O Debate sobre o papel constitucional das forças armadas na assembleia nacional constituinte (1987-1988)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Fernandes, Luís Eduardo Viana
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/74562/001300000711m
Idioma: por
Instituição de defesa: Brasil
Centro de Ciências Sociais Aplicadas e Humanas - CCSAH
UFERSA
Universidade Federal Rural do Semi-Árido
Programa de Pós-Graduação em Direito
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://lattes.cnpq.br/6435983546326282
http://lattes.cnpq.br/6410152942268361
https://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/8655
Resumo: A presente dissertação tem como objetivo estudar a definição do papel constitucional das Forças Armadas na Assembleia Nacional Constituinte (1987-1988), o que tanto abrange as discussões sobre intervenção militar na política, a tese de poder moderador das Forças Armadas, bem como a possibilidade de emprego da força militar nas hipóteses de crise de ordem pública e ataques às instituições democráticas. O trabalho também se preocupa com a definição sobre o arranjo institucional entre a figura política do presidente e os ministros militares subordinados, a possibilidade de criação do Ministério da Defesa comandado por um civil, bem como a permanência ou extinção do Conselho de Segurança Nacional. A pesquisa está inserida no campo da história constitucional, sobretudo numa perspectiva doutrinal, focada nos desdobramentos do processo constituinte e como estiveram inseridos não somente os interesses militares naquele contexto, mas ponderando as repercussões das demandas sociais naquele momento, o que requer uma análise empírica forte não somente ao que ocorria dentro dos espaços de deliberação, mas também os movimentos nas ruas, dentro dos quartéis e as manifestações dos ministros militares no período, debruçando-se tanto sobre fontes documentais e jornalísticas da época, bem como valendo-se de fontes de história oral em que foram colhidos os depoimentos dos generais com papel relevante na Nova República. É possível concluir que o texto promulgado na Constituição de 1988 estabeleceu uma função constitucional para as Forças Armadas que difere da tradição constitucional brasileira, prevendo mais claramente a subordinação dos militares aos poderes constitucionais. Entretanto, ao explorar os debates nas diferentes subcomissões, observa-se que o problema da intervenção militar na política era algo difuso nos diversos espaços de deliberação. Além disso, o processo constituinte foi eminentemente vigiado no que diz respeito aos temas de interesse militar, havendo forte acompanhamento pelo Centro de Informações do Exército e Secretaria-Geral do Conselho de Segurança Nacional. A partir das diversas fontes disponíveis, sobretudo as de história oral em conjunto com as matérias jornalísticas, é possível problematizar a noção de coesão total das forças singulares quanto aos interesses deduzidos no processo constituinte, uma vez que, em determinados casos, como foi a possibilidade de criação do Ministério da Defesa, a posição em comum poderia ter justificativas diversas entre as forças singulares. Enfim, o estudo do processo constituinte permite extrair uma nova abordagem sobre a relação estabelecida entre militares e constituição, que se afasta de uma perspectiva de que os quartéis tiveram sucesso em garantir uma função de poder moderador na nova Constituição, mas empreenderam diversos esforços para ter algum papel a ser desempenhado na segurança interna, especialmente, em hipóteses de crises de ordem pública de grande envergadura. Por um lado, a constatação anterior afasta as leituras de legitimidade para intervenção militar constitucional, mas por outro, repercute em problemas que lhes são próprios, principalmente a vulgarização do emprego militar para garantia da lei e da ordem, o que já se observava durante o processo constituinte, no contexto de greves durante a Nova República
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O trabalho também se preocupa com a definição sobre o arranjo institucional entre a figura política do presidente e os ministros militares subordinados, a possibilidade de criação do Ministério da Defesa comandado por um civil, bem como a permanência ou extinção do Conselho de Segurança Nacional. A pesquisa está inserida no campo da história constitucional, sobretudo numa perspectiva doutrinal, focada nos desdobramentos do processo constituinte e como estiveram inseridos não somente os interesses militares naquele contexto, mas ponderando as repercussões das demandas sociais naquele momento, o que requer uma análise empírica forte não somente ao que ocorria dentro dos espaços de deliberação, mas também os movimentos nas ruas, dentro dos quartéis e as manifestações dos ministros militares no período, debruçando-se tanto sobre fontes documentais e jornalísticas da época, bem como valendo-se de fontes de história oral em que foram colhidos os depoimentos dos generais com papel relevante na Nova República. É possível concluir que o texto promulgado na Constituição de 1988 estabeleceu uma função constitucional para as Forças Armadas que difere da tradição constitucional brasileira, prevendo mais claramente a subordinação dos militares aos poderes constitucionais. Entretanto, ao explorar os debates nas diferentes subcomissões, observa-se que o problema da intervenção militar na política era algo difuso nos diversos espaços de deliberação. Além disso, o processo constituinte foi eminentemente vigiado no que diz respeito aos temas de interesse militar, havendo forte acompanhamento pelo Centro de Informações do Exército e Secretaria-Geral do Conselho de Segurança Nacional. A partir das diversas fontes disponíveis, sobretudo as de história oral em conjunto com as matérias jornalísticas, é possível problematizar a noção de coesão total das forças singulares