Dinâmica socioespacial dos complexos turísticos residenciais nas metrópoles nordestinas
| Ano de defesa: | 2016 |
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Resumo: | O presente trabalho objetiva contribuir na discussão da geografia às transformações socioespaciais inseridos no litoral das metrópoles nordestinas (BA,CE,PE, RN) nos últimos dez anos, através dos Complexos Turísticos Residenciais, partindo da importância de colocar em questão este megaempreendimento, pela sua envergadura de alcance em fluxos (turístico e investimento), impactos (sociais, econômicos e ambientais) e transformações espaciais que atingem o litoral, destacamos os complexos que foram construídos e obtiveram fôlego para se consolidar após a crise econômica mundial de 2008.Neste sentido o presente trabalho buscou realizar um breve contextualização do turismo e da vilegiatura no desenvolvimento de um imobiliário do turismo no Brasil e no Nordeste, debater sobre as atuações, composições e denominações que os Complexos Turísticos refletem como megaempreendimento no espaço, dialogar sobre as dinâmicas socioespaciais do turismo e seus empreendimentos nas metrópoles nordestinas; caracterizar de fato os Complexos Turísticos Residenciais do Nordeste e analisando suas de forma comparativa o porte de estruturas, condições de renda, habitação e saneamento do entorno, além das intervenções sociais nas localidades inseridas. Para tanto, no intento de atingir os objetivos foi utilizado como método as coletas de dados, pesquisas bibliográficas, atividades de campo e entrevistas. Enfim, por meio de todo o estudo realizado foram identificadas que o estado Rio Grande do Norte ficou preso as expectativas e insucessos dos mega empreendimentos internacionais afetados pela crise econômica mundial de 2008, enquanto os outros estados três grandes Complexos Turísticos Residenciais conseguiram se destacar, Aquiraz Riviera(CE) Reserva do Paiva(PE) e o Complexo Turístico Iberostar (BA) que tiveram fomento mais efetivo para sua instalação no mesmo período, a dez anos atrás, embora detenham suas particularidades são caracterizados em uma dinâmica interna de grande porte na conjuntura imobiliária e variedade de equipamentos de lazer, na dinâmica externa inserido em localidades de uma maneira geral deficitárias onde o retorno dos empreendimentos é muito dependente do seu engajamento e a parcerias nas comunidades. |
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Silva, Nayrisson de Jesus Prado daDantas, Eustógio Wanderley Correia2017-12-26T12:57:22Z2017-12-26T12:57:22Z2016SILVA, Nayrisson de Jesus Prado da. Dinâmica socioespacial dos complexos turísticos residenciais nas metrópoles nordestinas. 2016. 259 f. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2017.http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/28731TurismoComplexos turísticos residenciaisSocioespacialNordesteDinâmica socioespacial dos complexos turísticos residenciais nas metrópoles nordestinasDinámica socioespacial de los complejos turísticos residenciales en las metrópolis nordestinasinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisO presente trabalho objetiva contribuir na discussão da geografia às transformações socioespaciais inseridos no litoral das metrópoles nordestinas (BA,CE,PE, RN) nos últimos dez anos, através dos Complexos Turísticos Residenciais, partindo da importância de colocar em questão este megaempreendimento, pela sua envergadura de alcance em fluxos (turístico e investimento), impactos (sociais, econômicos e ambientais) e transformações espaciais que atingem o litoral, destacamos os complexos que foram construídos e obtiveram fôlego para se consolidar após a crise econômica mundial de 2008.Neste sentido o presente trabalho buscou realizar um breve contextualização do turismo e da vilegiatura no desenvolvimento de um imobiliário do turismo no Brasil e no Nordeste, debater sobre as atuações, composições e denominações que os Complexos Turísticos refletem como megaempreendimento no espaço, dialogar sobre as dinâmicas socioespaciais do turismo e seus empreendimentos nas metrópoles nordestinas; caracterizar de fato os Complexos Turísticos Residenciais do Nordeste e analisando suas de forma comparativa o porte de estruturas, condições