Bagana e talo de carnaúba como matéria-prima para combustíveis sólidos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Paixão, Raul Lima
Orientador(a): Rios, Maria Alexsandra de Sousa
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/56597
Resumo: PAIXAO, R. L. Bagana e talo de carnaúba como matéria-prima para combustíveis sólidos. 2019.48f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Mecânica) - Centro de Tecnologia, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2019.
id UFC-7_ede1bc12ec42e8497ef3ef946f349aa8
oai_identifier_str oai:repositorio.ufc.br:riufc/56597
network_acronym_str UFC-7
network_name_str Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)
repository_id_str
spelling Paixão, Raul LimaRios, Maria Alexsandra de Sousa2021-02-18T17:26:12Z2021-02-18T17:26:12Z2019PAIXÃO, Raul Lima. Bagana e talo de carnaúba como matéria-prima para combustíveis sólidos. 2019. 48f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Mecânica) - Universidade Federal do Ceará, Centro de Tecnologia, Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica, Fortaleza (CE), 2019.http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/56597PAIXAO, R. L. Bagana e talo de carnaúba como matéria-prima para combustíveis sólidos. 2019.48f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Mecânica) - Centro de Tecnologia, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2019.The necessity to find new biomass resources to generate power led to study some wastes from carnauba wax production, a plant also known as Copernicia prunifera, due to its availability in Brazil’s northeast region. The materials used in this study were carnauba straw after wax extraction and carnauba stalk. Initially, it was desired to verify the in natura physicochemical properties of each material. Higher heating value was estimated in 17,262 MJ/kg for carnauba straw and 16,555 MJ/kg for carnauba stalk. It was verified an increase to 21,529 MJ/kg when analyzing carnauba straw at 250 m granulometry and a moisture reduction from 11,10 % to 9,55 %. The elemental analysis result indicated that the carnauba straw had 44,43 % of C, 5,34 % of H, 2,25 % of N, 1,81 % of S and 46,17 % of O and, from these data, lower heating value was estimated in 16,24 MJ/kg. For the carnauba stalk were obtained 44,03 % of C, 5,14 % of H, 1,35 % of N, 1,87 % of S and 47,61 % of O with a 15,83 MJ/kg lower heating value. It was made a carbonization carried out in a muffle furnace, hydrothermal carbonization and pyrolisis of carnauba straw in order to attempt to raise the heating value. For the carbonization, it was obtained the best higher heating value after the treatment at 300 ºC, which was equal to 20,686 MJ/kg. By the hydrothermal carbonization, it was possible to obtain hydrochar whose higher heating value was 26,081 MJ/kg and through the pyrolisis process, it was obtained solid products whose higher heating value was 21,692 MJ/kg. Through those tests, it was observed that the hydrothermal carbonization produced a solid biofuel which had the highest calorific value in among the used processes, and it is necessary to check in more detail the properties of this hydrochar.A necessidade de se encontrar novas fontes de biomassa para gerar energia levou-se a realizar um estudo de alguns dos rejeitos da produção de cera de carnaúba, árvore cujo nome científico é Copernicia prunifera, devido à sua disponibilidade na região nordeste do Brasil. Escolheu-se estudar a palha pós-extração da cera, também conhecida na região como bagana, e o talo da carnaúba. Inicialmente, desejou-se verificar as propriedades fisico-químicas in natura desses materiais, estimando-se então o poder calorífico superior de 17,262 MJ/kg para a bagana e 16,555 MJ/kg para o talo. Verificou-se um aumento para 21,529 MJ/kg ao analisar a bagana com granulometria 250 m e uma redução da umidade de 11,10 % para 9,55 %. O resultado da análise elementar indicou que a bagana continha 44,43 % de C, 5,34 % de H, 2,25 % de N, 1,81 % de S e 46,17 % de O e, a partir de tais dados, estimou-se o poder calorífico inferior cujo valor