Propriedades de resistência de uma argila mole do mangue de João Pessoa.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1977
Autor(a) principal: SILVA, Antonio João da.
Orientador(a): SOARES, Valdes Borges.
Banca de defesa: BAUER, Gunther E., LUCENA, Francisco Barbosa de.
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Campina Grande
Programa de Pós-Graduação: PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL
Departamento: Centro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRN
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/2220
Resumo: 0 trabalho apresentado nesta dissertação, trata-se da determinação das propriedades de resistência deuma "argila orgânica"de João Pessoa Capital do Estado da Paraíba-Brasil. Para a determinação das propriedades de resistência foram feitas medições "in situ" e no laboratório. Os testes usados "in situ", basearam-se em: a) Penetração dinâmica utilizando o equipamento SPT padrão; b) Penetração estática, utilizando o penetro metro de ponta cónica Deep Sounding; c) Determinação da resistência ao cisalhamen to da argila no seu estado indeformado e amolgado, utilizando o equipamento "Vane Test" de campo. No laboratório, limitou-se aos ensaios de Trjaxial e Vane Test, utilizando amostras indeformadas e amostras amolgadas. As amostras indeformadas, foram extraídas través de tubos de latão de paredes finas e sem costura do tipo Shelby.Além dos testes usados para a determinação da resistência no campo e no laboratório, efetuou-se também no laboratório, os ensaios necessários ã determinação das propriedades físicos e classificação do solo, os quais basearam-se nos seguintes ensaios: a) Teor de umidade b) Análise gra nu 1ométrica c) Peso específico d) Densidade real e) Limites de Atterberg f) Teor de matéria orgânica. Com os resultados obtidos dos ensaios acima citados, é mostrado neste trabalho que, os valores de pene tração dinâmica foram menor do que 1 (N 1). Os valores de penetração estática variaram entre Rp = 2 kg/cm e Rp = 10 kg/cm 2 , ao passo que o Vane de campo apresentou um valor médio de Cui - 0,22 kg/cm e Cud = 0,13 kg/cm". O Vane de 2 laboratório apresentou um valor médio de Cui = 0,13 kg/cm e Cud = 0,06 kg/cm o ensaio triaxial não adensado não drenado apresentou um valor médio de Cui = 0,15 kg/cm e em torno de 09; o teor de matéria orgânica apresentou urna variação entre M.O. • 1,Sk% e M.O. = h,k}%; os limites de Atterberg e umidade natural sofreram uma pequena diminuição com a profundidade, enquanto que, o peso específico úmido aumentou.
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Os testes usados "in situ", basearam-se em: a) Penetração dinâmica utilizando o equipamento SPT padrão; b) Penetração estática, utilizando o penetro metro de ponta cónica Deep Sounding; c) Determinação da resistência ao cisalhamen to da argila no seu estado indeformado e amolgado, utilizando o equipamento "Vane Test" de campo. No laboratório, limitou-se aos ensaios de Trjaxial e Vane Test, utilizando amostras indeformadas e amostras amolgadas. As amostras indeformadas, foram extraídas través de tubos de latão de paredes finas e sem costura do tipo Shelby.Além dos testes usados para a determinação da resistência no campo e no laboratório, efetuou-se também no laboratório, os ensaios necessários ã determinação das propriedades físicos e classificação do solo, os quais basearam-se nos seguintes ensaios: a) Teor de umidade b) Análise gra nu 1ométrica c) Peso específico d) Densidade real e) Limites de Atterberg f) Teor de matéria orgânica. Com os resultados obtidos dos ensaios acima citados, é mostrado neste trabalho que, os valores de pene tração dinâmica foram menor do que 1 (N 1). Os valores de penetração estática variaram entre Rp = 2 kg/cm e Rp = 10 kg/cm 2 , ao passo que o Vane de campo apresentou um valor médio de Cui - 0,22 kg/cm e Cud = 0,13 kg/cm". O Vane de 2 laboratório apresentou um valor médio de Cui = 0,13 kg/cm e Cud = 0,06 kg/cm o ensaio triaxial não adensado não drenado apresentou um valor médio de Cui = 0,15 kg/cm e em torno de 09; o teor de matéria orgânica apresentou urna variação entre M.O. • 1,Sk% e M.O. = h,k}%; os limites de Atterberg e umidade natural sofreram uma pequena diminuição com a profundidade, enquanto que, o peso específico úmido aumentou.Universidade Federal de Campina GrandePÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTALUFCGBrasilCentro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRNEngenharia Civil.Geotecnia.Argila mole - resistênciaPropriedades de resistência - argila moleArgila de mangueEnsaio de penetração estáticaEnsaio de Vane TestEnsaio de Penetração DinâmicaEnsaio TriaxialGranulometria - argilaSoft Clay - resistanceStatic penetration testMangrove clayGranulometry - clayGeotechnicsPropriedades de resistência de uma argila mole do mangue de João Pessoa.Resistance properties of a soft clay of the Joao Pessoa mangrove.1977-062018-11-19T15:34:27Z2018-11-192018-11-19T15:34:27Zhttps://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/2220SILVA, Antonio João da. 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