Etarismo e sua relação com o trabalho e com a saúde do trabalhador

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Abranches, Iracema lattes
Orientador(a): Lourenço, Lelio Moura lattes
Banca de defesa: Neves, Antonio Maurício Castanheira das lattes, Gebara, Carla Ferreira de Paula lattes, Carvalho, João Eduardo Coin de lattes, Fraga, Paulo Cesar Pontes lattes
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-graduação em Psicologia
Departamento: ICH – Instituto de Ciências Humanas
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/17358
Resumo: Este estudo tem o objetivo de verificar a ocorrência do preconceito etário ou etarismo no ambiente de trabalho investigado e sua relação com a percepção que os trabalhadores mais velhos têm da própria capacidade para o trabalho e do assédio moral, uma vez que a violência no ambiente laboral é representada pelo etarismo, além de proporcionar uma reflexão sobre o fenômeno do etarismo em geral. A amostra desta pesquisa é composta por servidores na população de Técnicos Administrativos em Educação (TAE) da Universidade Federal de Juiz de Fora / MG (UFJF, 2020), de servidores do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais (IFET) e funcionários administrativos das IES particulares da região, por ser uma população que apresenta algumas características em comum, como a qualificação para os cargos quanto à titulação e por não haver critério etário para a contratação nos processos seletivos em sua maioria. Quanto aos procedimentos quantitativos, são aplicadas a Escala de Envelhecimento no Contexto Organizacional (EACO), a Escala de Assédio Moral (ELAM) e de Capacidade para o Trabalho (ICT). Em relação à pesquisa qualitativa, a investigação é feita por entrevista semiestruturada, e o tratamento dos dados é feito através da técnica de Análise de Conteúdo de Bardin. Os resultados demonstram a ocorrência do etarismo na amostra, a percepção da capacidade para o trabalho como boa ou ótima pelos trabalhadores mais velhos e o desconhecimento sobre o preconceito etário, classificado muitas vezes como brincadeira. Não houve diferença significativa quanto ao etarismo entre as IES públicas e particulares, mas quanto a outros aspectos como carga horária semanal, baixa notificação de problemas de saúde mental e etarismo com mulheres, as IES particulares apresentaram situações laborais mais desfavoráveis. Assim, o etarismo não foi relacionado à violência no trabalho, apesar dos participantes, em geral, associarem este preconceito ao sofrimento no trabalho. A violência no trabalho é uma realidade no mundo todo, e o etarismo se configura como uma das formas de violência mais deletérias à saúde mental e física do trabalhador mais velho. As consequências do etarismo podem envolver desde a aposentadoria precoce a doenças relacionadas ao trabalho e podem levar ao suicídio, como fator extremo de consequência. Este estudo pode beneficiar os trabalhadores, que terão possibilidade de identificar e analisar o fenômeno do etarismo, e a Instituição, que pode utilizar a pesquisa, incluindo-a em seu planejamento de ações para a saúde do trabalhador, instigando, também, novas investigações sobre o tema.
