O acontecimento discursivo feminicídio na mídia: entre a reprodução e o deslocamento da/na memória do patriarcalismo

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: SAMPAIO, Ariane Silva da Costa.
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Campina Grande
Brasil
Centro de Humanidades - CH
PÓS-GRADUAÇÃO EM LINGUAGEM E ENSINO
UFCG
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/42140
Resumo: Esta tese tem como objetivo investigar, sob o aparato teórico e metodológico da Análise do Discurso de vertente pecheutiana, o funcionamento discursivo do feminicídio em páginas de facebook da Grande Mídia (GM) e da Mídia Alternativa (MA), buscando compreender a reprodução e/ou deslocamento dos efeitos de memória do patriarcalismo na constituição do acontecimento discursivo feminicídio. Para isso, adotamos como categorias analíticas principais os conceitos de memória (Pêcheux, 2005 e 2015), lugar discursivo (Grigoletto, 2007) e acontecimento discursivo (Pêcheux, 2015; Indursky, 2003; Orlandi, 2017). Contamos ainda com a contribuição dos estudos feministas através da conceitualização de patriarcado (Lerner, 2019; Saffioti, 2015), da teoria feminista da violência (Vergès, 2021), assim como da história de luta contra as violências de gênero (Pasinato, 2011; Segato, 2003, 2018). Nossa pesquisa tem uma abordagem discursiva e nosso corpus é categorizado como de arquivo (Courtine, 2014). O corpus foi construído a partir de publicações de páginas de facebook representativas dos lugares discursivos da GM – G1 e Cidade Alerta (CA) – e da MA – Carta Capital (CC) e Pragmatismo Político (PP). Também compuseram nosso corpus comentários publicados pelos Sujeitos Comentadores (SC) nas postagens analisadas. Na análise do corpus, consideramos os modos de significação dos objetos ideológicos vítima de feminicídio, feminicida e feminicídio. Analisamos 514 postagens (dos perfis de mídia e dos sujeitos comentadores), publicadas entre os anos de 2015, data de implementação da Lei de nº 13104/2015, que trata do feminicídio, e 2024, ano anterior à defesa de nossa tese. Percebemos com a pesquisa que cada objeto ideológico é significado a partir de efeitos de reprodução e deslocamento de sentidos da memória discursiva do patriarcalismo tanto na GM quanto na MA. Porém, as páginas de GM tendem a reproduzir os sentidos da memória discursiva do patriarcalismo ao discursivizar o acontecimento feminicídio, enquanto as de MA têm como regularidade o deslocamento de sentidos. Notamos também que, ao levarem as notícias sobre feminicídio para o facebook, a GM e a MA retomam, tensionam e confrontam sentidos da memória discursiva do patriarcalismo sobre o assassinato de mulheres em razão de gênero. Dessa forma, o acontecimento discursivo feminicídio nas mídias jornalísticas se constitui pelo deslocamento da memória discursiva do patriarcalismo ao desestruturar e inaugurar novas redes de sentido acerca da vítima, do feminicida e do feminicídio. Além disso, o modo de circulação dessas mídias adquire nesse espaço de disputa de sentidos uma maior probabilidade de propagação dos gestos de interpretação não só das mídias, mas também dos sujeitos comentadores. Acreditamos ainda que ao nomear feminicídio, a GM, a MA e os SC acionam sentidos de crítica às relações de poder engendradas pelo patriarcalismo enquanto formação ideológica, demarcando aquela violência por sua sustentação de base estrutural, cultural e social. A importância deste estudo incide no debate acerca da necessidade de transformar as práticas sociais e discursivas ao denunciar as diversas formas de violência contra as mulheres, evitando processos de revitimização dessas mulheres e suas famílias.
