Secagem de polpa do fruto do mandacaru.
| Ano de defesa: | 2008 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | , |
| Banca de defesa: | , |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Campina Grande
|
| Programa de Pós-Graduação: |
PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA
|
| Departamento: |
Centro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRN
|
| País: |
Brasil
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/2745 |
Resumo: | Realizou-se este trabalho com o objetivo de desidratar a polpa do fruto do mandacaru pelo processo de secagem em camada de espuma e avaliar o produto em pó obtido. Inicialmente, foram testadas várias formulações para produção de espuma estável compostas de polpa do fruto do mandacaru, e diferentes tipos de concentrações de aditivos. Com base na análise dos parâmetros expansão volumétrica, densidade da espuma e estabilidade da espuma selecionou-se, como a melhor formulação, a composta de polpa do fruto do mandacaru, 2% de albumina e 2% de Super Liga Neutra, com um tempo de batimento de 5 min. A polpa do fruto do mandacaru e a espuma selecionada foram caracterizadas quanto aos parâmetros físico-químicos e físicos. A espuma selecionada foi desidratada em estufa com circulação de ar forçada, a 70, 80 e 90 °C, com três diferentes espessuras da camada da espuma (0,5; 1,0 e 1,5 cm). Com os dados obtidos durante o processo de secagem foram traçadas as curvas de secagem e ajustados os modelos de Page, Henderson & Pabis e Cavalcanti Mata. O material em pó obtido ao final do processo foi caracterizado físico-quimicamente e fisicamente, com a finalidade de se avaliar a influência dos parâmetros: temperatura de secagem e espessura da camada de espuma. Determinaram-se as isotermas de adsorção de umidade das amostras em pó na temperatura de 20 °C e ajustaram-se os modelos de GAB, Oswin e Peleg aos dados experimentais das isotermas. A partir dos resultados obtidos neste trabalho verificou-se que a polpa do fruto do mandacaru integral é ácida, rica em pectina e é um fluido não-newtoniano de caráter pseudoplástico sendo seu reograma melhor estimado pelo modelo de Mizrahi-Berk. A formulação selecionada apresentou densidade da espuma igual a 0,1566 g/cm3 e os aditivos presentes na espuma influenciaram as características da polpa integral. A secagem da formulação foi influenciada pela espessura da camada da espuma e pela temperatura de secagem, sendo o processo mais rápido para as menores espessuras e temperaturas mais elevadas. O modelo de Cavalcanti Mata foi o que melhor se ajustou às curvas de cinética de secagem das espumas. O modelo que se ajustou melhor, de maneira geral, aos dados experimentais das isotermas de adsorção de umidade da polpa do fruto do mandacaru em pó, desidratada a 70 e 80 °C foi o de Peleg e, para as amostras desidratadas a 90 °C, o de GAB. As isotermas de adsorção das amostras em pó produzidas a 70, 80 e 90 °C, foram classificadas como sendo do Tipo II, exceto para as amostras secas com 0,5 cm de espessura da camada de espuma a 80 °C que é do Tipo III. |
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FIGUEIRÊDO, Rossana Maria Feitosa de.FIGUEIRÊDO, R. M. F.http://lattes.cnpq.br/8559146085477218QUEIROZ, Alexandre José de Melo.QUEIROZ, A. J. M.http://lattes.cnpq.br/5753860611703666AZOUBEL, Patrícia Moreira.GOMES, Josivanda Palmeira.http://lattes.cnpq.br/0071067424648377MELO, Karla dos Santos.Realizou-se este trabalho com o objetivo de desidratar a polpa do fruto do mandacaru pelo processo de secagem em camada de espuma e avaliar o produto em pó obtido. Inicialmente, foram testadas várias formulações para produção de espuma estável compostas de polpa do fruto do mandacaru, e diferentes tipos de concentrações de aditivos. Com base na análise dos parâmetros expansão volumétrica, densidade da espuma e estabilidade da espuma selecionou-se, como a melhor formulação, a composta de polpa do fruto do mandacaru, 2% de albumina e 2% de Super Liga Neutra, com um tempo de batimento de 5 min. A polpa do fruto do mandacaru e a espuma selecionada foram caracterizadas quanto aos parâmetros físico-químicos e físicos. A espuma selecionada foi desidratada em estufa com circulação de ar forçada, a 70, 80 e 90 °C, com três diferentes espessuras da camada da espuma (0,5; 1,0 e 1,5 cm). Com os dados obtidos durante o processo de secagem foram traçadas as curvas de secagem e ajustados os modelos de Page, Henderson & Pabis e Cavalcanti Mata. O material em pó obtido ao final do processo foi caracterizado