Neuroplasticidade, bem-estar e desempenho de suínos expostos a musicoterapia durante a fase de gestação e maternidade
| Ano de defesa: | 2020 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Grande Dourados
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de pós-graduação em Zootecnia
|
| Departamento: |
Faculdade de Ciências Agrárias
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.ufgd.edu.br/jspui/handle/prefix/3136 |
Resumo: | O objetivo da pesquisa foi avaliar os efeitos da exposição de porcas a enriquecimento ambiental auditivo no pré e pós-parto sobre o seu comportamento, temperatura ocular e desempenho reprodutivo, bem como avaliar o desempenho e neuroplasticidade dos descendentes destas fêmeas. Foram utilizadas 48 porcas com condições de escore corporal semelhante, aos 90 dias de gestação, que foram distribuídas uniformemente de acordo com a ordem de parto em dois tratamentos (Controle e Exposição à 6 horas diárias de música clássica). Aos 110 dias de gestação, as fêmeas foram alojadas em salas de maternidade e distribuídas em delineamento inteiramente casualizado em 4 tratamentos: Controle – Controle (CC): não ouviram música durante e gestação e maternidade; Controle – Música (CM): não ouviram música durante a gestação, mas ouviram durante a maternidade; Música – Controle (MC): ouviram música durante a gestação e não ouviram durante a maternidade; Música – Música (MM): ouviram música durante a gestação e maternidade. Na gestação, os comportamentos de 12 porcas por tratamento foram registrados. Já no período de lactação, as mesmas fêmeas foram divididas em 4 tratamentos, totalizando 6 porcas/tratamento para avaliação comportamental. Foram coletados dados referentes aos índices zootécnicos (número de nascidos vivos e desmamados, peso ao nascer e desmame). Foi realizada mensuração no soro sanguíneo do fator neurotrófico derivado do cérebro dos leitões (BDNF), assim como do lactato sérico ao nascer e a temperatura ocular das porcas foi registrada ao longo do experimento. Porcas gestantes do tratamento controle permaneceram mais tempo em pé, apresentaram maior número de interações negativas, menor número de interações positivas e passaram mais tempo realizando falsa mastigação. Na fase de lactação, fêmeas do grupo CC permaneceram mais tempo sentadas, em pé e mordendo as grades da gaiola quando comparadas aos grupos MC e MM. Fêmeas dos tratamentos CC e CM permaneceram menos tempo na posição de aleitamento. Porcas do tratamento CC apresentaram maior frequência de falsa mastigação. Não houve diferença significativa entre os comportamentos dos leitões durante o teste de área desconhecida. Os leitões dos tratamentos CC e MC tentaram escapar mais vezes do que os animais dos tratamentos CM e MM no teste de objeto novo. Não houve diferença significativa no tempo médio para aproximação voluntária e os leitões do tratamento CM vocalizaram menos do que os dos demais tratamentos. Não foi encontrada diferença no número de nascidos vivos. O peso ao nascer foi maior nos grupos MM e MC e peso ao desmame foi maior no grupo MM do que em CC. O número de desmamados foi maior nos grupos que ouviram música no pré- parto quando comparado ao CC. A concentração de BDNF sérico ao nascimento não diferiu entre os tratamentos. Por outro lado, ao desmame a concentração sérica de BDNF foi expressivamente maior para os leitões do grupo MM. A temperatura ocular de fêmeas gestantes expostas à música foi menor nos períodos antes e durante a música pela manhã e antes da música no período da tarde. Os níveis séricos de lactato foram maiores nos leitões com 15o ordem de nascimento quando comparados aos que nasceram primeiro. Durante a gestação, a música reduziu a temperatura ocular de fêmeas e alterou positivamente seus comportamentos, podendo ser responsável por uma redução dos efeitos do estresse crônico. Na fase de lactação, fêmeas expostas à música durante a gestação apresentaram melhores traços de comportamento materno. A exposição à musicoterapia no pré e pós-parto pode melhorar os índices zootécnicos da prole, assim como a neuroplasticidade dos leitões. A música é uma forma simples e viável para melhorar o bem-estar e índices zootécnicos dos suínos. |
