Secagem de vagens de algaroba Prosopis juliflora (S.w.) DC. em laboratório e a nível de fazenda.
| Ano de defesa: | 1999 |
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| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Campina Grande
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| Programa de Pós-Graduação: |
PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA
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| Departamento: |
Centro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRN
|
| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/9949 |
Resumo: | Este trabalho teve como objetivo determinar as curvas de secagem e de umidade de equilíbrio higroscópico das vagens de algaroba Prosopis juliflora (S.W) D.C. a fim de se obter o ponto de trituração deste produto para ser empregado na produção de ração animal. As vagens de algaroba com teor de umidade iniciai de 20% b.u., foram submetidas a três tipos distintos de secagem. No primeiro, realizado em laboratório, as vagens de algaroba foram secas em um secador de leito fixo, onde se variou a altura de camada (25, 20, 15cm e camada Fina), a velocidade do ar (0,6 e 1,5 m.s"1) e a temperatura de secagem (80, 90 e 100°C) ate a umidade de trituração (±7% b.u.). No segundo, as vagens foram secas em um secador convectivo instalado na Cooperativa Agrícola Mista do Curimataú (COAGRO) na região de Cuité, PB, em camada de 25cm de altura, temperaturas medias do ar de secagem de 90 e 100°C e fluxo do ar de 0,9m.s"1. A terceira secagem foi realizada em terreiro com piso de cimento grosso e em camada fina. Estudou-se também a atividade de água através das curvas de sorção para as temperaturas de 20, 30 e 40°C, mediante o modelo gravimétrico estático na faixa de umidade relativa de 16,3 a 87,7% e, ainda, estabeleceram-se parâmetros de secagem entre a natural e a artificial, alem da caracterização das vagens de algaroba mediante estudo dos seus componentes químicos. A analise dos dados obtidos, permitiu a conclusão de que a cinética de secagem e fortemente influenciada pela temperatura, com redução do tempo de secagem necessário para atingir 7% de umidade de 220 minutos a 80°C para 85 minutos quando se opera a 100°C; O revolvimento periódico das vagens de algaroba na secagem em camada espessa, tornou-a mais homogênea e eficiente; a cinética de secagem das vagens de algaroba ocorre no período taxa decrescente e não e grandemente influenciado pela velocidade do ar de secagem (0,6 a l,5m.s"'), permitindo trabalhar baixas vazões; a secagem natural mostrou-se inadequada para abaixar a umidade das vagens de algaroba ate o ponto de trituração; os modelos utilizados (BET, Oswin e Halsey), ajustaram-se satisfatoriamente aos dados para predizer o equilíbrio higroscópico das vagens de algaroba; os componentes químicos avaliados não foram grandemente influenciados pela velocidade do ar de secagem, entretanto com o aumento da temperatura ocorre uma tendencia de diminuição dos percentuais de matéria orgânica e aumento de proteína, matéria seca, gordura bruta e cinza. |
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ALMEIDA, Francisco de Assis Cardoso.ALMEIDA, F. A. C.http://lattes.cnpq.br/6270865646361217GOUVEIA, Josivanda Palmeira Gomes de.SILVA, Humberto.SILVA, J. E.http://lattes.cnpq.br/2807824485380858SILVA, José Euflávio da.Este trabalho teve como objetivo determinar as curvas de secagem e de umidade de equilíbrio higroscópico das vagens de algaroba Prosopis juliflora (S.W) D.C. a fim de se obter o ponto de trituração deste produto para ser empregado na produção de ração animal. As vagens de algaroba com teor de umidade iniciai de 20% b.u., foram submetidas a três tipos distintos de secagem. No primeiro, realizado em laboratório, as vagens de algaroba foram secas em um secador de leito fixo, onde se variou a altura de camada (25, 20, 15cm e camada Fina), a velocidade do ar (0,6 e 1,5 m.s"1) e a temperatura de secagem (80, 90 e 100°C) ate a umidade de trituração (±7% b.u.). No segundo, as vagens foram secas em um secador convectivo instalado na Cooperativa Agrícola Mista do Curimataú (COAGRO) na região de Cuité, PB, em camada de 25cm de altura, temperaturas medias do ar de secagem de 90 e 100°C e fluxo do ar de 0,9m.s"1. A terceira secagem foi realizada em terreiro com piso de cimento grosso e em camada fina. Estudou-se também a atividade de água através das curvas de sorção para as temperaturas de 20, 30 e 40°C, mediante o modelo gravimétrico estático na faixa de umidade relativa de 16,3 a 87,7% e, ainda, estabeleceram-se parâmetros de secagem entre a natural e a artificial, alem da caracterização das vagens de algaroba mediante estudo dos seus componentes químicos. A analise dos dados obtidos, permitiu a conclusão de que a cinética de secagem e fortemente influenciada pela temperatura, com redução do tempo de secagem necessário para atingir 7% de umidade de 220 minutos a 80°C para 85 minutos quando se opera a 100°C; O revolvimento periódico das vagens de algaroba na secagem em camada espessa, tornou-a mais homogênea e eficiente; a cinética de secagem das vagens de algaroba ocorre no período taxa decrescente e não e grandemente influenciado pela velocidade do ar de secagem (0,6 a l,5m.s"'), permitindo trabalhar baixas vazões; a secagem natural mostrou-se inadequada para abaixar a umidade das vagens de algaroba ate o ponto de trituração; os modelos utilizados (BET, Oswin e Halsey), ajustaram-se satisfatoriamente aos dados para predizer o equilíbrio higroscópico das vagens de algaroba; os componentes químicos avaliados não