Avaliação reológica de ligante asfáltico modificado com óleo de pequi
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Campina Grande
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| Programa de Pós-Graduação: |
PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL
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| Departamento: |
Centro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRN
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/43246 |
Resumo: | Nos últimos anos tem havido um esforço para desenvolver misturas asfálticas mais sustentáveis, usando materiais alternativos e tecnologias que reduzem a temperatura de aplicação, como as Misturas Asfálticas Mornas (MAM). Essas misturas, preparadas entre 100°C e 150°C, consomem menos energia e emitem menos gases de efeito estufa. No Brasil, o uso de aditivos orgânicos, como óleos vegetais, tem sido estudado para melhorar o desempenho dessas misturas, especialmente na produção de misturas mornas. Um exemplo é o óleo de pequi, extraído do fruto do pequizeiro, uma árvore típica do Cerrado brasileiro. O óleo de pequi é rico em ácidos graxos insaturados e antioxidantes apresentando potencial para uso em ligantes asfálticos. Este trabalho analisou o de óleo de pequi como modificador do ligante asfáltico CAP 50/70. Foram investigados três teores de adição (1%, 2% e 3%), e os ligantes modificados foram comparados ao ligante de referência CAP 50/70. O estudo foi conduzido em duas etapas principais: (i) caracterização empírica, com ensaios de penetração, ponto de amolecimento, índice de suscetibilidade térmica (IST) e envelhecimento a curto prazo (RTFO) e (ii) caracterização reológica, incluindo os ensaios de grau de desempenho (PG), fluência e recuperação sob múltiplas tensões (MSCR), Varredura de Amplitude Linear (LAS) e curva mestra. A espectroscopia na região do infravermelho (FTIR) confirmou a presença de grupos funcionais característicos do óleo, como ésteres e ácidos graxos, além de indicar que esses compostos permanecem na matriz asfáltica mesmo após o envelhecimento a curto prazo (RTFO). Os resultados reológicos mostram que o óleo de pequi reduz a viscosidade rotacional, o módulo complexo (G*) e a elasticidade do ligante, ao mesmo tempo em que aumenta o ângulo de fase (δ). Essa alteração torna o ligante mais suscetível ao fluxo e menos resistente à deformação permanente. Portanto, a modificação com óleo de pequi exige a limitação do teor incorporado para garantir que o ligante mantenha propriedades compatíveis com as exigências da pavimentação rodoviária. Entre os teores avaliados, a incorporação de 2% apresentou o melhor equilíbrio entre flexibilidade, resistência ao envelhecimento e desempenho reológico. Palavras-chaves: Misturas Mornas, bioligantes, temperaturas |
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Lucena, Lêda Christiane de Figueiredo Lopes.LUCENA, Lêda Christiane de Figueirêdo Lopeshttp://lattes.cnpq.br/2234702016679131MAURINHO FILHO, Paulo Germano Tavares.MARINHO FILHO, P. G. T.http://lattes.cnpq.br/4893203742616397RODRIGUES, John Kennedy GuedesPATRÍCIO, Jonny Dantas.FERREIRA, Ademir Montes.LIMA, M. A. T.http://lattes.cnpq.br/6089461361786115LIMA, Marco Aurélio de Teixeira e.Nos últimos anos tem havido um esforço para desenvolver misturas asfálticas mais sustentáveis, usando materiais alternativos e tecnologias que reduzem a temperatura de aplicação, como as Misturas Asfálticas Mornas (MAM). Essas misturas, preparadas entre 100°C e 150°C, consomem menos energia e emitem menos gases de efeito estufa. No Brasil, o uso de aditivos orgânicos, como óleos vegetais, tem sido estudado para melhorar o desempenho dessas misturas, especialmente na produção de misturas mornas. Um exemplo é o óleo de pequi, extraído do fruto do pequizeiro, uma árvore típica do Cerrado brasileiro. O óleo de pequi é rico em ácidos graxos insaturados e antioxidantes apresentando potencial para uso em ligantes asfálticos. Este trabalho analisou o de óleo de pequi como modificador do ligante asfáltico CAP 50/70. Foram investigados três teores de adição (1%, 2% e 3%), e os ligantes modificados foram comparados ao ligante de referência CAP 50/70. O estudo foi conduzido em duas etapas principais: (i) caracterização empírica, com ensaios de penetração, ponto de amolecimento, índice de suscetibilidade térmica (IST) e envelhecimento a curto prazo (RTFO) e (ii) caracterização reológica, incluindo os ensaios de grau de desempenho (PG), fluência e recuperação sob múltiplas tensões (MSCR), Varredura de Amplitude Linear (LAS) e curva mestra. A espectroscopia na região do infravermelho (FTIR) confirmou a presença de grupos funcionais característicos do óleo, como ésteres e ácidos graxos, além de indicar que esses compostos permanecem na matriz