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Contamos ainda com a contribuição dos estudos feministas através da conceitualização de patriarcado (Lerner, 2019; Saffioti, 2015), da teoria feminista da violência (Vergès, 2021), assim como da história de luta contra as violências de gênero (Pasinato, 2011; Segato, 2003, 2018). Nossa pesquisa tem uma abordagem discursiva e nosso corpus é categorizado como de arquivo (Courtine, 2014). O corpus foi construído a partir de publicações de páginas de facebook representativas dos lugares discursivos da GM – G1 e Cidade Alerta (CA) – e da MA – Carta Capital (CC) e Pragmatismo Político (PP). Também compuseram nosso corpus comentários publicados pelos Sujeitos Comentadores (SC) nas postagens analisadas. Na análise do corpus, consideramos os modos de significação dos objetos ideológicos vítima de feminicídio, feminicida e feminicídio. Analisamos 514 postagens (dos perfis de mídia e dos sujeitos comentadores), publicadas entre os anos de 2015, data de implementação da Lei de nº 13104/2015, que trata do feminicídio, e 2024, ano anterior à defesa de nossa tese. Percebemos com a pesquisa que cada objeto ideológico é significado a partir de efeitos de reprodução e deslocamento de sentidos da memória discursiva do patriarcalismo tanto na GM quanto na MA. Porém, as páginas de GM tendem a reproduzir os sentidos da memória discursiva do patriarcalismo ao discursivizar o acontecimento feminicídio, enquanto as de MA têm como regularidade o deslocamento de sentidos. Notamos também que, ao levarem as notícias sobre feminicídio para o facebook, a GM e a MA retomam, tensionam e confrontam sentidos da memória discursiva do patriarcalismo sobre o assassinato de mulheres em razão de gênero. Dessa forma, o acontecimento discursivo feminicídio nas mídias jornalísticas se constitui pelo deslocamento da memória discursiva do patriarcalismo ao desestruturar e inaugurar novas redes de sentido acerca da vítima, do feminicida e do feminicídio. Além disso, o modo de circulação dessas mídias adquire nesse espaço de disputa de sentidos uma maior probabilidade de propagação dos gestos de interpretação não só das mídias, mas também dos sujeitos comentadores. Acreditamos ainda que ao nomear feminicídio, a GM, a MA e os SC acionam sentidos de crítica às relações de poder engendradas pelo patriarcalismo enquanto formação ideológica, demarcando aquela violência por sua sustentação de base estrutural, cultural e social. A importância deste estudo incide no debate acerca da necessidade de transformar as práticas sociais e discursivas ao denunciar as diversas formas de violência contra as mulheres, evitando processos de revitimização dessas mulheres e suas famílias.This dissertation aims to investigate, considering the theoretical and methodological framework stemmed from Pêcheux’s Discourse Analysis, the discursive operation of femicide on Facebook pages of the Mainstream Media (MM) and Alternative Media (AM). It also seeks to understand the reproduction and/or displacement of memory effects of patriarchalism in the constitution of feminicide-discursive event. To this end, we adopted as the main analytical categories the concepts of memory (Pêcheux, 2005 and 2015), discursive place (Grigoletto, 2007) and discursive event (Pêcheux, 2015; Indursky, 2003; Orlandi, 2017). We also draw upon the contributions of feminist studies through the conceptualization of patriarchy (Lerner, 2019; Saffioti, 2015), feminist theory of violence (Vergès, 2021) along with the history of the fight against gender-based violence (Pasinato, 2011; Segato, 2003, 2018). Our research has a discursive approach, and our corpus is classified as archival type (Courtine, 2014). The corpus was constructed from posts on Facebook pages which are representative of discursive places of the MM - G1 e Cidade Alerta (CA), and of the AM - Carta Capital (CC) e Pragmatismo Político (PP). Our corpus also included comments posted by Commentating-Subjects (CS) on the posts analyzed. In analyzing the corpus, we considered the modes of signification of ideological objects such as feminicide victims, feminicide perpetrator and feminicide. We analyzed 514 posts (from media profiles and commentating-subjects) posted between 2015, the year of the implementation of Law No. 13104/2015 regarding feminicide, and 2024, the year prior to the defense of this dissertation. We observed with this research that each ideological object is signified through the effects of reproduction and displacement of meanings from the discursive memory of patriarchalism in both MM and AM. However, MM pages tend to reproduce the meanings of the discursive memory of patriarchalism when discursivizing the feminicide-event, while the AM ones have regular displacement of meanings. We also noted that by taking the news of feminicide to Facebook, MM and AM take up, tension and confront meanings from the discursive memory of patriarchalism regarding the murder of women on the grounds of gender. In this manner, the feminicide-discursive event in the news media is constituted by the displacement of the discursive memory of patriarchalism when deconstructing and launching new networks of meanings concerning the victim, the feminicide perpetrator and feminicide. Furthermore, how these media circulate acquires, in this space of dispute of meanings, a higher probability to propagate in gestures of interpretation not only of the media but also of the commentating-subjects. We also believe that by naming feminicide the MM, the AM and CS trigger meanings of criticism of the power relations engendered by patriarchalism as ideological formation, thus demarcating that violence by its structural, cultural and social basis. The importance of this study lies in the debate regarding the necessity to transform discursive and social practices by denouncing the various forms of violence against women, avoiding processes of revictimization of these women and their families.Universidade Federal de Campina GrandeBrasilCentro de Humanidades - CHPÓS-GRADUAÇÃO EM LINGUAGEM E ENSINOUFCGFARIAS, Washington Silva de.FARIAS, W. S.http://lattes.cnpq.br/7286804892761462OLIVEIRA, Maria Angélica de.XAVIER, Manassés Morais.GARCIA, Dantielli Assumpção.FRANÇA, Glória da Ressurreição Abreu.SAMPAIO, Ariane Silva da Costa.2025-04-242025-06-05T12:17:22Z2025-06-052025-06-05T12:17:22Zinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesishttps://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/42140SAMPAIO, Ariane Silva da Costa. O acontecimento discursivo feminicídio na mídia: entre a reprodução e o deslocamento da/na memória do patriarcalismo. 2025. 256 f. Tese (Doutorado em Linguagem e Ensino) – Programa de Pós- Graduação em Linguagem e Ensino, Centro de Humanidades, Universidade Federal de Campina Grande, Paraíba, Brasil, 2025.porFAPESQ-PBinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCGinstname:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)instacron:UFCG2025-11-18T07:15:16Zoai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/42140Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.ufcg.edu.br/PUBhttp://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/oai/requestbdtd@setor.ufcg.edu.br || bdtd@setor.ufcg.edu.bropendoar:48512025-11-18T07:15:16Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)false
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