O feminismo camponês popular: resistência e revolução.
| Ano de defesa: | 2021 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Campina Grande
Brasil Centro de Humanidades - CH PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS UFCG |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/22951 |
Resumo: | Esta pesquisa tem como objetivo analisar as formas de articulação da luta contra o capitalismo, patriarcado e racismo, no processo de construção e adoção do “Feminismo Camponês Popular” pelas mulheres camponesas organizadas na Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo (Cloc) e no Movimento de Mulheres Camponesas (MMC). Este trabalho foi construído a partir do método materialista históricodialético, com uma metodologia de pesquisa participante, tendo em vista a impossibilidade de separação entre a militante e a pesquisadora que, ao mesmo tempo que estudava, construía o que estudava, participando de espaços de reflexão e decisão política, como a participação e a construção dos encontros que debateram o Feminismo Camponês Popular. Foi também parte da metodologia a análise de documentos e aplicação de questionário. Este estudo permitiu compreender como o patriarcado, o racismo e o capitalismo se entrelaçam na exploração, opressão e dominação dos povos da América Latina e Caribe. Foi também possível desvendar as diversas formas de resistência camponesa construídas, focando, especialmente, na resistência das mulheres camponesas que, na articulação de suas lutas, contribuíram para ampliar a visão do ser feminista. A pesquisa teve como resultado a sistematização desse processo de construção do Feminismo Camponês Popular, suas pautas políticas e suas propostas para transformar a realidade a partir do socialismo, da agroecologia, do feminismo e da soberania alimentar, tendo a unidade política na diversidade de experiências como a principal força motora dessa transformação. |
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O feminismo camponês popular: resistência e revolução.Feminismo camponês popularLuta anticolonialCamponesasDiversidadePopular peasant feminismAnticolonial struggleWoman peasantsDiversityFeminismo campesino popularLucha anticolonialCampesinasDiversidadMulheres camponesasCiências Sociais AplicadasEsta pesquisa tem como objetivo analisar as formas de articulação da luta contra o capitalismo, patriarcado e racismo, no processo de construção e adoção do “Feminismo Camponês Popular” pelas mulheres camponesas organizadas na Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo (Cloc) e no Movimento de Mulheres Camponesas (MMC). Este trabalho foi construído a partir do método materialista históricodialético, com uma metodologia de pesquisa participante, tendo em vista a impossibilidade de separação entre a militante e a pesquisadora que, ao mesmo tempo que estudava, construía o que estudava, participando de espaços de reflexão e decisão política, como a participação e a construção dos encontros que debateram o Feminismo Camponês Popular. Foi também parte da metodologia a análise de documentos e aplicação de questionário. Este estudo permitiu compreender como o patriarcado, o racismo e o capitalismo se entrelaçam na exploração, opressão e dominação dos povos da América Latina e Caribe. Foi também possível desvendar as diversas formas de resistência camponesa construídas, focando, especialmente, na resistência das mulheres camponesas que, na articulação de suas lutas, contribuíram para ampliar a visão do ser feminista. A pesquisa teve como resultado a sistematização desse processo de construção do Feminismo Camponês Popular, suas pautas políticas e suas propostas para transformar a realidade a partir do socialismo, da agroecologia, do feminismo e da soberania alimentar, tendo a unidade política na diversidade de experiências como a principal força motora dessa transformação.This research has the objective of analyzing the forms of articulation of the fight against capitalism, patriarchy and racism, in the construction and adoption processes of “Popular Peasant Feminism” by the women organized in the Coordinadoria Latinoamericana de Organizaciones del Campo (Cloc) and in the Brazilian Movement of Peasant Women (MMC). Our work is grounded on the historical and dialectical materialist method, with a participatory research methodology, as it is impossible to separate the researcher from the activist, who studies the very object she builds up, participating in reflection spaces and political decisionmaking, like attendance in and organization of debate meetings about Popular Peasant Feminism. In this methodology, we also used document analysis and survey conduction. This work has made it possible to comprehend how patriarchy, racism and capitalism intertwine in the exploitation, oppression and domination of Latin American and Caribbean peoples. Furthermore, it was possible to unveil the diverse forms of peasant resistance, focusing especially on the resistance of peasant women, who contributed, through the articulation of their fights, to the broadening of the definition of being feminist. This research had as a result the systematization of the construction process of Popular Peasant Feminism, its political demands and its vision of transforming reality through socialism, agroecology, feminism and food sovereignty, holding the political unity of diverse experiences as the principal driving force of this change.CapesEsta investigación tiene por objetivo hacer el análisis de las formas de articulación de lucha contra el capitalismo, el patriarcado y el racismo, en el proceso de construcción y adopción del “Feminismo Campesino Popular” por las mujeres campesinas organizadas en la Coordinadora Latinoamericana de Organizaciones del Campo (CLOC) y en el Movimiento de Mujeres Campesinas (MMC). Construimos este trabajo a partir del método materialista históricodialéctico, con una metodología de investigación participante, considerando la imposibilidad de la separación entre la militante y la investigadora, que al mismo tiempo que estudiaba, construía lo que estudiaba, participando en los espacios de reflexión y decisión política, como la participación y construcción de los encuentros que debatieron el Feminismo Campesino Popular. También fue parte de la metodología análisis de documentos y aplicación de cuestionario. Este trabajo permitió comprender como el patriarcado, el racismo y el capitalismo se entrelazan en la explotación, opresión y dominación de los pueblos de América Latina y el Caribe. Fue también posible desvelar las diversas formas de resistencia campesina construidas, enfocando especialmente en la resistencia de las mujeres campesinas que en la articulación de sus luchas contribuirán para ampliar la visión del ser feminista. La investigación tuvo como resultado la sistematización de este proceso de construcción del Feminismo Campesino Popular, su agenda política y sus propuestas para transformar la realidad a partir del socialismo, de la agroecología, del feminismo y de la soberanía alimentaria, teniendo la unidad política en la diversidad de experiencias como la principal fuerza motriz de esta transformación.Universidade Federal de Campina GrandeBrasilCentro de Humanidades - CHPÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAISUFCGSALES JÚNIOR, Ronaldo Laurentino.http://lattes.cnpq.br/5358060892746249ÁLVARO, Mirla Cisne.http://lattes.cnpq.br/7468001180773462FERREIRA, Verônica Maria.http://lattes.cnpq.br/2112445114925319CORTELETTI, Roseli de Fatima.http://lattes.cnpq.br/6497451592802925ROJAS, Gonzalo Adrián.http://lattes.cnpq.br/7244600311946748LIMA, Elizabeth Christina de Andrade.http://lattes.cnpq.br/9483143620752293SANTOS, Michela Katiúscia Calaça Alves dos.2021-09-242022-01-05T19:08:52Z2022-01-052022-01-05T19:08:52Zinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesishttps://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/22951SANTOS, Michela Katiúscia Calaça Alves dos. 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