O método in vitro é preciso para estudar os localizadores foraminais?
| Ano de defesa: | 2024 |
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Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | Objetivo: Validar, por microtomografia computadorizada (micro-CT), a odontometria feita em laboratório com um localizador foraminal eletrônico (LFE) padrão ouro, tendo como controle a odontometria feita pelo mesmo in vivo. A micro-CT foi a ferramenta usada para medir o comprimento real do canal e verificar a posição da lima no seu interior. Material e métodos: 11 elementos dentários com polpas vitais, com indicação de exodontia e sem nenhuma instrumentação endodôntica prévia, foram utilizados nesta pesquisa. Em todas as amostras, após acesso aos canais radiculares e instrumentação do terço cervical, a odontometria foi feita pelo LFE Root ZX II (J Morita, Tóquio, Japão). Os cursores foram fixados nas limas nas posições que o LFE marcou “APEX” no “display”. Após as exodontias, foram realizadas microtomografias com os instrumentos no interior dos canais e em seguida sem os mesmos. Na sequência, foram efetuadas a odontometrias com o LFE, desta vez em laboratório, com os espécimes inseridos em uma base experimental contendo alginato. Os cursores foram fixados nas limas, nas posições detectadas pelo aparelho, e os dentes novamente escaneados. O protocolo de reconstrução dos escaneamentos utilizou as imagens com e sem os instrumentos, tanto para as medidas in vivo, quanto in vitro. A referência para estas foi uma linha que tangenciou as duas bordas de cada forame. Foram consideradas positivas as que ultrapassaram desta linha, e negativas ou ficaram aquém desta linha. As medidas consideradas precisas ficaram dentro do intervalo de ±0,5mm, desde que não ultrapassassem o forame apical. Para a análise estatística dos dados, aplicou-se o teste qui-quadrado, para verificar a capacidade do LFE em detectar a posição do forame maior, e o teste T para variáveis dependentes para detectar as dissonâncias das medidas obtidas in vivo e in vitro, com um nível de significância de 5%. Resultados: Não foram detectadas diferenças estatisticamente significativas tanto na precisão das leituras in vivo em comparação com as in vitro, quanto na comparação da precisão das leituras entre elas. Conclusão: Medidas in vivo e in vitro, dentro do nível de tolerância de 1mm, 0,5 mm e 0, utilizando as mesmas amostras dentárias e o mesmo localizador, tiveram desempenhos semelhantes em relação à detecção do forame maior. |
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O método in vitro é preciso para estudar os localizadores foraminais?Is the in vitro method needed to study foraminal locators?Localizadores apicais eletrônicosComprimento de trabalhomicrotomografia computadorizadaEndodontiaCanal radicularOdontometriaEstudo in vivoMicrotomografia por Raio-XElectronic apex locatorsWorking lengthMicro-computed tomographyObjetivo: Validar, por microtomografia computadorizada (micro-CT), a odontometria feita em laboratório com um localizador foraminal eletrônico (LFE) padrão ouro, tendo como controle a odontometria feita pelo mesmo in vivo. A micro-CT foi a ferramenta usada para medir o comprimento real do canal e verificar a posição da lima no seu interior. Material e métodos: 11 elementos dentários com polpas vitais, com indicação de exodontia e sem nenhuma instrumentação endodôntica prévia, foram utilizados nesta pesquisa. Em todas as amostras, após acesso aos canais radiculares e instrumentação do terço cervical, a odontometria foi feita pelo LFE Root ZX II (J Morita, Tóquio, Japão). Os cursores foram fixados nas limas nas posições que o LFE marcou “APEX” no “display”. Após as exodontias, foram realizadas microtomografias com os instrumentos no interior dos canais e em seguida sem os mesmos. Na sequência, foram efetuadas a odontometrias com o LFE, desta vez em laboratório, com os espécimes inseridos em uma base experimental contendo alginato. Os cursores foram fixados nas limas, nas posições detectadas pelo aparelho, e os dentes novamente escaneados. O protocolo de reconstrução dos escaneamentos utilizou as imagens com e sem os instrumentos, tanto para as medidas in vivo, quanto in vitro. A referência para estas foi uma linha que tangenciou as duas bordas de cada forame. Foram consideradas positivas as que ultrapassaram desta linha, e negativas ou ficaram aquém desta linha. As medidas consideradas precisas ficaram dentro do intervalo de ±0,5mm, desde que não ultrapassassem o forame apical. Para a análise estatística dos dados, aplicou-se o teste qui-quadrado, para verificar a capacidade do LFE em detectar a posição do forame maior, e o teste T para variáveis dependentes para detectar as dissonâncias das medidas obtidas in vivo e in vitro, com um nível de significância de 5%. Resultados: Não foram detectadas diferenças estatisticamente significativas tanto na precisão das leituras in vivo em comparação com as in vitro, quanto na comparação da precisão das leituras entre elas. Conclusão: Medidas in vivo e in vitro, dentro do nível de tolerância de 1mm, 0,5 mm e 0, utilizando as mesmas amostras dentárias e o mesmo localizador, tiveram desempenhos semelhantes em relação à detecção do forame maior.Objective: To validate, by computed microtomography (micro-CT), the odontometry performed in the laboratory with an electronic foraminal locator (LFE) gold standard, having as control the odontometry performed by the same in vivo. The micro-CT was