foram grandemente influenciados pela velocidade do ar de secagem, entretanto com o aumento da temperatura ocorre uma tendencia de diminuição dos percentuais de matéria orgânica e aumento de proteína, matéria seca, gordura bruta e cinza.This work had as objectives to determine the curves of drying and balance of humidity of foods of algaroba prosopis juliflora (S.W) D.C, In order to get its point of triturating so that it can be employed in the production of animal ration. The foods of algarroba having an initial humidity content of 20% h.b., were submitted to three distinct kinds of drying. In the first one, carried out in lab, foods of algarroba were dried in a dryer with a fixed bottom, in which the height of the layer (25, 20,15 and a thin layer), the air speed (0.6 and 1.5 m.s"1 ) and the temperature of drying (80, 90 and 100°C) until the humidity of triturating (± 7% h.b.) were varied. In the second one the pods were dried in a convective dryer installed at "Cooperativa Agricola Mista do Curimatau" (COAGRO) in the Cuite region, PB, in a layer 25 cm high, under average temperatures of drying air of 90 and 100°C and flow of the air of 0.9 m.s4. The third drying was carried out on a hard cement floor and in a thin layer. The water activity was also studied trough curves of sorption for the temperatures of 20, 30 and 40°C, by means of the static gravimetric model on the range on the relative humidity from 16,3 to 87,7% and, furthermore, parameters between natural and artificial drying were established, besides the characterisation of algarroba trough the study of its chemical components. The data analyses permitted the conclusion that the kinetic of drying is strongly influenced by temperature, with reduction of the time of drying necessary to reach 7% of humidity from 220 minutes at 80°C to 85 minutes when one operates at 100°C. The periodic revolving of pods of algarroba during the drying in a thick layer made it more homogeneous and efficient. The kinetic of drying of pods of algarroba occurs in the period of decreasing rate and is not largely influenced by the air speed of drying (0.6 and 1.5 m.s"1), allowing the work of low outflows. The natural drying was found inadequate to low the humidity of pods of algarroba until the point of triturating. The models used (BET, Oswin and Halsey), were satisfactory by adjusted to the data to predict the hygroscopic balance of pods of algarroba. The chemical components evaluated were not largely influenced by the air speed of drying, however, with the increase of temperature occurs a tendency to decrease the percentage of organic matter and increase of protein, dry matter, gross fat and ash.Submitted by Deyse Queiroz (deysequeirozz@hotmail.com) on 2019-12-06T11:38:00Z No. of bitstreams: 1 JOSÉ EUFLÁVIO DA SILVA - DISSERTAÇÃO PPGEA 1999.pdf: 5570013 bytes, checksum: ab136be91a1a2be89189512fa9079da8 (MD5)Made available in DSpace on 2019-12-06T11:38:00Z (GMT). No. of bitstreams: 1 JOSÉ EUFLÁVIO DA SILVA - DISSERTAÇÃO PPGEA 1999.pdf: 5570013 bytes, checksum: ab136be91a1a2be89189512fa9079da8 (MD5) Previous issue date: 1999-09Universidade Federal de Campina GrandePÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLAUFCGBrasilCentro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRNSecagem de vagens de algaroba Prosopis juliflora (S.w.) DC. em laboratório e a nível de fazenda.Drying of Prosopis juliflora (S.W.) D.C mesquite pods in laboratory and at farm level.1999-092019-12-06T11:38:00Z2019-12-062019-12-06T11:38:00Zhttps://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/9949SILVA, José Euflávio da. Secagem de vagens de algaroba Prosopis juliflora (S.w.) DC. em laboratório e a nível de fazenda. 1999. 100f. (Dissertação de Mestrado em Engenharia Agrícola), Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola, Centro de Ciências e Tecnologia, Universidade Federal da Paraíba - Campus II Campina Grande - Brasil,1999. Disponível em: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/9949info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisAlgarobaSecagem de VagemArmazenamentoProcessamentoAlgarobeiraRação AnimalVagem de AlgarobaProsopis Juliflora (Sw.) DCPod DryingStorageProcessingAnimal foodPod of Algarobaporinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCGinstname:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)instacron:UFCGTEXTJOSÉ EUFLÁVIO DA SILVA - DISSERTAÇÃO PPGEA 1999.pdf.txtJOSÉ EUFLÁVIO DA SILVA - DISSERTAÇÃO PPGEA 1999.pdf.txttext/plain111081https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/9949/4/JOS%C3%89+EUFL%C3%81VIO+DA+SILVA+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PPGEA+1999.pdf.txt501a1212e1576b2e07f304e241cd99bbMD54ORIGINALJOSÉ EUFLÁVIO DA SILVA - DISSERTAÇÃO PPGEA 1999.pdfJOSÉ EUFLÁVIO DA SILVA - DISSERTAÇÃO PPGEA 1999.pdfapplication/pdf2293346https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/9949/3/JOS%C3%89+EUFL%C3%81VIO+DA+SILVA+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PPGEA+1999.pdf7cc039cba1dbae2de42daba7e334fd83MD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/9949/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52riufcg/99492025-07-24 05:16:03.002oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/9949Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.ufcg.edu.br/PUBhttp://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/oai/requestbdtd@setor.ufcg.edu.br || bdtd@setor.ufcg.edu.bropendoar:48512025-07-24T08:16:03Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)false |
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