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A amostra desta pesquisa é composta por servidores na população de Técnicos Administrativos em Educação (TAE) da Universidade Federal de Juiz de Fora / MG (UFJF, 2020), de servidores do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais (IFET) e funcionários administrativos das IES particulares da região, por ser uma população que apresenta algumas características em comum, como a qualificação para os cargos quanto à titulação e por não haver critério etário para a contratação nos processos seletivos em sua maioria. Quanto aos procedimentos quantitativos, são aplicadas a Escala de Envelhecimento no Contexto Organizacional (EACO), a Escala de Assédio Moral (ELAM) e de Capacidade para o Trabalho (ICT). Em relação à pesquisa qualitativa, a investigação é feita por entrevista semiestruturada, e o tratamento dos dados é feito através da técnica de Análise de Conteúdo de Bardin. Os resultados demonstram a ocorrência do etarismo na amostra, a percepção da capacidade para o trabalho como boa ou ótima pelos trabalhadores mais velhos e o desconhecimento sobre o preconceito etário, classificado muitas vezes como brincadeira. Não houve diferença significativa quanto ao etarismo entre as IES públicas e particulares, mas quanto a outros aspectos como carga horária semanal, baixa notificação de problemas de saúde mental e etarismo com mulheres, as IES particulares apresentaram situações laborais mais desfavoráveis. Assim, o etarismo não foi relacionado à violência no trabalho, apesar dos participantes, em geral, associarem este preconceito ao sofrimento no trabalho. A violência no trabalho é uma realidade no mundo todo, e o etarismo se configura como uma das formas de violência mais deletérias à saúde mental e física do trabalhador mais velho. As consequências do etarismo podem envolver desde a aposentadoria precoce a doenças relacionadas ao trabalho e podem levar ao suicídio, como fator extremo de consequência. Este estudo pode beneficiar os trabalhadores, que terão possibilidade de identificar e analisar o fenômeno do etarismo, e a Instituição, que pode utilizar a pesquisa, incluindo-a em seu planejamento de ações para a saúde do trabalhador, instigando, também, novas investigações sobre o tema.This study aims to verify the occurrence of ageism or ageism in the investigated work environment and its relationship with the perception that older workers have of their own ability to work and moral harassment, since violence in the work environment is represented by ageism, in addition to providing a reflection on the phenomenon of ageism in general. The sample for this research is made up of employees from the population of Administrative Education Technicians (TAE) at the Federal University of Juiz de Fora / MG (UFJF, 2020) and administrative employees from private HEIs in the region, as it is a population that presents some characteristics in common, such as qualification for positions in terms of degree and because there is no age criterion for hiring in the majority of selection processes. As for quantitative procedures, the Aging Scale in the Organizational Context (EACO), the Moral Harassment Scale (ELAM) and the Work Ability Scale (ICT) are applied. In relation to qualitative research, the investigation is carried out through semi-structured interviews, and data processing is carried out using Bardin's Content Analysis technique. The results demonstrate the occurrence of ageism in the sample, the perception of work ability as good or excellent by older workers and the lack of knowledge about ageism, often classified as a joke. There was no significant difference in ageism between public and private Higher Education Institutions (HEI), but regarding other aspects such as weekly workload, low reporting of mental health problems and ageism among women, private HEIs presented more unfavorable working situations. Thus, ageism was not related to violence at work, despite participants, in general, associating this prejudice with suffering at work. Violence at work is a reality all over the world, and ageism is one of the most harmful forms of violence to the mental and physical health of older workers. The consequences of ageism can range from early retirement to workrelated illnesses and can lead to suicide, as an extreme consequence. This study can benefit workers, who will be able to identify and analyze the phenomenon of ageism, and the Institution, which can use the research, including it in its planning of actions for worker health, also instigating new investigations into the theme.CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorporUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)Programa de Pós-graduação em PsicologiaUFJFBrasilICH – Instituto de Ciências HumanasAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIAEtarismoPreconceitoViolência no trabalhoCapacidade para o trabalhoAgeismPrejudiceViolence at worAbility to workEtarismo e sua relação com o trabalho e com a saúde do trabalhadorAgeism and its relationship with work and occupational healthinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisreponame:Repositório Institucional da UFJFinstname:Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)instacron:UFJFORIGINALiracemaabranches.pdfiracemaabranches.pdfapplication/pdf2286837https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/17358/1/iracemaabranches.pdfabd78b40f7efd65bbb28236a3dd33a7aMD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8811https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/17358/2/license_rdfe39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/17358/3/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD53TEXTiracemaabranches.pdf.txtiracemaabranches.pdf.txtExtracted texttext/plain467447https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/17358/4/iracemaabranches.pdf.txtdf8144cdd1efa5d266ec599fe3dfb899MD54THUMBNAILiracemaabranches.pdf.jpgiracemaabranches.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1235https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/17358/5/iracemaabranches.pdf.jpg00fa8560f0785ae103cc23c92157b9afMD55ufjf/173582024-09-17 03:04:28.903oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/17358Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufjf.br/oai/requestopendoar:2024-09-17T06:04:28Repositório Institucional da UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)false
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