asfáltica mesmo após o envelhecimento a curto prazo (RTFO). Os resultados reológicos mostram que o óleo de pequi reduz a viscosidade rotacional, o módulo complexo (G*) e a elasticidade do ligante, ao mesmo tempo em que aumenta o ângulo de fase (δ). Essa alteração torna o ligante mais suscetível ao fluxo e menos resistente à deformação permanente. Portanto, a modificação com óleo de pequi exige a limitação do teor incorporado para garantir que o ligante mantenha propriedades compatíveis com as exigências da pavimentação rodoviária. Entre os teores avaliados, a incorporação de 2% apresentou o melhor equilíbrio entre flexibilidade, resistência ao envelhecimento e desempenho reológico. Palavras-chaves: Misturas Mornas, bioligantes, temperaturasIn recent years, there has been an effort to develop more sustainable asphalt mixes, using alternative materials and technologies that reduce application temperatures, such as Warm Asphalt Mixes (WAM). These mixes, prepared between 100°C and 150°C, consume less energy and emit fewer greenhouse gases. In Brazil, the use of organic additives, such as vegetable oils, has been studied to improve the performance of these mixes, especially in the production of warm mixes. One example is pequi oil, extracted from the fruit of the pequi tree, a tree typical of the Brazilian Cerrado. Pequi oil is rich in unsaturated fatty acids and antioxidants, showing potential for use in asphalt binders. This study analyzed the use of pequi oil as a modifier of the CAP 50/70 asphalt binder. Three additional levels (1%, 2%, and 3%) were investigated, and the modified binders were compared to the CAP 50/70 reference binder. The study was conducted in two main stages: (i) empirical characterization, with penetration, softening point, thermal susceptibility index (TSI), and short-term aging (RTFO) tests; and (ii) rheological characterization, including grade of performance (PG), multiple stress creep and recovery (MSCR), linear amplitude scanning (LAS), and master curve tests. Far-infrared spectroscopy (FTIR) confirmed the presence of characteristic functional groups of the oil, such as esters and fatty acids. It indicated that these compounds remain in the asphalt matrix even after short-term aging (RTFO). The rheological results show that pequi oil reduces the rotational viscosity, complex modulus (G*), and elasticity of the binder, while increasing the phase angle (δ). This change makes the binder more susceptible to flow and less resistant to permanent deformation. Therefore, modification with pequi oil requires limiting the incorporated content to ensure the binder maintains properties compatible with road paving requirements. The incorporation of 2% content presented the best balance between flexibility, aging resistance, and rheological performance.Submitted by Helder Soares Dantas (helder-dantas@hotmail.com) on 2025-09-11T00:30:33Z No. of bitstreams: 1 MARCO AURÉLIO DE TEIXEIRA E LIMA -DISSERTAÇÃO - (PPGECA) 2025.pdf: 2802405 bytes, checksum: e750e29cbb8ce4a358ac9e9e3d6ec134 (MD5)Made available in DSpace on 2025-09-11T00:30:33Z (GMT). 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Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil e Ambiental) – Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e Ambiental, Centro de Tecnologia e Recursos Naturais, Universidade Federal de Campina Grande, Paraíba, Brasil, 2025.info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCGinstname:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)instacron:UFCGTEXTMARCO AURÉLIO DE TEIXEIRA E LIMA -DISSERTAÇÃO - (PPGECA) 2025.pdf.txtMARCO AURÉLIO DE TEIXEIRA E LIMA -DISSERTAÇÃO - (PPGECA) 2025.pdf.txttext/plain132212https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/43246/3/MARCO+AUR%C3%89LIO+DE+TEIXEIRA+E+LIMA+-DISSERTA%C3%87%C3%83O+-+%28PPGECA%29+2025.pdf.txt19616bf78abdbf0744056fe23ff3dbf1MD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/43246/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52ORIGINALMARCO AURÉLIO DE TEIXEIRA E LIMA -DISSERTAÇÃO - (PPGECA) 2025.pdfMARCO AURÉLIO DE TEIXEIRA E LIMA -DISSERTAÇÃO - (PPGECA) 2025.pdfapplication/pdf2802405https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/43246/1/MARCO+AUR%C3%89LIO+DE+TEIXEIRA+E+LIMA+-DISSERTA%C3%87%C3%83O+-+%28PPGECA%29+2025.pdfe750e29cbb8ce4a358ac9e9e3d6ec134MD51riufcg/432462025-11-18 04:27:32.797oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/43246Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.ufcg.edu.br/PUBhttp://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/oai/requestbdtd@setor.ufcg.edu.br || bdtd@setor.ufcg.edu.bropendoar:48512025-11-18T07:27:32Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)false |
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