Federalismo fiscal e as disparidades regionais no Brasil
| Ano de defesa: | 2006 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Idioma: | por |
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Programa de Pós-graduação em Economia
Economia |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://app.uff.br/riuff/handle/1/17768 |
Resumo: | O Brasil não consegue exercer um federalismo verdadeiro, ou seja, uma divisão de poder mais eqüitativa entre os entes da Federação, devido à quatro fatores: a forma como foi instituído, a presença de acentuadas disparidades regionais, a pouca atribuição de responsabilidades pelas unidades subnacionais, e, mais recentemente, a recentralização de receitas pela União. O objetivo deste trabalho é analisar o federalismo fiscal brasileiro e as desigualdades regionais no país, com base nos dados fiscais e sócio-econômicos das regiões, unidades federativas e esferas de governo. O sistema de transferências é um bom meio de reduzir os desequilíbrios quando são considerados, entre outros, a capacidade de arrecadação própria dos entes federativos, os diferentes custos das localidades e as diferenças de produção e renda entre as regiões. No entanto, o sistema de transferências brasileiro não mensura essas variáveis, de modo que reproduz as desigualdades existentes. Os fundos de participação, apesar de diminuírem as desigualdades inter-regionais, aumentam as desigualdades intraregionais. As transferências voluntárias, por outro lado, são fruto da barganha política e, por isso, tendem a beneficiar as regiões mais desenvolvidas. Logo, defende-se, no cálculo das transferências, a adoção de critérios que considerem as disparidades presentes na federação. Do lado do gasto será apontado o papel exercido pelo Fundef na diminuição das desigualdades regionais na Educação que, mediante a adoção de um valor mínimo nacional por aluno, permitiram a universalização e a constituição de uma fonte regular de recursos para esse setor. Dessa forma é proposto a implementação, pelo governo federal, cooperativamente com os governos subancionais, de mecanismos equalizadores semelhantes aos do Fundef nos gastos dos bens e serviços públicos meritórios (saúde, saneamento, habitação, entre outros). Palavras Chaves: Federalismo verdadeiro; disparidades regionais; mecanismos |
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Federalismo fiscal e as disparidades regionais no BrasilFederalismo verdadeiroDisparidades regionaisMecanismos equalizadoresPolítica fiscal; Federalismo Fiscal; Disparidade econômica regionalBrasilCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIAO Brasil não consegue exercer um federalismo verdadeiro, ou seja, uma divisão de poder mais eqüitativa entre os entes da Federação, devido à quatro fatores: a forma como foi instituído, a presença de acentuadas disparidades regionais, a pouca atribuição de responsabilidades pelas unidades subnacionais, e, mais recentemente, a recentralização de receitas pela União. O objetivo deste trabalho é analisar o federalismo fiscal brasileiro e as desigualdades regionais no país, com base nos dados fiscais e sócio-econômicos das regiões, unidades federativas e esferas de governo. O sistema de transferências é um bom meio de reduzir os desequilíbrios quando são considerados, entre outros, a capacidade de arrecadação própria dos entes federativos, os diferentes custos das localidades e as diferenças de produção e renda entre as regiões. No entanto, o sistema de transferências brasileiro não mensura essas variáveis, de modo que reproduz as desigualdades existentes. Os fundos de participação, apesar de diminuírem as desigualdades inter-regionais, aumentam as desigualdades intraregionais. As transferências voluntárias, por outro lado, são fruto da barganha política e, por isso, tendem a beneficiar as regiões mais desenvolvidas. Logo, defende-se, no cálculo das transferências, a adoção de critérios que considerem as disparidades presentes na federação. Do lado do gasto será apontado o papel exercido pelo Fundef na diminuição das desigualdades regionais na Educação que, mediante a adoção de um valor mínimo nacional por aluno, permitiram a universalização e a constituição de uma fonte regular de recursos para esse setor. Dessa forma é proposto a implementação, pelo governo federal, cooperativamente com os governos subancionais, de mecanismos equalizadores semelhantes aos do Fundef nos gastos dos bens e serviços públicos meritórios (saúde, saneamento, habitação, entre outros). Palavras Chaves: Federalismo verdadeiro; disparidades regionais; mecanismosPrograma de Pós-graduação em EconomiaEconomiaDweck, Ruth HelenaCPF:67586257822http://lattes.cnpq.br/2746838941824305Mendonça, Rosane Silva Pinto deCPF:21238998722http://lattes.cnpq.br/3888385159231606Rezende, Gervasio Castro deCPF:87569859222http://lattes.cnpq.br/1795653234064409Brião, Sílvia Félix2021-03-10T20:42:40Z2008-02-202021-03-10T20:42:40Z2006-08-31info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://app.uff.br/riuff/handle/1/17768ark:/87559/001300000dkvzporCC-BY-SAinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF)instname:Universidade Federal Fluminense (UFF)instacron:UFF2021-03-10T20:42:40Zoai:app.uff.br:1/17768Repositório InstitucionalPUBhttps://app.uff.br/oai/requestriuff@id.uff.bropendoar:21202021-03-10T20:42:40Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF) - Universidade Federal Fluminense (UFF)false |
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