Trabalho materno com licença-maternidade e sua associação com o aleitamento materno exclusivo
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Niterói
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Link de acesso: | https://app.uff.br/riuff/handle/1/8504 |
Resumo: | O aleitamento materno exclusivo é recomendado pela Organização Mundial da Saúde até os seis meses de vida da criança, e o trabalho materno pode interferir na sua prática. No Brasil, a legislação garante a licença-maternidade de 120 dias para as trabalhadoras formais. O presente estudo teve por objetivo analisar a associação entre o trabalho materno com licença-maternidade e a prática do aleitamento materno exclusivo. Foi conduzido um estudo transversal em 2013 com mães de crianças menores de seis meses, assistidas pelas nove unidades básicas de saúde com Posto de Recebimento de Leite Humano Ordenhado do município do Rio de Janeiro, Brasil (n=429). Características sociodemográficas maternas, domiciliares, da assistência pré-natal, do parto, do estilo de vida materno, da criança, da assistência à saúde e da alimentação infantil foram investigadas por meio de entrevistas. Análises univariada, bivariada e múltipla foram realizadas, sendo obtidas razões de prevalências ajustadas (RPa) por regressão de Poisson com variância robusta, segundo modelo conceitual hierarquizado. O modelo final foi composto pelas variáveis que se associaram (p≤0,05) ao aleitamento materno exclusivo (desfecho). Entre as mães entrevistadas, 23,1% estavam em licença-maternidade e 17,2% estavam trabalhando. A prevalência de aleitamento materno exclusivo em menores de seis meses foi de 50,1%. O trabalho materno com licença-maternidade se associou a uma maior prevalência do desfecho (RPa=1,91; IC95% 1,32-2,77), comparado às mães que trabalhavam sem licença-maternidade. Prevalências menores de aleitamento materno exclusivo se associaram à cor de pele/raça materna não branca (RPa=0,81), à ausência de companheiro (RPa=0,60), à realização de menos de seis consultas pré-natais (RPa=0,62), ao consumo materno de bebida alcoólica (RPa=0,60), à idade crescente da criança em meses (RPa=0,69) e ao uso de chupeta (RPa=0,67). A licença-maternidade contribuiu para a prática do aleitamento materno exclusivo em crianças menores de seis meses de vida, indicando a importância desse benefício na proteção do aleitamento materno exclusivo para as mulheres inseridas no mercado de trabalho formal |
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Rimes, Karina AbibiOliveira, Maria Inês Couto deFonseca, Sandra CostaBoccolini, Cristiano SiqueiraTrevisani, Jorginete de Jesus Damiãohttp://lattes.cnpq.br/1218838630313542http://lattes.cnpq.br/8645788129588373http://lattes.cnpq.br/8645788129588373http://lattes.cnpq.br/9606763340730983http://lattes.cnpq.br/2318963345053325http://lattes.cnpq.br/3244835897919547Oliveira, Maria Inês Couto de2019-02-11T14:13:33Z2019-02-11T14:13:33Z2017RIMES, Karina Abibi. Trabalho materno com licença-maternidade e sua associação com o aleitamento materno exclusivo. 2017. 84 f. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2017.https://app.uff.br/riuff/handle/1/8504Aluno de MestradoO aleitamento materno exclusivo é recomendado pela Organização Mundial da Saúde até os seis meses de vida da criança, e o trabalho materno pode interferir na sua prática. No Brasil, a legislação garante a licença-maternidade de 120 dias para as trabalhadoras formais. O presente estudo teve por objetivo analisar a associação entre o trabalho materno com licença-maternidade e a prática do aleitamento materno exclusivo. Foi conduzido um estudo transversal em 2013 com mães de crianças menores de seis meses, assistidas pelas nove unidades básicas de saúde com Posto de Recebimento de Leite Humano Ordenhado do município do Rio de Janeiro, Brasil (n=429). Características sociodemográficas maternas, domiciliares, da assistência pré-natal, do parto, do estilo de vida materno, da criança, da assistência à saúde e da alimentação infantil foram investigadas por meio de entrevistas. Análises univariada, bivariada e múltipla foram realizadas, sendo obtidas razões de prevalências ajustadas (RPa) por regressão de Poisson com variância robusta, segundo modelo conceitual hierarquizado. O modelo final foi composto pelas variáveis que se associaram (p≤0,05) ao aleitamento materno exclusivo (desfecho). Entre as mães entrevistadas, 23,1% estavam em licença-maternidade e 17,2% estavam trabalhando. A prevalência de aleitamento materno exclusivo em menores de seis meses foi de 50,1%. O trabalho materno com licença-maternidade se associou a uma maior prevalência do desfecho (RPa=1,91; IC95% 1,32-2,77), comparado às mães que trabalhavam sem licença-maternidade. Prevalências menores de aleitamento materno exclusivo se associaram à cor de pele/raça materna não branca (RPa=0,81), à ausência de companheiro (RPa=0,60), à realização de menos de seis consultas pré-natais (RPa=0,62), ao consumo materno de bebida alcoólica (RPa=0,60), à