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Escravidão em Alagoa Nova: história econômica e demográfica (1831-1888)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: BARROS, Edson Alberto Correia.
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Campina Grande
Brasil
Centro de Humanidades - CH
PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA
UFCG
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/41089
Resumo: A presente dissertação de mestrado é a história da Escravidão em Alagoa Nova: História Econômica e Demográfica de (1831-1888). Analisando a vida dos cativos e dos pobres livres numa totalidade da sociedade alagoa-novense. É dentro deste tema escolhido que se compreendeu de forma empírica, teórica e historiográfica que a escravidão negra foi a engrenagem principal da formação histórica, social e demográfica de Alagoa Nova. Desta maneira, analisamos que os escravos de Alagoa Nova eram quem movimentavam as engrenagens da economia alagoa-novense. Visto que, trazemos para a discussão teórica do presente trabalho autores que são de aporte para a análise historiográfica, autores como Marx (2010, 2017), Gorender (2016, 2016), Thompson (1998, 2019), Clóvis Moura (2013, 2014), Gramsci (2019, 2022), Chalhoub (2012) e Lima (2006, 2009), Rocha (2009), para um diálogo teórico sobre a escravidão em Alagoa Nova. O presente trabalho está ancorado no materialismo histórico dialético para a análise das fontes empíricas como os inventários post-mortem onde constam escravos nas partilhas de bens arrolados no presente documento. Também temos o recenseamento do Brasil em 1872 e o fundo de emancipação de 1880. Usamos, também, uma biografia onde consta a história de Alagoa Nova (1990), para discutir com as fontes empíricas presentes no Fórum Tavares Cavalcanti, para trabalharmos a história e historiografia em que abarca a sociedade, a economia, a demografia escravista da presente cultura negra cativa. Como objetivo, obtivemos a conclusão de que existiu escravidão na comunidade oitocentista aqui estudada, sendo assim, os inventários e o fundo de emancipação preenchem as lacunas de que a economia foi erguida em costas negras. Sendo assim, é de contribuição local, regional e nacional o presente trabalho para conhecermos o passado e o presente da cultura onde senhores brancos escravizavam a classe trabalhadora negra. É compreendendo o passado que se conhece o presente. Apresentando a escravidão entende-se o racismo e a perseguição do povo negro no século XXI.
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Visto que, trazemos para a discussão teórica do presente trabalho autores que são de aporte para a análise historiográfica, autores como Marx (2010, 2017), Gorender (2016, 2016), Thompson (1998, 2019), Clóvis Moura (2013, 2014), Gramsci (2019, 2022), Chalhoub (2012) e Lima (2006, 2009), Rocha (2009), para um diálogo teórico sobre a escravidão em Alagoa Nova. O presente trabalho está ancorado no materialismo histórico dialético para a análise das fontes empíricas como os inventários post-mortem onde constam escravos nas partilhas de bens arrolados no presente documento. Também temos o recenseamento do Brasil em 1872 e o fundo de emancipação de 1880. Usamos, também, uma biografia onde consta a história de Alagoa Nova (1990), para discutir com as fontes empíricas presentes no Fórum Tavares Cavalcanti, para trabalharmos a história e historiografia em que abarca a sociedade, a economia, a demografia escravista da presente cultura negra cativa. Como objetivo, obtivemos a conclusão de que existiu escravidão na comunidade oitocentista aqui estudada, sendo assim, os inventários e o fundo de emancipação preenchem as lacunas de que a economia foi erguida em costas negras. Sendo assim, é de contribuição local, regional e nacional o presente trabalho para conhecermos o passado e o presente da cultura onde senhores brancos escravizavam a classe trabalhadora negra. É compreendendo o passado que se conhece o presente. Apresentando a escravidão entende-se o racismo e a perseguição do povo negro no século XXI.The present dissertation, The History of Slavery in Alagoa Nova: Economic and Demographic History (1831-1888), empirically, theoretically, and historiographically explores the lives of captives and free poor individuals within the entirety of Alagoa Nova's society. It argues that black slavery was central to the historical, social, and demographic formation of the region, emphasizing how enslaved individuals were integral to the local economy. This work engages with key authors4such as Marx (2010, 2017), Gorender (2016), Thompson (1998, 2019), Clóvis Moura (2013, 2014), Gramsci (2019, 2022), Chalhoub (2012), and Lima (2006, 2009) 4 to establish a theoretical dialogue on slavery in Alagoa Nova, grounded in dialectical historical materialism. Empirical sources include post-mortem inventories listing slaves in asset divisions, the 1872 Brazilian census, and the 1880 emancipation fund. Additionally, a 1990 biography provides context for the history of Alagoa Nova and supports discussions of the empirical sources housed in the Tavares Cavalcanti Forum, focusing on the society, economy, and demographics of enslaved individuals. This study concludes that slavery was a fundamental aspect of the 19th-century community of Alagoa Nova. The inventories and emancipation fund illustrate how the economy was built on the labor of black individuals. Ultimately, this work contributes locally, regionally, and nationally to understanding the past and present of a culture shaped by the enslavement of the black working class by white masters. By presenting the history of slavery, we can better understand racism and the ongoing persecution of black people in the 21st century.Universidade Federal de Campina GrandeBrasilCentro de Humanidades - CHPÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIAUFCGLIMA, Luciano Mendonça de.LIMA, L. M.http://lattes.cnpq.br/4118013374734521AIRES, José Luciano Queiroz.ARAGÃO, Patrícia Cristina de.BARROS, Edson Alberto Correia.2024-10-022025-03-17T12:19:36Z2025-03-172025-03-17T12:19:36Zinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttps://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/41089BARROS, Edson Alberto Correia. Escravidão em Alagoa Nova: história econômica e demográfica (1831-1888). 2024. 134 f. Dissertação (Mestrado em História) – Programa de Pós-Graduação em História, Centro de Humanidades, Universidade Federal de Campina Grande, Paraíba, Brasil, 2024.porinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCGinstname:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)instacron:UFCG2025-11-18T07:17:08Zoai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/41089Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.ufcg.edu.br/PUBhttp://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/oai/requestbdtd@setor.ufcg.edu.br || bdtd@setor.ufcg.edu.bropendoar:48512025-11-18T07:17:08Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)false
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