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A regra da exceção: poder soberano e biopolítica na “guerra às drogas”

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2007
Autor(a) principal: Costa, André Saldanha
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
dARK ID: ark:/87559/001300000c0kg
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://app.uff.br/riuff/handle/1/8211
Resumo: Nesta dissertação, faz-se a análise teórica dos sistemas de poder institucionais instaurados a partir da metáfora bélica de “guerra às drogas” como dispositivos de controle social para o estabelecimento de uma dada ordem biopolítica que tem, através do poder soberano do Estado, o escopo de criar uma tanatopolítica. Tal sistema de controle se desenvolve através do dispositivo metajurídico do estado de exceção. Utilizar-se-á como fontes a legislação nacional, internacional e as políticas públicas desenvolvidas para lidar com tal questão, durante o período de 1982 à 2002. Esta investigação tem como principais referenciais teóricos os trabalhos desenvolvidos por Giorgio Agamben, Michel Foucault e Gisálio Cerqueira Filho na interface entre ciência, política e direito
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