuro da matriz elétrica brasileirainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMatriz elétricaMatriz energéticaSustentabilidadeElectrical matrixEnergy matrixSustainabilityinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)instname:Universidade Federal do Ceará (UFC)instacron:UFChttps://lattes.cnpq.br/2719143567409468http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&id=K4782719A7LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/74399/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52ORIGINAL2023_dis_mlcmoraes.pdf2023_dis_mlcmoraes.pdfapplication/pdf3578757http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/74399/3/2023_dis_mlcmoraes.pdf104364879833e80288941b5be4cb10ebMD53riufc/743992023-09-19 16:00:14.58oai:repositorio.ufc.br:riufc/74399Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.ufc.br/ri-oai/requestbu@ufc.br || repositorio@ufc.bropendoar:2023-09-19T19:00:14Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) - Universidade Federal do Ceará (UFC)false |
| dc.title.pt_BR.fl_str_mv |
Futuro da matriz elétrica brasileira |
| title |
Futuro da matriz elétrica brasileira |
| spellingShingle |
Futuro da matriz elétrica brasileira Moraes, Maria Ludmilla Campos de Matriz elétrica Matriz energética Sustentabilidade Electrical matrix Energy matrix Sustainability |
| title_short |
Futuro da matriz elétrica brasileira |
| title_full |
Futuro da matriz elétrica brasileira |
| title_fullStr |
Futuro da matriz elétrica brasileira |
| title_full_unstemmed |
Futuro da matriz elétrica brasileira |
| title_sort |
Futuro da matriz elétrica brasileira |
| author |
Moraes, Maria Ludmilla Campos de |
| author_facet |
Moraes, Maria Ludmilla Campos de |
| author_role |
author |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Moraes, Maria Ludmilla Campos de |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Marques, Érico Veras |
| contributor_str_mv |
Marques, Érico Veras |
| dc.subject.ptbr.pt_BR.fl_str_mv |
Matriz elétrica Matriz energética Sustentabilidade |
| topic |
Matriz elétrica Matriz energética Sustentabilidade Electrical matrix Energy matrix Sustainability |
| dc.subject.en.pt_BR.fl_str_mv |
Electrical matrix Energy matrix Sustainability |
| description |
A análise da Matriz Elétrica Brasileira -MEB, despertou o interesse acadêmico a partir da crise hídrica, em 2001, obrigando o governo, a iniciativa privada e a sociedade pensar alternativas para solucionar o problema. Percebe-se que as políticas de diversificação da MEB não sofreram grandes alterações função de que em 2021 uma nova crise hídrica comprometeu o fornecimento de energia, agora com características mais graves que a anterior. O impacto causado pelas crises hídricas no fornecimento de energia elétrica é resultado da composição da matriz elétrica eminentemente hidráulica, sujeita às condições climáticas, construída no Brasil. Identificou-se que apesar de ser uma matriz fortemente renovável apresenta característica não sustentável por não garantir o abastecimento de energia elétrica do país nos períodos de estiagem. Deste modo, investigou-se como se configura o futuro da matriz elétrica brasileira. Para que os objetivos fossem atingidos utilizou-se o método misto, abordagem que envolve a coleta de dados quantitativos e qualitativos integrando os dois tipos de dados. A coleta dos dados feita em duas etapas: um survey utilizando um questionário estruturado com profissionais que atuam no setor de energia; e uma entrevista semiestruturada com questões abertas, com cinco especialistas considerados de “notório saber” do setor. A análise dos dados foi realizada por meio de estatística descritiva com suporte do Excel e análise de conteúdo de Bardin, tendo-se os resultados comparados com os Indicadores de Energia para o Desenvolvimento Sustentável (EISD) para avaliação da aderência da MEB a estes indicadores. Concluiu-se que o Brasil, bem como o restante do mundo, está com o olhar voltado para a transição energética por se tratar de um momento desafiador para a humanidade. O aumento da temperatura do planeta e as consequentes catástrofes climáticas que tem ocorrido em todos os países, proporcionou um contexto mundial que favorece o Brasil pelo seu vasto e diverso potencial de geração de energia limpa. O mesmo contexto está direcionando a MEB para implantação de parques eólicos offshore, disseminação da fonte solar por Geração Distribuída (GD) e para produção de Hidrogênio Verde em larga escala. O estudo contribui com o setor elétrico brasileiro uma vez que apresenta uma análise atualizada da composição da matriz bem como os fatores que favorecem e dificultam transformá-la uma matriz elétrica sustentável sob o ponto de vista do fornecimento de energia. Contribui, também, com a academia, trazendo a análise de um setor em que ainda é explorado, com maior ênfase, sob a ótica das ciências exatas. |
| publishDate |
2023 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2023-09-19T17:45:11Z |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2023-09-19T17:45:11Z |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2023 |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.citation.fl_str_mv |
MORAES, Maria Ludmilla Campos de. Futuro da matriz elétrica brasileira. 100 f. 2023. Dissertação (Mestrado Profissional em Administração e Controladoria) – Faculdade de Economia, Administração, Atuária e Contabilidade, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2023. |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/74399 |
| identifier_str_mv |
MORAES, Maria Ludmilla Campos de. Futuro da matriz elétrica brasileira. 100 f. 2023. Dissertação (Mestrado Profissional em Administração e Controladoria) – Faculdade de Economia, Administração, Atuária e Contabilidade, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2023. |
| url |
http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/74399 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) instname:Universidade Federal do Ceará (UFC) instacron:UFC |
| instname_str |
Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| instacron_str |
UFC |
| institution |
UFC |
| reponame_str |
Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| collection |
Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| bitstream.url.fl_str_mv |
http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/74399/2/license.txt http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/74399/3/2023_dis_mlcmoraes.pdf |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 104364879833e80288941b5be4cb10eb |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) - Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| repository.mail.fl_str_mv |
bu@ufc.br || repositorio@ufc.br |
| _version_ |
1847793041863081984 |