físico-quimicamente e fisicamente, com a finalidade de se avaliar a influência dos parâmetros: temperatura de secagem e espessura da camada de espuma. Determinaram-se as isotermas de adsorção de umidade das amostras em pó na temperatura de 20 °C e ajustaram-se os modelos de GAB, Oswin e Peleg aos dados experimentais das isotermas. A partir dos resultados obtidos neste trabalho verificou-se que a polpa do fruto do mandacaru integral é ácida, rica em pectina e é um fluido não-newtoniano de caráter pseudoplástico sendo seu reograma melhor estimado pelo modelo de Mizrahi-Berk. A formulação selecionada apresentou densidade da espuma igual a 0,1566 g/cm3 e os aditivos presentes na espuma influenciaram as características da polpa integral. A secagem da formulação foi influenciada pela espessura da camada da espuma e pela temperatura de secagem, sendo o processo mais rápido para as menores espessuras e temperaturas mais elevadas. O modelo de Cavalcanti Mata foi o que melhor se ajustou às curvas de cinética de secagem das espumas. O modelo que se ajustou melhor, de maneira geral, aos dados experimentais das isotermas de adsorção de umidade da polpa do fruto do mandacaru em pó, desidratada a 70 e 80 °C foi o de Peleg e, para as amostras desidratadas a 90 °C, o de GAB. As isotermas de adsorção das amostras em pó produzidas a 70, 80 e 90 °C, foram classificadas como sendo do Tipo II, exceto para as amostras secas com 0,5 cm de espessura da camada de espuma a 80 °C que é do Tipo III.This work was carried out in order to dehydrate the mandacaru pulp and to evaluate the obtained powder product. Initially, several formulations were tested for the production of stable foam composed by mandacaru pulp as well as several types and concentrations of addictive. Based on the analysis of the volumetric expansion, foam density and stability, the composed of mandacaru pulp with albumin (2%) and Super Liga Neutra (2%), with a 5-minute whipping time, was selected as the best formulation. The mandacaru pulp and the selected foam were characterized according to their physiochemical and physical parameters. The selected foam was dried in oven with air circulation at 70, 80 and 90 °C, with three different foam layer thickness (0.5; 1.0 and 1.5 cm). The drying curves followed Page's, Henderson & Pabis's and Cavalcanti Mata's models. The sample powder was analyzed physical-chemically and physically, in order to evaluate the influence of the drying temperature and foam layer thickness parameters. The moisture adsorption isotherms of the sample powder were determined at 20 °C. The GAB, Oswin and Peleg models were the ones that best fit the isotherms. It was verified that the whole mandacaru pulp is acid, rich in pectin and a pseudoplastic non-newtonian fluid. The Mizrahi-Berk model was the one that best fit the rheograms. The selected formulation presented a foam density of 0.1566 g/cm3 and the addictive present in the foam influenced the characteristics of the whole pulp. The foam drying was influenced by the foam thickness and temperature of drying. The fastest process occurred in the lowest thickness in a higher temperature. The kinetics drying curves fit best with Cavalcanti Mata's model. The model that fit best with the mandacaru powder moisture adsorption isotherms dried at 70 and 80 °C was the Peleg and, for the samples dried at 90 °C, the GAB model fit best. The moisture adsorption isotherms of the powder samples dried at 70, 80 and 90 °C were classified as Type II, except for the samples dried with a 0.5 cm foam-layer thickness dried at 70 and 80 °C, which were classified as Type III.Submitted by Deyse Queiroz (deysequeirozz@hotmail.com) on 2019-02-11T15:53:58Z No. of bitstreams: 1 KARLA DOS SANTOS MELO - DISSERTAÇÃO PPGEA 2008..pdf: 21210280 bytes, checksum: 48733286b74cffb754bb7089537baf42 (MD5)Made available in DSpace on 2019-02-11T15:53:58Z (GMT). No. of bitstreams: 1 KARLA DOS SANTOS MELO - DISSERTAÇÃO PPGEA 2008..pdf: 21210280 bytes, checksum: 48733286b74cffb754bb7089537baf42 (MD5) Previous issue date: 2008-11Universidade Federal de Campina GrandePÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLAUFCGBrasilCentro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRNEngenharia AgrícolaMandacaru (Cereus jamacaru).Produtos Agrícolas - Armazenamento.Produtos Agrícolas - Processamento.Secagem em Camada de Espuma.Suco em Pó.Reologia.Isotermas.Agricultural Products - Storage.Agricultural Products - Processing.Foam layer drying.Juice Powder.Isotherms.Rheology.Secagem de polpa do fruto do mandacaru.Pulp drying of the mandacaru fruit.2008-112019-02-11T15:53:58Z2019-02-112019-02-11T15:53:58Zhttps://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/2745MELO, Karla dos Santos. Secagem de polpa do fruto do mandacaru. 