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Dissertação (Mestrado em Zootecnia) – Faculdade de Ciências Agrárias, Universidade Federal da Grande Dourados, Dourados, MS, 2020.http://repositorio.ufgd.edu.br/jspui/handle/prefix/3136O objetivo da pesquisa foi avaliar os efeitos da exposição de porcas a enriquecimento ambiental auditivo no pré e pós-parto sobre o seu comportamento, temperatura ocular e desempenho reprodutivo, bem como avaliar o desempenho e neuroplasticidade dos descendentes destas fêmeas. Foram utilizadas 48 porcas com condições de escore corporal semelhante, aos 90 dias de gestação, que foram distribuídas uniformemente de acordo com a ordem de parto em dois tratamentos (Controle e Exposição à 6 horas diárias de música clássica). Aos 110 dias de gestação, as fêmeas foram alojadas em salas de maternidade e distribuídas em delineamento inteiramente casualizado em 4 tratamentos: Controle – Controle (CC): não ouviram música durante e gestação e maternidade; Controle – Música (CM): não ouviram música durante a gestação, mas ouviram durante a maternidade; Música – Controle (MC): ouviram música durante a gestação e não ouviram durante a maternidade; Música – Música (MM): ouviram música durante a gestação e maternidade. Na gestação, os comportamentos de 12 porcas por tratamento foram registrados. Já no período de lactação, as mesmas fêmeas foram divididas em 4 tratamentos, totalizando 6 porcas/tratamento para avaliação comportamental. Foram coletados dados referentes aos índices zootécnicos (número de nascidos vivos e desmamados, peso ao nascer e desmame). Foi realizada mensuração no soro sanguíneo do fator neurotrófico derivado do cérebro dos leitões (BDNF), assim como do lactato sérico ao nascer e a temperatura ocular das porcas foi registrada ao longo do experimento. Porcas gestantes do tratamento controle permaneceram mais tempo em pé, apresentaram maior número de interações negativas, menor número de interações positivas e passaram mais tempo realizando falsa mastigação. Na fase de lactação, fêmeas do grupo CC permaneceram mais tempo sentadas, em pé e mordendo as grades da gaiola quando comparadas aos grupos MC e MM. Fêmeas dos tratamentos CC e CM permaneceram menos tempo na posição de aleitamento. Porcas do tratamento CC apresentaram maior frequência de falsa mastigação. Não houve diferença significativa entre os comportamentos dos leitões durante o teste de área desconhecida. Os leitões dos tratamentos CC e MC tentaram escapar mais vezes do que os animais dos tratamentos CM e MM no teste de objeto novo. 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Durante a gestação, a música reduziu a temperatura ocular de fêmeas e alterou positivamente seus comportamentos, podendo ser responsável por uma redução dos efeitos do estresse crônico. Na fase de lactação, fêmeas expostas à música durante a gestação apresentaram melhores traços de comportamento materno. A exposição à musicoterapia no pré e pós-parto pode melhorar os índices zootécnicos da prole, assim como a neuroplasticidade dos leitões. A música é uma forma simples e viável para melhorar o bem-estar e índices zootécnicos dos suínos.The aim of this study was to evaluate the effects of sow exposure, before and after birth, to auditory environmental enrichment on behavior, eye temperature and reproductive performance, as well as to evaluate the performance and neuroplasticity of the offspring of these females. Forty-eight with similar body conditions scores, sows at 90 days of gestation were used and distributed evenly according to birth order in two treatments (Control and Daily Exposure to 6 hours of classical music). At 110 days of gestation, the females were housed in farrowing rooms and separated into 4 treatments: Control - Control (CC): did not hear music during pregnancy and lactation; Control - Music (CM): did not listen to music during pregnancy, but listened during lactation; Control Music (MC): listened to music during pregnancy and did not listen during lactation; Music - Music (MM): listened to music during pregnancy and lactation. For the study we used a completely randomized design. The behaviors of 12 sows per treatment during pregnancy were recorded, counting 24 females; At lactation, they were divided into 4 treatments, summing 6 sows / treatment for behavioral evaluation. Data were collected considering productive performance (number of born alive and weaned, birth and weaning weight). Blood serum was measured for neurotrophic factor derived from piglet brain, as well as serum lactate at birth and sow eye temperature was measured throughout the experiment. Females who were exposed to music therapy during pregnancy showed better behavioral results during gestation and lactation. Musical enrichment was positive