the tool used to measure the real length of the canal and verify the position of the file inside it. Material and methods: 11 dental elements with vital pulps, with indication for extraction and without any previous endodontic instrumentation, were used in this research. In all samples, after accessing the root canals and instrumenting the cervical third, odontometry was performed using the LFE Root ZX II (J Morita, Tokyo, Japan). Silicon stopper were fixed in the files in the positions that the LFE marked “APEX” in the “display”. After the extractions, microtomographies were performed with the instruments inside the canals and then without them. Next, odontometry was performed with the LFE, this time in the laboratory, with the specimens inserted in an experimental base containing alginate. Silicon stopper were fixed on the files, in the positions detected by the device, and the teeth were scanned again. The scan reconstruction protocol used the images with and without the instruments, both for in vivo and in vitro measurements. The reference for these was a line that touched the two edges of each foramen. Those that exceeded this line were considered positive, and those that fell short of this line were considered negative. Measures considered accurate were within the range of ±0.5mm, as long as they did not exceed the apical foramen. For the statistical analysis of the data, the chi-square test was applied, to verify the ability of the EFL to detect the position of the major foramen, and the t test for dependent variables to detect the dissonances of the measures obtained in vivo and in vitro, with a significance level of 5%. Results: No statistically significant differences were detected either in the accuracy of the in vivo readings compared to the in vitro ones, or in the comparison of the accuracy of the readings between them. Conclusion: In vivo and in vitro measurements, within the tolerance level of 1mm, 0.5mm and 0, using the same dental samples and the same locator, had similar performances in relation to the detection of the major foramen.49 f.Vianna, Gustavo André de Deus Carneirohttp://lattes.cnpq.br/8005271079083909http://lattes.cnpq.br/1582174647291124Carestiato, Maristela Giaquinto Herkenhoff2024-01-30T17:46:50Z2024-01-30T17:46:50Zinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfCARESTIATO, Maristela Giaquinto Herkenhoff. O método in vitro é preciso para estudar os localizadores foraminais? 2023. 49 f. Dissertação (Mestrado em Odontologia) - Programa de Pós-Graduação em Odontologia, Faculdade de Odontologia, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2023.http://app.uff.br/riuff/handle/1/32128ark:/87559/0013000000rk9CC-BY-SAinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF)instname:Universidade Federal Fluminense (UFF)instacron:UFF2024-01-30T17:46:54Zoai:app.uff.br:1/32128Repositório InstitucionalPUBhttps://app.uff.br/oai/requestriuff@id.uff.bropendoar:21202024-01-30T17:46:54Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF) - Universidade Federal Fluminense (UFF)false |
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Objetivo: Validar, por microtomografia computadorizada (micro-CT), a odontometria feita em laboratório com um localizador foraminal eletrônico (LFE) padrão ouro, tendo como controle a odontometria feita pelo mesmo in vivo. A micro-CT foi a ferramenta usada para medir o comprimento real do canal e verificar a posição da lima no seu interior. Material e métodos: 11 elementos dentários com polpas vitais, com indicação de exodontia e sem nenhuma instrumentação endodôntica prévia, foram utilizados nesta pesquisa. Em todas as amostras, após acesso aos canais radiculares e instrumentação do terço cervical, a odontometria foi feita pelo LFE Root ZX II (J Morita, Tóquio, Japão). Os cursores foram fixados nas limas nas posições que o LFE marcou “APEX” no “display”. Após as exodontias, foram realizadas microtomografias com os instrumentos no interior dos canais e em seguida sem os mesmos. Na sequência, foram efetuadas a odontometrias com o LFE, desta vez em laboratório, com os espécimes inseridos em uma base experimental contendo alginato. Os cursores foram fixados nas limas, nas posições detectadas pelo aparelho, e os dentes novamente escaneados. O protocolo de reconstrução dos escaneamentos utilizou as imagens com e sem os instrumentos, tanto para as medidas in vivo, quanto in vitro. A referência para estas foi uma linha que tangenciou as duas bordas de cada forame. Foram consideradas positivas as que ultrapassaram desta linha, e negativas ou ficaram aquém desta linha. As medidas consideradas precisas ficaram dentro do intervalo de ±0,5mm, desde que não ultrapassassem o forame apical. Para a análise estatística dos dados, aplicou-se o teste qui-quadrado, para verificar a capacidade do LFE em detectar a posição do forame maior, e o teste T para variáveis dependentes para detectar as dissonâncias das medidas obtidas in vivo e in vitro, com um nível de significância de 5%. Resultados: Não foram detectadas diferenças estatisticamente significativas tanto na precisão das leituras in vivo em comparação com as in vitro, quanto na comparação da precisão das leituras entre elas. Conclusão: Medidas in vivo e in vitro, dentro do nível de tolerância de 1mm, 0,5 mm e 0, utilizando as mesmas amostras dentárias e o mesmo localizador, tiveram desempenhos semelhantes em relação à detecção do forame maior. |
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