quanto aos interesses deduzidos no processo constituinte, uma vez que, em determinados casos, como foi a possibilidade de criação do Ministério da Defesa, a posição em comum poderia ter justificativas diversas entre as forças singulares. Enfim, o estudo do processo constituinte permite extrair uma nova abordagem sobre a relação estabelecida entre militares e constituição, que se afasta de uma perspectiva de que os quartéis tiveram sucesso em garantir uma função de poder moderador na nova Constituição, mas empreenderam diversos esforços para ter algum papel a ser desempenhado na segurança interna, especialmente, em hipóteses de crises de ordem pública de grande envergadura. Por um lado, a constatação anterior afasta as leituras de legitimidade para intervenção militar constitucional, mas por outro, repercute em problemas que lhes são próprios, principalmente a vulgarização do emprego militar para garantia da lei e da ordem, o que já se observava durante o processo constituinte, no contexto de greves durante a Nova RepúblicaThe present research aims to study the definition of the constitutional destination of the Armed Forces in the National Constituent Assembly (1987-1988), which covers the discussions on military intervention in politics, the thesis of moderating power of the Armed Forces, as well as the possibility of using military force in the hypothesis of crisis of public order and attacks on democratic institutions. The work is also concerned with the definition of the institutional arrangement between the political figure of the president and subordinate military ministers, the possibility of creating a Ministry of Defense commanded by a civilian, as well as the permanence or extinction of the National Security Council. The research is inserted in the field of constitutional history, especially from a doctrinal perspective, focusing on the unfolding of the constituent process and how not only military interests were inserted in that context, but also pondering the repercussions of social demands at that moment, which requires a strong empirical analysis not only of what occurred within the spaces of deliberation, but also the movements in the streets, inside the barracks, and the manifestations of the military ministers in the period, focusing both on documentary and journalistic sources of the time, as well as making use of oral history sources in which the statements of the generals with a relevant role in the New Republic were collected. It is possible to conclude that the text enacted in the 1988 Constitution established a constitutional destination for the Armed Forces that differs from the Brazilian constitutional tradition, providing more clearly for the subordination of the military to the constitutional powers. However, when exploring the debates in the different subcommittees, it is observed that the problem of military intervention in politics was somewhat diffuse in the various spaces of deliberation. Moreover, the constituent process was eminently watched with regard to issues of military interest, with strong monitoring by the Army Information Center and the General Secretariat of the National Security Council. From the various sources available, especially oral history and journalistic reports, it is possible to problematize the notion of total cohesion of the individual forces regarding the interests deduced in the constituent process, since in certain cases, such as the possibility of creating the Ministry of Defense, the common position could have different justifications among the individual forces. Finally, the study of the constituent process allows us to extract a new approach on the relationship established between the military and the constitution, which moves away from a perspective that the barracks succeeded in guaranteeing a moderating power function in the new constitution, but made several efforts to have some role to play in internal security, especially in cases of large-scale crises of public order. On the one hand, the previous observation dispels the readings of legitimacy for constitutional military intervention, but on the other, it has repercussions on their own problems, mainly the vulgarization of military employment to guarantee law and order, which was already observed during the constituent process, in the context of strikes during the New Republic163 p.BrasilCentro de Ciências Sociais Aplicadas e Humanas - CCSAHUFERSAUniversidade Federal Rural do Semi-ÁridoPrograma de Pós-Graduação em DireitoMarques, Raphael Peixoto de PaulaMarques, Raphael Peixoto de PaulaCabral, Rafael Lamera GiestaPinto, Cristiano Otávio Paixão AraújoFernandes, Luís Eduardo Viana2023-01-30T14:09:39Z2023-01-30T14:09:39Z2022-06-29info:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpdfapplication/pdfhttp://lattes.cnpq.br/6435983546326282http://lattes.cnpq.br/6410152942268361FERNANDES, Luís Eduardo Viana. O Debate sobre o papel constitucional das forças armadas na assembleia nacional constituinte (1987-1988). 2022. 163 f. Dissertação (Mestrado em Direito), Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, 2022.https://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/8655ark:/74562/001300000711mMossoróinfo:eu-repo/semantics/openAccessUFERSACC-BY-SAporreponame:Repositório Digital da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (RDU)instname:Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA)instacron:UFERSA2023-10-30T20:28:04Zoai:repositorio.ufersa.edu.br:prefix/8655Repositório Institucionalhttps://repositorio.ufersa.edu.br/PUBhttps://repositorio.ufersa.edu.br/server/oai/requestrepositorio@ufersa.edu.br || admrepositorio@ufersa.edu.bropendoar:2023-10-30T20:28:04Repositório Digital da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (RDU) - Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA)false
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