for sows exposed only during lactation, reducing stereotyped behaviors such as vacuum chewing. Sows that did not hear music in any of the experimental phases showed greater behavioral problems, possibly related to higher levels of stress and anxiety. The reduction in eye temperature at certain moments in the gestation phase, indicates that the music caused a reduction in the chronic stress of pregnant females. Positive effects of music therapy on the zootechnical indexes of piglets were presented, especially when music was used in the pre- and postpartum phase. Although there are no differences in the concentration of BDNF at birth, the maintenance of the neurotrophic factor in the MM group, may indicate that music acts as an inhibitor of the natural reduction that occurs in the concentration of BDNF with aging. Exposure to music therapy in the pre- and postpartum period can improve the well-being of pigs, the zootechnical indexes of the offspring, as well as the neuroplasticity of piglets. Music is a simple and viable way to improve the welfare and zootechnical performance of pigs.Submitted by Alison Souza (alisonsouza@ufgd.edu.br) on 2020-05-26T12:34:42Z No. of bitstreams: 1 IsabellaCristinadeCastroLippi.pdf: 1137687 bytes, checksum: 416d9b6d3cd15f76c687f60fb87421ae (MD5)Made available in DSpace on 2020-05-26T12:34:42Z (GMT). No. of bitstreams: 1 IsabellaCristinadeCastroLippi.pdf: 1137687 bytes, checksum: 416d9b6d3cd15f76c687f60fb87421ae (MD5) Previous issue date: 2020-02-06Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)porUniversidade Federal da Grande DouradosPrograma de pós-graduação em ZootecniaUFGDBrasilFaculdade de Ciências AgráriasCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::ZOOTECNIABem-estar animalSuinoculturaPrenhezMusicoterapiaAnimal welfareSwine - BreedingPregnancy - AnimalMusic therapyNeuroplasticidade, bem-estar e desempenho de suínos expostos a musicoterapia durante a fase de gestação e maternidadeNeuroplasticity, well-being and performance of pigs exposed to music therapy during pregnancy and farrowinginfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFGDinstname:Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)instacron:UFGDTEXTIsabellaCristinadeCastroLippi.pdf.txtIsabellaCristinadeCastroLippi.pdf.txtExtracted texttext/plain161188https://repositorio.ufgd.edu.br/jspui/bitstream/prefix/3136/3/IsabellaCristinadeCastroLippi.pdf.txt5fbe52946689d386b57939def62e3032MD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81866https://repositorio.ufgd.edu.br/jspui/bitstream/prefix/3136/2/license.txt43cd690d6a359e86c1fe3d5b7cba0c9bMD52ORIGINALIsabellaCristinadeCastroLippi.pdfIsabellaCristinadeCastroLippi.pdfapplication/pdf1137687https://repositorio.ufgd.edu.br/jspui/bitstream/prefix/3136/1/IsabellaCristinadeCastroLippi.pdf416d9b6d3cd15f76c687f60fb87421aeMD51prefix/31362023-09-14 02:20:48.17oai:https://repositorio.ufgd.edu.br/jspui:prefix/3136TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIApJbnN0aXR1Y2lvbmFsIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCAgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIApzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIChpbmNsdWluZG8gbyByZXN1bW8pIHBvciB0b2RvIG8gbXVuZG8gbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIApmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIG8gRGVwb3NpdGEgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byAKcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIERlcG9zaXRhIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIAplIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIApWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgCmRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgCm9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciBhbyBEZXBvc2l0YSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIApvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyAKT1JHQU5JU01PLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgCkVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCgpPIERlcG9zaXRhIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIAphdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufgd.edu.br/jspui:8080/oai/requestopendoar:21162023-09-14T06:20:48Repositório Institucional da UFGD - Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)false |
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Repositório Institucional da UFGD - Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) |
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