idade crescente da criança em meses (RPa=0,69) e ao uso de chupeta (RPa=0,67). A licença-maternidade contribuiu para a prática do aleitamento materno exclusivo em crianças menores de seis meses de vida, indicando a importância desse benefício na proteção do aleitamento materno exclusivo para as mulheres inseridas no mercado de trabalho formalThe World Health Organization recommends exclusive breastfeeding up to six months of life, and maternal work can interfere with this practice. In Brazil, the legislation guarantees maternity leave of 120 days for formal workers. This study aimed to analyze the association between maternal work with maternity leave and the practice of exclusive breastfeeding. A cross-sectional study was conducted in 2013 with mothers of children under six months of life, assisted by the nine primary health care units with Human Milk Donation Services in Rio de Janeiro city, Brazil (n=429). Maternal sociodemographic and residence characteristics, prenatal care, childbirth, maternal lifestyle, characteristics of the infant, health care and infant feeding were investigated through interviews. Univariate, bivariate and multiple analyzes were performed, and adjusted prevalence ratios (APR) were obtained by Poisson regression with robust variance, according to a hierarchical conceptual model. The final model was composed by the variables associated (p≤0.05) with exclusive breastfeeding (outcome). Among mothers interviewed, 23.1% were on maternity leave and 17.2% were working. The prevalence of exclusive breastfeeding in children under six months was 50.1%. Maternal work with maternity leave was associated with a higher prevalence of the outcome (APR=1.91; CI95% 1.32-2.77), compared to mothers who worked without maternity leave. Lower prevalences of exclusive breastfeeding were associated with non-white maternal skin color/breed (APR=0.81), absence of a partner (APR=0.60), less than six prenatal visits (APR=0.62), maternal consumption of alcoholic beverage (APR=0.60), increasing age of the child in months (APR=0.69) and pacifier use (APR=0.67). Maternity leave contributed to the practice of exclusive breastfeeding in children under six months of life, indicating the importance of this benefit in the protection of exclusive breastfeeding for women in the formal labor market84f.Centro Social Nossa Senhora das GraçasUNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSENiteróiCC-BY-SAinfo:eu-repo/semantics/openAccessTrabalho materno com licença-maternidade e sua associação com o aleitamento materno exclusivoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisAleitamento maternoLicença-maternidadeEstudos transversaisAtenção primária à saúde.Políticas públicasAleitamento maternoLicença parentalEstudo transversalAtenção primária à saúdeBreast feedingCross-sectional studiesPrimary health carePublic policyMaternity leavemestrado acadêmicoUniversidade Federal FluminenseInstituto de Saúde ColetivaPrograma de Pós Graduação em Saúde Coletiva2017Niterói, RJporreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF)instname:Universidade Federal Fluminense (UFF)instacron:UFFORIGINALDissertação - 21.pdfDissertação - 21.pdfapplication/pdf3054170https://app.uff.br/riuff/bitstream/1/8504/1/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20-%2021.pdfcff3b358dbc619355c413e1d98dd18a0MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81866https://app.uff.br/riuff/bitstream/1/8504/2/license.txt43cd690d6a359e86c1fe3d5b7cba0c9bMD521/85042020-07-27 13:08:46.463oai:app.uff.br:1/8504TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIApJbnN0aXR1Y2lvbmFsIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCAgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIApzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIChpbmNsdWluZG8gbyByZXN1bW8pIHBvciB0b2RvIG8gbXVuZG8gbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIApmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIG8gRGVwb3NpdGEgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byAKcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIERlcG9zaXRhIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIAplIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIApWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgCmRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgCm9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciBhbyBEZXBvc2l0YSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIApvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyAKT1JHQU5JU01PLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgCkVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCgpPIERlcG9zaXRhIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIAphdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRepositório InstitucionalPUBhttps://app.uff.br/oai/requestriuff@id.uff.bropendoar:21202020-07-27T16:08:46Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF) - Universidade Federal Fluminense (UFF)false |
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