Semente de Mongura (Pachira aquatica): avaliação do potencial bioativo, antitumoral e tecnológico

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Sousa, Thaíza Rodrigues
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/87559/001300001c36x
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://app.uff.br/riuff/handle/1/40263
Resumo: O Brasil apresenta relevante biodiversidade e abriga inúmeras espécies de plantas não convencionais, como a monguba (Pachira aquatica), cujas sementes possuem perfil nutricional e de compostos bioativos relevante. No entanto, apesar do potencial de benefício à saúde e de uso tecnológico, estudos sobre seus efeitos biológicos e aplicações em produtos alimentícios ainda são incipientes. O presente trabalho objetivou avaliar e comparar o potencial bioativo e antitumoral sobre células de câncer de próstata (DU-145 e PC-3) de sementes de monguba provenientes de dois estados brasileiros (Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte) e potencial tecnológico para o desenvolvimento de biscoitos. As sementes submetidas à secagem em etapa única foram caracterizadas quanto o seu perfil físico-químico e as sementes cruas, secas em etapa única e duplamente secas foram avaliadas quanto à capacidade antioxidante (ensaios Folin-Ciocalteu, ABTS, DPPH, FRAP e ORAC), quantificação de compostos fenólicos por HPLC e perfil qualitativo de metabólitos por UHPLC-HRMS. A atividade antitumoral foi avaliada por ensaios de viabilidade celular, ciclo celular e indução de apoptose. Os biscoitos foram formulados com diferentes proporções de sementes de monguba e farinha da castanha de caju substituindo a farinha de trigo (M100%, M75%, M50% e M25%) e analisados quanto ao perfil físico-químico, capacidade antioxidante e avaliação sensorial (teste de aceitação e teste descritivo check-all-that-apply). Os resultados demonstraram pouca diferença na composição centesimal das sementes entre os estados, com elevados teores de lipídios, proteínas, carboidratos e fibras. Extratos hidroalcóolicos das sementes duplamente secas apresentaram maior atividade antioxidante, com aumento do teor de ácido cafeico e decréscimo do teor de ácido clorogênico. O perfil de metabólitos revelou diversidade de metabólitos primários e secundários, incluindo o pirogalol, identificado sugestivamente pela primeira vez nessa matriz. Efeitos mais pronunciados de interrupção do ciclo celular e indução de apoptose foram observados para os extratos das sementes duplamente secas, com indicativos menos pronunciados de toxicidade em comparação aos extratos das sementes secas em etapa única. Os biscoitos desenvolvidos apresentaram elevados escores de aceitação para os atributos de sabor, textura, aroma e impressão global, correlacionados positivamente ao conteúdo de lipídios e proteínas. O biscoito M50% se aproximou mais do biscoito (produto) ideal, evidenciando potencial de comercialização e otimização frente a características relacionadas à textura, como arenosidade. Este estudo evidencia o potencial antitumoral promissor das sementes de monguba e a sua aplicabilidade tecnológica em biscoitos, corrobora dados da literatura quanto à caracterização físico-química e fitoquímica e reforça o papel da biodiversidade brasileira na promoção da saúde e na inovação de produtos funcionais, dialogando com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 2 (fome zero e agricultura sustentável), ODS 3 (saúde e bem-estar) e ODS 12 (consumo e produção responsáveis).
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O presente trabalho objetivou avaliar e comparar o potencial bioativo e antitumoral sobre células de câncer de próstata (DU-145 e PC-3) de sementes de monguba provenientes de dois estados brasileiros (Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte) e potencial tecnológico para o desenvolvimento de biscoitos. As sementes submetidas à secagem em etapa única foram caracterizadas quanto o seu perfil físico-químico e as sementes cruas, secas em etapa única e duplamente secas foram avaliadas quanto à capacidade antioxidante (ensaios Folin-Ciocalteu, ABTS, DPPH, FRAP e ORAC), quantificação de compostos fenólicos por HPLC e perfil qualitativo de metabólitos por UHPLC-HRMS. A atividade antitumoral foi avaliada por ensaios de viabilidade celular, ciclo celular e indução de apoptose. Os biscoitos foram formulados com diferentes proporções de sementes de monguba e farinha da castanha de caju substituindo a farinha de trigo (M100%, M75%, M50% e M25%) e analisados quanto ao perfil físico-químico, capacidade antioxidante e avaliação sensorial (teste de aceitação e teste descritivo check-all-that-apply). Os resultados demonstraram pouca diferença na composição centesimal das sementes entre os estados, com elevados teores de lipídios, proteínas, carboidratos e fibras. Extratos hidroalcóolicos das sementes duplamente secas apresentaram maior atividade antioxidante, com aumento do teor de ácido cafeico e decréscimo do teor de ácido clorogênico. O perfil de metabólitos revelou diversidade de metabólitos primários e secundários, incluindo o pirogalol, identificado sugestivamente pela primeira vez nessa matriz. Efeitos mais pronunciados de interrupção