de renda, habitação e saneamento do entorno, além das intervenções sociais nas localidades inseridas. Para tanto, no intento de atingir os objetivos foi utilizado como método as coletas de dados, pesquisas bibliográficas, atividades de campo e entrevistas. Enfim, por meio de todo o estudo realizado foram identificadas que o estado Rio Grande do Norte ficou preso as expectativas e insucessos dos mega empreendimentos internacionais afetados pela crise econômica mundial de 2008, enquanto os outros estados três grandes Complexos Turísticos Residenciais conseguiram se destacar, Aquiraz Riviera(CE) Reserva do Paiva(PE) e o Complexo Turístico Iberostar (BA) que tiveram fomento mais efetivo para sua instalação no mesmo período, a dez anos atrás, embora detenham suas particularidades são caracterizados em uma dinâmica interna de grande porte na conjuntura imobiliária e variedade de equipamentos de lazer, na dinâmica externa inserido em localidades de uma maneira geral deficitárias onde o retorno dos empreendimentos é muito dependente do seu engajamento e a parcerias nas comunidades.Lo presente trabajo mira contribuir con la discusión de la geografía las transformaciones socioespaciales insertado en el litoral de las metrópolis nordestinas (BA,CE,PE,RN) en los últimos diez años, a través de los Complejos Turísticos Residenciales, partiendo de la importancia de colocar en investigación este mega emprendimiento que por la suya envergadura de alcance en flujos (turísticos y investimentos), impactos (social, económico y ambiental) y transformaciones espaciales que atingen el litoral, destacamos los complexos que fueran construidos e conquistaran aliento después de la crisis económica mundial de 2008. En este sentido el presente trabajo buscó realizar una breve contextualización de lo turismo e de la vilegiatura en lo desarrollo de un inmobiliario turístico en Brasil y en Nordeste, debatir sobre las actuaciones, composiciones y denominaciones que los complejos turísticos refleten como mega emprendimientos en lo espacio, dialogar sobre las dinámicas socioespaciales de turismo e sus emprendimientos en las metrópolis nordestinas; caracterizando de fato los complejos turísticos residenciales de nordeste y analizar de forma comparativa el porte de estructuras, condiciones de renda, habitación y saneamiento de entorno, además las intervenciones sociales en las localidades inseridas. Para tanto, en la intención de atingir los objetivos fue utilizado como método las coletas de dados, pesquisas bibliográficas, actividades de campo, y entrevista. Por último , por medio de todo lo estudio realizado fueran identificados que el estado de Rio Grande do Norte quedose preso en las expectativas y fracasos de los mega emprendimientos internacionales atingidos por la crisis económica mundial de 2008, mientras los otros estados es destacados tres grandes complejos turísticos residenciales , Aquiraz Riviera(CE), Reserva do Paiva (PE) e Complejo Turístico Iberostar (BA) que conquistaran fomento más efectivos para su instalación en lo mismo periodo, diez años atrás, aunque tengan sus particularidades, son caracterizadas en una dinámica interna de grande porte en la coyuntura inmobiliaria y variedad de equipamientos de ocio, en la dinámica externa inserido en localidades de una manera general deficitarias donde o retorno de los emprendimientos es muy dependiente de su participación y pacerías en las comunidades.porreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)instname:Universidade Federal do Ceará (UFC)instacron:UFCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL2016_dis_njpsilva.pdf2016_dis_njpsilva.pdfapplication/pdf19462963http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/28731/3/2016_dis_njpsilva.pdf658a4674c386369aadb039367b771e87MD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/28731/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52riufc/287312020-06-19 14:48:21.12oai:repositorio.ufc.br:riufc/28731Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.ufc.br/ri-oai/requestbu@ufc.br || repositorio@ufc.bropendoar:2020-06-19T17:48:21Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) - Universidade Federal do Ceará (UFC)false |
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