foi de 16,24 MJ/kg. Já para o talo, obteve-se 44,03 % de C, 5,14 % de H, 1,35% de N, 1,87 % de S e 47,61 % de O, estimando então o poder calorífico inferior em 15,83 MJ/kg. Fez-se carbonização em forno mufla, carbonização hidrotérmica e pirólise da bagana a fim de se promover uma densificação do poder calorífico. Para a carbonização em mufla, obteve-se o melhor poder calorífico superior após o tratamento a 300 ºC, que foi igual a 20,686 MJ/kg. Pela carbonização hidrotérmica, obteve-se hidrocarvão cujo poder calorífico superior foi de 26,081 MJ/kg e, pela pirólise, obteve-se produtos sólidos cujo poder calorífico superior foi de 21,692 MJ/kg. Através de tais testes, percebeu-se que a carbonização hidrotérmica resultou em um biocombustível sólido de maior poder calorífico dentre os processos usados, necessitando-se então verificar mais detalhadamente as propriedades desse hidrocarvão.CarnaúbaPoder caloríficoCarbonização hidrotérmicaBiomassaTermogravimetriaBagana e talo de carnaúba como matéria-prima para combustíveis sólidosBagana and carnauba stalk as raw material for solid fuelsinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)instname:Universidade Federal do Ceará (UFC)instacron:UFCinfo:eu-repo/semantics/openAccessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81893http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/56597/2/license.txt4d8f4e989fd8622bc24a719aca4d64ceMD52ORIGINAL2019_dis_rlpaixao.pdf2019_dis_rlpaixao.pdfDissertação de Raul Lima Paixãoapplication/pdf4962860http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/56597/1/2019_dis_rlpaixao.pdfaf8085b5174717234afa9da8ec5142b6MD51riufc/565972022-11-18 08:38:49.341oai:repositorio.ufc.br:riufc/56597TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTyBFWENMVVNJVkEgREEgVUZDDQoNCkFvIGNvbmNvcmRhciBlbSBjb25jZWRlciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyAocykgYXV0b3IgKGVzKSBvdSBjb3B5cmlnaHQgcHJvcHJpZXTDoXJpbykgY29uY2VkZSDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkbyBDZWFyw6EgKFVGQykgbyBkaXJlaXRvIG7Do28gZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsDQp0cmFkdXppciAoY29uZm9ybWUgZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSBlIC8gb3UgZGlzdHJpYnVpciBzZXUgdHJhYmFsaG8gKGluY2x1aW5kbw0KbyByZXN1bW8pIGVtIHRvZG8gbyBtdW5kbyBlbSBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSBlbSBxdWFscXVlciBtZWlvLA0KaW5jbHVpbmRvLCBtYXMgbsOjbyBzZSBsaW1pdGFuZG8gYSwgw6F1ZGlvIG91IHbDrWRlby4NCg0KVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIGEgVUZDIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFkdXppciBvDQpzdWJtaXNzw6NvIGEgcXVhbHF1ZXIgbWVpbyBvdSBmb3JtYXRvIHBhcmEgZmlucyBkZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLg0KDQpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBhIFVGQyBwb2RlIG1hbnRlciBtYWlzIGRlIHVtYSBjw7NwaWEgZGVzdGUgdHJhYmFsaG8gcGFyYQ0KZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLg0KDQpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRvY3VtZW50byBzdWJtZXRpZG8gYW8gcmVwb3NpdMOzcmlvIMOpIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmlnaW5hbCBlIHF1ZSB2b2PDqiB0ZW0gbyBkaXJlaXRvIGRlIGNvbmNlZGVyIG9zIGRpcmVpdG9zIGNvbnRpZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLiBWb2PDqiB0YW1iw6ltIHNlIHJlc3BvbnNhYmlsaXphIGRlIHF1ZSBvIHNldSB0cmFiYWxobyBuw6NvIGluZnJpbmdlLCBhdMOpIG9uZGUgdm9jw6ogc2FiZSwgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uDQoNClNlIG8gdHJhYmFsaG8gY29udGl2ZXIgbWF0ZXJpYWwgc29icmUgbyBxdWFsIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLA0Kdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIHByb3ByaWV0w6FyaW8gZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIHBhcmEgY29uY2VkZXIgYSBVRkMgb3MgZGlyZWl0b3MgZXhpZ2lkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIHRhbCBtYXRlcmlhbCBkZSB0ZXJjZWlyb3Mgw6kgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbw0KZGVudHJvIGRvIHRleHRvIG91IGNvbnRlw7pkbyBkYSBzdWJtaXNzw6NvLg0KDQpTZSBvIHRyYWJhbGhvIGRlcG9zaXRhZG8gZm9yIGJhc2VhZG8gZW0gdHJhYmFsaG8gcGF0cm9jaW5hZG8gb3UgYXBvaWFkbw0KcG9yIHVtYSBhZ8OqbmNpYSBvdSBvcmdhbml6YcOnw6NvIHF1ZSBuw6NvIHNlamEgYSBVRkMsIHZvY8OqIHNlIHJlc3BvbnNhYmlsaXphIHBvcg0KY3VtcHJpciBxdWFscXVlciBkaXJlaXRvIGRlIHJldmlzw6NvIG91IG91dHJhcyBvYnJpZ2HDp8O1ZXMgZXhpZ2lkYXMgcG9yIHRhaXMNCmNvbnRyYXRvIG91IGFjb3Jkby4NCg0KQSBVRkMgIGlkZW50aWZpY2Fyw6EgY2xhcmFtZW50ZSBzZXUgKHMpIG5vbWUgKHMpIGNvbW8gYXV0b3IgKGVzKSBvdSBwcm9wcmlldMOhcmlvIChzKSBkbw0KdHJhYmFsaG8gc3VibWV0aWRvLCBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGV4Y2V0byBjb25mb3JtZSBwZXJtaXRpZG8gcG9yIGVzdGUNCmxpY2Vuw6dhLCBxdWUgZXN0w6Egc2VuZG8gYXF1aSBhcHJlc2VudGFkYS4NCg0KQ29vcmRlbmHDp8OjbyBkbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVRkMNCg0KRepositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.ufc.br/ri-oai/requestbu@ufc.br || repositorio@ufc.bropendoar:2022-11-18T11:38:49Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) - Universidade Federal do Ceará (UFC)false
dc.title.pt_BR.fl_str_mv Bagana e talo de carnaúba como matéria-prima para combustíveis sólidos
dc.title.en.pt_BR.fl_str_mv Bagana and carnauba stalk as raw material for solid fuels
title Bagana e talo de carnaúba como matéria-prima para combustíveis sólidos
spellingShingle Bagana e talo de carnaúba como matéria-prima para combustíveis sólidos
Paixão, Raul Lima
Carnaúba
Poder calorífico
Carbonização hidrotérmica
Biomassa
Termogravimetria
title_short Bagana e talo de carnaúba como matéria-prima para combustíveis sólidos
title_full Bagana e talo de carnaúba como matéria-prima para combustíveis sólidos
title_fullStr Bagana e talo de carnaúba como matéria-prima para combustíveis sólidos
title_full_unstemmed Bagana e talo de carnaúba como matéria-prima para combustíveis sólidos
title_sort Bagana e talo de carnaúba como matéria-prima para combustíveis sólidos
author Paixão, Raul Lima
author_facet Paixão, Raul Lima
author_role author
dc.contributor.author.fl_str_mv Paixão, Raul Lima
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Rios, Maria Alexsandra de Sousa
contributor_str_mv Rios, Maria Alexsandra de Sousa
dc.subject.por.fl_str_mv Carnaúba
Poder calorífico
Carbonização hidrotérmica
Biomassa
Termogravimetria
topic Carnaúba
Poder calorífico
Carbonização hidrotérmica
Biomassa
Termogravimetria
description PAIXAO, R. L. Bagana e talo de carnaúba como matéria-prima para combustíveis sólidos. 2019.48f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Mecânica) - Centro de Tecnologia, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2019.
publishDate 2019
dc.date.issued.fl_str_mv 2019
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2021-02-18T17:26:12Z
dc.date.available.fl_str_mv 2021-02-18T17:26:12Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.citation.fl_str_mv PAIXÃO, Raul Lima. Bagana e talo de carnaúba como matéria-prima para combustíveis sólidos. 2019. 48f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Mecânica) - Universidade Federal do Ceará, Centro de Tecnologia, Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica, Fortaleza (CE), 2019.
dc.identifier.uri.fl_str_mv http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/56597
identifier_str_mv PAIXÃO, Raul Lima. Bagana e talo de carnaúba como matéria-prima para combustíveis sólidos. 2019. 48f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Mecânica) - Universidade Federal do Ceará, Centro de Tecnologia, Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica, Fortaleza (CE), 2019.
url http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/56597
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)
instname:Universidade Federal do Ceará (UFC)
instacron:UFC
instname_str Universidade Federal do Ceará (UFC)
instacron_str UFC
institution UFC
reponame_str Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)
collection Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)
bitstream.url.fl_str_mv http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/56597/2/license.txt
http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/56597/1/2019_dis_rlpaixao.pdf
bitstream.checksum.fl_str_mv 4d8f4e989fd8622bc24a719aca4d64ce
af8085b5174717234afa9da8ec5142b6
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) - Universidade Federal do Ceará (UFC)
repository.mail.fl_str_mv bu@ufc.br || repositorio@ufc.br
_version_ 1847793389232193536