do ciclo celular e indução de apoptose foram observados para os extratos das sementes duplamente secas, com indicativos menos pronunciados de toxicidade em comparação aos extratos das sementes secas em etapa única. Os biscoitos desenvolvidos apresentaram elevados escores de aceitação para os atributos de sabor, textura, aroma e impressão global, correlacionados positivamente ao conteúdo de lipídios e proteínas. O biscoito M50% se aproximou mais do biscoito (produto) ideal, evidenciando potencial de comercialização e otimização frente a características relacionadas à textura, como arenosidade. Este estudo evidencia o potencial antitumoral promissor das sementes de monguba e a sua aplicabilidade tecnológica em biscoitos, corrobora dados da literatura quanto à caracterização físico-química e fitoquímica e reforça o papel da biodiversidade brasileira na promoção da saúde e na inovação de produtos funcionais, dialogando com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 2 (fome zero e agricultura sustentável), ODS 3 (saúde e bem-estar) e ODS 12 (consumo e produção responsáveis).Brazil presents remarkable biodiversity and hosts numerous species of unconventional plants, such as monguba (Pachira aquatica), whose seeds exhibit a relevant nutritional profile and bioactive compounds. However, despite their potential health benefits and technological applications, studies on their biological effects and use in food products remain incipient. This study aimed to evaluate and compare the bioactive and antitumor potential of monguba seeds from two Brazilian states (Rio de Janeiro and Rio Grande do Norte) against prostate cancer cells (DU-145 and PC-3), as well as their technological potential for cookie development. Seeds subjected to single-step drying were characterized for their physicochemical profile, while raw, single-step dried, and double-step dried seeds were assessed for antioxidant capacity (Folin- Ciocalteu, ABTS, DPPH, FRAP, and ORAC assays), quantification of phenolic compounds by HPLC, and qualitative metabolite profiling through UHPLC-HRMS. The antitumor activity was evaluated by cell viability, cell cycle, and apoptosis induction assays. Cookies were formulated with different proportions of monguba seeds and cashew nut flour replacing wheat flour (M100%, M75%, M50%, and M25%) and analyzed for physicochemical properties, antioxidant capacity, and sensory evaluation (acceptance test and check-all-that-apply descriptive test). The results showed little difference in the centesimal composition of seeds between the states, with high levels of lipids, proteins, carbohydrates, and fiber. Hydroalcoholic extracts of double-step dried seeds exhibited higher antioxidant activity, with an increase in caffeic acid content and a decrease in chlorogenic acid levels. The metabolite profile revealed a diversity of primary and secondary metabolites, including pyrogallol, suggestively identified for the first time in this matrix. More pronounced effects on cell cycle arrest and apoptosis induction were observed for the extracts from double-step dried seeds, with less pronounced indications of toxicity compared to single-step dried seed extracts. The developed cookies showed high acceptance scores for flavor, texture, aroma, and overall impression, positively correlated with the lipid and protein content. The M50% sample was closer to the ideal product, demonstrating commercialization potential and opportunities for optimization regarding texture-related characteristics, such as sandiness. This study highlights the promising antitumor potential of monguba seeds and their technological applicability in biscuits, corroborates existing literature on their physicochemical and phytochemical characterization, and reinforces the role of Brazilian biodiversity in health promotion and functional food innovation, aligning with the Sustainable Development Goals (SDS) 2 (zero hunger), SDG 3 (good health and wellbeing), and SDG 12 (responsible consumption and production).123 f.Teodoro, Anderson Jungerhttp://lattes.cnpq.br/1379990567646374Martins, Carolina Pinto de Carvalhohttp://lattes.cnpq.br/0000422935927267Maia, Juliana Kelly da Silvahttp://lattes.cnpq.br/9575492220366110http://lattes.cnpq.br/1532520390479596Sousa, Thaíza Rodrigues2025-09-29T21:51:11Z2025-09-29T21:51:11Zinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfSOUSA, Thaíza Rodrigues. Semente de Mongura (Pachira aquatica): avaliação do potencial bioativo, antitumoral e tecnológico. 2025. 123 f. Dissertação ( Mestrado em Ciências da Nutrição) - Programa de Pós-Graduação em Ciências da Nutrição, Faculdade de Nutrição Emília de Jesus Ferreiro, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2025.https://app.uff.br/riuff/handle/1/40263ark:/87559/001300001c36xCC-BY-SAinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF)instname:Universidade Federal Fluminense (UFF)instacron:UFF2025-09-29T21:51:12Zoai:app.uff.br:1/40263Repositório InstitucionalPUBhttps://app.uff.br/oai/requestriuff@id.uff.bropendoar:21202025-09-29T21:51:12Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF) - Universidade Federal Fluminense (UFF)false
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