2008. 150 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Agrícola), Programa de Pós-graduação em Engenharia Agrícola, Centro de Tecnologias e Recursos Naturais, Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, Paraíba, Brasil, 2008. Disponível em: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/2745info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCGinstname:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)instacron:UFCGTEXTKARLA DOS SANTOS MELO - DISSERTAÇÃO PPGEA 2008..pdf.txtKARLA DOS SANTOS MELO - DISSERTAÇÃO PPGEA 2008..pdf.txttext/plain249265https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/2745/4/KARLA+DOS+SANTOS+MELO+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PPGEA+2008..pdf.txt8bc97776c80d72b861bdee61d88498d0MD54ORIGINALKARLA DOS SANTOS MELO - DISSERTAÇÃO PPGEA 2008..pdfKARLA DOS SANTOS MELO - DISSERTAÇÃO PPGEA 2008..pdfapplication/pdf3518228https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/2745/3/KARLA+DOS+SANTOS+MELO+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PPGEA+2008..pdf93ed50565e51c7d0208d1118c4e3f3c8MD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/2745/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52riufcg/27452025-07-24 03:39:34.7oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/2745Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.ufcg.edu.br/PUBhttp://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/oai/requestbdtd@setor.ufcg.edu.br || bdtd@setor.ufcg.edu.bropendoar:48512025-07-24T06:39:34Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)false |
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Realizou-se este trabalho com o objetivo de desidratar a polpa do fruto do mandacaru pelo processo de secagem em camada de espuma e avaliar o produto em pó obtido. Inicialmente, foram testadas várias formulações para produção de espuma estável compostas de polpa do fruto do mandacaru, e diferentes tipos de concentrações de aditivos. Com base na análise dos parâmetros expansão volumétrica, densidade da espuma e estabilidade da espuma selecionou-se, como a melhor formulação, a composta de polpa do fruto do mandacaru, 2% de albumina e 2% de Super Liga Neutra, com um tempo de batimento de 5 min. A polpa do fruto do mandacaru e a espuma selecionada foram caracterizadas quanto aos parâmetros físico-químicos e físicos. A espuma selecionada foi desidratada em estufa com circulação de ar forçada, a 70, 80 e 90 °C, com três diferentes espessuras da camada da espuma (0,5; 1,0 e 1,5 cm). Com os dados obtidos durante o processo de secagem foram traçadas as curvas de secagem e ajustados os modelos de Page, Henderson & Pabis e Cavalcanti Mata. O material em pó obtido ao final do processo foi caracterizado físico-quimicamente e fisicamente, com a finalidade de se avaliar a influência dos parâmetros: temperatura de secagem e espessura da camada de espuma. Determinaram-se as isotermas de adsorção de umidade das amostras em pó na temperatura de 20 °C e ajustaram-se os modelos de GAB, Oswin e Peleg aos dados experimentais das isotermas. A partir dos resultados obtidos neste trabalho verificou-se que a polpa do fruto do mandacaru integral é ácida, rica em pectina e é um fluido não-newtoniano de caráter pseudoplástico sendo seu reograma melhor estimado pelo modelo de Mizrahi-Berk. A formulação selecionada apresentou densidade da espuma igual a 0,1566 g/cm3 e os aditivos presentes na espuma influenciaram as características da polpa integral. A secagem da formulação foi influenciada pela espessura da camada da espuma e pela temperatura de secagem, sendo o processo mais rápido para as menores espessuras e temperaturas mais elevadas. O modelo de Cavalcanti Mata foi o que melhor se ajustou às curvas de cinética de secagem das espumas. O modelo que se ajustou melhor, de maneira geral, aos dados experimentais das isotermas de adsorção de umidade da polpa do fruto do mandacaru em pó, desidratada a 70 e 80 °C foi o de Peleg e, para as amostras desidratadas a 90 °C, o de GAB. As isotermas de adsorção das amostras em pó produzidas a 70, 80 e 90 °C, foram classificadas como sendo do Tipo II, exceto para as amostras secas com 0,5 cm de espessura da camada de espuma a 80 °C que é do Tipo III. |
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