Escutar e caminhar: modos de experimentar e inventar com a cidade

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: Santos, Laryce Rhachel Martins
Orientador(a): Gorczevski, Deisimer
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/81717
Resumo: Este estudo investiga o co-engendramento das práticas da escuta e do caminhar como modos de experimentar e inventar com a cidade. Parte-se da compreensão de que somos envolvidos por uma profusão de sons e que nossos ouvidos são constantemente convocados à escuta, independente de nossos desejos. Ainda assim, a habilidade de ouvir não assegura a percepção sensível das transformações sonoras ao nosso redor, tampouco a consciência de quem os produz e com que intenções. Diante desse paradoxo, indaga-se: seria a escuta seletiva? Focalizamos alguns sons em detrimento de outros? Neste sentindo, como suspender essa seletividade auditiva? E o caminhar, enquanto gesto simbólico e efêmero, afirma-se como possibilidade reconhecer, mapear e habitar o espaço? Com o intuito de esboçar pistas para essas questões, a pesquisa fundamenta-se na cartografia (Kastrup, 2007, 2009) como método de pesquisa-intervenção, propondo percursos singulares e coletivos com as ruas, as praças e o sistema metroviário de Fortaleza, Ceará. O aporte teórico apoia-se nas investigações sobre a escuta (Cage, 2013, 2015; Schaffer, 2011; Wisnik, 2017) e o caminhar como prática estética (Gros, 2010; Careri, 2013, 2017). Nessas andanças com Fortaleza, observou-se como as paisagens sonoras urbanas são dinâmicas, evocando memórias, afetos e tensões, bem como a potência do caminhar como ato de inscrição no território. Em síntese, a articulação entre o escutar e o caminhar emerge como prática estético-política, diluindo as fronteiras entre arte e vida, instigando singularizações, processos de criação e maneiras de conviver com as cidades.
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Ainda assim, a habilidade de ouvir não assegura a percepção sensível das transformações sonoras ao nosso redor, tampouco a consciência de quem os produz e com que intenções. Diante desse paradoxo, indaga-se: seria a escuta seletiva? Focalizamos alguns sons em detrimento de outros? Neste sentindo, como suspender essa seletividade auditiva? E o caminhar, enquanto gesto simbólico e efêmero, afirma-se como possibilidade reconhecer, mapear e habitar o espaço? Com o intuito de esboçar pistas para essas questões, a pesquisa fundamenta-se na cartografia (Kastrup, 2007, 2009) como método de pesquisa-intervenção, propondo percursos singulares e coletivos com as ruas, as praças e o sistema metroviário de Fortaleza, Ceará. O aporte teórico apoia-se nas investigações sobre a escuta (Cage, 2013, 2015; Schaffer, 2011; Wisnik, 2017) e o caminhar como prática estética (Gros, 2010; Careri, 2013, 2017). Nessas andanças com Fortaleza, observou-se como as paisagens sonoras urbanas são dinâmicas, evocando memórias, afetos e tensões, bem como a potência do caminhar como ato de inscrição no território. Em síntese, a articulação entre o escutar e o caminhar emerge como prática estético-política, diluindo as fronteiras entre arte e vida, instigando singularizações, processos de criação e maneiras de conviver com as cidades.Este estudio investiga la co-emergencia de las prácticas de la escucha y el caminar como modos de experimentar e inventar con la ciudad. Parte de la comprensión de que estamos rodeados por una profusión de sonidos y que nuestros oídos son constantemente convocados a la escucha, independientemente de nuestra voluntad. Aun así, la habilidad de oír no asegura la percepción sensible de las transformaciones sonoras a nuestro alrededor, ni tampoco la conciencia de quién las produce y con qué intenciones. Ante esta paradoja, nos preguntamos: ¿es la escucha selectiva? ¿Enfocamos algunos sonidos en detrimento de otros? En este sentido, ¿cómo suspender esa selectividad auditiva? ¿Y el caminar, como gesto simbólico y efímero, se afirma como posibilidad de reconocer, mapear y habitar el espacio? Con el objetivo de esbozar pistas para estas cuestiones, la investigación se fundamenta en la cartografía (Kastrup, 2007, 2009) como método de investigación-intervención, proponiendo recorridos singulares y colectivos por las calles, plazas y el sistema de metro de Fortaleza, Ceará. El aporte teórico se apoya en las investigaciones sobre la escucha (Cage, 2013, 2015; Schaffer, 2011; Wisnik, 2017) y el caminar como práctica estética (Gros, 2010; Careri, 2013, 2017). En estos recorridos por Fortaleza, se observó cómo los paisajes sonoros urbanos son dinámicos, evocando memorias, afectos y tensiones, así como la potencia del caminar como acto de inscripción en el territorio. En síntesis, la articulación entre el escuchar y el caminhar emerge como una práctica estético-política, diluyendo las fronteras entre arte y vida, provocando singularizaciones, procesos de creación y maneras de convivir con las ciudades.EscutarCaminharCartografarCidadeEscucharCaminarCartografiarCiudadCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTESinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)instname:Universidade Federal do Ceará (UFC)instacron:UFChttps://orcid.org/0009-0003-3635-9760http://lattes.cnpq.br/6912086363835198https://orcid.org/0000-0002-7433-8798http://lattes.cnpq.br/80385681677892312025-07-29ORIGINAL2020_dis_lrmsantos.pdf2020_dis_lrmsantos.pdfapplication/pdf2021313http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/81717/3/2020_dis_lrmsantos.pdf7eaeceffa6a19726da5075e0a91223a9MD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/81717/4/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD54riufc/817172025-07-29 08:59:22.438oai:repositorio.ufc.br:riufc/81717Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.ufc.br/ri-oai/requestbu@ufc.br || repositorio@ufc.bropendoar:2025-07-29T11:59:22Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) - Universidade Federal do Ceará (UFC)false
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